quarta-feira, 25 de março de 2026

Aprovação de Lula segue em queda (53,5%), aponta Atlas/Bloomberg


Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (25) mostra que a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou negativamente para 45,9%, enquanto a desaprovação subiu para 53,5%.

Na comparação com fevereiro, o petista registrava 46,6% de aprovação e 51,5% de desaprovação, indicando avanço do desgaste ao longo do período.

A desaprovação é maior entre os homens (63,1%) do que entre as mulheres (45,9%). Além disso, alcança 72,7% na faixa dos mais jovens, entre 16 e 24 anos, e é menor na faixa de 45 a 59 anos, na qual é de 43,7%. Entre os evangélicos, com os quais o governo enfrentou uma nova crise após a polêmica com uma ala no desfile da escola de samba que homenageou o presidente no carnaval, a desaprovação, segundo a pesquisa Atlas, é de 85,5%.

Quanto às regiões, o pior resultado se dá no Centro-Oeste, na qual a desaprovação chega a 65,9%. Os índices são melhores no Nordeste, única região em que a aprovação (55,6%) supera a desaprovação (43,9%).

A avaliação do governo Lula também piorou. O porcentual de eleitores que considera a gestão ótima ou boa caiu de 42,7% no mês passado para 40,6%. Já a parcela que avalia o governo como ruim ou péssimo subiu de 48,4% para 49,8%, enquanto a avaliação regular passou de 8,9% para 9,6%.

A pesquisa Atlas/Bloomberg foi respondida pela internet por 5.028 brasileiros com 16 anos ou mais. Eles foram selecionados pela metodologia de recrutamento digital aleatório utilizada pelo instituto.

A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04227/2026.


Cassação de Bacellar tem efeito imediato e Alerj já pode escolher novo presidente


A Assembleia Legislativa já está apta a eleger o novo presidente. Na sessão extraordinária do TSE nesta quarta-feira, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, esclareceu que a cassação do mandato de Rodrigo Bacellar tem efeito imediato. A magistrada determinou que a decisão fosse comunicada à Alerj, a fim de que o parlamento dê andamento ao processo de escolha de um novo presidente.

– A execucão é imediata porque tem a perda de mandato do deputado com a retotalização dos votos. Só não há execucação imediata no caso do governador que já havia renunciado – esclareceu

Segundo especialistas em direito eleitoral, eventuais embargos infringentes não têm efeito suspensivo, razão pela qual a decisão desta manhã do TSE sacramenta a vacância do cargo. De acordo com o regimento interno, a Alerj tem agora até cinco sessões para definir o novo comando da Casa.

Os candidatos já declarados são Douglas Ruas, representando o PL e demais partidos vinculados ao campo político do senador Flávio Bolsonaro, e Chico Machado, em um arranjo que envolve o presidente cassado Rodrigo Bacellar, o ex-presidente Eduardo Paes e partidos de esquerda.

Cármem Lucia mandou ainda o TRE refazer a totalização dos votos nas eleições a deputado estadual de 2022. Com a redução de quase 100 mil votos, o PL deve perder uma cadeira. Comte Bittencourt, do Cidadania, deve ocupar o posto, de acordo com os primeiros cálculos.


Identificado jovem ciclista que morreu após acidente com caminhão em Campos


Um grave acidente na tarde dessa terça-feira (24) acabou na morte do jovem Rian Rosa da Silva, de 24 anos. A vítima foi atropelada por um caminhão enquanto circulava de bicicleta na BR 356, na altura do Parque Fundão, em Guarus, Campos. Com a colisão, ele foi parar debaixo do caminhão e uma das pernas chegou a ficar presa. A sorveteria Calebito, onde ele era funcionário, lamentou a morte e informou que estabelecimento não funcionará nesta quarta.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu no início da tarde. Rian foi socorrido em estado gravíssimo para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde não resistiu aos graves ferimentos e morreu ainda no mesmo dia.

Populares que presenciaram o acidente relataram que o ciclista e o caminhão seguiam na mesma mão da via, lado a lado, no momento da colisão. Visivelmente abalado, o caminhoneiro permaneceu no local do acidente, mas não quis dar declarações sobre o ocorrido. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades.

