quinta-feira, 21 de maio de 2026

Assalto em oficina termina com tiros na manhã desta quinta-feira em Grussaí

Foto: Ralph Braz | Pense Diferente

Um assalto em uma oficina terminou com disparos de arma de fogo na manhã desta quinta-feira (21), em Grussaí, distrito de São João da Barra. De acordo com as primeiras informações, dois criminosos chegaram ao local em uma motocicleta, invadiram uma oficina e anunciaram o roubo.

Durante a ação criminosa, os assaltantes renderam o proprietário do estabelecimento e levaram um cordão de ouro. A vítima sofreu ferimentos no momento em que o objeto foi retirado à força. 

Antes da fuga, os bandidos efetuaram ao menos três disparos para o alto, supostamente para intimidar as pessoas que estavam nas proximidades, entre elas clientes presentes no local.

O caso está sendo investigado pela polícia, que realiza buscas por imagens de câmeras de segurança que possam auxiliar na identificação dos envolvidos.


Trump convida Flávio Bolsonaro para visita à Casa Branca na próxima semana

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para uma visita à Casa Branca na próxima semana, segundo apuração do jornalista Cláudio Dantas.

O convite foi feito após a reunião de Trump com o presidente Lula, realizada em 7 de maio em Washington, e sinaliza que o governo americano pretende manter interlocução direta com os dois principais candidatos à Presidência do Brasil, independentemente do resultado das eleições de outubro.


Segundo a apuração, a reunião entre Trump e Flávio teria como temas centrais o combate ao crime organizado, a exploração conjunta de minerais críticos em território brasileiro e a retirada das tarifas impostas sobre exportações brasileiras aos Estados Unidos.

Os três temas foram também parte da agenda do encontro entre Trump e Lula, mas a Casa Branca não chegou a anunciar acordos concretos na ocasião. O convite a Flávio sugere que Washington avalia que o próximo governo brasileiro pode oferecer condições mais favoráveis de cooperação em pelo menos dois dos três eixos.

A deferência de Trump tende a beneficiar diretamente a pré-campanha de Flávio em momento delicado.

 Com informações Metrópole

Homem é preso por manter a companheira em cárcere privado e ameaçá-la com faca em Atafona

Foto: Ralph Braz | Pense Diferente

A Polícia Militar (PM) prendeu um homem nesta quarta-feira (20) por manter a companheira em cárcere privado e sob ameaça dentro de uma residência na praia de Atafona, em São João da Barra. O crime aconteceu na localidade do Carrapicho.

A ocorrência foi registrada na Rua 5, nas proximidades da Raul Chateu, após denúncia informando uma situação de violência doméstica com risco iminente à vítima.

Ao chegar ao local, os policiais fizeram contato com a mãe do acusado, que relatou que o filho estaria mantendo a companheira trancada dentro da residência. Ainda de acordo com o depoimento, a vítima apresentava ferimentos e o homem estaria armado com uma faca, fazendo ameaças.

A testemunha contou ainda que tentou ajudar a mulher, mas o acusado retomou a faca e se trancou no imóvel junto com a vítima. Ele soltou um cão da raça pit bull no quintal que, posteriormente, foi contido pelas equipes presentes no local.

A polícia conseguiu entrar na residência através de uma janela do quarto. No interior do imóvel, a vítima foi encontrada com lesões no rosto. Segundo a PM, o acusado mantinha os celulares afastados da mulher, impedindo que ela pedisse socorro.

Durante a abordagem, o homem teria resistido à prisão, sendo necessário o uso progressivo da força, além do disparo de arma de incapacitação elétrica e spray de pimenta para contê-lo.

O acusado e a vítima foram encaminhados para atendimento médico na UPA. A mulher permaneceu em observação médica e deverá prestar depoimento assim que estiver em condições. Já o homem, após ser medicado, foi conduzido para a 145ª Delegacia de Polícia de SJB, onde permanece preso.


Prefeitos chamam Lula de ladrão durante evento em Brasília


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi chamado de “ladrão” pela plateia da Marcha dos Prefeitos, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (20). Os protestos ocorreram durante o discurso do vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), que representou o presidente ausente no evento.

