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quinta-feira, 26 de junho de 2014

JOÃO VICENTE DEPÕE NO MPE SOBRE IRREGULARIDADES NA FUNDAÇÃO CULTURAL



O ex-presidente da extinta Fundação Municipal Trianon, João Vicente Alvarenga, foi ouvido pelo Ministério Público Estadual (MPE) na terça-feira (24 de junho) para esclarecer sobre as denúncias feitas por ele, em abril deste ano, a atual administração da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL).

Segundo João Vicente, o promotor de justiça titular Leandro Manhães de Lima Barreto fez perguntas com base no que foi passado a ele pelo vereador Rafael Diniz e pelo PSOL.

“Ele pediu para que eu detalhasse item por item das denúncias que eu fiz. Ele também solicitou que eu explicasse, cronologicamente, a extinção da Fundação Trianon e da Secretaria Municipal de Cultura e o atual monopólio da Patrícia Cordeiro na FCJOL. Hoje, ela manipula o orçamento de R$ 50 milhões – estimando por baixo – através de pelo menos 10 órgãos que são administrados pela Fundação, como o Museu de Campos, o Arquivo Público, o Trianon, o Teatro de Bolso, o Cepop, etc”, informou João.

Ele disse ainda que o privilégio de algumas bandas de Campos tocarem pela Prefeitura com concessão da Patrícia também foi um dos pontos levantados por ele durante o depoimento.

“Eu disse ao promotor o que já havia dito antes: a Patrícia tem critérios pouco objetivos na hora de contratar uma banda para fazer shows no município. Falei também que o marido dela é membro das bandas que mais tocam no verão no Farol de São Tomé. A verdade é que se, por exemplo, eu montar uma banda de boa qualidade em Campos, as chances de tocar pela Prefeitura são praticamente nulas”, contou.

Sobre o estúdio de gravação de grande porte que teria sido montado com dinheiro público, João disse que recebeu informações de que ele estaria sendo desmontado às escuras. “Depois que denunciei a existência desse estúdio, que, além de ter sido construído com verba municipal, também estaria sendo utilizado para gravar propagandas políticas, fui informado que estão retirando gradativamente os equipamentos para desativá-lo antes que a justiça comprove a existência do mesmo”.

João Vicente também criticou a nova nomenclatura da Secretaria Municipal de Educação, agora Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes. Para ele, a secretária do órgão, Marinéa Abud, não tem condições de – e nem motivos para – administrar três itens em uma mesma secretaria.

“Esse modelo de gestão pedagógica é ultrapassado. Para se ter uma ideia, o Governo Federal, por exemplo, possui um Ministério para cuidar da Educação, outro para o Esporte e outro para a Cultura. Por que em Campos estamos dando esse passo para trás? Isso pode levar a suspeitas e, por isso, abri os olhos do promotor para que também sejam feitas investigações sobre a medida”, disse.

As declarações de João Vicente ao MPE faz parte de uma série de depoimentos que também vão acontecer com a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Patrícia Cordeiro, na próxima sexta (27), o ex-presidente da FCJOL, Avelino Ferreira, ainda sem data divulgada, e o secretário de Governo da prefeita Rosinha Garotinho, Suledil Bernardino, previsto para ser ouvido no dia 2 de julho.



Fonte: Terceira Via

sexta-feira, 30 de maio de 2014

MPE VAI CONVOCAR PATRÍCIA CORDEIRO, AVELINO, SULEDIL E JOÃO VICENTE


O Ministério Público Estadual vai convocar a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro, o ex-presidente da Fundação, Alvanir Ferreira, e o secretário de Governo, Suledil Bernardino na investigação sobre denúncias envolvendo a Cultura em Campos. As oitivas estão marcadas para os dias 27, 28 de junho e 02 de julho. Antes deles, será ouvido dia 26 de junho, o ex-presidente da Fundação Municipal Trianon, João Vicente Alvarenga. Segundo denúncias de João Vicente Gomes Alvarenga, há suspeita de possível desvio de recursos da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima para montagem de um estúdio de gravação na cidade.