Segundo familiares, ele estava indo trabalhar e fazia o trajeto todos os dias, até que aconteceu a fatalidade. A sorveteria Calebito lamentou o falecimento do funcionário e explicou que suas lojas de Campos não irão abrir nesta quarta-feira em decorrência do luto.

"É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do nosso colaborador Rian Rosa, que fez parte da nossa equipe com dedicação, respeito e compromisso. Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e todos que tiveram o privilégio de conviver com ele, desejando força e conforto para enfrentar essa perda. Em respeito à sua memória e em apoio à família, informamos que nossas unidades de Campos permanecerão fechadas no dia de hoje. Agradecemos a compreensão de todos", informou a nota da sorveteria.

terça-feira, 24 de março de 2026

Morre no HFM ciclista atropelado por caminhão em Guarus


Morreu na tarde desta terça-feira (24) o jovem de 24 anos que foi atropelado por um caminhão, horas antes, na Rua Souza Mota, no Parque Fundão, em Campos. A informação foi confirmada pelo Hospital Ferreira Machado (HFM).

A vítima estaria em uma bicicleta quando foi atropelada pelo caminhão. Ainda não se sabe o que causou a colisão. A reportagem  teve acesso a imagens que mostram o jovem preso entre as rodas do veículo.

Ele foi resgatado com vida e encaminhado para o HFM, mas não resistiu e faleceu às 16h18.

O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campos.



TSE torna Cláudio Castro e Bacellar inelegíveis por 8 anos


O ex-governador do Rio, Cláudio Castro (PL) e o presidente afastado da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar (União), foram declarados inelegíveis, por oito anos, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por causa do caso Ceperj. Gabriel Lopes, ex-presidente da Ceperj, também ficou inelegível. O TSE também determinou a retotalização dos votos para deputado estadual nas eleições de 2022 e a realização de novas eleições para escolha do novo governador.

Votaram pela inelegibilidade de Castro, Bacellar e Gabriel, a relatora ministra Isabel Gallotti, os ministros Antonio Carlos Ferreira e Floriano Marques, e as ministras Estela Aranha e Cármem Lúcia, presidente do TSE. O julgamento foi concluído nesta terça-feira (24), após o ministro Nunes Marques, que havia pedido vista, apresentar o seu voto pela absolvição de todos os acusado. Ele foi acompanhado em parte pelo ministro André Mendonça.

Em seu voto, Mendonça absolveu apenas o ex-governador Cláudio Castro, mas votou por tornar Bacellar e Gabriel Lopes inelegíveis. O ministro elogiou a liberdade de imprensa, lembrando que as irregularidades na Ceperj foram reveladas por matérias jornalísticas. Ele afirmou porém, que o abuso de poder político e econômico não pode ser baseado apenas em matérias jornalísticas

Como o placar não foi por unanimidade, o ex-governador poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar reverter a condenação. Caso ele mantenha a pré-candidatura a senador, Castro poderá concorrer sub judice até a definição final dos recursos.

Castro, Bacellar e Gabriel foram acusados de abuso de poder nas eleições de 2022, por contratações em massa, sem concurso, de milhares de servidores, além de uso eleitoral de programas sociais. O TSE determinou o envio dos autos ao Ministério Público para investigar outros crimes que possam ter sido cometidos, inclusive pelos gestores da Uerj na época.

Por estar fora do governo desde segunda-feira (23), quando renunciou ao cargo, Castro não foi cassado.

O ex-vice-governador Thiago Pampolha foi punido apenas com multas.

O ministro Floriano Marques apresentou seu voto logo após Nunes Marques. Ele foi seguida pela ministra Estela Aranha e pela ministra Cármem Lúcia, presidente do TSE.

Nunes Marques havia pedido vista na sessão da Corte do último dia 10, quando o processo voltou à pauta do TSE. Ao votar nesta terça-feira (24), ele alegou que não haveriam provas nos processos das acusações.

“Os elementos que constam na ação não se traduzem em certeza para apenar os envolvidos”, disse o ministro. Ele citou trechos da sentença do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que absolveu Castro, para afirmar que as contratações na Fundação Ceperj e na Uerj foram suprapartidárias. O ministro lembrou qoe o ex-reitor da universidade, Ricardo Lodi Ribeiro, foi candidato a deputado federal pelo PT. “A repercussão eleitoral não ficou compravada”, disse Nunes Marques defendendo que o caso não teria influido nas eleições.

