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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Rio Paraíba transborda no Cais da Lapa em Campos

(Foto: Reprodução)
Com as fortes chuvas que caíram nos últimos dias elevou o nível do Rio Paraíba do Sul em Campos, que atingiu nesta quinta-feira (17) a cota de 8,30 metros e transbordou no Cais da Lapa. O índice pluviométrico de ontem (16) foi de 10,8 milímetros de acordo com o monitoramento realizado pela Coordenadoria da Defesa Civil.

A previsão é de mais chuvas para os próximos dias e a Defesa Civil está em alerta.

A medição foi realizada nesta manhã pelo agente Leonardo Chagas. A situação está sob controle, já que a cota de transbordo é de 10,30 metros.







Fonte: Campos24horas

sábado, 7 de maio de 2016

Corpo de mulher é encontrado por pescadores no Rio Paraíba do Sul

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
O corpo de uma mulher foi encontrado no início da tarde deste sábado (07), no Rio Paraíba, na Comunidade da Coroa, em Campos.

De acordo com a polícia, o corpo, ainda não identificado, foi encontrado por pescadores próximo a cisterna de captação de água da concessionária Águas do Paraíba. A vítima trajava blusa preta e calça da mesma cor.

Ainda não há informações sobre as causas da morte.

O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML).










Fonte: Campos24horas

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Homem cai de uma altura de 4 metros às margens do Rio Paraíba em Campos

(Foto: Raph Braz | Blog Pense Diferente)
Um homem ficou ferido após cair da mureta do Rio Paraíba, na Avenida XV de Novembro no Centro de Campos na manhã desta quinta-feira (07).

Segundo populares, a vítima, identificada como C.R.S.,l de 38 anos, estava sentada na mureta quando acabou dormindo sentado e caiu de uma altura de quatro metros. Ele sofreu ferimentos nos pés, braços e escoriações pelo corpo, mas foi socorrido consciente pelo Corpo de Bombeiros.










Fonte: Campos24horas

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ASSOREAMENTO NO RIO PARAÍBA SERÁ DEBATIDO EM AUDIÊNCIA PÚBLICA EM SJB

(Fotos: Ralph Braz | Blog Pense Diferente)
A pesca é considera a atividade econômica mais antiga do município de São João da Barra, mas os pescadores não estão tendo muito que comemorar, uma vez que o processo de assoreamento da foz do Rio Paraíba do Sul — que já dura cerca de quatro anos —, mas que avançou drasticamente em 2015 tem influenciado diretamente no exercício da atividade. Os prejuízos causados ao setor será tema audiência pública nesta quinta-feira (03/12), às 17h, na Câmara de Vereadores da cidade.

Entrada e saída para os barcos de pequeno e grande porte, a Boca da Barra já não oferece condições de navegabilidade aos pescadores que saem para alto mar, os que os abrigam a deixar as embarcações em Macaé e na cidade de Itaipava no Espírito Santo, aumentando a viagem em até 85 milhas da costa sanjoanense.

“O deslocamento gera custo com óleo, com passagens em ônibus para o retorno dos pescadores para casa, e para os que insistem em entrar com as embarcações pela foz enfrentam problemas com a quilha e o custo é muito alto”, disse o Elialdo Meireles, presidente da Colônia de Pescadores de Atafona, a Z2. A quilha é uma peça forte, na origem em madeira, da embarcação que se estende da proa à popa, na parte inferior da nave, e se fixam as peças curvas onde se pregam as tábuas do costado. 


“Na semana passada um barco teve a quilha folgada ao encanhar no foz e o prejuízo foi avaliado em R$ 50 mil. Isso para o pescador é muito”, exemplificou Elialdo acrescentando que cadastrados na Colônia são 1.200 pescadores, mas que o número de pessoas que sobrevivem da pesca no município é muito maior. 

O assoreamento na foz do Rio Paraíba vem ocorrendo desde que o rio perdeu a força (peso de água) e o mar vem avançando continuamente gerando também o problema da salinização. Com isso, embarcações de grande porte — 16 a 19 metros — não conseguem navegar pelo local, a não ser as de até 9 metros. 

PREJUÍZOS E SOLUÇÃO SERÃO DEBATIDOS EM AUDIÊNCIA
As consequências do assoreamento, causados principalmente aos pescadores que não conseguem ter acesso ao mar e chegam a correr risco de vida, serão debatidas em audiência pública que foi requerida pela vereadora Sônia Pereira, que foi procurada pelos próprios pescadores que anseiam por uma solução. 

