sábado, 18 de julho de 2026

Moraes proíbe visitas político-eleitorais a Bolsonaro até o fim da eleição


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (17) novas restrições às visitas recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária. Pela decisão, ficam proibidas visitas de caráter político-eleitoral até o encerramento das eleições deste ano.

A medida atende parcialmente a um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que defendeu a manutenção da prisão domiciliar, mas apontou que a divulgação da chamada “Carta aos Brasileiros” representou descumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.


Apenas profissionais autorizados

Segundo o despacho de Moraes, somente advogados, médicos e fisioterapeutas poderão visitar Bolsonaro durante o período de restrição.

O ministro considerou que encontros com finalidade política ou eleitoral poderiam ser utilizados para interferir no processo eleitoral, motivo pelo qual determinou a proibição até o fim das eleições de 2026.

Carta motivou nova restrição

A decisão tem como base a divulgação da “Carta aos Brasileiros”, escrita por Bolsonaro e publicada na semana passada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL–RJ).

Para a PGR, ficou evidente que o documento foi elaborado com o objetivo de alcançar um público amplo e influenciar o cenário eleitoral. O parecer afirma que o próprio conteúdo da carta demonstra essa intenção ao se dirigir “aos brasileiros” e apresentar Flávio Bolsonaro como porta-voz, além de declarar apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República.

Segundo o Ministério Público, a entrega do documento ao filho teria ocorrido justamente para possibilitar sua divulgação pública.

Prisão domiciliar é mantida

Apesar de reconhecer o descumprimento das restrições anteriormente impostas, a Procuradoria-Geral da República manifestou-se pela manutenção da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente, em razão de seu estado de saúde.

Ao mesmo tempo, o órgão defendeu a adoção de medidas adicionais para impedir que Bolsonaro participe, ainda que de forma indireta, de atividades com potencial de influenciar o processo eleitoral.

Com a decisão de Alexandre de Moraes, permanecem autorizadas apenas visitas relacionadas ao acompanhamento jurídico e aos cuidados médicos do ex-presidente, enquanto ficam vedados encontros de natureza político-eleitoral até o término das eleições.


Museu Histórico de Campos com visitação também no período de férias escolares


Aproveitar o período de férias escolares para conhecer um pouco da história do Brasil e, principalmente, de Campos. Esse foi o objetivo de Elisangela Meireles Rabelo, que nesta quinta-feira (16) levou seus três filhos ao Museu Histórico de Campos (MHC) pela primeira vez. Segundo Elisangela, para eles foi um misto de curiosidade e descobertas.

“Eles gostaram muito do que vivenciaram aqui. Fizeram muitas perguntas e ficaram curiosos, principalmente com as coisas que não vemos mais no dia a dia, como por exemplo, a máquina de escrever e o telefone discado, entre outros”, acrescenta.


A diretora do Museu, Graziela Escocard, explica que, mesmo neste período de férias escolares, o espaço continua aberto à visitação. “As escolas não estão vindo por causa das férias e, agora, estamos recebendo muitas famílias, a maioria levada pelos filhos que, em determinada época, estiveram aqui e gostaram”, explica a diretora.

HORÁRIO ESPECIAL - No período das férias, o Museu de Campos estará aberto de terça a sexta-feira, das 10h às 14h e das 14 às 17h. No sábado o funcionamento é das 9 às 14h. Uma programação especial também está sendo preparada pela diretora do MHC para o período da Festa de São Salvador, que será anunciado em breve.

Criminosos se infiltram entre moradores em situação de rua em Petrópolis, diz comandante da GCMP

 
Foto: Marco Oddone

O alerta é do comandante da Guarda Civil Municipal, Eliel Silveira: há criminosos que estão se infiltrando entre pessoas em situação de rua e aproveitando a vulnerabilidade de quem realmente precisa da assistência para cometer delitos. Segundo dados do Cadastro Único do Governo Federal, há em Petrópolis 463 pessoas vivendo nas ruas. Silveira afirma que, durante as ações de abordagem, a GCM primeiro tenta retirar objetos das pessoas que podem resultar em brigas de rua, como facas, por exemplo. No entanto, quando há suspeita, as forças de segurança podem levantar a ficha criminal dos indivíduos. Alguns casos chamam a atenção: tem sido cada vez mais frequentes pessoas de outros municípios com mais de 30 ou 40 passagens pela polícia, como foi o caso do homem preso acusado de cometer estupro próximo ao Abrigão do Alto da Serra. E além das várias passagens, há também quem tenha cometido delito nos mais diferentes municípios, até mesmo de outros Estados.



