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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Maré baixa em Atafona, mas ressaca deixa Defesa Civil em alerta

(Foto: Defesa Civil)
A maré baixou nesta terça-feira (20/09) na região de Atafona, em São João da Barra, no Norte Fluminense, e a situação no litoral está voltando à normalidade, segundo informou o coordenador de Defesa Civil Municipal, Felício Valiengo. De acordo com ele, as operações na área se encerram nesta quarta-feira (21/09).

No último fim de semana – sábado (17/09) e domingo (18/09) e nesta segunda-feira (19/09), a maré alta causou transtornos no Pontal de Atafona. O fenômeno chegou a atingir 1,70 metros acima do nível do mar, atingindo duas ruas. Das cerca de 50 famílias que vivem no local, pelo menos 30 foram afetadas e precisou levantar os móveis dentro das casas para evitar perdas.

Nesta terça-feira (20/09) à tarde, uma frente fria com vento de predominância de sul para norte, com rajada de 35 km aproximadamente, chegou à região. Por conta disso, segundo o coordenador, a Marinha do Brasil orientou para que o órgão fique atento quanto à previsão de ressaca nos próximos dois dias.

“Mesmo com a redução do nível da maré, nós permanecemos em estado de alerta mais acentuado para aquela região (Atafona), em função até de uma ressaca que está prevista na região a partir de amanhã (quarta-feira). Não houve necessidade de remover ninguém de suas residências. Houve mais transtornos do que propriamente danos”, informou Felício.

FENÔMENO
A elevação do nível da água do mar em Atafona foi causada por um fenômeno chamado “maré de sizígia”, que acontece quando a correnteza recebe influências do sol e da lua em atuação conjunta, causando as já conhecidas “super-marés”. Segundo Felício, maré de sizígia ocorre duas vezes por ano — normalmente nas transições entre verão e outono e entre o inverno e a primavera —, e como o Pontal é uma região que fica no nível do mar, vive o reflexo do fenômeno também duas vezes no ano. O anterior foi entre março e abril deste ano.







Fonte: Ururau

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Mar começa a recuar no pontal de Atafona


O transtorno causado pela maré alta em São João da Barra levou uma empresa de limpeza pública ao Pontal de Atafona para começar o bombeamento da água acumulada. Na manhã desta segunda (19), uma equipe da Defesa Civil realizou o escoamento da água de volta para o mar. A vala criada atingiu o objetivo previsto, mas a ação ocorrida nesta manhã foi necessária para retirar o acúmulo restante. Uma equipe de controle de Zoonose já está fazendo a detetização da área para controlar tanto os mosquitos quanto as larvas. Antes da chegada da equipe, moradores fizeram uma mobilização para começar a limpeza.

Segundo o coordenador da Defesa Civil do município, Felício Valiengo, a maré da madrugada desse domingo foi mais forte que a desse sábado, fazendo com que o nível da água passasse de 30 cm para 35 cm.

– Como se trata de uma região muito plana, essa variação, apesar de pequena, causou danos um pouco maiores, mas não houve a necessidade de retirada de moradores do local –, disse.

O estado de alerta permanece até esta terça-feira (20) devido ao ciclone extratropical, fenômeno ocorrido que levou o mar a subir em diversos pontos do país. Na costa do estado do Rio de Janeiro, os efeitos começaram a ser sentidos entre a madrugada e a manhã do dia 16 de setembro.

Pior – A maré da madrugada desse domingo foi mais forte que a desse sábado, fazendo com que o nível da água passasse de 30 cm para 35 cm.








Fonte: Folha da Manhã

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Pontal de Atafona ainda em atenção por avanço das águas

(Foto: Divulgação | Defesa Civil)
O avanço do mar em duas ruas no Pontal de Atafona, em São João da Barra, ainda deixa os moradores de cerca de 20 casas em estado de atenção. Segundo o coordenador da Defesa Civil do município, Felício Valiengo, a maré da madrugada deste domingo foi mais forte que a desse sábado, fazendo com que o nível da água passasse de 30 cm para 35 cm. “Como se trata de uma região muito plana, essa variação, apesar de pequena causou danos um pouco maiores, mas não houve a necessidade de retirada de moradores do local”. A maré da tarde deste domingo já foi mais fraca e a expectativa é que a situação comece a normalizar. O estado de atenção deve ser mantido até a próxima terça-feira (20).

A situação do local, que fica no encontro do rio Paraíba do Sul com o mar, começou a ser monitorada na última quinta-feira (15), mas foi na madrugada desse sábado que ficou mais crítica. Na manhã de ontem, uma equipe da Defesa Civil e da secretaria de Meio Ambiente realizou uma intervenção no local para tentar realizar o escoamento da água represada de volta par o mar. A ação foi repetida na manhã desse domingo.

Causa – Um ciclone extratropical provocou ventos fortes sobre o oceano a partir da noite da última segunda-feira (12) e contribui para a elevação do mar em todo país. Na costa do estado do Rio de Janeiro, os efeitos começaram a ser sentidos entre a madrugada e a manhã do dia 16 de setembro.






domingo, 18 de setembro de 2016

Mar avança sobre Pontal em Atafona e alaga ruas

(Foto: Camila Silva)
Duas ruas do Pontal em São João da Barra amanheceram alagadas devido ao avanço da maré em Atafona. Segundo o coordenador da Defesa Civil do município, Felício Valiengo, o nível da água chegou a 30 cm e entrou em algumas casas, mas não houve a necessidade de retirada de moradores do local.

