domingo, 24 de maio de 2026

Novo nome aparece em investigação sobre corrupção eleitoral em SJB


Foto: Ralph Braz | Pense Diferente

A investigação que tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) contra a atual prefeita de São João da Barra, Carla Caputi, entrou no mais alto grau de sigilo, conforme noticiado pelo blog em fevereiro.

O blog apurou que uma nova figura foi inserida no bojo das investigações. A pessoa é identificada pelas iniciais C.M.M.S, que pode ser uma parlamentar estadual.

Conforme revelado  em novembro de 2024, o TRE-RJ instaurou inquérito criminal para investigar a prefeita para apurar suposta prática dos crimes previstos nos artigos 299 e 300, ambos do Código Eleitoral. À época, o procedimento foi aberto pela Corte Regional pelo fato da prefeita possuir foro por prerrogativa de função, também chamado de foro privilegiado.


No último dia 9 de fevereiro, o atual relator do caso, desembargador Bruno Bodart, voltou a cobrar da Polícia Federal o cumprimento de diligências que estavam pendentes.

Após a nota, o caso entrou em sigilo absolto, não sendo mais possível a consulta processual, nem mesmo os andamentos.

Segundo o MP Eleitoral, “noticiantes relataram que a atual Prefeita do Município de São João da Barra/RJ, Karla Chagas Maia, teria distribuindo benefícios pecuniários para remunerar e coagir eleitores a votarem em determinados candidatos de sua base aliada”.

Na decisão de abertura do inquérito, o então desembargador relator do caso deixou claro “que instauração de inquérito não retrata a formulação de juízo quanto à procedência ou improcedência dos indícios de autoria ou materialidade, constituindo-se como ato meramente formal, apto a viabilizar o trâmite regular das investigações.”

O caso tramita desde 2024, mas sem nenhum desdobramento que se tenha conhecimento público, reforçando o sentimento de impunidade em São João da Barra.

 Com informações Blog do Ralfe Reis


Carlos Jordy chama Ricardo Couto de ‘soldado de Lula’


O deputado federal Carlos Jordy (PL) elevou o tom contra o governador interino do Rio, Ricardo Couto, após as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento realizado no estado ao lado do desembargador. Em vídeo publicado nas redes sociais, Jordy afirmou que Couto atua como “soldado de Lula” e acusou o magistrado de governar o Rio de forma efetiva, e não provisória.

O parlamentar reagiu à fala de Lula feita neste sábado (23), quando o presidente afirmou que, se a Assembleia Legislativa do Rio indicasse o governador do estado, seria “um miliciano”. A declaração foi interpretada por aliados do PL como um ataque indireto ao presidente da Alerj, Douglas Ruas, apontado nos bastidores como possível nome para disputar o governo do estado.


Críticas ao STF e ao governo interino

No vídeo, Carlos Jordy afirmou que nunca foi aliado do ex-governador Cláudio Castro nem de Rodrigo Bacellar, mas disse considerar inadmissível a condução do governo estadual pelo desembargador.

Segundo o deputado, Ricardo Couto estaria no cargo por influência do Supremo Tribunal Federal e atuaria politicamente para favorecer o prefeito do Rio, Eduardo Paes, em uma eventual disputa estadual.

“Eduardo Paes sempre foi conhecido como o soldado do Lula, mas, aparentemente, Lula agora tem um outro soldado, o desembargador Ricardo Couto”, afirmou Jordy.

O parlamentar também criticou o fato de, segundo ele, ainda não ter ocorrido uma eleição indireta para definir o comando definitivo do Palácio Guanabara, como prevê a Constituição estadual em caso de vacância.

Ataque a Lula e defesa de Douglas Ruas

Ao comentar a fala de Lula sobre milícia, Jordy disse que o presidente tentou atingir Douglas Ruas, mas acabou acertando uma aliada política de Eduardo Paes. O deputado citou a deputada estadual Lucinha, investigada por suposta ligação com milícia, e afirmou que ela integrava a base política do PSD e do prefeito carioca.