“A pesca é uma atividade que dá pouco lucro, e os pescadores querem voltar a trabalhar aqui em São João da Barra, mas como a Boca da Barra fechada, eles não podem navegar”, observou Soninha.

Elialdo explicou que a única solução para o problema é a dragagem e a construção de um quebra-mar. “Chegou-se a falar em uma dragagem emergencial, cujo custo estimado foi de R$ 10 milhões, mas isso vai resolver o problema agora e depois vai voltar tudo outra vez. Sugerimos e protocolamos um projeto no Inea para fazer a dragagem e a construção do quebra-mar que foi orçamentado em R$ 140 milhões, mas para isso tem que haver liberação da verba e estamos aguardando”, disse. 

O superintendente regional do Inea em Campos, Luiz Fernando Felippe Guida, disse que entende que o problema na foz está prejudicando muita gente, porém cada um quer puxar para o seu lado, mas quando vai ver, um projeto não poder ser implementado, quer seja por autorização ou até mesmo pela falta que recurso que é um problema que atinge não só a região mas o país num todo. “Acontece que tem muita gente dizendo o que acha que tem de ser feito, não quero dizer que esse é o caso dos pescadores, tanto que estamos recebendo vários documentos nesse sentido, e estamos analisando. O Inea é um órgão técnico e tem que se basear em dados técnicos” disse o superintente acrescentando que se for o caso, uma decisão deve até passar pelo Comitê Hidrográfico do Baixo Paraíba, do qual o Inea é membro. 


Para participar da audiência, o Legislativo convidou órgãos como: Colônia de Pescadores de Atafona, Prumo Logística, Secretaria Municipal de Pesca, Comitê Hidrográfico do Baixo Paraíba, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Ministério Público, Capitania dos Portos e o deputado estadual João Peixoto.

“Os pescadores têm passado dificuldades para exercerem o seu trabalho por causa do assoreamento, que vem prejudicando a navegação. Diante disso, a Câmara não poderia deixar de participar desse debate tão importante para o município”, disse o presidente da Câmara, Aluizio Siqueira.






Fonte: Ascom

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

CHUVA NÃO FOI SUFICIENTE PARA ELEVAR O NÍVEL DO RIO PARAÍBA DO SUL

(Foto: Ralph Braz | Blog Pense Diferente)
As chuvas que vem caindo na região tem amenizado um pouco a situação da agricultura, que vinha sendo castigada pela maior seca da história. Entretanto, com relação a nascente do Rio Paraíba do Sul, a situação é a mesma e ainda preocupa as autoridades. Em Campos, a última medição, feita às 8h desta segunda-feira (23/11), marcou 5,53m.

“As chuvas que caem na região vêm de Minas. Na nascente, ainda estamos aguardando água, pois as chuvas que caíram em São Paulo foram insuficientes. É importante ressaltar, que mesmo essas chuvas que vem de Minas para cá, ela cai e rapidamente vai embora para o mar, então se não continuar chovendo, daqui uns dias o rio pode voltar ao nível que estava antes”, informou o diretor do Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Paraíba do Sul (CBH BPSI), João Gomes Siqueira.

O superintendente de Defesa Civil de Campos, Henrique Oliveira, comentou que o nível do Paraíba poderá crescer até o final dessa semana. “Está chovendo muito na Região Serrana e essa água deve vir para cá também”, disse.

Segundo Henrique, o problema até o momento não são as chuvas, mas o entupimento de uma manilha na Rua Jiró Faísca, no distrito de Travessão. O manilhamento corta para dentro de uma propriedade particular. Segundo Henrique, a princípio, o entupimento ocorreu após o fechamento da manilha. Embora não haja casos de desalojados em Travessão, a previsão é de que caso continue chovendo, as casas sejam invadidas pela água. 

“As chuvas não trouxeram maiores problemas na cidade, só mesmo essa situação em Travessão é que estamos monitorando”, disse Henrique informando que as chuvas na região devem continuar até sexta-feira (27/11).





Fonte: Ururau

domingo, 15 de novembro de 2015

MULHER SE AFOGA NO RIO PARAÍBA DO SUL EM SÃO JOÃO DA BARRA

(Foto: Ralph Braz | Blog Pense Diferente)
Uma mulher de 53 anos se afogou no Rio Paraíba do Sul, próximo à igreja Nossa Senhora dos Navegantes, em São João da Barra, por volta das 15h30 deste domingo, 15.

