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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

SEIS TIPOS DE VACINAS ESTÃO EM FALTA OU COM ESTOQUE BAIXO EM CAMPOS


Pelo menos seis tipos de vacinas estão em falta em Campos. Os estoques contra raiva e que previnem doenças como hepatites A e B, difteria, tétano e coqueluche, há meses não vem sendo enviados pelo Ministério da Saúde, que nessa semana, emitiu novo documento à secretaria Municipal de Saúde de Campos a respeito do não envio aos municípios brasileiros de vacinas básicas.

O documento datado de 20 de novembro é assinado pela Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações.

A dupla adulto e a DTP também estão em falta. A vacina BCG está com estoque irregular. Por isso, a secretaria de Saúde suspendeu novamente a aplicação das doses nas maternidades do município. Em alguns casos, as faltas se arrastam desde 2013.

“É lamentável passarmos por um momento em que praticamente metade das vacinas de rotina está em falta, em especial, a hepatite B, que deve ser aplicada logo após o nascimento. E não existe prazo para que a situação seja resolvida”, afirmou o diretor de Vigilância em Saúde, Charbell Kury.

O município voltou a seguir o plano de contingência da Direção de Vigilância em Saúde, a fim de racionalizar a dispensação e garantir que os casos mais urgentes sejam priorizados. 

Os pais dos recém-nascidos devem agendar a vacinação da BCG nos Centros de Referência e Tratamento da Criança e do Adolescente (CRTCA) 1 e 2. Em caso de dúvidas, a população deve ligar para o telefone do Setor de Epidemiologia (22) 27261378.





Fonte: Ascom

sexta-feira, 10 de julho de 2015

GOVERNO VAI ABRIR 2.290 VAGAS DE MEDICINA EM FACULDADES PARTICULARES


O Ministério da Saúde e o Ministério da Educação anunciaram hoje (10) a abertura de 2.290 vagas distribuídas em 36 novos cursos de medicina de instituições privadas.

A expansão de vagas no setor integra o Programa Mais Médicos, que selecionou 39 municípios considerados prioritários para o processo. O prazo para que os cursos estejam em funcionamento varia de três a 18 meses e será monitorado pelo Ministério da Educação.

A seleção dos projetos enviados pelos municípios foi feita por meio de editais de chamamento público de ampla concorrência. As propostas foram avaliadas por uma comissão de especialistas, médicos e professores de medicina, entre outros.

A análise levou em consideração a capacidade econômico-financeira e a regularidade jurídica e fiscal da instituição mantenedora, além do histórico da mantenedora e a proposta do curso de graduação em medicina.

Para a definição dos municípios, além da inexistência de curso de medicina no local, foram exigidos requisitos baseados na proporção de vagas e médicos por habitante, tamanho da população atendida e distância de outro curso de medicina.

Dos 39 municípios escolhidos, três deixaram de ser selecionados por não atenderem aos critérios de qualidade: São Leopoldo (RS), Limeira (SP) e Tucuruí (PA).

“Seguimos critérios técnicos e que obedecem às mesmas medidas que orientam a abertura de cursos a rede privada”, informou o professor e reitor da Universidade Federal do Ceará, Henry de Holanda Campos.

“É uma unificação que se tenta imprimir nesse processo de expansão, com o mesmo rigor e o mesmo processo de acompanhamento para ambos os segmentos, público e privado”, disse.

A comissão analisou ainda o projeto pedagógico de cada curso, o corpo docente, a infraestrutura e o plano de implantação da residência médica. A análise também descartou o risco de descontinuidade da formação médica.

“Todas as propostas selecionadas passaram por esse crivo. Há uma garantia da sustentabilidade desse projeto”, garantiu a secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Marta Abramo.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, classificou a nova estratégia para expansão de vagas de medicina como um trabalho extremamente desafiador.

“É uma mudança na lógica de abertura e cursos de medicina", disse, ao destacar que, até então, as instituições particulares de ensino superior desenvolviam suas propostas sem necessariamente levar em consideração as necessidades do país.

"Há, por parte do governo federal, dos estados e dos municípios, um compromisso de que essas vagas serão expandidas sem nenhum compromisso da qualidade", completou.

O ministro da Educação, Renato Janine, lembrou que, com os números anunciados hoje, o governo totaliza a abertura de cerca de 7,6 mil vagas de medicina até 2016 – 5.306 já haviam sido autorizadas pela pasta em instituições públicas e particulares.