O TSE retomou o julgamento quando o placar estava em 2 a 0 pela cassação do diploma e pela inelegibilidade do ex-governador. O processo investiga abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Os ministros analisaram recursos que pediram:

  • Cassação dos diplomas de Cláudio Castro e Thiago Pampolha
  • Inelegibilidade dos envolvidos
  • Punições a aliados, como Rodrigo Bacellar (União Brasil)
  • Possível realização de novas eleições

Segundo as investigações, cerca de 27 mil contratações na Fundação Ceperj e outras 18 mil na Uerj teriam sido realizadas com finalidade eleitoral, formando uma base de apoio político durante a campanha.

Há ainda suspeitas de criação de uma espécie de “folha de pagamento paralela”, com pagamentos sem transparência e sem comprovação de serviços prestados.

O julgamento foi iniciado em novembro de 2025 com o voto da relatora, ministra Isabel Gallotti, que defendeu a cassação dos mandatos, a inelegibilidade dos investigados e a realização de novas eleições no estado.

A ministra apontou desvio de finalidade no uso da Ceperj e da Uerj, com indícios de que as estruturas foram utilizadas para montar uma rede de apoio político.

Entre os pontos destacados no voto:

  • Aumento expressivo do orçamento da Ceperj (de cerca de R$ 20 milhões para quase R$ 500 milhões)
  • Falhas contratuais e ausência de comprovação de serviços
  • Pagamentos em espécie e falta de transparência
  • Uso de programas como a “Casa do Trabalhador” sem resultados comprovados

O ministro Antonio Carlos Ferreira acompanhou integralmente a relatora. Em voto de 62 páginas, afirmou que houve um “método estruturado” de uso da máquina pública com finalidade eleitoral.

Segundo ele, depoimentos de testemunhas nos processos apresentam “uniformidade” e “riqueza de detalhes”, indicando um possível esquema de coação eleitoral. O ministro também votou pela inelegibilidade de Castro, Bacellar e do ex-presidente da Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes.
Pedidos de vista e adiamentos

O julgamento foi marcado por interrupções:Novembro de 2025: pedido de vista de Antonio Carlos Ferreira após voto da relatora
Março de 2026: novo pedido de vista, desta vez do ministro Nunes Marques, após a formação do placar de 2 a 0

Acusações e origem da ação

Os processos chegaram ao TSE após o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) absolver, em 2024, a chapa de Cláudio Castro e do então vice, Thiago Pampolha (MDB).

O Ministério Público Eleitoral (MPE) e a coligação que apoiou a candidatura de Marcelo Freixo (PSB) para governador recorreram da decisão. Eles apontam suposto uso da máquina pública para favorecer a reeleição de Castro em 2022.
Argumentos da defesa

A defesa de Cláudio Castro nega irregularidades e sustenta que:As contratações estavam ligadas a programas sociais legítimos
O governador apenas sancionou leis aprovadas pela Alerj
Eventuais falhas seriam administrativas, sem responsabilidade direta do chefe do Executivo

Os advogados também destacam que Castro foi absolvido pelo TRE-RJ.


Moraes concede prisão domiciliar a Bolsonaro por 90 dias


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para prisão domiciliar, após internação por pneumonia. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

A decisão atende a um novo pedido da defesa, que já havia sido negado anteriormente, mas foi reapresentado após o agravamento do estado de saúde do ex-mandatário. A solicitação contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.

Prisão domiciliar por razões humanitárias

Na determinação, Moraes concedeu prisão domiciliar humanitária em caráter temporário, pelo prazo inicial de 90 dias, a contar da alta hospitalar. O objetivo, segundo o ministro, é garantir a recuperação completa do quadro de broncopneumonia.

O magistrado também estabeleceu que, ao fim desse período, a situação será reavaliada, inclusive com a possibilidade de nova perícia médica. Bolsonaro deverá cumprir a medida em sua residência, com o uso de tornozeleira eletrônica e outras restrições impostas pela Justiça.

Histórico de prisão e transferência

O ex-presidente foi preso em novembro do ano passado, antes do trânsito em julgado da sentença, após tentar romper a tornozeleira eletrônica enquanto estava em prisão domiciliar. Inicialmente, ficou sob custódia na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

Em janeiro, Bolsonaro foi transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar, localizado no Complexo da Papuda, conhecido como “Papudinha”, onde passou a cumprir a pena em cela com estrutura ampliada.

