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quinta-feira, 6 de junho de 2013

PORTO DO AÇU: ICEC ENGENHARIA CONFIRMA 1.200 DEMISSÕES

(Foto: FAETEC)

A Icec Engenharia, empresa paulista especialista em montagens industriais, confirmou a demissão de 1.200 funcionários que atuavam na construção de galpões no estaleiro da OSX, no Superporto do Açu.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o processo de demissões começou no dia 17 de maio. Funcionários demitidos, que preferiram não ser identificados, contam que mais de 500 pessoas foram demitidas somente nos últimos dias.

A assessoria de imprensa da Icec divulgou nota sobre o assunto. Leia na íntegra:

A OSX e a ICEC/CMI concluíram as obras da primeira etapa de edificação de estruturas metálicas no estaleiro do Açu, atividade então sob responsabilidade da ICEC/CMI. Outras etapas previstas no contrato entre as empresas foram renegociadas em comum acordo, devido ao faseamento da implantação do estaleiro anunciado pela OSX em 17 de maio. Desta forma, a ICEC/CMI realizará as readequações necessárias para atender suas atividades remanescentes nesta primeira fase do empreendimento.



Fonte: SJB online

terça-feira, 4 de junho de 2013

PORTO DO AÇU: EBX EXTINGUE DIRETORIA DE SUSTENTABILIDADE E DEMITE MAIS DE 50



O grupo EBX, de Eike Batista, extinguiu a sua diretoria de sustentabilidade, criada em 2010. O diretor da área, Paulo Monteiro, deixou o cargo e irá atuar como consultor da empresa.

Procurada, a holding não quis comentar a informação. Segundo o "Valor", mais de 50 funcionários foram demitidos.

Em 2010, a MPX, empresa de energia de Eike, divulgou comunicado ao mercado informando que a criação da diretoria "aprimorava as práticas de sustentabilidade do grupo" e anunciando a criação do Conselho Ambiental e Social.

Na época, Monteiro acumulava o cargo de diretor de novos negócios e meio ambiente da MPX.

O conselho, que foi originalmente instituído pela MPX, foi transferido para a EBX. O motivo seria ampliar o seu escopo de atuação, "passando a abranger todas as empresas do grupo".

Entre as atribuições da diretoria estavam a elaboração e execução do plano de sustentabilidade do grupo.

Outra companhia do grupo, a OSX (estaleiros), demitiu cerca de 300 funcionários desde abril, em um processo de readequação de suas atividades, de acordo com a assessoria de imprensa da empresa.


Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 28 de maio de 2013

NO PORTO DO AÇU, 252 AUTOS DE INFRAÇÃO SÃO EMITIDOS PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO



A fiscalização no empreendimento envolveu uma força-tarefa de Brasília, Rio e Campos dos Goytacazes

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) multou 25 empresas que atuam na construção do Porto do Açu, empreendimento da LLX no norte fluminense.

Foram registrados 252 autos de infração em decorrência de irregularidades detectadas em operação encerrada na última sexta-feira. A fiscalização no empreendimento do grupo EBX, de Eike Batista, envolveu uma força-tarefa de Brasília, Rio e Campos dos Goytacazes e levou duas semanas.

A falta mais grave foi detectada no transporte de blocos de concreto que servirão como base para o quebra-mar do Açu. Moldada em alto-mar, a estrutura deveria ser removida até o porto por um rebocador.

A remoção, entretanto, estava sendo feita por uma espécie de retroescavadeira e pondo em risco a segurança de 40 trabalhadores envolvidos. A obra ficará parada até que sejam cumpridas as exigências de segurança do Ministério, informou o gerente regional do MTE em Campos dos Goytacazes, José Pessanha.

Os autos de infração, que resultam em multas às empresas responsáveis, punem irregularidades como a falta de equipamentos adequados de segurança do trabalho, contratação de operários sem exame admissional, excesso de horas trabalhadas, más condições sanitárias dos alojamentos e até atrasos no pagamento de salários.

O valor total das multas não foi divulgado. As empresas autuadas têm até o dia 3 de junho para recorrer.

A LLX informou em nota que considera a vistoria do Ministério do Trabalho no Porto do Açu uma ação rotineira em grandes empreendimentos de infraestrutura. A empresa afirma que cumpre a legislação trabalhista e exige o mesmo de seus parceiros. Sobre a interdição nas obras do quebra-mar, a LLX diz que já tomou as providências cabíveis.

A empresa destaca que “a interdição é pontual, em uma única tarefa, e que não interfere no cronograma de obras do empreendimento, que tem início de operação previsto para este ano”.