Durante a gravação, o parlamentar ainda afirmou que Lula busca reduzir a força eleitoral do senador Flávio Bolsonaro no estado visando a disputa presidencial de 2026.

“O que está em jogo é muito mais do que o governo do estado. Lula sabe que precisa derrotar Flávio no Rio ou reduzir a vantagem que ele tem”, declarou.

Clima de tensão política

As declarações ampliam o ambiente de tensão política no Rio de Janeiro em meio às disputas sobre a sucessão estadual, às decisões judiciais envolvendo o comando do governo e aos movimentos de bastidores para as eleições de 2026.

A fala de Lula e a reação de Carlos Jordy também reforçam o embate entre aliados do presidente e integrantes do PL fluminense, que tentam consolidar nomes competitivos para a corrida ao Palácio Guanabara.


Inaceitável : Petrópolis tem mais de 400 pessoas em situação de rua, aponta Cadastro Único

Foto: Marco Odonne

Petrópolis possui 463 pessoas em situação de rua, inscritas no Cadastro Único, do Governo Federal. Os dados atualizados de maio indicam um aumento de 54% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando a cidade tinha 301 pessoas nestas condições.


O levantamento indica que o índice vem aumentando nos últimos meses. Em janeiro deste ano, 385 pessoas estavam nestas condições; em fevereiro, o número passou para 412; aumentando para 421 em março; e para 447 em abril. No último dia 17, uma mulher em situação de rua foi morta a facadas , na Praça da Inconfidência, no Centro, após uma briga com outras pessoas, também em situação de rua. Na ocasião , a mulher de 41 anos foi gravemente ferida região do pescoço e chegou a receber os primeiros socorros por agentes da Guarda Civil Municipal, até a chegada do SAMU, mas não resistiu e morreu ainda no local.

Segundo a Polícia Militar, após o ocorrido, não foram identificadas outras ações deste tipo, caracterizando o crime como um fato isolado. “O policiamento ostensivo segue sendo aplicado na região. Havendo flagrante delito, os envolvidos serão presos”, destacou a nota.

Termina neste domingo (24) a programação da “24ª Semana Nacional de Museus” no Museu Imperial


O Museu Imperial participa, até este domingo (24), da 24ª Semana Nacional de Museus, iniciativa coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que neste ano tem como tema “Museus: unindo um mundo dividido”, proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM) para o Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio, quando teve início a programação.

Para encerrar com chave de ouro, neste domingo, a entrada do Palácio será gratuita para todos os visitantes, de 10h às 18h. A retirada de ingressos cortesia deve ser feita na Bilheteria do Museu.

A proposta convida à reflexão sobre o papel dos museus em um contexto marcado por desigualdades, conflitos e disputas de narrativas, destacando essas instituições como agentes ativos na construção de uma sociedade mais justa e democrática.


Mais do que espaços de preservação, os museus se afirmam como locais que contribuem para a garantia do direito à memória, enfrentando silenciamentos históricos e promovendo a diversidade de vozes e experiências. Nesse contexto, ressaltam a importância de práticas inclusivas, acessíveis e socialmente comprometidas, capazes de fortalecer vínculos, ampliar o acesso aos bens culturais e contribuir para a construção de futuros mais equitativos e compartilhados.

A Semana Nacional de Museus mobiliza instituições de todo o país em torno de um mesmo tema, incentivando a participação da sociedade e promovendo a diversidade de ações educativas, culturais e artísticas. No Museu Imperial, a programação contará com atividades gratuitas, incluindo palestras, oficinas, exposições, apresentações musicais, atividades educativas e visitas especiais.

Confira a programação gratuita do Museu Imperial:

Domingo (24/05)

O Museu é Nosso Gratuidade para todos os visitantes. Horário: 10h às 18h Local: Palácio Retirada de ingressos cortesia na Bilheteria do Museu.