A estratégia, segundo ele, deve contribuir para levar atendimento médico ao interior do país. “As capitais sempre tiveram mais vagas do que os municípios do interior, respondendo por mais da metade das vagas. O avanço no interior e fundamental”.

Dos 36 municípios escolhidos, 13 estão em São Paulo, seis na Bahia, quatro em Minas Gerais, quatro no Paraná, três no Rio Grande do Sul, dois no Rio de Janeiro, um no Espírito Santo, um em Pernambuco, um em Rondônia e um em Santa Catarina.





Fonte: Exame

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

MINISTÉRIO DA SAÚDE ATRASA REPASSE DE R$ 2 BILHÕES PARA SANTA CASAS

(Foto: Ralph Braz)
O Ministério da Saúde atrasou o repasse referente ao mês de novembro para o custeio das Santas Casas e hospitais filantrópicos do País. O pagamento, correspondente aos procedimentos de média e alta complexidade que as unidades fazem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), deveria ter sido feito no dia 10. Mas, até a noite desta segunda-feira, 15, o dinheiro ainda não havia sido depositado.

A estimativa da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB) é de que o governo federal tenha atrasado o repasse de R$ 3,5 bilhões a hospitais que atendem a rede pública em todo o País, dos quais 55%, ou quase R$ 2 bilhões, seriam direcionados para os filantrópicos.

De acordo com a CMB, os hospitais não foram informados pelo ministério sobre os motivos do atraso nem sobre a data prevista para a regularização. A entidade afirma que, sem a verba, os hospitais ficam sem condições de pagar procedimentos como transplantes, partos e tratamentos oncológicos, além de não poder arcar com a folha de pagamento. Sem o repasse, diz a CMB, o atendimento ficará comprometido e os funcionários podem até convocar uma paralisação.



Fonte: UOL

quarta-feira, 19 de junho de 2013

HOSPITAL DR.BEDA É DESCREDENCIADO À FAZER TRANSPLANTE DE RINS EM CAMPOS

(Fotos: Ralph Braz)
O Hospital Dr. Beda não apresentou pedido de recadastramento junto ao Programa Estadual de Transplantes, descredenciando-se automaticamente a prestar esse tipo de serviço a pacientes renais na cidade de Campos dos Goytacazes, onde era o único credenciado. Diante das dificuldades para a manutenção de uma equipe em plantão permanente, a receptação e conservação do órgão, além de inúmeros empecilhos de ordem logística, a instituição não renovou sua inscrição no programa.

O baixo financiamento - tendo como contrapartida os altos custos de manutenção do serviço - foi decisivo para esta tomada de posição. “Quem faz o transplante renal é uma equipe médica numerosa.

Com os honorários baixos, não foi possível manter duas equipes, a médica e a paramédica. O médico não aceita fazer a cirurgia com a remuneração que hoje é oferecida pelo SUS”, ressaltou Martha Henriques, diretora do Grupo IMNE. Martha revelou que ainda tentou junto às secretarias Municipal e Estadual de Saúde uma taxa complementar que atendesse aos anseios dos médicos, não obtendo sucesso.


Reunião no sentido de informar aos pacientes foi travada com o chefe do Serviço de Hemodiálise, Dr. João Carlos Borromeu. Ele informou que enquanto o hospital não renovar o credenciamento, os pacientes renais já inscritos no programa não perderão seus cadastros e terão a opção de escolher o hospital para fazer a cirurgia. Serviu a reunião ainda para informar aos pacientes não cadastrados para que façam seu cadastramento no serviço RioTransplante do Programa Estadual de Transplantes.

A diretora enfatiza que o não recadastramento foi, antes de tudo, um ato de responsabilidade. “O transplante renal se dá por doador morto ou vivo. São feitos testes para checar compatibilidade. Pela tabela atual, estão expostos a risco tanto o doador vivo quanto o receptor. As condições pós-operatórias não serão adequadas com baixo custo”, afirmou.