Na manhã deste sábado, uma equipe da prefeitura esteve no local para diminuir os estragos. “Estamos em um período de maré alta. Como as ruas estão no mesmo nível do mar, a elevação é logo sentida. A partir de amanhã o nível deve começar a diminuir. Hoje foi realizada uma intervenção. Com a construção de uma vala, estamos drenando a água de volta para o mar”, relatou Felício.

(Foto: Alanir Loureiro)
Moradores da Baixada, em Atafona, passaram uma madrugada de olhos bem abertos e muito preocupados. A variação da maré aliada à chegada de uma frente fria na região, causou grandes pontos de alagamentos próximo ao Pontal. A combinação de fatores gerou, também, avanço do mar na foz do Paraíba destruindo materiais das residências.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de São João da Barra, Felício Valiengo, o monitoramento da área iniciou na última quinta-feira, 15 e continuará até terça-feira, 20, pois há possibilidade de maré nos próximos dias.

– Por volta das 3h da manhã a maré começou a encher e inundou as duas ruas da comunidade com cerca de 30 centímetros. Não houve necessidade de retirada dos moradores do local. Houve um ciclone no nosso litoral nessa semana e essa ondulação demora de dois a três dias para chegar a costa. No Açu não houve nenhuma solicitação -, destacou.

Felício acrescentou, ainda, que essa maré, que é um acréscimo do voluma d’água, tem mais força na foz que fica localizada no Pontal.

– A intervenção foi feita com uma abertura de uma vala para drenagem da água que ficou represada. Uma retroescavadeira foi utilizada na ação -, concluiu.

Segundo informações da moradora Ketlien Ferreira, as águas molharam todos os pertences da minha prima.

– Estamos apavorados, pois não esperávamos que fosse alagar tudo. A rua Beira Rio Pontal ficou completamente alagada. Acredita que dessa vez o mar veio com mais força -, disse.

Maré de sizígia

De acordo com informações no Wikipédia, a sizígiaem oceanografia e em astronomia, são as marés que ocorrem nas luas nova e cheia, quando os efeitos lunares e solares atuando em conjunto, reforçam uns aos outros, produzindo as maiores marés altas e as menores marés baixas.

Ao efeito da variação das fases da Lua junta-se a rotação da Terra: durante os equinócios (em março e setembro), o Sol está mais próximo da Terra, o que reforça o seu efeito de atração, pelo que as marés altas são maiores e as baixas menores nesses momentos do ano.

A destruição 

Segundo especialistas, o que acontece é um fenômeno de transgressão do mar, que nos últimos 35 anos avançou três metros a cada 12 meses. A cada ano o mar avança cerca de três metros.

Através de uma pesquisa, 15 ruas e cerca de 500 casas já foram engolidas pelo mar. Em apenas um ano, a violência do mar sumiu com uma área do tamanho de três campos de futebol.

No início dos anos 70, magníficos casarões foram sendo construídos, sendo o primeiro, da Indústria de Bebidas do empresário Hugo Aquino, na rua Capitão Nelson Pereira e assim as águas do mar vieram invadindo trechos da praia mais próximos à foz do rio, destruindo tudo que estava a sua frente.

Atafona aguarda projeto de recuperação

Se os moradores do Açu sofrem com o avanço do mar, os de Atafona já vivem com essa realidade há décadas. No ano passado, na Superintendência do Patrimônio da União (SPU/RJ), órgão ligado ao Ministério do Planejamento, o prefeito de São João da Barra José Amaro de Souza, Neco, protocolou o Projeto de Engenharia para recuperação da orla de Atafona, requerendo a licença ambiental — com a cessão da faixa de areia e espelho d’água — para execução do anteprojeto elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH).

Neco também esteve em Brasília, onde conversou com políticos da região em busca de recurso para o projeto.

Além do avanço do mar, Atafona sofre com o assoreamento na foz do Paraíba, que prejudica a principal atividade econômica da praia, a pesca.







Fonte: Folha da Manhã  | Parahybano 

terça-feira, 16 de junho de 2015

BANHISTAS IGNORAM RISCOS EM ATAFONA, SJB

(Foto: Ralph Braz)
Após décadas de erosão costeira em Atafona, São João da Barra, os banhos de mar foram retomados no trecho entre as ruas Ernani Alves e Nossa Senhora da Penha, mas sem autorização da Defesa Civil. O fenômeno era comum nos anos 40-50, quando os visitantes chegavam de trem para passar o dia na praia, depois de trocar de roupas na antiga Pensão Ivan. Hoje, o local volta a ser frequentado — o banho está proibido devido aos restos das construções destruídas pelas sucessivas ressacas, e a Defesa Civil promete sinalizar o local com placas informativas até sexta-feira — nos fins de semana e feriados por sanjoanenses e campistas, porém sem as inovações das capitais mostradas na areia nos anos 60-70, quando a orla marítima ficava repleta de vendedores ambulantes de picolé, refrigerantes, coco gelado, salgadinhos e doces, além de aulas de ioga, leitura de jornais e revistas, jogos de peteca e frescobol.