Fonte: Blog Na Curva do Rio (Suzy Monterio)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

UM HGG BEM DIFERENTE DA PROPAGANDA DE TV



Um Hospital Geral de Guarus(HGG), bem diferente do que estamos vendo em comercias na televisão local, onde parece que o Hospital é referência em se tratando de atendimento e estrutura. Como podemos ver na matéria, as fotos  enviadas ao Blog pense diferente, por um munícipe de Campos, chamado Jorge, mostram que a realidade do Hospital é bem diferente.

Jorge relata o descaso e o abandono, onde  pacientes que precisam de atendimento e de internação no HGG, ficam abandonados nos corredores, em macas, por falta de vagas nos leitos ou a  espera de um atendimento médico. 

"Esse é meu sogro Paulo Reis que se encontra no Hospital (HGG),em uma maca no corredor. É um desrespeito com uma pessoa de 81 anos ele estava na UPG e tiram ele e colocaram no corredor sem a presenÇa da nossa familia, agora eu pergunto isso é tratamento bom como esta passando na tv senhora Rosinha Garotinho e autoridades, vamos ter mais respeito ao ser humano...veja Alexandre Tadeu e seus colegas vereadores isso tem que acabar, mais assistência nesse hospital pq é um absurdo o que estou passando c ele nesse HGG!"



"...esse Bueiro aberto a céu aberto no hospital, fica em frente do repouso masculino ai é uma janela onde meu paciente está internado com outros pacientes, fora essa cadeira que você pode ver ai que nós acompanhante temos que passar dia e noite por favor vocês tem que fazer alguma coisa, é muito desumano as pessoas que trabalha lá tratam a gente como c desrespeito e nem dá atenção p nós, infelizmente temos que ir a direção para poder resolver nossos problemas la dentro, fica meu desabafo é pouco mais ai esta a prova!!!! ".



Aguardamos uma solução para os problemas relatados na matéria por parte da Secretaria de Saúde, já que o município investiu R$ 120 milhões em Hospitais "particulares", com certeza não há de faltar verba para solucionar esses problemas no Hospital que faz parte da rede municipal, que é o Hospital  Geral de Guarus.


O Blog Pense Diferente, deixa aqui o espaço reservado para resposta do poder municipal e do Ministério Público, caso queira se manifestar.

Fonte:Blog Pense Diferente

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

JUSTIÇA LIBERA SHOWS DO ROCK IN RIO



A juíza Marcia Castro, da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou no início da noite desta quarta-feira, 18, que o Rock in Rio está apto a realizar seus shows na Cidade do Rock, de quinta e domingo.

Segundo seu parecer, os problemas apontados pelo Ministério Público, relacionados ao atendimento médico, foram todos sanados, conforme apontou vistoria realizada pela tarde desta quarta. "O Rock in Rio atende a todas as solicitações", escreveu ela. A Justiça levou em consideração o fato de não ter havido casos de pessoas sem atendimento médico nos dias de show, apesar da média alta de 80 mil fãs por data.

O Rock in Rio entrou na mira do Ministério Público depois que fiscais estiveram no local para inspecionar as dependências médicas. No relatório que fizeram, apontaram 22 irregularidades, que iam de falta de leitos a áreas de emergência obstruídas.


Fonte: Estadão

MPE PEDE SUSPENSÃO DO ROCK IN RIO



A segunda parte do Rock in Rio, que está marcada para começar na quinta-feira, pode estar ameaçada. Após duas vistorias realizadas no último fim de semana, o Ministério Público Estadual entrou com um pedido de liminar para suspender a realização do evento "até a comprovação de que foram sanadas as irregularidades" nos postos médicos do local, na noite de terça-feira.

