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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

JOVEM QUE MATOU AVÔ É PRESO POR AGREDIR A MÃE

(Foto: Ralph Braz)
Autor da morte do avô em março deste ano e em liberdade condicional desde o dia 12 do mês passado, o jovem M.A.P., de 19 anos, agrediu sua própria mãe na manhã desta quarta-feira(08).

De acordo com a polícia, M. foi até a casa dos pais, situada na Rua São Carlos, no bairro Novo Jóquei e, além de agredir a mãe, quebrou vários objetos no interior da casa. O jovem foi levado para a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) onde a delegada de plantão analisa o caso.

Matou o avô

O idoso Alcides Vicente Pessanha, de 70 anos, foi assassinado a facadas na madrugada do dia 19 de março dentro de sua casa, na Travessa Zeniti, no Parque São Benedito, próximo ao cemitério Campo da Paz, em Campos. A primeira versão para o crime é de que dois homens invadiram a casa com a finalidade de roubar.

Segundo relato do neto da vítima, ele se deparou com dois homens encapuzados que entraram em luta corporal com o avô. Porém, horas depois, o neto, que seria usuário de drogas, confessou ter matado o avô com um golpe de faca no pescoço.





Fonte: Campos24horas

quinta-feira, 16 de maio de 2013

DEFESA DE THOR BATISTA ACHA UM ABSURDO MULTA DE R$ 1 MILHÃO PELA MORTE DE CICLISTA



A defesa do empresário Thor Batista irá utilizar os dois laudos periciais que constam no processo que apura o atropelamento e a morte do ciclista Wanderson dos Santos, em março de 2012, em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para tentar absolvê-lo da acusação do crime de homicídio culposo (quando não há a intenção de matar). A sentença da Justiça deve sair ainda no primeiro semestre. Nesta quarta-feira, o Ministério Público pediu a condenação de Thor pelo acidente, com pena revertida a prestação de serviços comunitários, e fixou em R$ 1 milhão a multa a ser paga por ele a uma instituição, de preferência hospitalar ou de reabilitação de pessoas acidentadas no trânsito.


A defesa do filho do milionário Eike, porém, classificou o despacho da promotora Patrícia de Oliveira Souza como absurdo. O advogado Rafael Mattos sustenta que a perícia do local comprova que Wanderson dos Santos atravessou em local inadequado e o laudo do ICCE demonstra que ele estava dirigindo a uma velocidade entre 100 e 115 quilômetros por hora. A velocidade máxima daquela trecho da BR 040 é 110:

— Essa multa fere o princípio da isonomia, já que, para a Justiça, não há distinção de comportamento e pena entre ricos e pobres. Ao contrário do MP, vamos prestigiar os laudos. Infelizmente houve travessia imprudente. O acidente era inevitável.

Diante das provas técnicas e também das testemunhas ouvidos ao longo da investigação, a defesa acredita na abolvição de Thor. Depois que a juíza Daniela Barbosa Assunção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias, receber o processo dos advogados, ela deverá analisar as manifestações feitas pelo Ministério Público e também pelos advogados. No último dia 25 de abril, o filho de Eike Batista prestou depoimento no Fórum de Caxias. "Não tive tempo de desviar. O acidente foi inevitável", alegou o empresário, durante seu primeiro interrogatório em juízo.

Mais cedo, o advogado Ary Bergher, que defende Thor, já havia considerado o despacho da promotora equivocado. Ele informou que deve entregar à Justiça as declarações finais do seu cliente a partir da próxima semana:

— Ela (promotora) disse que os laudos são inconclusivos. Mas, no processo, é demonstrado claramente a total absolvição dele, baseada tanto nas provas técnicas quanto testemunhais.

No dia 25 de abril, Thor Batista disse em depoimento à juíza Daniela Barbosa Assumpção, da 2ª Vara Criminal, no Fórum de Duque de Caxias, que "o acidente foi inevitável". Na ocasião, a informação foi passada pelo advogado Celso Vilardi ao site G1. Segundo Vilardi, Thor confirmou o depoimento que deu na delegacia na época do acidente. Ele havia dito que trafegava dentro da velocidade permitida (110 km/h), que estava muito escuro no local e que se deparou com o ciclista no meio da pista.

Thor afirmou ainda à juíza que deu R$ 300 mil à família do ciclista. Ele disse que prestou auxílio financeiro à vítima, e acrescentou que tem recibos e documentos que comprovam o acordo.



Fonte: O Globo