Hoje, no entanto, o cooper e as partidas de futebol permanecem em alguns pontos, mas o esporte aquático predominante são o surf e o katesurf (desporto que utiliza uma pipa comumente chamada pelos praticantes de kite e uma prancha de surf). Os passeios de barco, a construção de “piscinas” e castelos de areia desapareceram.

Frequentadora da praia desde criança, Renata Rocha observou que uma de suas brincadeiras, a catação de conchas, também desapareceu com o passar do tempo e as transformações na orla.

— Ia com minha tia, e sempre aproveitava para brincar na areia com minha irmã Rosana e meus primos. Hoje, não vejo mais conchas na orla. Também muita coisa mudou, e os grupos de amigos para bate-papos e jogos na areia antes do banho não existem mais. Era muito bom aquele tempo, que com certeza não voltará jamais — ressaltou.

Nos anos 80, a prefeitura em parceria com a iniciativa privada passou a realizar diversos shows musicais aos domingos, na beira-mar. Eram realizados nas imediações da antiga caixa D’Água, onde a faixa de areia era maior. “Participei de todos, e era muito bom. Todos os domingos tinha uma atração que levava todo mundo para lá. Fiz novas amizades, e sempre nos lembramos como começou a nossa amizade”, contou.

Já o banhista Rafael Coutinho, desconhece a proibição do banho na área, mas concorda quando outros amigos lembram do perigo oferecido pelas casas, que foram levadas pela água. “Os riscos são enormes, porque pode ter muito vergalhão escondido na areia e no mar”, disse.

O coordenador da Defesa Civil de São João da Barra, Adriano Assis, lembra que o trabalho de monitoramento no local, que compreende também o trecho Grussaí-Pontal de Atafona, é feito diariamente e que a retirada de placas informativas com a proibição é ação praticada por vândalos.







Fonte: Folha da Manhã

segunda-feira, 16 de março de 2015

COMISSÃO APARTIDÁRIA EM DEFESA DE ATAFONA, COBRA AUDIÊNCIA PÚBLICA DE NECO

(Fotos Ralph Braz)
SENHOR PREFEITO DE SÃO JOÃO DA BARRA.
"Fui" ao sítio da Prefeitura e ali não encontrei espaço para o "recado" que pretendo lhe passar.

Lá, no site da Prefeitura, só há espaços para louvações, o que não é o caso atual...

Dependendo das circunstâncias a ocorrer - AINDA...

É que a gente ficou sabendo que V. Exa. esteve em BRASÍLIA, cuidando dos mais elevados interesses de seu município, nossa casa também...

E, dentre os assuntos da pauta, ouvi dizer que foi incluído o problema de ATAFONA E SEU ENFRENTAMENTO, LOGO...

ALIÁS, COMO, NO MEIO DO ANO PASSADO, FOI TROMBETEADO PELA IMPRENSA DE CAMPOS, A PONTO DE SER ASSEGURADO QUE EM FEVEREIRO DO ANO EM CURSO (FEVEREIRO PASSOU, NÉ?) JÁ TERÍAMOS UMA FAIXA DE AREIA RECUPERADA EM ATAFONA...

COMO É DO CONHECIMENTO DE TODOS, FORMAMOS UMA COMISSÃO DE GENTE QUE CURTE ATAFONA...


EXATAMENTE PARA CUIDAR DAS POSSIBILIDADES E DAS PROBABILIDADES DE RECUPERAÇÃO DE NOSSO CANTO PREDILETO...

ESSA COMISSÃO TEM NECESSARIAMENTE O CARÁTER APARTIDÁRIO, NÃO SE LIGA A GRUPOS POLÍTICOS DE ESPÉCIE ALGUMA, SE BEM QUE ENTENDAMOS TODOS QUE O ESTUÁRIO ONDE CHEGAM OS RECLAMOS DA SOCIEDADE, SEJA NATURALMENTE O AMBIENTE POLÍTICO...

SABEMOS TODOS QUE É PLENAMENTE POSSÍVEL QUE OS CARTÕES POSTAIS DE SÃO JOÃO DA BARRA DEIXEM DE OSTENTAR AS RUINAS ATAFONENSES, PARA PASSAR A RETRATAR A REDENÇÃO DA ORLA E DOS SENTIMENTOS, LEMBRANÇAS, SONHOS - DE TODA UMA GENTE QUE SOMENTE AMA ...


ESPERO QUE V. EXA. LEIA ESSE DESPRETENSIOSO RECADO...

QUE, ESPERO E ROGO - NÃO SEJA LIDO E "INTERPRETADO" POR ALGUM AUXILIAR...

COMO ESPERO E ESPERAMOS TODOS OS DA COMISSÃO, OS QUE NÃO SÃO AINDA E OS QUE ESTÃO TORCENDO - QUE V. EXA. VENHA A PÚBLICO EXPLANAR O QUE PÔDE E PODE SER FEITO.

E DISCUTIR...

SUGERE-SE UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA, NA PREFEITURA, PARA A QUAL OS PODERES CONSTITUÍDOS DEVEM SER CONVOCADOS...

QUE TAL SENHOR PREFEITO ?

AH...POR FAVOR...A GENTE IMPLORA - NÃO SE VEJA NO MOVIMENTO QUALQUER EIVA DE CONSPIRAÇÃO CONTRA O GOVERNO DE V. EXA. NEM CONTRA SÃO JOÃO DA BARRA.