O comandante da Guarda Civil Municipal, no entanto, destaca que o problema é social e a maioria das pessoas que vivem nas ruas, de fato, passam por uma situação de vulnerabilidade e não devem ser atacadas ou marginalizadas. O diagnóstico de Silveira vem acompanhado da intensificação que a GCM têm feito para tentar minimizar o problema. Recentemente, a corporação fez um trabalho no entorno da antiga Rodoviária para evitar brigas ou até casos que levam à morte, como aconteceu em anos anteriores. O trabalho de segurança em si é uma das partes da ação intersetorial, que envolve Assistência, Saúde, Educação e outras pastas, e pode ser fortalecido, vale lembrar, com duas ações por parte do município: o concurso da Guarda, prometido pelo prefeito Hingo Hammes após mais de 20 anos; e o retorno das câmeras do Cimop, cujo sistema segue desmobilizado.


Assim a proliferação de ratos em toda a cidade vai acabar aumentando mesmo. Partisans registraram o lixo mal ensacado na Rua Sete de Abril, em pleno Centro Histórico, com restos de comida e outros bichos (quase literalmente). A Comdep bem que poderia passar ali e buscar uma solução com os comerciantes, porque a situação é crônica. 

Com informações Les Partisans


Audiência pública debate segurança e população em situação de rua em Petrópolis


A Câmara Municipal realizou na noite da quinta-feira (16), uma audiência pública para abordar a questão “Segurança Pública e Pessoas em Situação de Rua”. O encontro foi conduzido pelo presidente a Comissão de Segurança Pública, Serviços Públicos e Defesa Do Consumidor, vereador Octávio Sampaio e contou com a presença do vereador Aloisio Barbosa filho e de diversas autoridades, entre elas o comandante do 26º BPM, tenente-coronel Vitor William Cortes e Ricardo Freitas, coordenador de segurança pública do município, além de representantes da sociedade civil.

O vereador abriu a reunião citando os recentes casos de violência e as diversas denúncias recebidas em seu gabinete e ressaltando que existe há bastante tempo uma grande demanda da população que reclama da quantidade de moradores em situação de rua, tema que dominou os debates da noite. Dados do Cadastro Único (CadÚnico) apresentados apontam que Petrópolis contabiliza 471 pessoas em situação de rua. Este número representa um aumento expressivo de 54% em relação ao mesmo período do ano anterior.

“A audiência teve o objetivo principalmente de ouvir a população e as forças de segurança que atuam na ponta, no dia a dia. Além disso, recentemente, foram registrados um assassinato, um estupro, vários roubos e furtos, cometidos por pessoas em situação de rua. Tudo isso em um espaço de tempo extremamente curto”, disse o vereador, ressaltando que o problema é bem mais complexo.


“Hoje temos uma legislação federal que impede muitas das ações das forças de segurança, além de normas que proíbem até mesmo as chamadas arquiteturas hostis, quando não se pode construir obstáculos para afastar pessoas em situação de rua, além de ser proibida a remoção compulsória, a internação ou apreensão de bens que ocupem calçadas. O debate é importante e necessário”, afirmou.

Representando a Associação de Moradores do Alto da Serra, Gisele Cristina Teixeira afirmou que a comunidade tem enfrentado problemas relacionados à insegurança, mas defendeu que o debate seja conduzido sem estigmatizar as pessoas em situação de vulnerabilidade.

“É importante deixar claro que somos contra qualquer tipo de violência contra pessoas em situação de vulnerabilidade. Defendemos a ressocialização dessas pessoas, mas também queremos mais segurança para o nosso bairro, trabalhando em conjunto com as autoridades”, disse.


