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quarta-feira, 3 de julho de 2013

GOVERNO DIZ QUE NÃO VAI AJUDAR AS EMPRESAS DE EIKE BATISTA



Em entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta-feira, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o governo federal não está considerando nenhum tipo de auxílio às companhias do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, que enfrentam crise com forte queda das ações nas últimas semanas. 

A capacidade de Eike em honrar com o pagamento das dívidas de suas empresas foi colocada em xeque ao longo das últimas semanas, sobretudo no caso da petroleira OGX. Bancos chegaram a afirmar que a empresa poderá ficar sem caixa em um ano, caso não consiga obter receita com a extração de petróleo. Na noite de terça-feira, a agência de classificação de risco Standard and Poor's rebaixou o rating da dívida da OGX para o grau 'pré-default',que significa um alto risco de a companhia não conseguir pagar suas dívidas. Na manhã desta quarta, a Moody's fez o mesmo.

Segundo um relatório do Bank Of America Merrill Lynch, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa estão altamente expostos ao endividamento do grupo EBX. O documento também relata a exposição de instituições privadas, como Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, HSBC e BTG Pactual. Como a holding EBX não possui capital aberto (e, por isso, não divulga seus balanços) a estimativa de endividamento do grupo com os bancos ainda é parcial. Mas, mesmo assim, o montante impressiona: 13 bilhões de reais.

Segundo informações oficiais obtidas pela Bloomberg junto ao BNDES, o bilionário chegou ao ponto de utilizar sua fortuna pessoal como garantia para 2,3 bilhões de reais em empréstimos junto ao BNDES. No total, o banco disponibilizou 10,4 bilhões ao empresário desde 2007. Contudo, o valor, de fato, desembolsado pelo BNDES ainda não é público.


MPX - Não bastassem todos os problemas da OGX, o bilionário poderá perder o posto de presidente do conselho de administração de sua empresa de energia, a MPX. Segundo a coluna Primeiro Lugar, do site de EXAME, o novo acordo entre EBX e E.ON para o aumento de capital da MPX poderá destituir Eike do comando do conselho, caso todos os membros aprovem a decisão.


Fonte: VEJA

domingo, 26 de maio de 2013

SÃO JOÃO DA BARRA VIVE MOMENTO DE INCERTEZA

(Fotos: Ralph Braz)

Comerciantes e empresários apostaram — alto, em alguns casos — no Superporto do Açu e agora amargam um período de incertezas, puxado pela desaceleração das obras no complexo, que levaram a centenas de demissões na OSX e LLX, do Grupo EBX, e empresas terceirizadas. O clima se configura nas ruas de São João da Barra, Grussaí e Atafona, onde prédios novos e vazios ostentam placas de venda e aluguel. A maioria dos pequenos investidores, entretanto, ainda acredita que o ritmo será retoma-do e que o empreendimento entrará em operação.

Para o comerciante Nelson Souza, que fez um investimento de R$ 250 mil para reformar e ampliar sua pousada no litoral sanjoanense, o prejuízo já chegou a R$ 50 mil, com a rescisão de contrato de duas empresas que atuavam nas obras do Superporto.



— Os contratos com as firmas venciam em 2014, inclusive com o compromisso de indenização, caso o acordo fosse rompido. Já tínhamos a pousada há tempo, mas tivemos um custo alto para adaptar os alojamentos às exigências das empresas e, este ano, deixamos de atender ao público em geral para atender somente a essas firmas, que suspenderam os contratos mês passado. Como parte do pagamento da rescisão, as empresas deixaram alguns materiais, como camas e armários, que foram adquiridos por elas no início do contrato para reforçar, de imediato, a estrutura da pousada — contou Nelson.

Uma empresária de Goiânia também investiu no ramo de hotelaria em Grussaí, pensando no porto, e agora está com suas acomodações vazias, depois que a empresa que alugou seu espaço dispensou grande parte do seu quadro de funcionários. “Se não houver uma reviravolta na situação do Superporto, muita gente vai quebrar. Muitos comerciantes estão pessimistas, mas eu ainda acredito que a situação vai melhorar. Já era hora de o governo interceder, porque foi feito um investimento muito grande, não podem deixar como está”, disse a empresária, que preferiu não se identificar.


Apesar de admitir que as demissões deixaram as pessoas em São João da Barra inseguras, o vendedor Vítor Meireles também acredita que os investimentos voltarão a acontecer. “Foi feito um investimento muito grande, que gerou bastante renda para o nosso município. Agora, a situação está um pouco ruim, o movimento caiu bastante, mas fiquei sabendo que novas firmas virão para a cidade”, destacou.