Segundo a assessoria do MP, as irregularidades foram detectadas nas vistorias dos Bombeiros e do Ministério Público durante o primeiro fim de semana do evento. De acordo com o laudo oficial, o número de médicos, de leitos, de suprimentos e de ambulâncias era insuficiente e não cumpria o que havia sido exigido.

Ainda de acordo com o Ministério Público, as irregularidades incluíam ainda "áreas de escape das ambulâncias obstruídas", "falta de sinalização dos postos médicos", entre outros. De acordo com a assessoria, trata-se de uma “tutela coletiva da defesa do consumidor”.

A assessoria de imprensa do Rock in Rio informou que não foi notificada oficialmente da liminar. Porém, afirmou que que os organizadores já estão trabalhando para atender os pontos apontados no laudo do Corpo de Bombeiros.

Bombeiros já tinham avisado sobre outros problemas

Durante o primeiro fim de semana do evento, o Corpo de Bombeiros já havia comunicando à organização do Rock in Rio falhas no sistema de evacuação do público e também na estrutura de atendimento médico. Os problemas foram diagnosticados durante uma vistoria realizada no domingo, constatando que uma das saídas de emergência (ao lado esquerdo da entrada da Cidade do Rock, na direção da Roda Gigante) estava trancada com cadeado. Em outra, era praticamente impossível abrir o portão, que parecia emperrado.

Os bombeiros ainda detectaram no terceiro dia de shows problema na sinalização de uma das saídas de emergência: em mais de um painel eletrônico, enquanto a seta mandava o público ir para um lado, o bonequinho corria para outro.



Fonte: O Globo 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

CABRAL É INVESTIGADO PELO MPs FEDERAL, ESTADUAL E ALERJ



O deputado estadual Marcelo Freixo (Psol) entrou com denúncias contra o governador Sérgio Cabral nos Ministérios Públicos Estadual e Federal, além do pedido de impeachment protocolado na Assembleia Legislativa (Alerj) na última terça-feira (20/08), todos baseados na mesma questão: o favorecimento do escritório da mulher de Cabral, Adriana Ancelmo. O Ministério Público Federal deve investigar se o governador cometeu crime ao usar o cargo, e o Ministério Público Estadual tem que analisar a incidência de improbidade administrativa.

Freixo ressalta as acusações de favorecimento do escritório de advocacia da primeira-dama, publicadas pela revista Veja no último final de semana. Antes de Sérgio Cabral assumir o cargo, as empresas ligadas ao governo do estado do Rio de Janeiro respondiam por 2% da receita do Coelho&Ancelmo Advogados. A partir de 2007, no início do primeiro mandato de Cabral, a participação dessas empresas na receita pulou para 60%.

"São três pedidos, mas a denúncia é a mesma. Houve um crescimento enorme deempresas que tinham alguma relação com o governo sendo atendidas pelo escritório da primeira-dama, as que têm concessão, caso do Metrô e da Supervia, e empresas com relações comerciais, que ganharam dispensa de licitação do governo do estado. Por queessas empresas todas escolheram o escritório durante o governo de Sérgio Cabral e não antes? É evidente que isso tem que ser investigado. Se o Ministério Público Federal, Estadual e a Assembleia Legislativa não acatarem as denúncias, terão que justificar sua decisão. Essas denúncias são muito graves", declarou Marcelo Freixo.

Como a família é uma unidade econômica, ele ressalta, se houve favorecimento do escritório de Adriana, este favorecimento atinge também o governador. O andamento dos processos, agora, é de responsabilidade de cada órgão. "Fiz a denúncia, mas a responsabilidade agora é deles (Ministério Público e mesa administrativa da Assembleia). A gente pede que os órgãos façam as investigações que cabem a eles".


Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 19 de junho de 2013

HOSPITAL DR.BEDA É DESCREDENCIADO À FAZER TRANSPLANTE DE RINS EM CAMPOS

(Fotos: Ralph Braz)
O Hospital Dr. Beda não apresentou pedido de recadastramento junto ao Programa Estadual de Transplantes, descredenciando-se automaticamente a prestar esse tipo de serviço a pacientes renais na cidade de Campos dos Goytacazes, onde era o único credenciado. Diante das dificuldades para a manutenção de uma equipe em plantão permanente, a receptação e conservação do órgão, além de inúmeros empecilhos de ordem logística, a instituição não renovou sua inscrição no programa.

O baixo financiamento - tendo como contrapartida os altos custos de manutenção do serviço - foi decisivo para esta tomada de posição. “Quem faz o transplante renal é uma equipe médica numerosa.

Com os honorários baixos, não foi possível manter duas equipes, a médica e a paramédica. O médico não aceita fazer a cirurgia com a remuneração que hoje é oferecida pelo SUS”, ressaltou Martha Henriques, diretora do Grupo IMNE. Martha revelou que ainda tentou junto às secretarias Municipal e Estadual de Saúde uma taxa complementar que atendesse aos anseios dos médicos, não obtendo sucesso.


Reunião no sentido de informar aos pacientes foi travada com o chefe do Serviço de Hemodiálise, Dr. João Carlos Borromeu. Ele informou que enquanto o hospital não renovar o credenciamento, os pacientes renais já inscritos no programa não perderão seus cadastros e terão a opção de escolher o hospital para fazer a cirurgia. Serviu a reunião ainda para informar aos pacientes não cadastrados para que façam seu cadastramento no serviço RioTransplante do Programa Estadual de Transplantes.

A diretora enfatiza que o não recadastramento foi, antes de tudo, um ato de responsabilidade. “O transplante renal se dá por doador morto ou vivo. São feitos testes para checar compatibilidade. Pela tabela atual, estão expostos a risco tanto o doador vivo quanto o receptor. As condições pós-operatórias não serão adequadas com baixo custo”, afirmou.

A baixa remuneração para a realização dos transplantes está se transformando em problema nacional, uma vez que a tabela do SUS não atende aos investimentos dos hospitais e tampouco interessa aos médicos e paramédicos. No plano estadual a história se repete. Na cidade do Rio de Janeiro, o Hospital Federal de Bonsucesso, na zona Norte da cidade, chegou a interromper a realização de transplantes de rins e fígado. A retomada dos transplantes somente foi possível – em abril passado - com a intervenção pessoal do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Fonte: Jornal Terceira Via (Pertencente ao Grupo IMNE)




RESPOSTA A MATÉRIA ACIMA



Como podemos ler acima os médicos que "realizavam" o transplante de rins no Hospital Dr. Beda, visam apenas e somente o dinheiro. Segundo, o Hospital nunca teve uma equipe de médicos para realizar o transplante, já que a a equipe era formada as presas, como o próprio médico responsável expôs na reunião , que tinha de ligar para vários colegas para realizar o transplante. 

Um exemplo levantado pelo mesmo Dr. Borromeu,que um dos médicos contactados disse "que não iria participar do transplante, por que era dia de aniversário do casamento dele, e que ele e a esposa iriam tomar um vinho para comemorar", outro caso foi "que não iria deixar de comemorar o dia dos pais, para perder o dia todo realizando um transplante"... como podem ver a situação não é tão simples e levada a sério, e responsável como a instituição alega.

O que nos impressiona é que o pais inteiro realiza transplantes, havendo casos como no nordeste que é referência nacional, que realizam as cirurgias com a mesma verba paga ao Dr. Beda, pelo SUS.Não entendo é por que o hospital Dr. Beda possui médicos que acham o valor é pouco, ou a equipe acha tem que ficar ricos realizando transplante? Fica a pergunta para esses profissionais que se denominam "médicos" esqueceram o juramento que fizeram ao se formar? 