O episódio expôs a massiva insatisfação dos prefeitos com a atual gestão federal. Muitos gestores reclamam abertamente da queda de arrecadação nas contas públicas, do aumento expressivo das despesas locais, de dificuldades financeiras e da falta de apoio federal.

— Lula ladrão, seu lugar é na prisão — disse a plateia em coro, interrompendo a fala do representante do governo petista.

O evento, promovido pela Confederação Nacional dos Municípios, é um dos maiores encontros políticos do país. A programação teve início na segunda-feira (19) e vai até esta quinta (21), no CICB – Centro Internacional de Convenções, na capital federal.

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também discursou no evento e foi ovacionado pela maioria dos presentes. A participação dele ocorreu nesta terça (19).


Deolane Bezerra é presa em operação contra lavagem de dinheiro do PCC



A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil que investiga um amplo esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ofensiva, batizada de Operação Vérnix, também teve como alvo integrantes da cúpula da facção criminosa, incluindo Marco Herbas Camacho, o Marcola, considerado o principal líder da organização.

Marcola já está preso na Penitenciária Federal de Brasília, mas foi alvo de um novo mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça paulista. Além dele, familiares e operadores financeiros apontados como integrantes do esquema também foram atingidos pelas medidas judiciais.

As autoridades afirmam que a investigação revelou uma complexa estrutura financeira usada pelo PCC para ocultar e movimentar recursos ilícitos por meio de empresas de fachada, contas bancárias de terceiros e aquisição de patrimônio de alto valor.

Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão em diferentes estados e medidas de bloqueio patrimonial que ultrapassam R$ 357 milhões.
Esquema teria usado transportadora ligada ao PCC

Segundo a investigação, o núcleo financeiro operava a partir de uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, no interior paulista. A empresa teria sido usada pela facção criminosa para lavar dinheiro oriundo de atividades ilícitas e distribuir recursos à cúpula do grupo.


Os investigadores afirmam que a transportadora era controlada por integrantes ligados diretamente à liderança do PCC e servia como braço financeiro da organização criminosa.

A apuração aponta que Everton de Souza, conhecido como “Player”, exercia papel estratégico na movimentação dos recursos. Ele foi preso durante a operação e aparece em mensagens interceptadas orientando a distribuição de dinheiro e indicando contas bancárias utilizadas nos repasses.

A defesa dele não foi localizada até a publicação da reportagem.

Também foram alvos da operação Alejandro Camacho, irmão de Marcola, além dos sobrinhos Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.

Segundo a polícia, Paloma estaria na Espanha e atuaria como intermediária nos negócios da família. Já Leonardo estaria na Bolívia e seria o destinatário final de parte dos valores lavados pela organização criminosa.

Deolane retornou ao Brasil um dia antes da prisão

Deolane Bezerra vinha passando as últimas semanas em Roma, na Itália. O nome dela chegou a ser incluído na lista da Difusão Vermelha da Interpol, mas a influenciadora retornou ao Brasil na quarta-feira (20), um dia antes da operação.

Agentes da Polícia Civil cumpriram mandados de busca e apreensão na residência dela, em Barueri, na Grande São Paulo, além de outros imóveis ligados à influenciadora.

O influenciador digital Giliard Vidal dos Santos, apontado como filho de criação de Deolane, e um contador ligado ao grupo também foram alvos de buscas.

As autoridades afirmam que o celular apreendido na casa de Ciro Cesar Lemos, apontado como operador central da organização, continha imagens de depósitos destinados às contas de Deolane Bezerra e de Everton de Souza.

Ciro Cesar Lemos está foragido, assim como sua esposa.

Investigação começou em 2019

As investigações tiveram início em 2019, após a apreensão de bilhetes e manuscritos com dois detentos da Penitenciária II de Presidente Venceslau.

O material levou à abertura de três inquéritos sucessivos que, segundo o Ministério Público, permitiram desvendar diferentes camadas da estrutura financeira do PCC.

No primeiro momento, os investigadores identificaram ordens internas da facção, referências a integrantes de alto escalão e até menções a possíveis ataques contra agentes públicos.

Um dos pontos que chamou atenção da polícia foi a referência a uma “mulher da transportadora”, apontada nos bilhetes como responsável por levantar endereços de servidores públicos para possíveis ações criminosas.