Articulação política e pressão por mudança

Aliados políticos intensificaram articulações nos bastidores do Supremo para viabilizar a transferência do ex-presidente para o regime domiciliar. Entre os nomes citados estão Ciro Nogueira, Tarcísio de Freitas e Valdemar Costa Neto.

O senador Flávio Bolsonaro também participou das tratativas e chegou a se reunir com Moraes ao lado dos advogados do pai.

Estado de saúde motivou decisão

Bolsonaro foi internado em 13 de março no hospital DF Star, em Brasília, após diagnóstico de pneumonia bacteriana. Ele chegou a ser encaminhado à UTI e, posteriormente, transferido para a ala semi-intensiva.

Na petição, a defesa argumentou que o ex-presidente possui histórico de doenças respiratórias, apneia do sono e outras comorbidades, o que exigiria monitoramento constante. Os advogados também alegaram que o ambiente prisional não oferece condições adequadas para atendimento emergencial, destacando demora no socorro durante o episódio recente.


Defesa de Rodrigo Bacellar recorre ao STF contra afastamento da Alerj


A defesa do deputado licenciado Rodrigo Bacellar apresentou um agravo regimental ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes que manteve medidas cautelares impostas ao parlamentar, incluindo o afastamento da presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Com o recurso, o caso deve ser analisado pelo plenário da Corte, no âmbito da chamada ADPF das Favelas, onde o processo está inserido, informa o blog de Ralfe Reis. A movimentação amplia o alcance da discussão, que deixa de ser decidida individualmente para passar pelo colegiado do STF.

Defesa questiona fundamentos das medidas cautelares

Na última semana, Moraes decidiu pela manutenção das medidas cautelares contra Bacellar e também pela prisão do desembargador federal Macário Júdice. As decisões fazem parte das investigações sobre um suposto vazamento de informações da Operação Zargun, que resultou na prisão de TH Joias.

No recurso, a defesa do deputado argumenta que não há mais justificativas para a continuidade das medidas. Segundo os advogados, “revela-se ausente o fundamento cautelar relacionado à necessidade de preservação da ordem pública”.

Argumentos incluem falta de risco à investigação

A defesa também sustenta que não persiste o risco à instrução processual, outro ponto normalmente utilizado para justificar medidas cautelares. “Não mais subsiste o fundamento cautelar relacionado à conveniência da instrução processual”, afirmam os advogados no documento enviado ao STF.

Além disso, o recurso aponta que a fundamentação apresentada na decisão de Moraes não seria suficiente para sustentar a imposição ou manutenção das restrições contra Bacellar.

Prazo para manifestação da PGR

Após a interposição do agravo, Alexandre de Moraes determinou prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o recurso apresentado pela defesa.

A manifestação da PGR será considerada antes de o caso ser levado ao plenário do STF, onde os ministros deverão decidir se mantêm ou revisam as medidas cautelares impostas ao parlamentar.

Assessor não aparece entre denunciados

Um ponto que chama atenção no andamento do caso é a ausência de um dos principais assessores de Bacellar, Rui Bulhões, na lista de denunciados na decisão mais recente do ministro.

Bulhões havia sido citado anteriormente em investigações relacionadas à suposta obstrução, mas não figura entre os alvos formais na última decisão de Moraes, o que pode indicar uma mudança no foco das apurações.




Trump fala sobre sua música favorita de Elvis durante visita a Graceland


"Nós amamos Elvis", disse o presidente Donald Trump ao entrar na mansão Graceland na segunda-feira.

A visita de Trump ocorreu depois de ele ter realizado uma mesa redonda em Memphis, onde destacou o aumento do efetivo policial federal promovido por sua administração para combater o crime.

Isso também ocorreu em meio à guerra entre os EUA e Israel contra o Irã e ao caos nos aeroportos americanos, enquanto o Congresso permanece em impasse sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna.

Trump é apenas o segundo presidente em exercício a visitar a extensa propriedade que foi lar de Elvis Presley. O então presidente George W. Bush visitou Graceland em 2006 com o então primeiro-ministro japonês Junichiro Koizumi, um grande fã de Elvis.

O presidente Donald Trump visita Graceland, a casa de Elvis Presley, em Memphis, Tennessee, em 23 de março de 2026.