Todo Dia é Dia de Yoga Horário: 9h às 10h30 Local: Pátio/varanda ala esquerda Contato: (24) 98865-5413 Bruno Bronzi Beserra

Apresentação “Sarau Café e Música no Museu” Horário: 11h Local: Cineteatro

Mostra “Memórias de Pertencimento: reunindo histórias de imigrantes na colonização de Petrópolis e seu legado” Horário: 10 às 18h Local: Pavilhão das Viaturas Público-alvo: Público em geral Agendamento: (24) 98176-0055 ou (24) 98176-0046

SERVIÇO 24ª Semana Nacional de Museus no Museu Imperial Data: 18 e 24 de maio de 2026

Funcionamento: de terça a domingo, incluindo feriados (exceto Dia do Trabalho, Natal e Ano Novo).

Bilheteria: das 9h30 às 17h Palácio: das 10h às 18h (entrada permitida até 17h15) Jardins: das 7h às 18h (portões fecham às 16h45) Pavilhão das Viaturas: das 10h às 18h Loja: das 10h às 18h Museu Imperial Rua da Imperatriz, 220, Centro, Petrópolis RJ Tel: +55 (24) 3521-4455

Ingressos para visitação ao Palácio: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)

Ponte Barcelos Martins : "previsão é de interdição total por até dois anos"


Mesmo após o anúncio oficial de uma “reforma total” da Ponte Barcelos Martins, feito pelo prefeito Frederico Paes no último dia 16 de maio, o Governo do Estado segue sem apresentar informações concretas sobre prazos, valores ou responsabilidades pela obra. A falta de respostas ocorre em meio a uma situação que afeta diretamente moradores que dependem da travessia diária entre Guarus e a área central de Campos.

De acordo com matéria divulgada pela Prefeitura, o prefeito teria se reunido com secretários do Governo do Estado, que teriam sinalizado de forma positiva para a execução da reforma completa da ponte, com início “em breve”. No entanto, passados vários dias do anúncio, nenhuma informação técnica ou administrativa foi oficialmente confirmada.


Na última terça-feira (19), a reportagem solicitou esclarecimentos formais à Prefeitura de Campos e ao Governo do Estado sobre o anúncio da obra. O pedido foi reforçado na quinta-feira (21). À administração municipal, foram feitas perguntas sobre prazos de início e conclusão, valor estimado do investimento, origem dos recursos, principais intervenções previstas e se existe cronograma a ser divulgado à população.

Ao Governo do Estado, a reportagem questionou se haverá participação técnica ou financeira na obra, se existe previsão de repasse de recursos estaduais ou cooperação com o município e se órgãos estaduais acompanharão ou fiscalizarão a execução. Até o fechamento desta edição, nenhuma dessas perguntas foi respondida pelo Estado.

A única manifestação recebida partiu da Secretaria de Comunicação da Prefeitura, que informou que a obra será executada pelo Governo do Estado e que as informações poderiam ser obtidas diretamente com o órgão estadual. A resposta, no entanto, não esclarece o cenário e ainda reforça a falta de uma posição do Estado sobre um anúncio que foi publicamente atribuído a ele.

Durante Audiência Pública realizada na Câmara Municipal para discutir mobilidade urbana, o subsecretário de Mobilidade de Campos, Sérgio Mansur, informou que, a partir do início efetivo das obras na Ponte Barcelos Martins, a previsão é de interdição total por até dois anos.

“É uma recuperação complexa, porque é uma estrutura muito antiga, e a previsão benevolente seria de dois anos de recuperação. Vamos ter que pensar em alternativas. A população está sofrendo muito com o deslocamento pela ponte da Lapa, que também não está lá essas coisas estruturalmente”, afirmou.

Interdição

A ponte foi interditada pela Defesa Civil Municipal em fevereiro deste ano, após a cheia do Rio Paraíba do Sul provocar o recalque de um dos pilares do vão central, segundo a administração municipal. Conhecida como “Ponte de Ferro”, a Ponte Barcelos Martins é um dos principais corredores de pedestres, ciclistas e motociclistas entre Guarus e o Centro, utilizada majoritariamente por estudantes e trabalhadores.

No dia da interdição, quando o nível do rio ultrapassou 9, 45 metros, o então vice-prefeito Frederico Paes acompanhou a vistoria e confirmou a necessidade da medida por questões de segurança. Dias depois, equipes técnicas do município e do Governo do Estado realizaram uma vistoria conjunta para avaliar as intervenções necessárias.