De acordo com informações da equipe do Resgate, a mulher identificada como Emilce Corrêa Barcelos, de 53 anos, foi socorrida e encaminhada ao Hospital Ferreira Machado(HFM), em Campos.

Equipes do Corpo de Bombeiros também estiveram no local.






Fonte: Parahybano

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

FUNCIONÁRIO DE OBRA EM PONTE DESAPARECE NO RIO PARAÍBA DO SUL

(Foto: Ralph Braz | Blog Pense Diferente)
Um funcionário da empresa Premag Engenharia, responsável pela construção da Obra da Ponte da Integração, que ligará os municípios de São João da Barra à São Francisco do Itabaponana está desaparecido desde a última sexta-feira (30/10).

O homem identificado apenas como Thiago teria acabado o expediente quando decidiu tomar banho no Rio Paraíba do Sul e desaparecido.

A equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada, mas até a manhã desta quarta-feira (04/11), o trabalhador não foi localizado. Dois mergulhadores do 5º GBM de Campos retomaram as buscas na manhã desta quarta-feria. O desaparecimento foi registrado na 145ª Delegacia Legal, de São João da Barra.





Fonte: Ururau

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

HOMEM MORRE AFOGADO NO RIO PARAÍBA DO SUL EM CAMPOS

(Fotos: Raph Braz | Blog Pense Diferente)
Um homem morreu afogado na tarde deste domingo (25/10) no Rio Paraíba do Sul, altura do Parque São Jorge, em Campos.

De acordo com relatos de populares, a vítima identificada como Emilson Mendes Augusto, de 55 anos, tinha o hábito de pescar no rio, inclusive era considerado um exímio nadador.

O corpo foi retirado do rio por guarda-vidas do Corpo de Bombeiros Militar, cerca de 30 minutos após ter ocorrido o afogamento.

A vítima era moradora do bairro. Familiares estiveram no local, mas não quiseram falar com a imprensa.

O corpo foi removido pelo rabecão do 5º Grupamento de Bombeiro Militar (5º GBM) e levado para o Posto Regional de Polícia Técnica Científica (PRPTC). O afogamento foi registrado na 146ª Delegacia Legal. 



SECA DO RIO ESCONDE PERIGO
O Rio Paraíba do Sul enfrenta a pior seca nos últimos anos, inclusive registrando nível de 4,75 metros quando deveria está com 5,80 metros. A recomendação é para que a população evite tomar banho no rio, pois com a seca fica a falsa impressão de que não há perigo, mas há trechos do rio que com profundidade, mas muitas das vezes não são percebidos, principalmente porque nesse período é possível observar diversos bancos de área ao longo do leito do Paraíba do Sul.






Fonte: Ururau

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

ESTADO DO RIO SÓ TEM ÁGUA PARA MAIS NOVE MESES

(Fotos: Ralph Braz | Blog Pense Diferente)
A conta foi feita pelo jornal  O DIA a partir de dados da Secretaria Estadual do Ambiente. A situação dos reservatórios do Rio Paraíba do Sul, de onde vem a  água do Guandu, é a pior desde que o sistema foi criado, nas décadas de 50 e 60. E não tende a melhorar: nos últimos dois verões, a média de chuvas ficou na metade da taxa histórica, e os meteorologistas creem que, no próximo verão, o panorama não deverá mudar.

O estado reduziu nesta quinta-feira a vazão do sistema do Paraíba do Sul para o Guandu a 75 metros cúbicos por segundo. Segundo o secretário estadual do Ambiente, André Corrêa, a medida é para garantir o abastecimento para os moradores e pediu que a população economize.“Essa conta não é tão simples, pois vai chover. Mas a verdade é que nem mesmo as autoridades sabem quanto de água tem nos reservatórios, que sofrem com erosão e não são estudados há décadas. Não é possível disponibilizar todo o volume morto. Estamos no nível mais crítico na história do Paraíba do Sul, e o Rio depende dele”, alertou Paulo Carneiro, pesquisador do Laboratório de Hidrologia da Coppe/UFRJ.


“No ano passado já foi ruim. Este ano está sendo pior. Nós estamos priorizando o abastecimento humano”, disse.

As indústrias do estado já sofrem com as restrições. Segundo pesquisa encomendada pela Firjan, 30% delas responderam enfrentar problemas pela escassez de água, o que resultou em aumento no custo e queda da produção. Aproximadamente 14% das indústrias chegaram a parar de produzir por pelo menos um dia. O consumo industrial é, em média, três vezes maior que o domiciliar. Em São Paulo, onde a crise hídrica começou antes, fábricas já utilizam água do mar em processos industriais.