"Quem não ama Elvis? Todo mundo ama Elvis, não é?", disse Trump.

Trump reiterou sua admiração pelo Rei do Rock and Roll e sua música, dizendo ser um "grande fã" e lamentando o fato de nunca tê-lo conhecido.


"Eu conheci Frank Sinatra. Conheci a maioria deles. Infelizmente, nunca conheci Elvis, e esse seria um que eu gostaria muito de ter conhecido. Mas gosto da música dele. Devo dizer. Então, obrigado pelo convite, eu agradeço", disse Trump.

"Não me canso dessa música. Ouço muita coisa", acrescentou.

O presidente disse que sua música favorita de Elvis é "Hurt".


O presidente Donald Trump autografa um violão durante visita a Graceland, a casa do cantor Elvis Presley, em 23 de março de 2026, em Memphis, Tennessee.

Trump também autografou uma réplica da guitarra que Presley usou em seu show "Aloha from Hawaii" de 1973.

A procuradora-geral Pam Bondi, o diretor da Agência Federal de Financiamento Imobiliário, Bill Pulte, os assessores da Casa Branca Walt Nauta, Boris Epshteyn, Natalie Harp e alguns outros acompanharam Trump na visita.


A Medalha Presidencial da Liberdade, concedida postumamente por Trump a Presley, estava em exibição durante a visita. Trump concedeu a honraria durante seu primeiro mandato, em 2018.

O presidente Donald Trump visita Graceland, a casa do cantor Elvis Presley, em 23 de março de 2026, em Memphis, Tennessee.

O presidente Donald Trump discursa ao lado da Medalha da Liberdade que concedeu postumamente a Elvis Presley em 2018, durante sua visita a Graceland, a propriedade de Elvis Presley, em Memphis, Tennessee, em 23 de março de 2026.


Trump também foi questionado se ele conseguia imaginar "algum dia, num futuro muito distante, pessoas fazendo uma peregrinação semelhante a Mar-A-Lago", como fazem a Graceland.

"Bem, eu não sei", disse Trump. "É algo que eu jamais poderia dizer... Esse também é um lugar especial."



Colisão entre ônibus e carro deixa uma pessoa ferida na BR 356, em Campos

Foto: Ralph Braz | Pense Diferente

Um ônibus colidiu contra um carro de passeio no início da tarde desta terça-feira (24) na BR 356, na altura de Martins Laje, em Campos. Segundo o Corpo de Bombeiros, o motorista do carro sofreu ferimentos moderados e foi encaminhado ao Hospital Ferreira Machado (HFM). Com o impacto, o veículo foi parar fora da pista.

Imagens registradas após o acidente mostram que o motorista conseguiu deixar o interior do veículo, que ficou bastante danificado. De acordo com as primeiras informações, o ônibus estava vindo de São João da Barra para Campos e o carro na direção contrária.




Petropolitana recebe Selo Ouro do Compromisso Nacional pela Alfabetização Infantil


A petropolitana Sílvia Marques foi destaque em Brasília ao receber o Selo Ouro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, reconhecimento concedido a redes de ensino que apresentam resultados expressivos e políticas eficazes voltadas à alfabetização na idade certa.

Atualmente secretária municipal de Educação de Alto Caparaó, em Minas Gerais, Sílvia representou o município na cerimônia oficial realizada na capital federal. A premiação foi entregue pelo presidente da República e reuniu gestores de diversas regiões do país que vêm se destacando na área educacional.

O selo reconhece iniciativas que envolvem boas práticas de gestão, estratégias pedagógicas e ações educacionais capazes de promover avanços concretos nos índices de alfabetização infantil.

Emocionada com a conquista, Sílvia destacou a influência de sua trajetória profissional em Petrópolis na construção do trabalho que hoje desenvolve em Minas Gerais.

“Sou profundamente grata a toda a trajetória que pude trilhar na cidade de Petrópolis. Foi uma cidade que me proporcionou aprendizado e desenvolvimento profissional, e hoje tenho a oportunidade de aplicar esses conhecimentos no município onde atuo”, afirmou.

A conquista reforça o papel de gestores públicos na implementação de políticas educacionais eficientes e evidencia o impacto de experiências profissionais acumuladas ao longo da carreira na melhoria da educação básica.