Desde 28 de fevereiro, usuários da ponte são obrigados a recorrer a rotas alternativas, como as pontes Saturnino de Brito (da Lapa), Alair Ferreira e General Dutra. A Ponte Leonel Brizola não é indicada para pedestres e ciclistas, o que amplia as dificuldades de deslocamento diário.


Com informações J3News | PMCG | GOVRJ

sábado, 23 de maio de 2026

Justiça dos EUA manda notificar Moraes por e-mail


A Justiça Federal da Flórida, dos Estados Unidos, autorizou que as empresas Rumble e Trump Media notifiquem por e-mail o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), por email em um processo no qual ele é acusado de medidas consideradas abusivas, ofendendo a legislação e até a constituição norte-americanas. Moraes não se deixou notificar desde o início do processo, em fevereiro de 2025, o que foi interpretado como uma manobra pare evoluísse.

A autorização para que Moraes seja notificado por email foi tomada na sexta-feira (22) na ação em que ele é acusado de ordenar o bloqueio de perfis e a retirada de conteúdos nas plataformas e cidadãos dos Estados Unidos ou sob proteção norte-americana.

Agora, de acordo com a decisão do tribunal federal da Flórida, as empresas americanas têm 30 dias para intimar Moraes por e-mail. Elas precisam comprovar o envio da mensagem para os endereços eletrônicos ligados ao STF e ao gabinete do ministro.


Se não responder no prazo, apresentado defesa, Alexandre de Moraes poderá ser processado à revelia, apenas com os argumentos dos autores.

A Rumble e a Trump Media, empresa que administra a rede Truth Social, também acusam o ministro de emitir ordens secretas de censura extraterritorial e pretendem que as decisões do STF sejam consideradas ilegais nos EUA por violarem a Primeira Emenda da Constituição americana, que garante o exercício da liberdade de expressão sem quaisquer condicionamentos, como no Brasil.

Alerj reage à fala de Lula sobre ‘miliciano no poder’ e cobra respeito às instituições do Rio


A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Alerj, reagiu neste sábado (23) às declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento realizado na Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, em Manguinhos, na Zona Norte do Rio.

Em nota oficial, a Casa afirmou que “respeita as instituições da República” e espera “o mesmo respeito por parte de todas as autoridades do país, inclusive do Presidente da República”. O posicionamento ocorreu após Lula declarar que, caso a Alerj tivesse de indicar um governador para o estado, “viria um miliciano”.

A manifestação do Legislativo fluminense classificou como “inaceitável qualquer tentativa de generalizar ou criminalizar o parlamento fluminense e seus representantes eleitos pelo povo do Rio de Janeiro”. Segundo a nota, a Assembleia é uma “instituição democrática, legítima e merece respeito”.


Lula critica cenário da segurança pública no Rio

Durante agenda pública na Fiocruz, Lula discursou ao lado do governador em exercício do Rio, Ricardo Couto, que assumiu interinamente o comando do Palácio Guanabara após decisão judicial.

Ao comentar a situação política do estado, o presidente afirmou que nunca havia encontrado Couto pessoalmente, mas acrescentou que sabia que, se a escolha dependesse da Assembleia Legislativa, “viria um miliciano”. A declaração provocou aplausos entre os presentes no evento.

O presidente também abordou a crise de segurança pública enfrentada pelo Rio de Janeiro e defendeu ações mais rígidas contra grupos criminosos e agentes públicos envolvidos com milícias.

“Não é possível que uma cidade como o Rio tenha territórios tomados pela milícia. Vamos juntos devolver os territórios para o povo”, afirmou Lula durante o discurso.

Alerj pede união institucional e responsabilidade

Na nota divulgada após a fala do presidente, a Alerj destacou que o Rio enfrenta “desafios históricos na segurança pública”, relacionando parte do problema à ausência de políticas nacionais eficazes de combate ao tráfico de armas e à atuação do crime organizado nas fronteiras do país.