“A demanda por água já é maior que a capacidade de oferta em São Paulo, e se não mudarmos logo os hábitos de consumo, além de buscarmos novas fontes e tecnologias, o Rio chegará lá”, afirmou Luis Augusto Azevedo, gerente-geral de Meio Ambiente da Firjan.





Fonte: O Dia 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

PESCA SOB RISCO NO LITORAL DE SÃO JOÃO DA BARRA

(Foto: Ralph Braz)
Principal atividade econômica de Atafona, a pesca está sob risco. Com o rio Paraíba do Sul perdendo força e o mar avançando, a geografia do Pontal tem se modificado e hoje já não permite que barcos passem pela barra — acesso ao mar — com facilidade. Por esse motivo, estiveram reunidos na foz do Paraíba, na manhã de quinta-feira (9), cerca de 50 pescadores e representantes do poder público municipal para tentar uma solução imediata. Alguns barcos, de maior porte, já não conseguem sair para alto mar. A solução, para os pescadores, seria a dragagem da barra.

Os secretários de Pesca, Meio Ambiente e de Obras participaram do encontro, articulado pela vereadora Sônia Pereira (PT). Marcos Sá, secretário de Obras, que já foi responsável pelo Meio Ambiente, se comprometeu em auxiliar na elaboração de um projeto que venha a solucionar o problema, além de buscar apoio com todas as esferas do poder público e com empresas do Porto do Açu, para buscar recurso. “Temos que ter um projeto. Iniciando os estudos, vamos pedir autorização aos órgãos competentes e buscar apoio”, explicou o secretário.

A classe pesqueira também reivindica a participação de empresas do Porto do Açu, de forma compensatória aos impactos do empreendimento na economia local. “O Porto teria que ter um plano de compensação para o pescador. O entreposto pesqueiro (em construção desde 2009) não serve para nada. Poderia parar o entreposto e priorizar essa dragagem”, afirmou o pescador Fabrício Santos. As autoridades se comprometeram em levar os questionamentos à Prumo Logística, assim como tentar agendar uma reunião entre representantes da empresa e a classe pesqueira.

A exigência dos pescadores é pela dragagem do local, aprofundando o canal de navegação. Uma das soluções viáveis seria a utilização de navios como os que aprofundaram os terminais do Porto do Açu.

A pesca é a principal atividade econômica de Atafona. O reflexo da impossibilidade do trabalho reflete imediatamente no comércio local. “O pescador está trabalhando no limite. Se não tiver uma solução, vamos ter que parar. E como ficam nossos compromisso?”, questionou o pescador Dail Silva.

Na quinta, pescadores e a Defesa Civil do município começaram a medir a profundidade em pontos estratégicos da foz.




Fonte: Folha da Manhã

domingo, 3 de maio de 2015

POPULARES ENCONTRAM CORPO BOIANDO NO RIO PARAÍBA

(Foto: Ralph Braz)
Um corpo, que ainda não foi identificado, foi encontrado na tarde deste sábado (18) por volta de 13h, no Rio Paraíba do Sul, nas proximidades da localidade de Martins Lage, em Campos.

Segundo informações da polícia, o corpo, que estava boiando, foi encontrado por populares, que acionaram a Polícia Militar. A causa da morte será investigada pela polícia.

A vítima não portava documento de identificação. Segundo os bombeiros, a causa da morte ainda é desconhecida, e não há informações sobre indícios de violência, já que o corpo se encontra em estado avançado de decomposição.

O corpo foi removido pelo rabecão do Corpo de Bombeiros para o Instituto Médico Legal (IML). O caso está sendo investigado na 134ª DP/Centro.





Fonte: Campos24horas

quinta-feira, 23 de abril de 2015

RIO PARAÍBA COM MENOS 5 METROS, VOLTA A PREOCUPAR

(Foto: Ralph Braz)
Nem as recentes chuvas que atingiram Campos amenizaram a situação de seca do rio Paraíba do Sul. A cota ideal para esta época do ano seria uma média de 6,40m, mas o rio atingiu a marca de 4,90m nesta quarta-feira (22). A situação preocupa uma vez que a previsão é de que o nível fique mais baixo nas próximas semanas. A Defesa Civil Municipal ainda não tem um plano emergencial em caso de secas mais severas. Em janeiro deste ano, o Paraíba atingiu a menor cota da história com 4,40m.