Ressalto que são centenas de vidas que dependem do transplante, além de ser uma vergonha por maior município do interior do estado do Rio de Janeiro, com mais de 500 mil habitantes, essa situação de não ter um Hospital credenciado para realizar transplantes. Não posso deixar de acrescentar que nesta fila de transplantes estão pacientes de municípios vizinhos, de São João da Barra, São Fidélis, Quissamã, São Francisco do Itabapoana, entre outros.

Quanto ao Hospital Federal de Bonsucesso, na zona Norte da cidade, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, apesar de quando as cirurgias não estavam sendo realizadas no HFB,na época a unidade federal continuou a fazer o acompanhamento dos pacientes no que diz respeito a consultas e exames. O Hospital Federal de Bonsucesso ainda é a única unidade do Rio de Janeiro que inscreve pacientes na fila para transplantes hepático e renal pediátricos.

Em fevereiro, a DPU realizou uma vistoria no HFB e constatou que a estrutura física e os materiais usados no departamento de transplantes estão em excelente estado. O único impedimento para fazer as cirurgias é a falta de médicos especializados, ou seja não foi descredenciada como o Hospital Dr. Beda em Campos, como informou a matéria acima.


Cabe agora ao Ministério Público, Prefeitura de Campos, representados pela prefeita Rosinha e o secretário de Saúde Dr. Chicão, os vereadores e o próprio Ministério da Saúde, resolverem esse GRAVE PROBLEMA.

Resposta de uma paciente renal que depende de transplante.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

CONTÍNUA A FALTA DE VACINAS NOS POSTOS DE CAMPOS


(foto: Ralph Braz)

Continua em falta nos posto de saúde de Campos, as vacina contra Hepatite A e a varicela (capatora). O fato foi denunciado no dia 27 de abril. Na ocasião a secretaria de Saúde informou que novas doses iriam está disponíveis a partir do dia 20 de maio, mas não foi o que nossa equipe de reportagem ouviu dos pais que foram ao Centro de Referencia e Tratamento da Criança e do Adolescente (CRTCA) na tarde da última quarta-feira.

— Essa é a terceira vez que venho ao posto para tentar vacinar minha filha contra Hepatite A e sou informada e orientada pelas enfermeiras que a vacina ainda não chegou e que só teria na próxima semana. Isso é um absurdo. Disponibiliza de graça para que então? Para quando à população vier procurar, ouvir que está em falta — disse a doméstica Fabiana Ribeiro, 39 anos.

A vacina contra a Hepatite A é aplicada em duas doses e destinada às crianças maiores de um ano, foi lançada em Campos em março de 2011. O município foi o primeiro no Brasil a implantar esta imunização em seu programa municipal de vacinação. A doença aguda do fígado, causada pelo vírus da hepatite A (HAV), geralmente de curso benigno é transmitido por alimentos mal preparados e água contaminadas por fezes contendo o vírus. 

Em nota a secretaria de Saúde informou que todas as vacinas disponibilizadas estão com estoques regularizados, podendo ter ocorrido falta eventual em alguma unidade da Saúde. Quanto a vacina contra varicela a assessoria disse que a renovação de todos os estoques será regularizado até o final deste mês.


Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 22 de maio de 2013

THOR BATISTA PEDE ABSOLVIÇÃO E SÓ QUER PAGAR R$ 630 MIL A FAMÍLIA DE CICLISTA



A defesa de Thor Batista, filho do empresário Eike Batista, apresentou as alegações finais no processo em que ele é acusado pela morte do ajudante de caminhoneiro Wanderson dos Santos, atropelado em 17 de março de 2012. A sentença pode ser emitida na próxima semana. A defesa pede a absolvição de Thor e afirma que ele ainda sofre com o acidente e sente angústia por ter sido incapaz de evitar o atropelamento. Os advogados também alegam que o acordo em que Thor se dispôs a pagar R$ 630 mil a familiares de Santos não indica que ele assumiu ser culpado pela morte. "Fosse o caso de condenação, o que à toda evidência não é, estaria caracterizado o arrependimento posterior", registram as alegações finais.