Durante a audiência, o tenente-coronel Vitor William Cortes, informou que a Polícia Militar já realizou cerca de 400 flagrantes nos últimos quatro meses e destacou as limitações enfrentadas pela corporação no tocante às abordagens. Segundo ele, o problema não está na condição de morador de rua, mas na atuação de criminosos que acabam se misturando a essa população. Para identificar essas pessoas, explicou, é indispensável a realização de abordagens policiais. O comandante também reconheceu o déficit de efetivo da Polícia Militar, mas afirmou que a corporação tem reforçado o patrulhamento em diferentes regiões da cidade.

O coordenador de Segurança Pública da Secretaria de Serviços, Segurança e Ordem Pública (SSOP), Ricardo Freitas, também classificou o tema como complexo e destacou as dificuldades enfrentadas pela Guarda Civil Municipal devido ao número reduzido de agentes.

“Hoje trabalhamos com um efetivo que é praticamente um cobertor curto. Mesmo assim, ampliamos as ações em diversos bairros para reduzir os índices de criminalidade. Assim como acontece com a Polícia Militar, também enfrentamos limitações impostas pela legislação para realizar o trabalho”, afirmou.

Câmeras de monitoramento

Durante o debate, Freitas anunciou que Sistema Integrado de Monitoramento de Petrópolis (Simop) passa por um processo de reestruturação, com a instalação de novas câmeras e tecnologia de reconhecimento facial, o que deverá fortalecer o setor de inteligência e auxiliar no combate à criminalidade.

Representando a Secretaria de Assistência Social, a diretora do Departamento de Proteção Social Especial, Adriana Kreisher, explicou que o trabalho realizado com a população em situação de rua segue protocolos estabelecidos pela legislação federal. Segundo ela, as equipes especializadas realizam abordagens sociais buscando convencer as pessoas a aceitarem o acolhimento, mas não podem obrigá-las a deixar as ruas.

“Não podemos levar ninguém à força. Quando a pessoa chega ao Centro Pop é feita toda uma avaliação, seguida dos encaminhamentos necessários para outros serviços e para o NIS. Também precisamos cumprir a legislação, que proíbe a arquitetura hostil e é fiscalizada pelo Ministério Público. Muitas vezes não fazemos apenas o que gostaríamos, mas o que a lei permite”, explicou.

Atualmente, cerca de 80 pessoas estão acolhidas nos abrigos municipais. Adriana destacou ainda que o município mantém parcerias com outras secretarias e com empresários para ampliar as oportunidades de inclusão social. Ela explicou que pessoas acolhidas que conseguem emprego podem permanecer no abrigo por até três meses, período destinado à reorganização financeira para que possam alugar uma moradia. A diretora também apontou a baixa escolaridade como um dos principais obstáculos para a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho.

Sobre o acolhimento durante o inverno, Adriana informou que, em determinadas situações, a equipe realiza intervenções visando preservar a vida das pessoas expostas às baixas temperaturas, oferecendo pernoite no NIS para evitar casos de hipotermia e mortes provocadas pelo frio.

Outro tema debatido foi a identificação das pessoas atendidas pelos serviços de assistência, inclusive no NIS. Adriana esclareceu que a equipe não possui acesso a informações sobre eventuais pendências judiciais dos abrigados, fato confirmado por Ricardo Freitas que reforçou que a legislação também impede esse tipo de compartilhamento de dados.

“Eu gostaria de ter acesso à relação de pessoas atendidas para fazer um cruzamento de informações, principalmente daqueles que vêm de outras cidades. Mas isso não é permitido pela legislação”, afirmou o coordenador do SSOP.


Governo do Estado descredencia oncologia do Hospital Dr. Beda e pacientes de Campos, SFI e SJB



O descredenciamento do serviço de oncologia prestado pelo Hospital Dr. Beda junto ao Governo do Estado do Rio de Janeiro preocupa municípios do Norte Fluminense. A unidade atende cerca de 18 mil pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo moradores de Campos dos Goytacazes, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana.