OS SENTIMENTOS DA GENTE QUE AMA ATAFONA AGRADECEM!



GERALDO MACHADO




Fonte: Blog Pense diferente


sexta-feira, 6 de março de 2015

GRUPO SE UNE PARA DISCUTIR SOLUÇÕES PARA PROBLEMAS AMBIENTAIS EM ATAFONA

(Foto: Ralph  Braz)
Um grupo de apaixonados por Atafona, como eles mesmo se definem, estará reunido amanhã, sábado, para discutir possíveis soluções para os problemas ambientais na praia. Será às 15h, no Balneário.


O advogado Geraldo Machado explica que o grupo quer passar das “meras evocações, dos reclamos, dos suspiros – PARA A PRÁTICA DE ALGUMA COISA CONCRETA – o que é perfeitamente possível – para sanar ou estancar o dano ambiental (dano ambiental que prejudica pessoas, isso que interessa)…”. E lembra do especialista que esteve no balneário ano passado, mostrando que a construção do quebra-mar era viável: “No Espírito Santo, o GOVERNO ESTADUAL fez a obra do QUEBRA MAR em MARATAIZES e em CONCEIÇÃO DA BARRA, com pleno sucesso”

Geraldo Machado faz questão de frisar que o encontro não tem nenhum cunho político, partidário ou eleitoral.

Sábado(07/03), às 15h no Balneário de Atafona.
Plano B: Se chover iremos nos reunir no antigo Peixe na Rede.Sugestões e ações ,levem por escrito. Por quê? Vai ser criada uma comissão apartidária sem fins lucrativos.




Fonte: Blog Pense diferente

sábado, 28 de fevereiro de 2015

PRÉDIO QUE ESTÁ SENDO LEVADO PELO MAR VIRA ATRAÇÃO EM ATAFONA

(Fotos: Ralph Braz)
Depois que mais prédio começou a ser levado pela força do mar, o prédio se tornou a mais nova atração de turistas, moradores e curiosos, uma verdadeira peregrinação No local se vê um grande número de pessoas que buscam guardar um registro do prédio sendo levado pela força do mar. Até mesmo selfies são vistas a todo o momento sendo feitas com o prédio ao fundo.


O prédio caiu na quarta-feira (18/02), parte de uma casa, que era habitada pelo falecido jornalista Hervé Salgado, caiu no local. “Era uma das residências mais antigas de Atafona. Há seis anos o mar levou a casa principal situada naquele terreno. O que restou foi um anexo dela, que é esse sobrado. Ele já estava inabitado e acabou de ser derrubado hoje (quarta) pelas forças da natureza. O imóvel fica localizado em uma rua emblemática, conhecida como rua dos Aquinos, onde muitas famílias se reuniam. A via era fechada para a realização de festas, muitas coisas boas já aconteceram naquela região. Em três anos já é a terceira casa que é derrubada na rua. O que fica é a dor da perda”, disse a jornalista Sílvia Salgado. “Ninguém vai fazer nada pela cidade? Desse jeito Atafona vai desaparecer”, concluiu.


 O fato também foi comentado na rede social facebook. “É o último suspiro de uma casa que proporcionou grandes alegrias e foi palco de muitas confraternizações, Réveillons e carnavais”, relatou outra jornalista.


Segundo o coordenador da Defesa Civil de São João da Barra, Adriano Martins Assis, o mar avançou cerca de cinco metros no local. “Uma casa caiu com o avanço do mar em Atafona, mas os moradores já haviam sido retirados do local. A área está sendo interditada. Em outro local, pescadores estavam em uma casa que já estava fechada, mas já haviam saído antes do avanço. Em locais de situação de risco, a Defesa Civil isola a área e coloca placas informando da interdição do local”, disse.






Fonte: Folha da Manhã | Blog Pense diferente

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

AVANÇO DO MAR JÁ DESTRUIU 15 RUAS EM ATAFONA, EM SÃO JOÃO DA BARRA

(Foto: Ralph Braz)
O avanço do mar no litoral de São João da Barra, no Norte Fluminense, acontece de forma rápida e já destruiu muitas construções nos distritos de Açu e Atafona. Um morador da cidade fez da garagem da casa dele um museu com fotos que mostram a história dessa região que pode estar desaparecendo.

Há mais de 40 anos, os moradores de Atafona, região Norte Fluminense, só usam o verbo no passado. O lugar está desaparecendo do mapa O aposentado Jair Vieira acompanha de perto o avanço do mar e lembra desde quando essa história começou. Atafona fica no final do rio Paraíba do Sul, em São João. Após um desvio da água feito há anos, o rio perdeu força pra enfrentar o mar. E tem outra explicação além dessa. Segundo o ambientalista Aristides Sofiati, muitas barragens foram construídas ao longo do rio, o que também pode ter influenciado a situação.

A erosão costeira vem redesenhando a paisagem desde a década de 60. São cerca 3 metros a menos de faixa de areia a cada ano. Uma imagem de 1968, mostra quando ainda existia um local chamado Pontal, completamente povoado. De lá pra cá, 15 ruas e 500 casas foram engolidas pela água. Muitas mansões viraram ruínas em pouco tempo. Atafona perdeu, inclusive, seu prédio mais alto: um hotel de quase 15 metros que nunca chegou a ser inaugurado. Atualmente, não passa de entulho.