A partir dessa informação, os investigadores chegaram à empresa de transporte posteriormente apontada como organização de fachada para lavagem de dinheiro.

A apuração deu origem à Operação Lado a Lado, deflagrada em 2021, que revelou movimentações financeiras incompatíveis, crescimento patrimonial sem justificativa econômica e a utilização da transportadora como centro operacional da facção.

Conexão com Deolane surgiu após análise de celular

Segundo o Ministério Público, a ligação entre Deolane Bezerra e o esquema criminoso surgiu após a análise do celular de Ciro Cesar Lemos.

Os investigadores afirmam que ele atuava diretamente na compra de caminhões, administração de patrimônio, execução de ordens de Marcola e movimentação de recursos da cúpula da facção.

As apurações indicaram que valores provenientes da empresa Lopes Lemos Transportes eram destinados a Marcola, Alejandro Camacho e familiares, utilizando contas de terceiros para circulação do dinheiro.

Entre os nomes identificados aparecem Everton de Souza e Deolane Bezerra.

A investigação também sustenta que a influenciadora mantinha vínculos pessoais e comerciais com um dos gestores ocultos da transportadora.

Segundo os investigadores, foi justamente a partir desse material que nasceu a Operação Vérnix, focada em aprofundar suspeitas de lavagem de dinheiro com uso de empresas, patrimônio de luxo e movimentações financeiras milionárias.

Depósitos fracionados levantaram suspeitas

O relatório da investigação aponta que Deolane Bezerra recebeu R$ 1.067.505,00 em depósitos fracionados entre 2018 e 2021.

Os valores teriam sido divididos em operações abaixo de R$ 10 mil, prática conhecida como “smurfing”, usada para dificultar o rastreamento pelos órgãos de controle financeiro.

Segundo a polícia, Everton de Souza indicava as contas da influenciadora para os chamados “fechamentos” mensais do esquema.

Outro ponto destacado na investigação envolve quase 50 depósitos feitos em empresas ligadas a Deolane, totalizando cerca de R$ 716 mil.

Os repasses partiram de uma empresa apresentada como banco de crédito, registrada em nome de um homem residente na Bahia com renda estimada em aproximadamente um salário mínimo.

A investigação afirma que não foram encontrados pagamentos relacionados aos supostos créditos recebidos, o que foi interpretado como possível mecanismo de ocultação de recursos ilícitos.

Os investigadores também afirmam não ter localizado registros de prestação de serviços advocatícios capazes de justificar os valores recebidos por Deolane e suas empresas.

Justiça apontou risco de fuga e destruição de provas

Ao autorizar as prisões preventivas, a Justiça de São Paulo considerou haver fortes indícios de autoria e materialidade dos crimes investigados.

A decisão destaca movimentações financeiras suspeitas, vínculos diretos com a organização criminosa e a possibilidade de continuidade das atividades ilegais mesmo com integrantes presos.

Segundo a decisão judicial, havia risco concreto de destruição de provas, interferência nas investigações e ocultação de patrimônio.

O Judiciário também entendeu que medidas cautelares alternativas seriam insuficientes diante da “sofisticação do grupo” e do fato de alguns investigados estarem fora do país.

Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de 39 veículos avaliados em mais de R$ 8 milhões.

No caso de Deolane Bezerra, foi autorizado o bloqueio de R$ 27 milhões, valor que, segundo a investigação, não teve origem comprovada e apresenta indícios de ligação com lavagem de dinheiro.


Thiago Rangel é acusado de pressionar diretor de escola por R$ 200 mil para campanha



Um diretor de uma escola da rede estadual no Noroeste Fluminense, não identificado pelos investigadores, denunciou à Polícia Federal ter sofrido pressão para liberar R$ 200 mil da conta de uma unidade escolar. Segundo o relato, o valor seria usado para abastecer a campanha eleitoral de Thamires Rangel, filha do deputado estadual Thiago Rangel, preso durante a quarta fase da Operação Unha e Carne.

A denúncia integra um dossiê anexado às investigações conduzidas pela PF sobre supostos desvios de recursos públicos na Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc). O servidor afirma que o parlamentar apareceu em uma videochamada para pressioná-lo a autorizar o pagamento.

De acordo com o depoimento, o dinheiro seria retirado da conta da escola por meio da emissão de uma nota fiscal falsa. O valor, segundo a proposta apresentada ao diretor, seria devolvido duas semanas depois.