A baixa remuneração para a realização dos transplantes está se transformando em problema nacional, uma vez que a tabela do SUS não atende aos investimentos dos hospitais e tampouco interessa aos médicos e paramédicos. No plano estadual a história se repete. Na cidade do Rio de Janeiro, o Hospital Federal de Bonsucesso, na zona Norte da cidade, chegou a interromper a realização de transplantes de rins e fígado. A retomada dos transplantes somente foi possível – em abril passado - com a intervenção pessoal do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Fonte: Jornal Terceira Via (Pertencente ao Grupo IMNE)




RESPOSTA A MATÉRIA ACIMA



Como podemos ler acima os médicos que "realizavam" o transplante de rins no Hospital Dr. Beda, visam apenas e somente o dinheiro. Segundo, o Hospital nunca teve uma equipe de médicos para realizar o transplante, já que a a equipe era formada as presas, como o próprio médico responsável expôs na reunião , que tinha de ligar para vários colegas para realizar o transplante. 

Um exemplo levantado pelo mesmo Dr. Borromeu,que um dos médicos contactados disse "que não iria participar do transplante, por que era dia de aniversário do casamento dele, e que ele e a esposa iriam tomar um vinho para comemorar", outro caso foi "que não iria deixar de comemorar o dia dos pais, para perder o dia todo realizando um transplante"... como podem ver a situação não é tão simples e levada a sério, e responsável como a instituição alega.

O que nos impressiona é que o pais inteiro realiza transplantes, havendo casos como no nordeste que é referência nacional, que realizam as cirurgias com a mesma verba paga ao Dr. Beda, pelo SUS.Não entendo é por que o hospital Dr. Beda possui médicos que acham o valor é pouco, ou a equipe acha tem que ficar ricos realizando transplante? Fica a pergunta para esses profissionais que se denominam "médicos" esqueceram o juramento que fizeram ao se formar? 

Ressalto que são centenas de vidas que dependem do transplante, além de ser uma vergonha por maior município do interior do estado do Rio de Janeiro, com mais de 500 mil habitantes, essa situação de não ter um Hospital credenciado para realizar transplantes. Não posso deixar de acrescentar que nesta fila de transplantes estão pacientes de municípios vizinhos, de São João da Barra, São Fidélis, Quissamã, São Francisco do Itabapoana, entre outros.

Quanto ao Hospital Federal de Bonsucesso, na zona Norte da cidade, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, apesar de quando as cirurgias não estavam sendo realizadas no HFB,na época a unidade federal continuou a fazer o acompanhamento dos pacientes no que diz respeito a consultas e exames. O Hospital Federal de Bonsucesso ainda é a única unidade do Rio de Janeiro que inscreve pacientes na fila para transplantes hepático e renal pediátricos.

Em fevereiro, a DPU realizou uma vistoria no HFB e constatou que a estrutura física e os materiais usados no departamento de transplantes estão em excelente estado. O único impedimento para fazer as cirurgias é a falta de médicos especializados, ou seja não foi descredenciada como o Hospital Dr. Beda em Campos, como informou a matéria acima.


Cabe agora ao Ministério Público, Prefeitura de Campos, representados pela prefeita Rosinha e o secretário de Saúde Dr. Chicão, os vereadores e o próprio Ministério da Saúde, resolverem esse GRAVE PROBLEMA.

Resposta de uma paciente renal que depende de transplante.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

PRORROGADO VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE EM CAMPOS

(foto: Ralph Braz)

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será prorrogada em Campos, por mais alguns dias. A informação é do Secretário de Saúde, Geraldo Venâncio. O Ministério da Saúde encerra a campanha nesta sexta-feira (10), em todo o país.

- Em relação à vacinação de crianças e idosos, a cobertura foi satisfatória. Mas estamos preocupados especialmente com as gestantes, que são um dos principais grupos de riscos, o mais suscetível às complicações da gripe, como pneumonias, e à gripe suína, provocada por um dos vírus da Influenza, o H1N1, e que, em 2009, em Campos, causou diversas internações e até óbitos de gestantes. Por isso, na próxima semana, continuaremos com a vacinação, para melhorar os índices de cobertura também de puérperas (até 45 dias após o parto) e portadores de doenças crônicas, que estão muito aquém de nossa meta – informa o secretário.

De acordo com Venâncio, se necessário, a Secretaria de Saúde trabalhará a busca ativa dos grupos. “Os detalhes serão acertados pela Superintendência de Saúde Coletiva, mas não podemos nos acomodar com um índice insatisfatório de vacinação contra a influenza e queremos atingir a meta e proteger as pessoas desses grupos que compõem o público-alvo da gripe contra os três subtipos do vírus influenza, lembrando que esses vírus provocam agravos nos quadros de gripes e podem levar à morte”, destaca.


Fonte: Site Dr. Paulo Hirano