Para alguns comerciantes, a situação chega a ser desespero. “Eu peguei um empréstimo no banco para incrementar meu restaurante e montar uma pousada, apostando tudo no Superporto. Já tive bons lucros, mas agora o movimento caiu muito e ainda não consegui quitar o empréstimo que peguei”, afirmou um empresário local.


Fonte: Folha da Manhã

quinta-feira, 16 de maio de 2013

OSX REDUZ RITMO DE OBRAS DE ESTALEIRO NO PORTO DO AÇU



O presidente da OSX – empresa do grupo EBX, de Eike Batista, Carlos Bellot, afirmou há pouco que as obras do estaleiro da companhia como um todo estão com ritmo reduzido atualmente, aguardando a reformulação do plano de negócios. O executivo evitou dar um prazo para a conclusão do novo plano e disse que será apresentado “em breve”.

“Iniciamos o ano no mesmo ritmo do ano passado, com as obras aceleradas. Em função dos primeiros sinais da nossa revisão do plano, a gente deu uma arrefecida nesse ritmo”, disse Bellot, durante apresentação dos resultados financeiros da companhia no primeiro trimestre.

Entretanto, o executivo frisou que a empresa está “muito concentrada” na realização de obras que estão diretamente ligadas à carteira existente. A empresa não quer atrasar as entregas previstas, como a da Petrobras. 

Segundo o executivo, 50% das obras previstas foram concluídas.

“A conclusão desse estudo, que deve ocorrer muito em breve, vai então nos indicar que partes do estaleiro continuam em um ritmo normal e que partes vão ser freadas em termos de construção”, disse Bellot.

O estaleiro, que tem atualmente 50% das obras realizadas, está em construção no porto do Açu, em São João da Barra, região Norte do Estado do Rio de Janeiro. 

Dentre as principais questões que estão sendo reavaliadas pela OSX para o futuro estão a necessidade de investimentos e de contratação de mão de obra. “A companhia tem trabalhado muito nesse novo plano de negócios”, destacou o presidente.


Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 8 de maio de 2013

OSX, CONFIRMA VENDA DE 40% DE CAMPO DE PETRÓLEO PARA À PETRONAS



A OGX, petroleira do conglomerado EBX, de Eike Batista, vendeu uma participação de 40% do Campo de Tubarão Martelo, localizado na Bacia de Campos, à Petronas, empresa produtora de petróleo e gás natural do governo da Malásia. A informação foi divulgada na noite da última terça-feira (7/5) em comunicado para Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O negócio foi fechado por US$ 850 milhões.

A empresa brasileira permanece como operadora nas concessões dos blocos BM-C-39 e BM-C-40. Além da participação, a Petronas também terá a opção de adquirir 5% do capital total da OGX a um preço de R$6,30 por ação de Eike Batista, acionista controlador petroleira.



No comunicado, a OGX informa que a parceria reforça a qualidade dos ativos e do potencial do Campo de Tubarão Martelo, que tem início de produção previsto para o final deste ano. "Com recursos recuperáveis superiores a 32 bilhões de barris e produção acima de 2 milhões de boe (barris de óleo equivalente) por dia, a Petronas adiciona a OGX sua expertise para continuar o desenvolvimento da produção de óleo nestas áreas".

A venda ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).



Fonte: Época Negócios

ACCIONA EXPLICA PARALISAÇÃO DE OBRAS NO PORTO AOS FUNCIONÁRIOS



Os funcionários da Acciona foram formalmente notificados sobre a paralisação das obras no estaleiro da OSX, no Superporto do Açu. Todos os trabalhadores de campo, como peões e técnicos, compareceram ao Estádio Ary de Oliveira e Souza (Goytacaz), em Campos, na manhã desta quarta-feira, 08.

Na portaria do estádio, o clima era de insegurança entre os trabalhadores. Um funcionário alegou que a forma com que a empresa conduziu a paralisação da obra é uma medida para evitar novos manifestos de funcionários, como aconteceu no mês de abril. A empresa tem colaboradores de diversas partes do Brasil e outros países.

Renê Soares trabalha na construção do estaleiro há três meses. Ele acredita que a condução desse processo de paralisação está sendo bem elaborado pela Acciona. Para Renê, o encontro com os funcionários é uma forma de conscientizar a todos sobre as possibilidades futuras. “A gente veio aqui em busca de informação. Precisamos saber se os funcionários vão ter uma luz no fim do túnel”.

Aos trabalhadores que compareçam ao estádio, a empresa notificou que ficarão em casa, recebendo todos os benefícios por tempo indeterminado. Comunicou ainda que acredita no restabelecimento dos serviços em breve, por isso optou por não dispensar nenhum funcionário.