A principal preocupação é evitar a interrupção de consultas, sessões de quimioterapia e radioterapia e da administração de medicamentos. Autoridades de saúde e entidades ligadas aos pacientes acompanham as medidas adotadas para garantir a continuidade da assistência.

A diretora do Instituto Nélia Almeida, Luciana Eccard, afirmou que pacientes já relatam dificuldades para iniciar ou continuar o tratamento.

“Nós estamos acompanhando diariamente relatos de pacientes que encontram dificuldades para iniciar ou dar continuidade ao tratamento, e isso gera muita angústia. Quando falamos de câncer, cada dia faz diferença. O paciente oncológico não pode esperar, porque o tempo é determinante para o sucesso do tratamento. É fundamental que haja diálogo e união de esforços entre os entes públicos para garantir a continuidade da assistência”, declarou.

Até o momento, o Governo do Estado não se pronunciou sobre o caso.

Campos prepara plano de contingência

A Prefeitura de Campos informou que colocou em prática um plano de contingência para assegurar a continuidade dos atendimentos. A estratégia prevê a redistribuição escalonada dos pacientes regulados para outras unidades contratualizadas pelo município, entre elas o Hospital Escola Álvaro Alvim e a Santa Casa de Misericórdia de Campos.

Equipes técnicas também trabalham na migração dos prontuários e dos históricos médicos. O objetivo é evitar atrasos em consultas, sessões de quimioterapia e radioterapia e na administração de medicamentos.

Segundo as informações apresentadas, a iniciativa de encerrar a prestação do serviço partiu do Hospital Dr. Beda, que formalizou o pedido à Secretaria Municipal de Saúde há mais de três meses.

A instituição apontou como justificativas a impossibilidade de acesso a determinados mecanismos de financiamento público, em razão de sua natureza privada e da ausência de certificação filantrópica, além da situação do imóvel onde funciona o setor de oncologia.

Município busca apoio do Estado

O presidente da Fundação Municipal de Saúde de Campos, Arthur Borges, informou que o município busca alternativas junto ao Governo do Estado para garantir uma transição segura da assistência.

Entre as possibilidades está o aporte de recursos complementares para a manutenção dos serviços de alta complexidade no Norte Fluminense.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro acompanha o caso por meio das promotorias de tutela coletiva da saúde. A Defensoria Pública e o Juizado de Ações Cíveis também participam das discussões.

São João da Barra e São Francisco de Itabapoana acompanham os desdobramentos, já que centenas de moradores dos dois municípios realizam tratamento oncológico no Hospital Dr. Beda.

Em nota, a Prefeitura de Campos afirmou que a prioridade é impedir que pacientes fiquem sem atendimento.

“A assistência oncológica integra a rede de alta complexidade do SUS e exige atuação conjunta entre Município, Estado e União. Todas as medidas estão sendo conduzidas de forma articulada, com foco na proteção dos usuários e na continuidade dos tratamentos”, informou o município.


sexta-feira, 17 de julho de 2026

Quem são o empresário e o ex-vereador de SFI envolvidos na apreensão de R$ 500 mil na Pelinca


Os nomes envolvidos na operação da Polícia Federal que apreendeu, na quarta-feira (15/07), R$ 500 mil em espécie, na Pelinca, são do empresário José Geraldo Soares, proprietário de uma empresa que fabrica ladrilhos, e do ex-vereador de São Francisco de Itabapoana, Fábio das Neves Moreira, o Fabinho do Estaleiro.

A Inteligência da Polícia Federal soube de um saque programado, com antecedência, dado o alto volume de dinheiro em espécie, na agência do Itaú Personnalité, na Rua Alvarenga Filho, na região da Pelinca, área nobre de Campos. Os policiais fizeram campana em frente à agência e apreenderam o dinheiro assim que José Geraldo e Fábio saíram do banco.


Eles foram conduzidos à Delegacia da Polícia Federal de Campos, onde foram ouvidos e liberados. O dinheiro ficou apreendido. A suspeita da Polícia Federal, dado o volume de dinheiro em espécie, é que o montante fosse usado para a prática de corrupção.

