A investigação traz suspeitas que o ex-governador utilizaria endereços não registrados diretamente em seu nome para ocultar documentos, valores ou provas após uma operação policial em 26 de maio. Segundo as reportagens, Baninho, que também atua como corretor imobiliário, aparece como responsável formal pela locação de um destes imóveis, no Centro do Rio.
Diante desses e de outros elementos reunidos na investigação, a PF pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para realizar uma nova busca e apreensão. A medida incluía a sala comercial, uma residência localizada no complexo Locanda Della Mimosa, em Petrópolis, e dois veículos. A polícia também solicitou autorização para apreender e acessar celulares, computadores, tablets, mídias digitais e dados armazenados em serviços de nuvem.
O pedido recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas foi negado pelo ministro André Mendonça em 15 de julho. Na decisão, o ministro afirmou que os elementos apresentados pela PF não eram suficientes para justificar uma nova busca e apreensão. Mendonça destacou que Castro já havia sido alvo de uma operação semelhante em 26 de maio e que uma nova medida invasiva exigiria uma demonstração mais robusta de necessidade.