Segunda-feira, 6, a Acciona suspendeu temporariamente os serviços firmados com a OSX. Trabalhadores da empresa espanhola, por iniciativa da própria Accciona, não retornam ao canteiro de obras desde terça-feira, 7. Mais de mil funcionários estão nessa situação.

"A Acciona informa que reuniu hoje (08/05) os colaboradores de mão de obra direta no projeto da OSX, com o objetivo de informá-los sobre a suspensão temporária das atividades e assegurar a manutenção do contrato de trabalho.

Em respeito aos seus colaboradores, a empresa presta os esclarecimentos necessários para tranquilizá-los neste momento.



A empresa se compromete a continuar a informá-los à medida que surjam novos fatos sobre a situação. 

A suspensão temporária do contrato somente se aplica na construção da Unidade de Construção Naval (UCN) e não no resto das obras de construção dos quebra-mares e cais na entrada do Porto do Açu, cujas obras se encontram em andamento normal, com o ritmo previsto e cronograma adiantado".

Através de nota à imprensa, a OSX Construção Naval S/A esclarece que segue negociando com a Acciona iniciativas pertinentes ao contrato de prestação de serviço vigente, conforme a adaptação do ritmo de implantação do estaleiro ao atual cenário do mercado no País. A expectativa da OSX é que ambas as partes definirão em conjunto os passos subsequentes, dentro dos objetivos comuns que as unem. A OSX reitera ainda que os ajustes que estão sendo realizados fazem parte de um processo de adequação à atual carteira de encomendas, devendo tal adequação abranger também serviços de apoio e serviços terceirizados. As obras do estaleiro seguem concentradas nas áreas e estruturas necessárias ao desenvolvimento dos projetos em carteira.



Fonte: SJB online

terça-feira, 7 de maio de 2013

AUMENTA CRISE NO PORTO DO AÇU: ACCIONA SUSPENDE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS



A empresa Acciona Infraestruturas informou, na manhã desta terça-feira (07/05), a suspensão temporária do contrato de prestação de serviços, firmado com a OSX Construções Navais S/A. 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e do Mobiliário do Estado do Rio de Janeiro (Sticoncimo-RJ), José Eulálio, a empresa estaria demitindo parte dos funcionários por conta da baixa nos serviços da OSX, que anunciou 80 demissões em abril e no início do mês voltou a anunciar um número, desta vez indefinido de dispensas. Para Eulálio, a movimentação da empresa de Eike estaria afetando não somente a Acciona, mas também suas quatro subcontratadas.

“Agora afetou a Acciona e as subcontratadas, quatro subcontratadas. Os demais canteiros que ela toma conta vão continuar, ela tem 2400 trabalhadores, desses, são 230 dispensados diretos e 1600 vão ficar em stand-by, recebendo. Os outros vão continuar trabalhando normalmente”, revelou Eulálio.

A assessoria da Acciona, no entanto, revelou através de e-mail que estaria verificando o número de funcionários que estariam em stand by, mas afirmou categoricamente que as 203, e não 230, demissões teriam ocorrido de maneira voluntária, não tendo nenhuma relação com a paralisação de atividades.



NOTA DA ACCIONA
Na data de ontem (06/05), a Acciona se viu na obrigação de comunicar a suspensão temporária do contrato de prestação de serviços firmado com a OSX Construção Naval SA, em consequência da redução substancial do escopo da obra, conforme comunicado pelo cliente.

A Acciona adotou essa medida de forma cautelar e provisória, com o objetivo de minimizar os impactos sobre seus empregados e fornecedores. Esta situação deverá às partes, dentro do marco contratual que os une e do princípio de boa fé, definir uma forma de continuidade do projeto.

ESCLARECIMENTOS AOS FUNCIONÁRIOS
A empresa notificou aos funcionários e convocou uma assembleia a ser realizada nesta quarta-feira (08/05), das 8h às12h, no campo do Goytacaz Futebol Clube, localizado à Rua dos Goytacazes, 331, no Centro.

O trabalhador deverá portar o crachá e documento de identidade (RG), para receber um boletim justificativo de assistência, necessário para que o pagamento seja realizado com normalidade.


Fonte: Ururau/ Portal OZK/ RH ASCCIONA/ SJBonline


segunda-feira, 6 de maio de 2013

VENTANIA SUSPENDE OBRAS NO PORTO DO AÇU



O blog foi informado há pouco que a empresa espanhola Acciona suspendeu os seus trabalhos no estaleiro e no Porto do Açu por conta dos fortes ventos e da chuva.

As primeiras informações chegadas ao blog davam conta que o problema seria o atraso no pagamento por trabalhos realizados. A Acciona tem hoje cerca de 2 mil trabalhadores no Açu.