O Ministério Público (MP) apresentou as alegações finais, pedindo a condenação de Thor e sugerindo que a pena privativa de liberdade seja transformada em prestação de serviços à comunidade. A Promotoria também pede que o filho de Eike seja multado em R$ 1 milhão. O atropelamento ocorreu quando Thor voltava de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, com um amigo. Ele dirigia a Mercedes-Benz SLR McLaren pela Rodovia Washington Luís e atingiu o ajudante de caminhoneiro quando ele atravessava a pista de bicicleta.


Fonte: Estadão

quinta-feira, 16 de maio de 2013

DEFESA DE THOR BATISTA ACHA UM ABSURDO MULTA DE R$ 1 MILHÃO PELA MORTE DE CICLISTA



A defesa do empresário Thor Batista irá utilizar os dois laudos periciais que constam no processo que apura o atropelamento e a morte do ciclista Wanderson dos Santos, em março de 2012, em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para tentar absolvê-lo da acusação do crime de homicídio culposo (quando não há a intenção de matar). A sentença da Justiça deve sair ainda no primeiro semestre. Nesta quarta-feira, o Ministério Público pediu a condenação de Thor pelo acidente, com pena revertida a prestação de serviços comunitários, e fixou em R$ 1 milhão a multa a ser paga por ele a uma instituição, de preferência hospitalar ou de reabilitação de pessoas acidentadas no trânsito.


A defesa do filho do milionário Eike, porém, classificou o despacho da promotora Patrícia de Oliveira Souza como absurdo. O advogado Rafael Mattos sustenta que a perícia do local comprova que Wanderson dos Santos atravessou em local inadequado e o laudo do ICCE demonstra que ele estava dirigindo a uma velocidade entre 100 e 115 quilômetros por hora. A velocidade máxima daquela trecho da BR 040 é 110:

— Essa multa fere o princípio da isonomia, já que, para a Justiça, não há distinção de comportamento e pena entre ricos e pobres. Ao contrário do MP, vamos prestigiar os laudos. Infelizmente houve travessia imprudente. O acidente era inevitável.

Diante das provas técnicas e também das testemunhas ouvidos ao longo da investigação, a defesa acredita na abolvição de Thor. Depois que a juíza Daniela Barbosa Assunção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias, receber o processo dos advogados, ela deverá analisar as manifestações feitas pelo Ministério Público e também pelos advogados. No último dia 25 de abril, o filho de Eike Batista prestou depoimento no Fórum de Caxias. "Não tive tempo de desviar. O acidente foi inevitável", alegou o empresário, durante seu primeiro interrogatório em juízo.

Mais cedo, o advogado Ary Bergher, que defende Thor, já havia considerado o despacho da promotora equivocado. Ele informou que deve entregar à Justiça as declarações finais do seu cliente a partir da próxima semana:

— Ela (promotora) disse que os laudos são inconclusivos. Mas, no processo, é demonstrado claramente a total absolvição dele, baseada tanto nas provas técnicas quanto testemunhais.

No dia 25 de abril, Thor Batista disse em depoimento à juíza Daniela Barbosa Assumpção, da 2ª Vara Criminal, no Fórum de Duque de Caxias, que "o acidente foi inevitável". Na ocasião, a informação foi passada pelo advogado Celso Vilardi ao site G1. Segundo Vilardi, Thor confirmou o depoimento que deu na delegacia na época do acidente. Ele havia dito que trafegava dentro da velocidade permitida (110 km/h), que estava muito escuro no local e que se deparou com o ciclista no meio da pista.

Thor afirmou ainda à juíza que deu R$ 300 mil à família do ciclista. Ele disse que prestou auxílio financeiro à vítima, e acrescentou que tem recibos e documentos que comprovam o acordo.