O texto também afirma que o atual cenário exige “união institucional, equilíbrio e responsabilidade”, criticando declarações que, segundo a Casa, possam estimular divisões políticas ou prejulgar instituições democráticas.

A Assembleia concluiu o posicionamento reafirmando o compromisso com o fortalecimento da democracia, da segurança pública e da defesa da população fluminense.

Declaração amplia tensão política no estado

As declarações de Lula acontecem em meio ao debate sobre segurança pública e influência das milícias no Rio de Janeiro, tema recorrente nas discussões políticas do estado.

A repercussão da fala do presidente gerou forte reação entre parlamentares e integrantes do Legislativo estadual, ampliando a tensão política entre representantes do governo federal e setores da política fluminense.

O episódio também reforça o clima de polarização envolvendo segurança pública, combate ao crime organizado e a relação entre instituições políticas no Rio de Janeiro

Eis a íntegra da nota da Alerj sobre as declarações de Lula:

“A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro respeita as instituições da República e espera o mesmo respeito por parte de todas as autoridades do país, inclusive do Presidente da República.

É inaceitável qualquer tentativa de generalizar ou criminalizar o parlamento fluminense e seus representantes eleitos pelo povo do Rio de Janeiro. A Alerj é uma instituição democrática, legítima e merece respeito.

O Rio de Janeiro enfrenta desafios históricos na segurança pública, muitos deles relacionados inclusive à ausência de políticas nacionais eficazes de combate ao tráfico de armas, às fronteiras abertas ao crime organizado e à expansão das facções criminosas em todo o país.

O momento exige união institucional, equilíbrio e responsabilidade — e não declarações que estimulem divisão política ou prejulguem instituições.

Seguiremos trabalhando pelo fortalecimento da democracia, da segurança pública e da defesa da população do Estado do Rio de Janeiro”.

“Se a Assembleia indicasse alguém viria um miliciano”, Lula criticando a Alerj no Rio


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez neste sábado (23) um duro discurso sobre a crise política e de segurança pública no Rio de Janeiro durante evento na Fundação Oswaldo Cruz, na capital fluminense.

Ao lado do governador em exercício Ricardo Couto, Lula afirmou que a principal missão da atual gestão é combater o crime organizado e responsabilizar políticos ligados a práticas criminosas. A declaração ocorreu durante a inauguração da nova sede do Centro Tecnológico em Saúde da Fiocruz.


Ricardo Couto é desembargador e presidente licenciado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Ele assumiu o governo estadual em março de 2026 após a renúncia do então governador Cláudio Castro, seguindo a linha sucessória prevista pela Constituição estadual.

Recado duro ao governo do Rio

Durante o discurso, Lula afirmou que a população não espera grandes obras da atual gestão, mas sim ações efetivas contra o crime organizado e grupos milicianos. “Ninguém tá esperando que você faça um viaduto, uma ponte, uma praia artificial”, declarou o presidente.

Em seguida, Lula subiu o tom ao afirmar que Ricardo Couto deve concentrar esforços em responsabilizar antigos grupos políticos que comandaram o estado. “Sabe o que as pessoas esperam de você? Trabalhe para prender todos os ladrões que governaram este estado e os deputados que fazem parte de uma milícia organizada”, disse.

O presidente também afirmou que o Rio de Janeiro não pode continuar associado à violência e ao domínio de grupos criminosos. “O Rio é a cidade mais famosa do mundo e não é possível que seja tomada pelo crime organizado”, declarou.

Crise política e sucessão

Lula também comentou a crise política que antecedeu a chegada de Ricardo Couto ao Palácio Guanabara. O presidente relembrou as tentativas do grupo político ligado a Cláudio Castro de realizar uma eleição indireta na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para definir o sucessor do governador, movimento posteriormente barrado pela Justiça.

“Se a Assembleia indicasse, ia vir o mesmo, ia vir um miliciano”, afirmou. Lula disse ainda que Ricardo Couto tem a oportunidade de promover mudanças em poucos meses de governo.