Junto com os prédios e casas, a história de Atafona vai indo embora sem que as novas gerações conheçam a importância desse lugar. O clube, que recebia festas luxuosas e bailes de carnaval no final dos anos 50, fechou há 10 anos. Ninguém sabe quanto tempo vai demorar para o mar chegar até o local.

Os moradores aprenderam a conviver com a incerteza. Especialistas dizem que o fenômeno é normal. As dunas são uma barreira criada pelo próprio mar pra que ele não avance tanto. Seguindo pelo litoral, é possível chegar à praia do Açu. A areia também tem sido um problema no local. As imagens de satélite mostram o encolhimento da praia. Em um ano, a violência do mar sumiu com uma área do tamanho de 3 campos de futebol.




Fonte: G1

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

MAR AVANÇA EM ATAFONA E MORADORES FICAM EM ALERTA

(Foto: Ralph Braz)
Após o desabamento de uma casa próximo ao mar de Atafona, que deixou um casal ferido, na quarta-feira, 18, moradores se preocupam com a caixa d’água, que está em condições ruins. O assunto foi abordado por usuários da rede social Facebook, nesta sexta-feira, 20.

Por causa do fenômeno da erosão que ocorre em Atafona, com o passar dos anos várias casas e ruas já foram “levadas” pelo mar. Nesta semana, segundo a Defesa Civil de São João da Barra, o mar avançou da caixa d’água até o Pontal entre cinco e 10 metros. Nos pontos mais críticos o avanço foi entre 8 e 10 metros, tombou imóveis e deixa mais casas com risco de desabamento e há locais impróprios para banho.

Moradores e turistas têm que ficar atentos aos locais que estão impróprios para banho, até o momento, segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), dois pontos da praia estão inapropriados: em frente ao número 560 e em frente a caixa d'água da Cedae.

No local, falta sinalização, não há placas que informem que os pontos são impróprios. A Defesa Civil informou que colocaram placas nos pontos críticos no início do verão, mas que os frequentadores da praia as retiraram.

O SJB Online entrou em contato com o gerente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Ranieri Felisberto, para saber sobre a situação da caixa d’água, que pertence a Cedae. Ranieri informou que existe um laudo que afirma não haver perigo de desabamento da caixa d’água, mas que a Cedae tem um projeto de remanejar e reestruturar um novo sistema em outro local, por conta do avanço do mar. O gerente disse ainda que irá buscar um laudo atualizado sobre a situação da caixa d’água.



Fonte: SJB online

DEFESA CIVIL DE SJB REALIZA INTERDIÇÕES EM ATAFONA, APÓS CASAL SE FERIR

(Foto: Elis Gomes | SJBarra News)
Após um casal se ferir depois que parte da estrutura de uma casa desabou na noite desta quarta-feira (18), na rua Carlos Silva de Oliveira, na praia de Atafona, em São João da Barra (SJB), a Defesa Civil do município realizou intervenções pelo local na manhã desta quinta-feira (19). Na região, o cenário atraiu olhares de curiosos. Pessoas tiravam fotos e observavam os estragos causados pela força da natureza. Chamava atenção também outra casa – que pertencia ao jornalista já falecido Hervé Salgado – atingida pelo mar de Atafona. A estrutura na manhã desta quinta estava inclinada com o risco de cair a qualquer momento.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de SJB, Adriano Assis, o imóvel onde o casal se feriu estava interditado há cerca de quatro meses e estaria desabitada. Os pontos mais críticos em relação ao avanço do mar estão localizados nas ruas Carlos Silva de Oliveira, rua Capitão Nelson Pereira e rua do Farol. “Viemos fazer intervenção antecipada para carros não avançarem. Também tombamos o restante da estrutura da casa”, disse na manhã desta quinta.

Ainda de acordo com Adriano, os imóveis que estão na face da erosão costeira entre o trecho da caixa d’água até o Pontal estão interditados. “Três famílias antes do carnaval foram retiradas e estão em aluguel social”, destacou, acrescentando que outras três estão sendo acompanhadas e futuramente podem ser retiradas.

Adriano ressaltou também que em pontos mais críticos o mar chegou avançar cerca de dez metros e em outros pontos avançou cerca de cinco. “Devido o rio (Paraíba do Sul) assoreado, a tendência é avançar. A foz não tem força e o mar adentra. O vento nordeste também tem estado forte e colabora com a erosão em velocidade maior”, explicou.

O coordenador pediu a colaboração da população. “A gente faz a interdição e pede para que não se aproxime. É perigoso. Pedimos para que respeite as placas de sinalização”, concluiu.

Frequentadora de Atafona há cerca de 50 anos, Neusa Rocha, de 75 anos, contou que estava na casa de veraneio desde dezembro e nesta quinta estava arrumando as coisas para retirar do local, temendo que sua casa seja uma das próximas a ser atingida pelo avanço do mar. “Aqui tem história. Estou chateada”, lamentou.

Queda – O casal ficou ferido após parte da estrutura da residência cair na noite da última quarta-feira. Eles foram socorridos e encaminhados ao Hospital Ferreira Machado (HFM). Na manhã desta quinta, a assessoria da unidade hospitalar informou que o homem, de 47 anos, e a mulher, de 53, estavam estáveis nos repousos masculino e feminino, respectivamente.