“Houvesse muita pressão para que eu fizesse a transferência, mas me neguei”, relatou o diretor em documento anexado à investigação federal.

Videochamada teria contado com participação do deputado

Segundo o servidor, as cobranças aumentaram após a primeira recusa em liberar os recursos. O diretor afirma que o assessor parlamentar Luis Fernando Passos de Souza, identificado nas investigações como “pastor”, realizou uma videochamada na qual Thiago Rangel apareceu defendendo o pagamento.

Ainda conforme o relato, o deputado teria garantido que o pagamento poderia ser feito sem riscos e prometido novas emendas parlamentares para futuras etapas de obras na unidade escolar.

A Polícia Federal afirma que mensagens extraídas do celular do parlamentar indicam que Luis Fernando atuaria como operador financeiro do suposto esquema investigado.

O diretor também relatou que outros gestores da rede estadual teriam sido pressionados a realizar pagamentos antecipados em parcelas de 30%, 40% e 30%, antes mesmo do início das obras.

Conselho escolar rejeitou pagamentos antecipados

Após novas cobranças, o diretor afirmou que reuniu o conselho escolar para registrar em ata que a escola não faria pagamentos antes da conclusão dos serviços contratados.

Segundo ele, a reação foi imediata e culminou na videochamada envolvendo o assessor e o deputado estadual.

No depoimento, o servidor ainda afirmou que empresários relataram cobranças de propina de até 30% sobre contratos ligados às escolas estaduais.

O diretor declarou ter pedido exoneração do cargo por estar “cansado de tanta corrupção”.

PF aponta  esquema em contratos da Seeduc

A Polícia Federal sustenta que o grupo investigado atuava no direcionamento de obras em escolas estaduais para empresas previamente escolhidas. Parte dos recursos públicos, segundo os investigadores, retornaria aos integrantes da suposta organização criminosa.

A corporação também aponta indícios de que o esquema tenha se expandido dentro da Seeduc após a eleição de Thiago Rangel para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

As investigações concentram suspeitas sobre contratos de reformas escolares no Norte e Noroeste Fluminense, regiões onde o grupo político do deputado possui forte atuação.

Para os investigadores, o relato do diretor é “repleto de detalhes” e apresenta convergência com provas obtidas em outra apuração da PF, a Operação Postos de Midas.

Vídeo com mala de dinheiro reforçou investigação

Durante a investigação, a Polícia Federal encontrou no celular de Thiago Rangel um vídeo mostrando uma mala cheia de dinheiro em espécie. Segundo os investigadores, as imagens registrariam cerca de R$ 500 mil.

A PF suspeita que os valores façam parte de um esquema de caixa dois destinado ao financiamento de campanhas políticas em Campos dos Goytacazes nas eleições municipais de 2024.

Os investigadores estimam que o acordo investigado possa envolver cerca de R$ 2,9 milhões destinados ao grupo político do parlamentar, incluindo recursos para a campanha de Thamires Rangel e de aliados políticos no Norte Fluminense.

O ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar também foi citado na investigação. Ele nega qualquer irregularidade.


quarta-feira, 20 de maio de 2026

Prédio histórico dos Correios em Petrópolis é colocado a "venda direta"

Imagem aprimorada por IA

O prédio histórico do Correios de Petrópolis foi colocado à venda, através da modalidade de “venda direta”. De acordo com o Correios, a modalidade é destinada exclusivamente à Administração Pública Federal, Estadual e Municipal, que permite a aquisição de imóveis da estatal sem necessidade de licitação.
Segundo a estatal, a venda direta proporciona eficiência, agilidade e segurança jurídica, quando há justificativa administrativa e interesse público devidamente demonstrado por algum órgão.

O imóvel fica localizado na Rua do Imperador, na altura do número 350, e recentemente, foi reaberta a agência aos fundos do prédio histórico. A unidade estava fechada há quase dois anos. Segundo o site do Correio, o terreno tem uma área de 1.282,50 m², com uma área construída de 1.780,16 m².