“Aproveite estes seis meses que você tem, faça o que muita gente não fez em 10 anos neste estado”, declarou. O petista também fez referência indireta a experiências anteriores de magistrados no comando do governo fluminense.

“Você precisa honrar o Poder Judiciário e mostrar que é possível consertar o Rio de Janeiro”, disse.

Homem que efetuou disparos contra agentes perto da Casa Branca foi morto



Agentes do Serviço Secreto mataram a tiros um indivíduo que, segundo a agência, se aproximou de um posto de segurança próximo à Casa Branca na noite deste sábado (23) e atirou contra eles, de acordo com um porta-voz da agência.

Pouco antes das 18h, horário local (19h, em Brasília), um indivíduo se aproximou de um posto de segurança nos arredores do complexo e começou a atirar contra os agentes, disse o porta-voz, citando uma investigação preliminar.

Os agentes revidaram e atingiram o suspeito, que morreu posteriormente em um hospital da região, disse o porta-voz.

“Durante o tiroteio, um pedestre também foi atingido por disparos. Ainda não está claro se o pedestre foi atingido pelos disparos iniciais do suspeito ou durante a troca de tiros subsequente”, acrescentou o porta-voz.

Os agentes do Serviço Secreto não ficaram feridos, e o presidente americano, Donald Trump, estava na residência e não foi afetado, disse o porta-voz. Ele foi informado sobre a ocorrência pelo Serviço Secreto, disse um funcionário da Casa Branca.

O pedestre está em estado crítico, de acordo com um agente da lei.

Repórteres da CNN ouviram o que pareciam ser dezenas de tiros perto da Casa Branca no momento, o que levou a um lockdown de aproximadamente 40 minutos para a imprensa no local e a uma rápida resposta do Serviço Secreto.


Os sons dos tiros começaram quase uma hora depois do toque de recolher para a imprensa ter sido decretado às 17h06 — um sinal de que os repórteres não esperavam ver Trump novamente pelo resto do dia. A essa altura, muitos jornalistas e funcionários da imprensa da Casa Branca já haviam deixado o complexo.

Membros da imprensa no gramado norte foram levados às pressas para a sala de imprensa da Casa Branca. Dentro da Casa Branca, os repórteres foram instruídos a se abrigarem enquanto agentes do Serviço Secreto gritavam “abaixem-se” e alertavam sobre “tiros disparados”.

Agentes do Serviço Secreto portando fuzis foram vistos circulando pela área do gramado norte após o incidente e bloqueando a sala de imprensa da Casa Branca. O bloqueio foi suspenso pouco depois das 18h45 (19h45, em Brasília).

A CNN entrou em contato com a Casa Branca, a Polícia Metropolitana de Washington D.C. e o Departamento de Bombeiros e Serviços Médicos de Emergência de Washington D.C. para obter comentários.


Disparos são ouvidos próximos à Casa Branca


A Casa Branca entrou em lockdown após disparos serem ouvidos em uma área próxima na noite deste sábado (23).

O suspeito de efetuar os disparos foi baleado por agentes do Serviço Secreto após abrir fogo contra agentes em um posto de controle da residência oficial da presidência dos Estados Unidos, informou uma autoridade.

A pessoa, descrita pela autoridade como portadora de "distúrbios emocionais", está inconsciente e foi levada ao Hospital George Washington. Um pedestre que transitava pelo local também foi baleado.

A autoridade não especificou o estado de saúde do suspeito nem como ele foi imobilizado, e afirmou que uma ordem de restrição já havia sido emitida contra ele anteriormente.

Os investigadores recuperaram uma pistola que acreditam pertencer ao suspeito, informou a autoridade à Reuters.

Após os disparos, jornalistas que estavam no gramado norte foram levados às pressas para a sala de imprensa.

Dentro da residência oficial da presidência dos EUA, os repórteres foram orientados a se abrigarem enquanto agentes do Serviço Secreto gritavam “abaixem-se” e alertavam sobre “tiros disparados”. Um repórter disse que os sons pareciam vir do lado do Edifício Executivo Eisenhower do complexo da Casa Branca.