Para esta quinta-feira (23), a previsão é de sol com muitas nuvens durante o dia e chuva a qualquer hora. A temperatura máxima será de 30 ºC e a mínima de 22 ºC. Para sexta (24), também pode haver pancadas de chuvas durante a tarde e noite e a temperatura variando entre 29 ºC e 22 ºC.

Segundo o técnico em Meteorologia do Instituto Histórico e Geográfico de Campos (IHGCG), abril já é considerado um mês de poucas chuvas mas, neste ano, a situação está pior. “A tendência é o clima ficar cada vez mais seco. Nos meses de inverno, o índice de umidade cai e as chuvas diminuem bastante. Podemos ainda ter também períodos de seca prolongados nos próximos meses. Esta falta de chuva no inverno é até normal, o problema é que nossos últimos verões foram secos e isso é muito preocupante”, informou o técnico.

De acordo com a Defesa Civil de Campos, a princípio não há expectativa de possível racionamento de água, uma vez que o rio tem bastante volume em Campos. Mesmo assim, o cenário atual do Paraíba do Sul deve piorar.

“A única coisa que pode ser feita no momento é a economia de água. Infelizmente o nosso plano emergencial não está concluído, porque ainda estamos recebendo os dados necessários. O problema é que caso tenhamos um verão novamente sem chuva, com certeza no próximo ano as coisas vão se complicar e muito”, lamentou Henrique Oliveira.





Fonte: Terceira Via

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

SÃO FIDÉLIS E SJB VÃO RECEBER VERBA PARA OBRAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA

(Fotos: Ralph Braz)
O Comitê Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul liberou na noite desta quinta-feira (19/02), uma verba de R$ 13,5 milhões para obras de captação de água em municípios do Norte Fluminense, como São João da Barra e São Fidélis e cidades do Sul Fluminense. A medida visa diminuir os danos causados aos municípios que sofrem com a forte estiagem.

A quantia, segundo o órgão, será utilizada principalmente na compra de bombas flutuantes e anfíbias, o que vai garantir o melhor fornecimento de água nas cidades e a manutenção do abastecimento após nova redução da vazão do Rio Paraíba do Sul, que pode passar de 140 para 110 m³/s. Serão beneficiadas com a verba, oito cidades do Rio de Janeiro, do Norte e Sul Fluminense, e oito do estado de São Paulo.

Segundo a vice-presidente do Ceivap, Vera Lúcia Teixeira, a liberação foi discutida na semana passada, em uma reunião do GTOH (Grupo Técnico de Operações Hidráulicas) do Comitê, na cidade do Rio. Na reunião, o grupo avaliou os prejuízos que a redução na vazão irá trazer para as cidades e ficou decidido o repasse de recursos próprios do comitê para os municípios que correm risco de ficar sem água.


Em São João da Barra, o maior problema é com o abastecimento de água. A empresa responsável pela distribuição de água, a Cedae, reclama que o mar avança na foz do Paraíba do Sul e a água fica salgada. De acordo com o plano, 12 balsas com bombas elétricas serão distribuídas no rio e mesmo que o nível baixe, a captação não será comprometida. Ainda segundo o plano, além dos equipamentos, será construído um poço artesiano de 250 mil litros, que custará R$ 1,1 milhões.

"A verba é oriunda da cobrança pela água bruta. Tínhamos um planejamento de aplicação por ano. Estávamos, inclusive, com cinco milhões liberados. Realocamos a verba, mediante um acordo da Prefeitura de São Paulo e do Rio de Janeiro e a implementamos para uma obra emergencial, fora a verba que a gente também já tinha. O comitê do Rio Guandu paga ao Ceivap, 15% do que arrecada, o que totaliza cinco milhões de reais, e desta vez, a verba de R$ 3,5 milhões será adiantada de São Paulo, totalizando os R$ 13,5 milhões. As cidades fluminenses que irão receber o benefício são: Barra do Piraí, Vassouras, Sapucaia, São Fidélis, São João da Barra, Volta Redonda, Barra Mansa e Três Rios".


"Vamos fazer licitação em caráter emergencial em cada local. Acredito que a gente consegue colocar o edital em até 15 dias, já estar contratando, para, posteriormente no máximo em 45 dias, o problema já estar resolvido. A situação está bem crítica, estávamos com os reservatórios no ano passado em 25 %. Hoje, ele está a 6,3% da capacidade. A expectativa, em março, é que a gente feche esse período chuvoso com 15%", completou.