Fonte: Folha da Manhã

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

MAR VOLTA A AVANÇAR NO PONTAL DE ATAFONA E AUMENTA OS ESTRAGOS, EM SJB

(Foto: Ralph Braz)
Deste o início deste verão, o mar em Atafona avançou cerca de cinco metros. A informação da Defesa Civil de São João da Barra assusta a população e confirma que o fenômeno, que se repete há décadas, vem acontecendo de forma acelerada nos últimos tempos, causando ainda mais estragos no Pontal. Atualmente 30 casas estão localizadas na área considerada de risco pela Defesa Civil.

O coordenador do órgão, Adriano Martins Assis, explicou que o avanço notado nesta semana foi mais acentuado em decorrência do período de maré alta. "O vento nordeste é predominante na nossa região. E nesta época tem estado bastante forte. A influência do vento sobre a maré faz acentuar o avanço do mar", explicou.

Ele destacou que o avanço é mais acentuado nas áreas de escombros, entre a caixa d'água e o final do Pontal de Atafona. Ele garantiu que nesta semana não houve desabamento de imóvel. Entretanto, isto pode acontecer em pouco tempo. Uma das casas atingidas está com a estrutura à mostra.

Adriano informou ainda que o órgão está realizando um trabalho de conscientização, incentivando as famílias que permanecem na área de risco a deixarem os imóveis antes que ocorra um desastre. 
"Ainda não houve necessidade de fazer retirada de famílias. As casas atingidas nesta última ressaca não são mais habitadas. Estamos intensificando um trabalho que já vem sendo feito com a população que vive na área de risco para evitarmos desastres", concluiu.





Fonte: O Diário

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

MAR AVANÇA NO PONTAL DE ATAFONA EM SJB

(Fotos: Ralph Braz)
O Pontal de Atafona, ponto turístico de São João da Barra na foz do rio Paraíba do Sul, é marcado pelo avanço do mar e sofre mais uma vez com este fenômeno. Desde a última segunda-feira (20) as águas do oceano já atingem pontos mais distantes, com a maré alta, e nesta quarta-feira (22) chegaram há alguns pontos comerciais e residências da localidade da Baixada, composta majoritariamente por famílias que perderam suas casas devido ao avanço na orla desde a década de 1950 em Atafona e nas ilhas da Convivência e Pessanha.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de São João da Barra, Adriano Assis, no momento não há nenhum tipo de risco à população daquela área. “Esse pequeno avanço aconteceu devido à mudança climática na região e estamos passando por uma maré de lua, o que também influencia”, explicou o coordenador, que afirmou ainda que a equipe está monitorando a região em tempo integral.


A Defesa Civil informou ainda que não há risco de ressaca para os próximos dias e que a maré volta ao nível normal nesta sexta-feira (24). O monitoramento na localidade segue até a noite desta quinta (23). O mar avança em Atafona no espaço onde até pouco tempo tinha força as águas do rio Paraíba. “O rio perdendo força, com essa questão do assoreamento, é natural que o mar avance”, afirmou Adriano.

No Açu — A Defesa Civil monitora também o avanço do mar na praia do Açu, 5º distrito do município sanjoanense. O coordenador da Defesa Civil afirmou que na localidade a situação está sob controle. “O mar já recuou e, dessa vez subiu pouco. Não foi tanto como da outra vez que atingiu a avenida principal”, afirmou Adriano.





Fonte: Folha da Manhã

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

CONTENÇÃO DO AVANÇO DO MAR EM ATAFONA É ' POSSÍVEL' E VALOR DA OBRA É ORÇADA EM R$ 180 MILHÕES


(Foto: Ralph Braz)
“A recuperação da orla de Atafona é possível e viável”. A declaração é do diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH), o engenheiro Domenico Accetta. O projeto conceitual foi apresentando na última terça-feira, 12, no auditório da prefeitura . Segundo Accetta, o projeto final deve ser entregue dentro de cinco meses e a previsão é que a obra seja orçada entre R$ 140 e 180 milhões.

Para referendar a sua ideia, Domenico Accetta mostrou casos similares onde o INPH conseguiu recuperar, como Marataízes e, principalmente, Conceição da Barra, que também é um pontal, ambas no Espírito Santo. O engenheiro também apresentou detalhes do projeto inicial. A princípio seriam recuperados quatro quilômetros de praia, no sentido Atafona -Grussai, e aumentada a faixa de areia em cerca de 100 metros.

“Realizamos um estudo sobre a viabilidade de um projeto que possa conter o processo de avanço do mar em Atafona, na foz do rio Paraíba do Sul. O projeto é complexo devido aos diferentes locais de erosão e assoreamento na foz, mas é totalmente viável. Foram dias de trabalho que vão valer a pena”, ressaltou Domenico.

Processo erosivo- As primeiras observações do processo erosivo foram há 40 anos. O mar avança sobre a cidade desde os anos 70 e vem destruindo ruas inteiras. O problema foi intensificado com a falta de pressão do volume de água do rio Paraíba do Sul, que corta a cidade de São João da Barra a caminho do mar.

O técnico em Turismo, André Pinto atuou como colaborador do projeto “Erosão de Atafona”, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Segundo André, o distrito tem características peculiares que fazem com que ali sejam sentidas estas transformações mais drásticas.


