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| Eduardo Paes, Rodrigo Neves e Lula | Dilson Silva |
O Partido Novo confirmou que pretende apresentar uma ação judicial contra o presidente quando houver registro formal de candidatura.
“O desfile é uma peça de propaganda do regime Lula. Financiada com o seu dinheiro. Vamos à Justiça Eleitoral buscar a inelegibilidade”, afirmou a legenda nas redes sociais.
O presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, detalhou o plano jurídico: “O que denunciamos ao TSE está se confirmando ao vivo. Assim que o Lula registrar sua candidatura, o Partido Novo ajuizará uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), requerendo a cassação do registro e sua inelegibilidade. A lei deve ser igual para todos.”
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho de ex-presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para falar sobre o assunto. O senador classificou a situação como crime e comparou com a inelegibilidade do pai, decidida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo ele, Bolsonaro foi tornado inelegível por uma reunião com embaixadores e por discursar num carro de som.
O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), também criticou o desfile e afirmou que a mistura entre cultura e política prejudicaria o evento.
“Quando a cultura se mistura com a política, perde a cultura. Vale também para o desfile dessa escola de samba. No caso, ainda pior, concorrendo para um grave ilícito eleitoral. Propaganda antecipada com dinheiro do pagador de impostos. Rebaixamento é o mínimo que merece”, declarou.