Prefeitura de Petrópolis decreta intervenção na Turp e passará a operar as linhas da empresa





O prefeito de Petrópolis, Hingo Hammes, assinou nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026, um decreto de intervenção na empresa de ônibus Turp. A medida foi tomada para pôr fim à sequência de quebras de frota, atrasos e paralisações que vinham prejudicando o dia a dia da população. A partir de agora, a Prefeitura assume o controle da operação das linhas para reestabelecer o serviço.

O prefeito Hingo Hammes ressaltou que a prioridade da sua gestão é o acolhimento e o cuidado com as pessoas. "Não vamos mais aceitar que o trabalhador de Petrópolis seja castigado por erros de gestão de empresa de ônibus. Quem acorda cedo para trabalhar ou precisa voltar para casa à noite não pode ficar refém de uma operação ruim e greves frequentes. Entramos na empresa para organizar a operação e fazer os ônibus rodarem direito. E deixo claro para a população: a Prefeitura está assumindo apenas a gestão do serviço. Nosso compromisso é com o povo, com ônibus no horário e com o respeito que a nossa cidade merece", afirmou o prefeito Hingo Hammes.

A Prefeitura tomou a decisão da intervenção com base em três problemas que causaram prejuízos a população:

1. Ônibus sumindo dos pontos: os relatórios operacionais da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) comprovaram que a empresa vinha deixando de cumprir dezenas de viagens e horários programados.
2. Greves constantes: as recorrentes paralisações de funcionários por falhas administrativas e fiscais da própria empresa tiravam o direito de ir e vir da população.
3. Falta de qualidade: o aumento no número de reclamações por atrasos e veículos quebrados nas vias.

Para comandar a reestruturação na prática, foi nomeado o interventor Junior Cezar Maurício Marinho. Ele trabalhará nas garagens e no dia a dia da empresa junto com as equipes técnicas da CPTrans e da Secretaria de Serviços, Segurança e Ordem Pública (SSSOP), garantindo que as melhorias cheguem rápido aos usuários do transporte público.

Como vai funcionar a fiscalização nas ruas

A intervenção tem o prazo inicial de até 120 dias e foca exclusivamente no que importa para a população: a regularidade do transporte. O presidente da CPTrans, Luciano Moreira, explicou como será a atuação da equipe nas garagens e terminais: "A nossa missão principal é fazer o transporte funcionar com eficiência. O interventor tem total poder para afastar gerentes que criem obstáculos e para controlar a operação da empresa, garantindo que o dinheiro gerado pelas passagens vá direto para o combustível, manutenção dos ônibus e pagamento correto dos rodoviários. A CPTrans vai fiscalizar de perto a saída de cada veículo. Vamos trabalhar para regularizar os horários, acabar com os 'buracos' nas linhas e dar segurança para quem depende do transporte público no dia a dia."



Homem é preso após fugir da PM e causar acidente na contramão da BR-040


Um homem foi preso após fugir de uma abordagem da Polícia Militar e provocar um acidente na BR-040, na altura do bairro Amazonas, em Petrópolis.

Segundo informações, o suspeito tentou escapar da ação policial e chegou a trafegar na contramão da rodovia, colocando em risco outros motoristas que passavam pelo trecho. Durante a fuga, ele acabou colidindo contra um caminhão.

Equipes de segurança e socorro foram acionadas para atender a ocorrência. Após o acidente, o homem foi detido pelos policiais militares. As circunstâncias da fuga e do acidente serão investigadas pelas autoridades.


Museu Imperial realizará reunião com empresários para ajudar no espetáculo "Som e Luz"


O espetáculo Som e Luz já foi visto por mais de 400 mil pessoas desde sua inauguração, ocorrida em dezembro de 2002. Além da excelência de público, as apresentações noturnas têm contribuído para fomentar importantes setores da economia local, como a hotelaria, serviços e gastronomia.


Graças ao esforço da Prefeitura de Petrópolis, foi possível promover parte da readequação tecnológica, com a modernização dos equipamentos de som, luz e projeção.

Mas, infelizmente, os recursos não foram suficientes para dotar a estrutura tecnológica dos equipamentos de automação necessários para consolidar a redundância em favor da garantia da continuidade das apresentações. Assim, convidamos você para uma conversa sobre o futuro do espetáculo Som e Luz.

Sexta-feira, às 15h, dia 22 de maio, na Sala de Reuniões do Gabinete do Museu Imperial.