“A forte dinâmica das correntes marinhas, a formação geológica e por ser o ponto de tensão dos ventos vindos do nordeste, além da construção irregular nas faixas do rio e do mar, fazem com que Atafona viva este problema com tanta intensidade”, disse.

A ruína mais impactante de Atafona é o “hotel do Julinho”. Construído pelo empresário Júlio Ferreira da Silva em 1973, o empreendimento também foi uma mercearia. O jornalista João Noronha, no livro “Uma Dama Chamada Atafona”, descreve o prédio como “o primeiro supermercado da cidade, dotado de bar, padaria e lanchonete”. Na parte superior, foram construídos 48 apartamentos com suítes em três andares. O prédio veio abaixo em abril de 2008, numa nova aproximação do mar. Ninguém se feriu. Meses antes a Defesa Civil Municipal havia interditado o local.

Segundo os moradores mais antigos, o avanço do mar acontece desde os anos 70. Estima-se que o mar avançou sobre cinco ruas, totalizando cerca de 500 casas. Isso equivale, pelos cálculos da prefeitura, a 40 campos de futebol. “O mar avança cerca de três metros por ano”, diz André Pinto. Tanto que o mar é proibido para o banho devido à presença de vergalhões e restos de construções escondidas sob as águas barrentas. “A cor, aliás, em nada tem a ver com poluição – é pela vizinhança com o rio”, ressaltou.



Fonte:Secom

quarta-feira, 30 de julho de 2014

TARTARUGAS MORTAS EM ATAFONA EM SJB

(Foto: Aluysio Abreu Barbosa | Folha da Manhã)
Duas tartarugas marinhas da espécie Caretta-caretta — conhecida também como “cabeçuda” — foram encontradas mortas em Atafona, São João da Barra, na semana passada. A espécie, ameaçada de extinção, tem o litoral Norte Fluminense como um dos pontos de desova. A primeira tartaruga, de aproximadamente 90 cm, apareceu morta no último dia 23. A segunda, com cerca de 60 cm, foi encontrada na mesma situação no último sábado. O tamanho médio dos animais adultos desta espécie é de 90 cm e peso médio de 150 kg, porém já foram registradas espécies de 2,70 m e com quase meia tonelada de peso.

Segundo a bióloga e executora do Projeto Tamar na Bacia de Campos, Daniella Torres, as principais causas de morte de tartarugas nas praias são a interação com redes de pesca e resíduos de lixo.

— Quando as tartarugas ficam presas nas redes de pesca, acabam morrendo. O Tamar tem sede no Farol de São Thomé e faz patrulhamento diário no litoral, para verificar se algum animal foi encontrado — explicou a bióloga, lembrando que o projeto não tinha conhecimento de animais encontrados na praia de Atafona, mas que iria apurar os casos.

Segundo ainda o Tamar, as tartarugas marinhas desta espécie se distribuem nos mares tropicais e subtropicais de todo o mundo e, também, em águas temperadas, variando de habitat ao longo da vida. Os filhotes de tartarugas Caretta-caretta vivem em alto-mar, passando a habitar áreas de alimentação situadas a profundidades entre 25 e 50 m quando adultas. A tartaruga Caretta-caretta é uma das cinco espécies marinhas que habitam a costa brasileira.

Segundo o projeto, as áreas prioritárias de desova da espécie no Brasil estão localizadas no norte da Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Sergipe.

Espécie — As fêmeas podem desovar de duas a cinco vezes por estação, depositando uma média de 110 ovos em cada ocasião. A tartaruga cabeçuda é conhecida popularmente, devido à sua cabeça ser de proporções maiores que o corpo, podendo medir até 25 cm. A sua carapaça, quando adulta é em forma de coração e a cabeça larga, ampla e subtriangular, com dois pares de escamas pré-frontais e coloração marrom-avermelhada.

Os filhotes da Caretta-caretta são escuros de cor marrom dorsalmente. O tamanho de fêmeas adultas está entre 81,5cm e 120 cm, com um peso de 75 kg podendo chegar a até 200 kg. Os ovos são depositados quase sempre de noite, ao abrigo da maré alta, em ninhos escavados pela fêmea em solo arenoso.



Fonte: Folha da Manhã

quinta-feira, 17 de abril de 2014

RUAS ALAGADAS NO PONTAL DE ATAFONA, DEFESA CIVIL EM ALERTA

(Foto: Divulagação)
A Defesa Civil e a secretaria de Meio Ambiente de São João da Barra estão em alerta no Pontal de Atafona para garantir a segurança de cerca de 20 famílias que tiveram suas casas alagadas. Com a elevação da maré chegando a 1m40, o ponto crítico de alagamento foi a última Rua do Pontal em direção à Foz do Rio Paraíba do Sul. A alta da maré foi provocada pela mudança climática dos últimos dias, sendo considerada normal e esperada pelos moradores nesta época do ano.

A elevação prosseguiu na tarde desta quarta-feira, 16, chegando a 1m30, como já estava prevista na tábua de maré. “Essa elevação é 10 centímetros a menos que ontem, o que significa que o período de maré alta já está passando”, disse o coordenador municipal de Defesa Civil, Adriano Martins de Assis.