Para Horácio Delgado, diretor-executivo do Saae Barra Mansa, a instalação de bombas anfíbias, orçadas em um milhão de reais, tem o objetivo de garantir o abastecimento da população de Barra Mansa. "É importante que toda a população continue sendo abastecida e as pessoas utilizem a água racionalmente, pensando no próximo. Se isso acontecer, todos teremos água por um bom tempo.




Fonte: O Dia

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

CRISE DA ÁGUA: RIO PODE CONVIVER COM RACIONAMENTO A PARTIR DE AGOSTO

(Fotos: Ralph Braz)
A pouco mais de um mês para o Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, a escassez do recurso preocupa moradores das principais cidades do Sudeste. Em São Paulo, enquanto o governo estuda um possível racionamento, no Rio de Janeiro, especialistas alertam para intervenções que podem evitar uma crise de abastecimento, como reflorestamento e pequenas obras para facilitar a penetração da água no solo, que acaba escorrendo para o mar.

O desabastecimento de água no estado deve ser enfrentado ainda em 2015, alerta o coordenador do curso de especialização em engenharia sanitária e ambiental da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Adacto Ottoni. Na previsão dele, se as chuvas não se intensificarem, o risco é que a população sofra um racionamento a partir de agosto. A Prefeitura do Rio de Janeiro não descarta medidas para a economia de água e de energia. O estado convive com a pior seca dos últimos 84 anos, segundo a Secretaria Estadual do Ambiente.

Sob ameaça de seca do Cantareira, especialistas defendem medidas de curto prazo
“Se cair pouca chuva [até abril, antes do período de estiagem], podemos ter um colapso. Se não for neste ano [agosto], será no ano que vem, quando as Olimpíadas [2016] coincidem com o período de seca e haverá dezenas de milhares de pessoas no Rio”, destacou Ottoni, que é também assessor de Meio Ambiente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-RJ).


Segundo ele, apesar de as chuvas serem determinantes para o futuro da população fluminense, o grande problema de abastecimento hoje é a degradação das bacias hidrográficas, que não conseguem mais reter a água e infiltrá-la na terra, nos lençóis freáticos. “Não adianta chover para ter água se não tiver floresta para reter. A água gera enchente, inundação e depois a população fica sem. Ou seja, convive com racionamento e com a enchente”, disse, lembrando que a floresta também amortece enxurradas, que provocam desabamentos.

Essa também é a avaliação da vice-presidente do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), Vera Lúcia Teixeira, que desde 2013 alerta para a situação dos rios que abastecem São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. “O que a gente não vê é como recuperar e revitalizar essa bacia", ressaltou. Segundo ela, faltam propostas concretas tanto do governo federal quanto do governo estadual. O comitê só faz recomendações e depende de políticas municipais e estaduais, como o saneamento. “Precisamos retirar o esgoto dos rios e os investimentos são poucos.”

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou no dia 9 a liberação de R$ 360 milhões de R$ 930 milhões previstos para umplano de segurança hídrica até 2050, ainda em elaboração. O governo estadual planeja obras de saneamento básico da Região Metropolitana, incluindo a Baixada Fluminense – região que frequentemente sofre ora com torneiras secas, ora com enchentes –, além do reflorestamento das margens dos rios Paraíba do Sul e Guandu.


Para evitar uma crise de desabastecimento, nos últimos dias a prefeitura do Rio de Janeiro criou um grupo de trabalho. O prefeito Eduardo Paes não descarta medidas para a economia de água e energia. “Talvez, vamos fazer isso depois do carnaval”, declarou. “O Brasil tem uma cultura de natureza abundante e isso acaba em muito desperdício”, completou.




Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

SJB TERÁ SECA AGRAVADA SE A VAZÃO DO RIO PARAÍBA DO SUL FOR REDUZIDA

(Foto: Ralph Braz)
Sanjoanenses podem sofrer drasticamente se a vazão do Rio Paraíba do Sul for reduzida. A informação é do diretor do Comitê Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana, João Gomes Siqueira. “A falta de chuva, aliada à retirada de água do rio, piora mais ainda a situação, principalmente, em São João da Barra”. A redução foi anunciada na última quinta-feira (5) por técnicos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Siqueira explica que o comitê tem lutado contra essas reduções porque elas afetam o rio, principalmente na foz, que está em São João da Barra. “A intrusão ou ‘língua’ salina tem avançado por causa dessas ações”. Ele observa ainda que as previsões para este ano, são desanimadoras.

“As vazões do rio tendem a diminuir por causa da falta de chuva. Estamos saindo de um período historicamente marcado por chuva, mas que não choveu o suficiente. Vamos entrar no período de seca. A falta de chuva, aliada à retirada de água do rio, piora mais ainda a situação, principalmente, em São João da Barra. Mesmo que os órgão públicos digam o contrário, o município está sofrendo com a falta d’água”, esclareceu Siqueira.