Fonte: Campos24horas

domingo, 26 de maio de 2013

SÃO JOÃO DA BARRA VIVE MOMENTO DE INCERTEZA

(Fotos: Ralph Braz)

Comerciantes e empresários apostaram — alto, em alguns casos — no Superporto do Açu e agora amargam um período de incertezas, puxado pela desaceleração das obras no complexo, que levaram a centenas de demissões na OSX e LLX, do Grupo EBX, e empresas terceirizadas. O clima se configura nas ruas de São João da Barra, Grussaí e Atafona, onde prédios novos e vazios ostentam placas de venda e aluguel. A maioria dos pequenos investidores, entretanto, ainda acredita que o ritmo será retoma-do e que o empreendimento entrará em operação.

Para o comerciante Nelson Souza, que fez um investimento de R$ 250 mil para reformar e ampliar sua pousada no litoral sanjoanense, o prejuízo já chegou a R$ 50 mil, com a rescisão de contrato de duas empresas que atuavam nas obras do Superporto.



— Os contratos com as firmas venciam em 2014, inclusive com o compromisso de indenização, caso o acordo fosse rompido. Já tínhamos a pousada há tempo, mas tivemos um custo alto para adaptar os alojamentos às exigências das empresas e, este ano, deixamos de atender ao público em geral para atender somente a essas firmas, que suspenderam os contratos mês passado. Como parte do pagamento da rescisão, as empresas deixaram alguns materiais, como camas e armários, que foram adquiridos por elas no início do contrato para reforçar, de imediato, a estrutura da pousada — contou Nelson.

Uma empresária de Goiânia também investiu no ramo de hotelaria em Grussaí, pensando no porto, e agora está com suas acomodações vazias, depois que a empresa que alugou seu espaço dispensou grande parte do seu quadro de funcionários. “Se não houver uma reviravolta na situação do Superporto, muita gente vai quebrar. Muitos comerciantes estão pessimistas, mas eu ainda acredito que a situação vai melhorar. Já era hora de o governo interceder, porque foi feito um investimento muito grande, não podem deixar como está”, disse a empresária, que preferiu não se identificar.


Apesar de admitir que as demissões deixaram as pessoas em São João da Barra inseguras, o vendedor Vítor Meireles também acredita que os investimentos voltarão a acontecer. “Foi feito um investimento muito grande, que gerou bastante renda para o nosso município. Agora, a situação está um pouco ruim, o movimento caiu bastante, mas fiquei sabendo que novas firmas virão para a cidade”, destacou.

Para alguns comerciantes, a situação chega a ser desespero. “Eu peguei um empréstimo no banco para incrementar meu restaurante e montar uma pousada, apostando tudo no Superporto. Já tive bons lucros, mas agora o movimento caiu muito e ainda não consegui quitar o empréstimo que peguei”, afirmou um empresário local.


Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 22 de maio de 2013

PORTO DO AÇU: OSX DEMITE 170 FUNCIONÁRIOS DO ESTALERIO


(Foto: Todd Baxter/CNN)

A OSX, empresa do grupo EBX, de Eike Batista, informou que no início da semana houve desligamento de cerca de 170 funcionários alocados no projeto de construção do estaleiro em construção no porto do Açu.

A empresa diz em nota, nesta quarta-feira (22), que "os ajustes realizados no quadro de funcionários fazem parte de um processo de adequação da equipe ao novo ritmo de implantação do estaleiro, conforme anunciado na última sexta-feira (17/05), tendo em vista a atual carteira de encomendas da companhia e o cenário do mercado no país".

A OSX aponta ainda que, com a redução da equipe de colaboradores do estaleiro, "é natural que serviços de apoio e terceirizados também passem por adequações".

As demisssões se somam a outras 160, ocorridas metade em março e metade em abril, de um quadro de cerca de 600 trabalhadores.

Ritmo reduzido
Na semana passada, o presidente da OSX, Carlos Bellot, afirmou que as obras do estaleiro da companhia como um todo têm ritmo reduzido atualmente, aguardando a reformulação do plano de negócios, segundo o Valor Online.

Segundo o executivo, 50% das obras previstas foram concluídas.

O estaleiro está em construção no porto do Açu, em São João da Barra, região Norte do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: G1

sábado, 18 de maio de 2013

LLX FECHA ESCRITÓRIO EM SÃO JOÃO DA BARRA



O blog do Roberto Moraes teve a informação sobre o fechamento do escritório da LLX, na sede do município de São João da Barra. O escritório funciona desde 2008, na rua São Benedito, perpendicular à Thomaz de Aquino, no centro de São João da Barra.

O blog considera este um símbolo importante para o município de São João da Barra, sede do empreendimento do Complexo do Açu.

Por considerar que esta informação tem desdobramentos importantes, tanto sob o ponto de vista político (e simbólico) quanto político e econômico, o blog fez questão de entrou em contato ontem com a Assessoria de Imprensa da LLX para confirmar a informação.

