Um castelo de inspiração medieval localizado em Petrópolis será transformado em um novo complexo cultural aberto ao público a partir de 2027. O projeto nasce de uma parceria entre o Megadiverso Instituto Cultural e o Museu Histórico Ferreira da Cunha, que planejam reabrir o espaço coincidindo com os 70 anos da instituição, fundada em 1957. As informações são de Mônica Bergamo/Folha de São Paulo.
Instalado em uma construção em forma de castelo — réplica em pedra de uma fortificação medieval portuguesa do século 12 — o museu fica a cerca de 45 minutos do Rio de Janeiro e a poucos minutos do Museu Imperial, o que deve favorecer visitas em esquema de bate-volta.
Um castelo de inspiração medieval localizado em Petrópolis será transformado em um novo complexo cultural aberto ao público a partir de 2027. O projeto nasce de uma parceria entre o Megadiverso Instituto Cultural e o Museu Histórico Ferreira da Cunha, que planejam reabrir o espaço coincidindo com os 70 anos da instituição, fundada em 1957. As informações são de Mônica Bergamo/Folha de São Paulo.
Instalado em uma construção em forma de castelo — réplica em pedra de uma fortificação medieval portuguesa do século 12 — o museu fica a cerca de 45 minutos do Rio de Janeiro e a poucos minutos do Museu Imperial, o que deve favorecer visitas em esquema de bate-volta.
O projeto vai além da simples organização da visitação. A proposta inclui uma reestruturação ampla do espaço, com nova narrativa curatorial, programação cultural recorrente e serviços voltados ao público, como restaurante, café e loja temática. A ideia é ampliar o tempo de permanência do visitante e integrar patrimônio histórico a experiências culturais contemporâneas.
A iniciativa é liderada por Marina Piquet, diretora-geral do Megadiverso, ao lado de Francisco Kronemberger, diretor de negócios, e da curadora Laura Rago. O plano prevê ainda a adaptação do castelo para eventos privados e abertos ao público, como feiras, ativações culturais e apresentações musicais, numa estratégia de diversificação de receitas para garantir a sustentabilidade do espaço.
Atualmente em fase de implantação, o museu reúne mais de 3 mil peças tombadas pelo Iphan. O acervo começou a ser formado ainda na infância do fundador, o médico e museólogo Sérgio Ferreira da Cunha. O novo projeto pretende reposicionar o Ferreira da Cunha como espaço de permanência, articulando preservação, educação e programação cultural em um único complexo.