Siqueira informa que os reservatórios estão sendo preservado. “Uma parte da água abastece os municípios compreendidos entre Barra do Piraí e São João da Barra, outra parte abastece a cidade do Rio de Janeiro. Estamos criando um documento, onde pedimos que as vazões mínimas do rio - regulamentadas por lei federal – não sejam reduzidas. Pedimos ainda que sejam criados reservatórios para a regulamentação da vazão do Baixo Paraíba do Sul”.

Segundo Siqueira, o documento será entregue no dia 28 deste mês em uma reunião que contará com as participações dos governadores do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. “Este documento é parte de um acordo que os estados vão firmar com o Supremo Tribunal Federal”, conclui.





Fonte: Terceira Via

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

VOLUMES DE RESERVATÓRIOS DO RIO PARAÍBA DO SUL SOBEM PELO 2º DIA CONSECUTIVO

(Foto: Ralph Braz)
As fortes pancadas de chuvas dos últimos dias no Sudeste estão enfim surtindo efeito nos reservatórios do Rio Paraíba do Sul, que abastecem mais de 15 milhões de pessoas em Rio, São Paulo e Minas. Pelo segundo dia consecutivo houve aumento de volume de água em três de quatro reservatórios: de Paraibuna, Jaguari e Funil. No entanto, a reserva técnica da represa de Santa Branca, a menor do sistema, continua a cair.

O reservatório de Funil (em Itatiaia), que estava com 5,30% do volume útil na segunda-feira, passou para 6,63% na terça-feira. A represa vem sendo a mais beneficiada pelas chuvas recentes, se distanciando do volume morto. Desde o início da semana, houve aumento de 2 pontos percentuais.

A represa de Jaguari, no interior de São Paulo, avançou de 1,72% para 1,93% de segunda para terça-feira. Os níveis do reservatório de Paraibuna, o maior e “coração” de todo o sistema, também melhoraram: passando de -0,56% para -0,23%, o que indica que, entretanto, que a reserva técnica ainda está sendo usada.

Santa Branca, cujo volume morto também já está sendo usado, teve queda nova ligeira queda, chegando ao patamar negativo de 3,37%. A média da soma dos quatro principais reservatórios do Paraiba avançou para 0,90%.




Fonte: O Globo

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CORPO DE MULHER ENCONTRADO BOIANDO NO RIO PARAÍBA DO SUL

(Foto: Ralph Braz)
O corpo de uma mulher foi encontrado boiando no Rio Paraíba do Sul, altura de Martins Lage, em Campos, na tarde desta segunda-feira (02/02). A vítima foi identificada como Francieli Maria Rangel de Souza, com idade presumível de 35 anos.

Segundo a Polícia Militar, o corpo foi encontrado por volta das 15h30 por populares que tomavam banho no rio. O Corpo de Bombeiros Militar esteve no local para retirar a vítima da água e, a princípio não há marcas de perfuração que indique homicídio ou marcas aparentes de violência.

A mulher foi identificada através de um cartão cidadão encontrado em seu bolso. Ela veste short jeans e blusa amarela.

O corpo da mulher foi removido pelo rabecão do 5º Grupamento de Bombeiro Militar para o Instituto Médico Legal(IML)de Campos, onde passará por exame de necropsia e identificada a causa morte.

A ocorrência foi registrada na 134ª Delegacia Legal do Centro.




Fonte: Ururau

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

JOVEM DESAPARECE NO RIO PARAÍBA ENQUANTO DAVA BANHO NO CACHORRO, EM CAMPOS

(Foto: Ralph Braz)
Um jovem desapareceu nas águas do Rio Paraíba do Sul na tarde desta sexta-feira (30/01), na altura do bairro Fundão, em Guarus, Campos. Segundo informações, o rapaz teria levado o cachorro para tomar banho e acabou se afogando.

Thiago Monteiro Rangel, 19 anos, é morador do Parque Santa Helena, também em Guarus, e acostumava levar o animal de estimação para se banhar no Paraíba.

Populares acionaram os bombeiros que iniciaram as buscas com os mergulhadores pelo corpo da vítima. O cachorro conseguiu se salvar e voltar às margens do rio.

Mergulhadores do 5º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM) fizeram buscas pelo local, mas até as 20h a vítima não foi encontrada. Os trabalhos para localizar a vítima segue na manhã deste sábado (31/01).