Na noite de ontem, sexta-feira (17/05) recebeu a resposta:

"Roberto, tudo bem?Conforme falamos ao telefone, o escritório da LLX em São João da Barra não está fechado porém o planejamento é de mudança de todas as equipes para o empreendimento.
Qualquer duvida estou a disposição.
Sds."
A informação oficial da LLX confirma então o fechamento do escritório na sede do município, embora, negue que o fato tenha relação com a reestruturação o grupo EBX, como forte repercussão, especialmente, na OSX. Assim, a LLX confirma o fechamento, como decisão de um planejamento anterior, que prevê a concentração das atividades nas instalações junto ao Porto do Açu, na localidade do mesmo nome.

A fonte do blog informou ainda que muitos trabalhadores da LLX que atuavam no escritório, na sede do município em SJB, já tinham sido transferidos para a área administrativa do Porto do Açu. Isto foi confirmado pela Assessoria de Imprensa que disse que o encerramento das atividades do escritório na sede em SJB deve levar um tempo um pouco superior a trinta dias, mas efetivamente acontecerá.

O fato pode não estar relacionado à crise e aos cortes de despesas do grupo, com orientação do Banco BTG Pactual, mas, efetivamente representa, um esvaziamento das intenções do município, em relação ao empreendimento no antigo 5º Distrito.

É um fato mais que simbólico a ser considerado em todo este processo de implantação do Complexo do Açu. Continuemos acompanhando.


Fonte: Blog do Roberto Moraes

quinta-feira, 16 de maio de 2013

OSX REDUZ RITMO DE OBRAS DE ESTALEIRO NO PORTO DO AÇU



O presidente da OSX – empresa do grupo EBX, de Eike Batista, Carlos Bellot, afirmou há pouco que as obras do estaleiro da companhia como um todo estão com ritmo reduzido atualmente, aguardando a reformulação do plano de negócios. O executivo evitou dar um prazo para a conclusão do novo plano e disse que será apresentado “em breve”.

“Iniciamos o ano no mesmo ritmo do ano passado, com as obras aceleradas. Em função dos primeiros sinais da nossa revisão do plano, a gente deu uma arrefecida nesse ritmo”, disse Bellot, durante apresentação dos resultados financeiros da companhia no primeiro trimestre.

Entretanto, o executivo frisou que a empresa está “muito concentrada” na realização de obras que estão diretamente ligadas à carteira existente. A empresa não quer atrasar as entregas previstas, como a da Petrobras. 

Segundo o executivo, 50% das obras previstas foram concluídas.

“A conclusão desse estudo, que deve ocorrer muito em breve, vai então nos indicar que partes do estaleiro continuam em um ritmo normal e que partes vão ser freadas em termos de construção”, disse Bellot.

O estaleiro, que tem atualmente 50% das obras realizadas, está em construção no porto do Açu, em São João da Barra, região Norte do Estado do Rio de Janeiro. 

Dentre as principais questões que estão sendo reavaliadas pela OSX para o futuro estão a necessidade de investimentos e de contratação de mão de obra. “A companhia tem trabalhado muito nesse novo plano de negócios”, destacou o presidente.


Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 3 de maio de 2013

MAIS 150 FUNCIONÁRIOS DEMITIDOS NESTA SEXTA-FEIRA NO PORTO DO AÇU



Mais 150 funcionários da OSX, empresa do grupo EBX, responsável pela construção do Superporto do Açu, foram dispensados na manhã de hoje. A ARG e ICEC, empresas que prestam serviços ao grupo, também demitiram nas últimas semanas. Através de nota, a assessoria da OSX informou que os ajustes que estão sendo realizados no quadro de funcionários da companhia fazem parte de um processo de adequação da equipe à sua atual carteira de encomendas, que conta com unidades contratadas pela OGX, Petrobras, Sapura e Kingfish.

“Este processo visa uma adaptação ao atual cenário do mercado no País neste ano. Com um ajuste da equipe de colaboradores do estaleiro, é natural que serviços de apoio também sofram adequações, o mesmo ocorrendo com serviços terceirizados. As obras do estaleiro seguem concentradas nas áreas e estruturas necessárias ao desenvolvimento dos projetos em carteira”, dizia a nota.

Crise — O grupo EBX vem enfrentando uma crise com queda de ações na bolsa de São Paulo, divulgado há duas semanas, por conta de um artigo publicado pela coluna Holofote, da revista Veja, dando conta de que o complexo estaria enfrentando problemas na estrutura do projeto, o que foi negado pela assessoria da LLX e OSX, responsáveis pelo Superporto. O artigo motivou o Ministério Público Federal a iniciar uma análise para saber se abrirá algum procedimento para investigar a situação do complexo


Fonte: Folha da Manhã