Fonte: Blog do Roberto Moares

sexta-feira, 3 de maio de 2013

MAIS 150 FUNCIONÁRIOS DEMITIDOS NESTA SEXTA-FEIRA NO PORTO DO AÇU



Mais 150 funcionários da OSX, empresa do grupo EBX, responsável pela construção do Superporto do Açu, foram dispensados na manhã de hoje. A ARG e ICEC, empresas que prestam serviços ao grupo, também demitiram nas últimas semanas. Através de nota, a assessoria da OSX informou que os ajustes que estão sendo realizados no quadro de funcionários da companhia fazem parte de um processo de adequação da equipe à sua atual carteira de encomendas, que conta com unidades contratadas pela OGX, Petrobras, Sapura e Kingfish.

“Este processo visa uma adaptação ao atual cenário do mercado no País neste ano. Com um ajuste da equipe de colaboradores do estaleiro, é natural que serviços de apoio também sofram adequações, o mesmo ocorrendo com serviços terceirizados. As obras do estaleiro seguem concentradas nas áreas e estruturas necessárias ao desenvolvimento dos projetos em carteira”, dizia a nota.

Crise — O grupo EBX vem enfrentando uma crise com queda de ações na bolsa de São Paulo, divulgado há duas semanas, por conta de um artigo publicado pela coluna Holofote, da revista Veja, dando conta de que o complexo estaria enfrentando problemas na estrutura do projeto, o que foi negado pela assessoria da LLX e OSX, responsáveis pelo Superporto. O artigo motivou o Ministério Público Federal a iniciar uma análise para saber se abrirá algum procedimento para investigar a situação do complexo


Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 1 de maio de 2013

DEMISSÕES NO SUPER PORTO DO AÇU CONTINUAM




O Super Porto do Açu, investimento do empresário Eike Batista que é construído em São João da Barra, no Norte Fluminense, segue com demissões de vários funcionários. A informação foi passada ao G1 por dois trabalhadores de uma indústria que trabalham na construção do estaleiro e foi confirmada pela assessoria da OSX, empresa do grupo que é responsável pela obra.

Segundo informações passadas pelos funcionários, que não quiseram se identificar por medo de represálias, mais de 100 trabalhadores foram dispensados da obra do estaleiro. Além disso, a empresa terceirizada que cuida dessa área teria recebido uma ordem da OSX para demitir 60% dos 300 funcionários que trabalham atualmente no estaleiro.

A preocupação de quem presta serviços no Super Porto é ainda maior pelo prazo, já que segundo os próprios funcionários, mais uma remessa de trabalhadores seria desligada nesta quinta-feira (2).
Falaram que eles precisariam ter essas reduções porque o porto estaria passando por uma má fase"
Funcionário do Porto que não quis se identificar

“Tem muita gente que saiu de suas cidades e veio de longe pensando em ser uma boa proposta de serviço e isso não aconteceu. A chefia passou em vários setores e disse que ia ter corte no número de funcionários. Falaram que eles precisariam ter essas reduções porque o porto estaria passando por uma má fase. Se o funcionário tem problema de saúde, ele sofre com essa situação. Todo mundo ficou abalado, muitas pessoas saíram de longe e fizeram dívidas por aqui”, disse um funcionário que não se identificou.

Outro funcionário, que trabalha na mesma empresa terceirizada que constrói o estaleiro, comentou que o clima entre os trabalhadores é de muita apreensão.

“Tem vezes que a gente para o trabalho para pensar no que está acontecendo e o clima é de nervosismo e ansiedade. A gente está trabalhando, mas não consegue nem fazer as coisas direito. Ninguém chega abertamente para falar como está a situação, mas o que sei é que muita gente está sendo dispensada. Uma sala que tinha 49 engenheiros agora só tem 4”, contou outro funcionário.


Questionada sobre as supostas demissões que aconteceram no Porto do Açu e sobre os cortes que podem voltar a acontecer a partir desta quinta-feira (2), a OSX enviou uma nota sobre o assunto.

“A OSX esclarece que o desligamento de colaboradores faz parte de um processo de adequação da equipe da empresa à sua atual carteira de encomendas, que conta com unidades contratadas pela OGX, Petrobras, Sapura e Kingfish. Este processo visa uma adaptação ao atual cenário do mercado no país neste ano. Com um ajuste da equipe de colaboradores do estaleiro, é natural que serviços de apoio também sofram adequações, o mesmo ocorrendo com serviços terceirizados. As obras do estaleiro seguem concentradas nas áreas e estruturas necessárias ao desenvolvimento dos projetos em carteira”, disse a íntegra da nota.

Sobre uma suposta crise financeira, a OSX não comentou.


Fonte: G1