Fonte: O Globo

sexta-feira, 10 de maio de 2013

PASTOR ACUSADO DE QUATRO ASSASSINATOS E MAIS DE VINTE ESTUPROS



Denunciado pelo Ministério Público por dois estupros e coação de testemunha, o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), pastor Marcos Pereira da Silva, pode estar envolvido em mais três assassinatos — ele já é acusado de mandar matar Adelaide Nogueira dos Santos, uma de suas fiéis.

Investigações da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) apontam que o religioso teria determinado a execução de três homens que filmaram orgias com a participação dele.

As denúncias foram feitas por testemunhas, em depoimentos, mas a polícia ainda levanta a identificação das vítimas. Se condenado, o religioso pode pegar até 24 anos de prisão.

Preso na noite de terça-feira, Marcos Pereira teve dois pedidos de liberdade negados pela Justiça. Ele é investigado também por associação ao tráfico de drogas, maus tratos, lavagem de dinheiro, além de ser suspeito de ter cometido outros estupros.

Segundo o Ministério Público, o pastor violentava as mulheres até na igreja. O número de vítimas pode chegar a 20, e algumas seriam menores de idade quando teriam sido violentadas.

“Existe ainda a suspeita de que pessoas acolhidas por ele, após, supostamente, deixarem o tráfico de drogas, continuavam cometendo crimes a mando do pastor, como homicídios e roubos de cargas”, disse o delegado da Dcod, Márcio Mendonça.

Nas investigações aparecem 17 imóveis, um deles um apartamento na Avenida Atlântica, em Copacabana, avaliado em R$ 8 milhões, onde também o pastor abusaria das vítimas.


Fonte: O Dia

JUSTIÇA BARRA CONCESSÃO DO MARACANÃ A EIKE BATISTA


A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar nesta sexta-feira impugnando a licitação em que o consórcio que tem a empresa IMX, do bilionário Eike Batista, como integrante conseguiu a concessão do estádio do Maracanã por 35 anos, informou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado.


Na quinta-feira, o Consórcio Maracanã, formado pela IMX, pela construtora Odebrecht e a administradora de estádios norte-americana AEG foi declarado vencedor da licitação para concessão da arena, que será palco das finais da Copa das Confederações deste ano e da Copa do Mundo do ano que vem. O grupo tinha previsto pagar um total de 181,5 milhões de reais em 33 parcelas pela concessão.

Em sua decisão, a juíza da 9ª Vara da Fazenda Pública, Gisele Guida de Faria, decidiu acatar pedido do Ministério Público para impugnar a licitação por entender, entre outras coisas, que o Estado receberia uma remuneração insuficiente na transação e que houve erros na formulação do edital.



Como a decisão é em caráter liminar, o Consórcio Maracanã pode recorrer da decisão.

O governo do RJ anunciou nesta semana que foi liberado um adicional de 200 milhões de reais para a obra, elevando o custo total a 1,049 bilhão de reais. Inicialmente, as obras estavam estimadas em 705 milhões de reais, mas problemas encontrados na cobertura durante a reforma já tinham elevado os custos para 859 milhões, segundo números da secretaria estadual de obras.

A Odebrecht já integra o consórcio responsável pela obra para a Copa, enquanto a IMX realizou um estudo de viabilidade econômica do estádio prévio ao processo de licitação. A AEG administra diversas arenas esportivas ao redor do mundo, incluindo a Arena Pernambuco e o novo estádio do Palmeiras.

O Consórcio Maracanã tem 90 % de participação da Odebrecht, 5 % da IMX e 5 % da AEG.

O processo de licitação do Maracanã foi alvo de protestos contra a privatização do estádio e também envolveu uma ação judicial. A licitação só foi adiante após o governo obter uma liminar no mês passado. O Ministério Público havia acusado o Estado de favorecer a IMX.


Fonte: Exame