Um inquérito foi aberto e eles terão direito à defesa, para explicar a origem do dinheiro e o destino que seriam dados aos recursos. Até que isso aconteça, os R$ 500 mil continuarão apreendidos na Polícia Federal.


Museu Casa de Santos Dumont terá meia entrada e programação especial pelos 153 anos do Pai da Aviação


Nesta segunda (20) e terça-feira (21) o Museu Casa de Santos Dumont vai receber uma programação especial em celebração aos 153 anos de nascimento de Alberto Santos Dumont. As ações têm como objetivo preservar a memória e valorizar o legado do Pai da Aviação, cuja história mantém uma relação permanente com Petrópolis, cidade escolhida pelo inventor para construir a residência de verão, hoje um dos principais patrimônios históricos e culturais do município.

Programação Especial e Meia-Entrada

Segunda-feira (20 de julho): As atividades começam às 14h com uma cerimônia oficial. Haverá o tradicional hasteamento da Bandeira Nacional realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Destacamento do Pico do Couto, reproduzindo o hábito do próprio inventor. Também ocorrerá a entrega simbólica de uma medalha de São Bento ao museu, homenageando a devoção que Santos Dumont tinha pelo santo.


Terça-feira (21 de julho): O museu oferecerá meia-entrada para todos os visitantes (turistas e moradores), como forma de ampliar o acesso ao patrimônio histórico.

A programação também conta com uma homenagem à devoção de Santos Dumont a São Bento. Em agosto de 1901, após receber da princesa Isabel uma medalha do santo, em Paris, Santos Dumont passou a cultivar essa devoção. O abade presidente da Congregação Beneditina do Brasil, Dom Emanuel d’Able do Amaral, fará a entrega simbólica de uma medalha de São Bento ao Museu Casa de Santos Dumont.

As celebrações terão continuidade na terça-feira (21), com meia-entrada para todos os visitantes, ampliando o acesso da população e dos turistas ao Museu que preserva a história e a memória do inventor.

“Celebrar a memória e honra de Santos Dumont na data de seu aniversário é importante para que possamos lembrar do brasileiro ilustre que tanto fez pelo mundo e ainda faz e inspira. Este ano, durante a programação, vamos enaltecer a fé dele com a significativa presença da congregação beneditina do Brasil”, afirmou Cláudio Gomide, diretor do Museu Casa de Santos Dumont.

Informações sobre o Museu

A antiga residência de verão do inventor fica localizada no Centro de Petrópolis:

Endereço: Rua do Encanto, nº 22 - Centro, Petrópolis - RJ

Funcionamento normal: Terça a domingo, das 9h às 17h (embora excepcionalmente a programação mencione atividades na segunda-feira devido à data comemorativa)
 


Empresário alvo da ação da PF já recebeu mais de R$ 44 milhões da prefeitura de Campos


A Polícia Federal realizou uma ação na tarde da última quarta-feira em Campos, onde um dos alvos foi um empresário do ramo da construção civil. Com ele, os agentes encontraram R$ 500 mil em espécie, e a suspeita é que o dinheiro seria usado para a prática de corrupção.

Após a Polícia Federal divulgar a ação, muitos rumores foram levantados, inclusive pelo ex-governador Anthony Garotinho, comentou sobre o caso. Mas um detalhe o pré-candidato a governador não citou: O empresário presta serviço para a Prefeitura de Campos, e em 6 anos de gestão de Wladimir Garotinho e Frederico Paes, o empresário já recebeu R$ 44.268.411,05 da Prefeitura.

O valor empenhado é ainda maior, R$ 50.547.288,76. Só nos 7 primeiros meses de 2026, o empresário já recebeu R$ 9.565.849,68 do município.

Com informações Click Campos

PF investiga origem de R$ 500 mil apreendidos em Campos e apura ligação com Thiago Rangel


A Polícia Federal investiga a origem de R$ 500 mil apreendidos em espécie durante uma operação realizada na região da Pelinca, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. O dinheiro foi encontrado com um empresário do setor da construção civil e um ex-vereador de São Francisco de Itabapoana, e pode ter relação com a investigação que resultou na prisão do deputado estadual Thiago Rangel.