Fonte: Ururau | Campos24horas

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

PARA ESPECIALISTAS RACIONAMENTO DE ÁGUA NO RIO JÁ DEVERIA TER COMEÇADO

(Foto:Ralph Braz)
Enquanto o governo do Rio insiste em negar a necessidade de racionamento de água, especialistas defendem para já uma “espécie de “medida certa’’ da água, para não agravar ainda mais a crise hídrica que o estado enfrenta — “a pior em 84 anos”, de acordo com o secretário estadual do Ambiente, André Corrêa.

— Já passou da hora. Desde abril do ano passado, alerto as autoridades sobre a urgência do racionamento, mas continuam esperando por uma chuva que nunca vem. A situação está muito crítica e a população tem o direito de saber disso — diz a bióloga Vera Lúcia Teixeira, vice-presidente do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap).

No ano passado, o verão seco provocou uma queda brusca no nível dos reservatórios. O volume útil do Paraibuna, principal represa do sistema que abastece o Rio atingiu, em abril, o nível de 38,67%. Bem abaixo dos 61,20% registrados no mesmo período, no ano anterior.

— Nos próximos dias, os reservatórios de Jaguari e Funil também vão entrar em volume morto. Em breve, vamos sair do período chuvoso e a expectativa de encher as represas é mínima. Vai ter que restringir o abastecimento em algum momento — diz Paulo Carneiro, pesquisador do laboratório de Hidrologia da Coppe/UFRJ.

Paulo Canedo, também do laboratório de Hidrologia da UFRJ, engrossa o coro:

— Considero essencial começar um racionamento imediatamente — afirma ele.

Pelas contas de Vera Lúcia Teixeira, mesmo se houver uma política de racionamento, os reservatórios só voltarão ao normal em 2017.

— Os volumes chegaram a um nível nunca atingido em cem anos. Com chuvas normais, acredito que leve pelo menos dois anos para voltar a ser como era — diz ela.




Fonte: Extra

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

CRISE DA ÁGUA: QUATRO DISTRITOS EM CAMPOS JÁ SÃO ABASTECIDOS POR CARROS-PIPA

(Fotos: Ralph Braz)
A situação hídrica que todo país está passando fica mais caótica. As condições climatológicas atípicas que marcam sobretudo a região sudeste já causam transtornos neste período que deveria ser chuvoso. Foram os piores índices pluviométricos das ultimas oito décadas. Em Campos, a concessionária Águas do Paraíba já transporta água em carros-pipa para atender milhares de pessoas do interior. Recentemente, a Defesa Civil informou ainda que o Rio Paraíba do Sul atingiu a menor cota de sua história.

Apesar do problema nas localidades de Conselheiro Josino, Morro do Coco, Vila Nova e Murundu, a concessionária Águas do Paraíba informa que o abastecimento em Campos está dentro da normalidade.

Em nota, a empresa afirma que não há mudanças operacionais, ou seja, apesar do nível do Paraíba, principal manancial de captação de água, não há diminuição no volume de água para os bairros e não há motivo para pânico. Ressalta, no entanto, a importância da racionalização no uso da água nesse período de seca e estiagem.



Confira a nota:
"Em função de investimentos de mais de R$ 200 milhões nos últimos anos, a concessionária Águas do Paraíba está garantindo o abastecimento de água em Campos. Mas, tendo em vista a crise hidrológica porque passam várias regiões do país recomenda enfaticamente que a racionalização no uso de água durante todo o ano, torna-se muito mais importante e necessário nesse período de seca e estiagem. 
Mesmo com os níveis baixos de água registrados nos últimos meses, a captação do rio Paraíba do Sul continua normal. E graças aos equipamentos instalados e tecnologia implantada, a concessionária consegue captar a água mesmo em condições mais severas.
O Gerente de Operações de Águas do Paraíba, o engenheiro Silas de Almeida adverte , entretanto, que decisões da Agência Nacional de Águas com relação à Bacia do Paraíba do Sul, no Estado de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro podem alterar o cenário do rio, que é o principal manancial de captação de água em Campos. 
No entanto, por causa da seca, a concessionária está administrando uma “situação crítica” em quatro distritos da região norte do município: Conselheiro Josino, Morro do Coco, Murundu e Vila Nova. Nessas localidades, a concessionária já está fazendo gestão de demanda, enviando todos os dias, rotativamente, dois caminhões pipa, para suprir a necessidade dos moradores."



Fonte: Ascom Águas do Paraíba | Campos24 horas