Entre as medidas de socorro nesta área de risco está o esforço da prefeitura para retirada dos moradores que se recusam a deixar suas casas. Apenas duas famílias aceitaram a remoção cujo alojamento está a cargo da secretaria de Assistência Social por meio do Centro de Referência da Assistência Social - CRAS.

As equipes de monitoramento vão permanecer em vigilância e auxiliam os moradores em quaisquer necessidades. A previsão é de que até às 22h desta quarta-feira o volume de água seja reduzido a 20 centímetros.
 
 
 
Fonte: Secom

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

CORPO DE UM HOMEM ENCONTRADO NO PONTAL DE ATAFONA, SJB

(Foto: Ralph Braz)

Em São João da Barra, o corpo de um homem não identificado foi encontrado por volta das 10h da manhã desta terça-feira (28/01) no Pontal de Atafona.

De acordo com Policiais do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO), o corpo é de um homem branco e aparenta ter 50 anos e a causa aparentemente foi afogamento.

O Corpo de Bombeiros já realizou a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos.



Fonte: Ururau

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

MORADORES DO PONTAL DE ATAFONA SOFREM COM A INSEGURANÇA

(Fotos: Ralph Braz)

Moradores do Pontal de Atafona, em São João da Barra, sofrem com a insegurança. Na Rua Feliciano Sodré, a areia tomou conta da rua e pessoas vivem na escuridão já que, no local, seis postes estão sem luz. As ruínas de um prédio também são usadas por usuários de drogas.

O morador Marcelo Faria não suporta mais conviver com a falta de segurança. Segundo ele, nem mesmo o carro da Polícia Militar passa na rua por causa da quantidade de areia, o que acaba atraindo pessoas que querem cometer atos ilícitos.



“Minha casa já foi invadida oito vezes. É total insegurança aqui. Estamos abandonados e ninguém toma uma providência. Como se não bastasse, a rua tá cheia de areia e já fiquei quatro dias sem conseguir entrar com meu carro. A Prefeitura só vem aqui remover em épocas festivas, em que turistas visitam o local. Nós, moradores, ficamos abandonados”, declarou o morador.


Na rua é comum carros ficarem agarrados na areia. Moradores ajudam na remoção dos veículos. A direção do vento também contribui para agravar a situação.

A aposentada Margarida Almeida foi passar o final de semana na praia e confessa que, à noite, fica com medo de bandidos. “Durante o dia a paisagem é linda, mas, à noite, fica uma escuridão tremenda. Fico apavorada, pois a gente tem que ficar trancado em casa”, revelou a moradora.

Nota da prefeitura

A Secretaria de Obras informou que o problema de queima de lâmpadas e reatores está relacionado à qualidade no fornecimento de energia e aos efeitos da maresia. Com as frequentes oscilações, o sistema desarma e não retorna, deixando as vias públicas às escuras. A Prefeitura tem buscado entendimentos com a Ampla – empresa responsável pelo fornecimento de energia, para garantir a qualidade dos serviços, porém, o problema ultrapassa a esfera municipal:

“A questão da iluminação pública não é um problema só da Prefeitura. Temos realizado a manutenção no local, contudo, as oscilações na corrente elétrica provocam o desligamento do sistema, que nem sempre retorna automaticamente, quando a voltagem é estabilizada”. Nelson Patrício informou que a Ampla tem sido acionada no sentido de garantir uma voltagem uniforme, para que haja menos perda de material e redução na queima de lâmpadas e reatores, porém, se o sistema continuar oscilando será mais difícil manter a iluminação pública.

Já a Secretaria de Meio Ambiente pretende, em breve, retirar uma pequena quantidade de areia do local mais prejudicado, mas adianta que para tanto, necessita da liberação do Inea.

A prefeitura informou que o Ibama está proibindo a retirada de areia. A prefeitura junto ao Inea está reivindicando a liberação para que a limpeza possa ser feita no local. 

Vale lembrar que os moradores do município já podem fazer suas reclamações também no Procon, localizado à Rua Coronel Moreira, 04 - Centro ou pelo telefone 2741.8297


Fonte: Terceira Via

sábado, 11 de janeiro de 2014

SJB: FORAGIDO DA JUSTIÇA É PRESO EM ATAFONA "TOMANDO UMA GELADA"

(Foto: Ralph Braz)

Um foragido da justiça foi preso no início da noite deste sábado (11) durante Operação Tolerância Zero, no Pontal de Atafona, em São João da Barra.

De acordo com informações, Ailton José de Oliveira, 41 anos, estava no Pontal ‘tomando uma gelada’, quando populares fizeram denúncias de tráfico no local. As guarnições da Polícia de Atafona e São João da Barra procederam ao local, mas não encontraram nenhum material ilícito com Ailton e outros dois amigos de São Paulo. Entretanto, na abordagem, Ailton disse se chamar Ademir e estava muito nervoso. Os policiais o convidaram a comparecer a 145ª Delegacia de Polícia de São João da Barra, onde foi apurado que o mesmo havia se apresentado com o nome do irmão para não ser reconhecido, já que o nacional Ailton José de Oliveira é foragido da justiça. Ele estava preso no presídio da Capital por roubo e ameaças nas cidades de Nova Iguaçu e Casimiro de Abreu, mas conseguiu entrar no regime semiaberto e se evadiu.

Agora, Ailton voltará para a cadeia. Seus amigos já foram liberados.


Fonte: Portal OZK