Embora existam indícios de uma possível conexão entre os fatos, a Polícia Federal ainda não confirmou oficialmente que o montante apreendido faça parte do mesmo inquérito envolvendo o parlamentar. As investigações continuam em andamento.


Apreensão ocorreu após trabalho de inteligência

Os R$ 500 mil foram localizados na tarde de quarta-feira (15), após uma operação baseada em monitoramento e troca de informações entre equipes da Polícia Federal. Segundo a corporação, há suspeitas de que o dinheiro pudesse ser utilizado em um esquema de corrupção.

Informações obtidas durante as diligências apontam que a ação pode ter sido desencadeada por desdobramentos das investigações relacionadas ao deputado Thiago Rangel. Apesar disso, a PF ainda não divulgou detalhes sobre a possível ligação entre os casos.

Empresário e ex-vereador foram abordados

Durante a operação, os agentes abordaram um empresário conhecido na região de Campos dos Goytacazes, que atua nos segmentos de construção civil e fabricação de ladrilhos, além de um ex-vereador de São Francisco de Itabapoana.

A identidade dos dois homens não foi divulgada oficialmente pela Polícia Federal. Até o momento, também não foram anunciadas prisões decorrentes da apreensão do dinheiro.

Investigação busca esclarecer origem do dinheiro

Após a abordagem, os dois homens e os R$ 500 mil foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Campos dos Goytacazes, onde foram realizados os procedimentos legais.

Agora, a investigação pretende identificar a origem dos recursos, o destino do dinheiro e sua finalidade. A Polícia Federal também apura se o valor possui ligação com outras investigações em andamento na região e se há indícios de envolvimento em práticas de corrupção.

Até o momento, a corporação mantém a apuração sob sigilo e reforça que a suspeita de uso dos recursos para corrupção ainda depende do avanço das investigações e da análise das provas coletadas.


Prefeitura de Petrópolis faz a limpeza das placas turísticas e de monumentos históricos


A Prefeitura está realizando a limpeza das placas do projeto Sinalização Turística Circuito a Pé, instaladas no Centro Histórico, reforçando o cuidado com os principais pontos turísticos da cidade e garantindo que moradores e visitantes tenham acesso às informações dos atrativos. O trabalho é executado pela Comdep, que também mantém ao longo do ano um cronograma permanente de limpeza dos monumentos históricos do município.

As equipes estão higienizando as 45 placas indicativas e interpretativas dos atrativos turísticos e as 42 placas instaladas em frente às casas históricas, que apresentam informações sobre os imóveis e um breve histórico de cada local.


"As placas do Circuito a Pé são uma importante ferramenta para que moradores e turistas conheçam mais sobre a história de Petrópolis. Com a limpeza, garantimos que essas informações permaneçam legíveis e de fácil visualização, permitindo que todos possam aproveitar melhor o conteúdo apresentado em cada atrativo e valorizar ainda mais o nosso patrimônio histórico", destacou a presidente da Comdep, Fernanda Ferreira.

O serviço é realizado com água, sabão e produtos de limpeza adequados, preservando o material e removendo sujeiras acumuladas pela ação do tempo.


“Cuidar da limpeza e da conservação dos nossos atrativos turísticos é também preservar a história de Petrópolis e fortalecer a experiência de quem visita à cidade. São ações que valorizam o patrimônio público e contribuem para manter o Centro Histórico sempre acolhedor para moradores e turistas”, acrescentou a presidente da Comdep.

A mesma técnica é utilizada na conservação dos monumentos históricos, que recebem lavagens periódicas conforme o cronograma da companhia. Neste ano, já foram contemplados o Obelisco, na Rua do Imperador; o monumento a Dom Pedro, na Praça Dom Pedro; o busto do Major Júlio Frederico Koeler, na Praça Princesa Isabel; o Monumento aos Expedicionários, na Praça dos Expedicionários; o monumento a Zumbi dos Palmares e o monumento A Bíblia, ambos na Praça da Liberdade; além do Cruzeiro do Palácio de Cristal.