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terça-feira, 26 de julho de 2016

Falta de exame sanguíneo no HFM e HGG

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
Pacientes dos hospitais Ferreira Machado (HFM) e Geral de Guarus (HGG) estão com a saúde em risco há uma semana devido à impossibilidade de realização de quaisquer tipos de exame de sangue nas unidades. A informação foi divulgada na última sexta-feira (22), no blog Ponto final, de Christiano Abreu Barbosa e hospedado na Folha Online. As checagens sanguíneas comprometidas são: exames de tipagem sanguínea, essencial no caso do HFM, maior hospital de emergência na região; hemograma em geral; eletrólitos; gasometria, também fundamental na emergência e Centro de Terapia Intensiva (CTI); e troponina, fundamental no diagnóstico de infarto fulminante. Por conta da falta de exames, o Hospital Escola Álvaro Alvim precisou ser acionado.

No HGG, segundo servidores que preferiram não se identificar, o problema se estenderia a outros exames. “Já não se faz mais exame sanguíneo aqui no HGG há muito tempo, por exemplo. Vários outros exames não estão sendo feitos, como mamografia. Raios-x são outros problemas, só em caso em que o paciente esteja precisando muito”, disse um funcionário.

Ainda segundo ele, os exames não estariam sendo realizados por motivos distintos. “Sobre o exame de sangue, eles alegam que não tem kit para fazer exame. Não podem fazer raios-x, pois dizem que o aparelho está com defeito. Também não é feito colonoscopia por falta de aparelho”, relatou.
No HFM, além da falta de material de insumo, os equipamentos do laboratório teriam sido retirados por uma das empresas contratadas, que também fornece os materiais de coleta.

A Fundação Municipal de Saúde respondeu, por nota, que “está renegociando uma adequação de preços com a empresa fornecedora de materiais para exames, vencedora do pregão realizado há cerca de um mês, e cujos valores propostos estão acima dos praticados pelo mercado. A expectativa é de que esta renegociação seja resolvida em 48 horas”.

Quanto ao HGG, a direção do hospital informa que os exames de raio x, ultrassonografia, tomografia e ecocardiografia estão sendo realizados normalmente. Porém, o mamógrafo encontra-se em manutenção.

Já a assessoria do Álvaro Alvim informou que “no sábado (23/07), foi feita uma solicitação do Hospital Ferreira Machado para a realização de exames daquela instituição, tendo sido realizados 128 exames”.










Fonte: Folha da Manhã

sábado, 14 de maio de 2016

Reunião com secretário: Prefeitura promete pagar hospitais em Campos até dia 23 de junho

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
Os diretores do Hospital dos Plantadores de Cana (HPC), Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA), Santa Casa de Misericórdia e Beneficência Portuguesa participaram, na tarde desta sexta -feira (13) de uma reunião com o secretário de governo Anthony Garotinho e o secretário de saúde Geraldo Venâncio, para assinar um novo contrato para prestação de serviços de média complexidade.

A reunião foi convocada após os diretores da Beneficência, Álvaro Alvim e HPC publicarem um comunicado na edição desta quinta-feira (12) da Folha da Manhã, afirmando que podem parar de atender aos usuários do SUS por causa de atrasos nos recursos federais e municipais.

A reunião ocorreu a portas fechadas, mas segundo matéria divulgada no site da prefeitura, Garotinho teria dito que as parcelas em atraso serão pagas até o dia 23 deste mês. A assinatura dos novos contratos, no entanto, só acontecerá na próxima quarta-feira (18).

O secretário de governo teria sugerido ainda o repasse direto dos salários dos médicos, pela prefeitura. Medida que atenderia uma reivindicação antiga do Sindicato dos Médicos. O contrato referente a essa medida será assinado, por representantes do sindicato, na próxima quinta-feira (19).








Fonte: Folha da Manhã

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

SERVIÇO DE RADIOTERAPIA É IMPLADO NO HOSPITAL ÁLVARO ALVIM

(Foto: Ralph Braz)
O serviço de radioterapia será implantado nesta segunda-feira (3), às 14h, pela prefeita Rosinha Garotinho e o vice-prefeito e secretário de Saúde, Doutor Chicão, no Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA). O principal equipamento do novo setor, o Centro de Radioterapia, chamado de acelerador linear, foi adquirido por meio de emenda orçamentária parlamentar do então deputado federal Anthony Garotinho, atual secretário municipal de Governo. O investimento está orçado em R$ 2,5 milhões.

- Por mês, serão beneficiados 80 pacientes oncológicos. Com isso, a cidade agora se torna pólo no tratamento oncológico de alta complexidade. Nenhum paciente com câncer, que necessite de tratamento radioterápico, terá que sair de Campos para ter sua demanda atendida - disse Doutor Chicão.

O atendimento no Álvaro Alvim com esta aquisição passará ao estágio de Centro de Alta Complexidade (Cacom), representando um ganho tecnológico à Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). Doutor Chicão lembra que Campos é o único município do interior do estado com 3 Unacons.

A população regional terá acesso a um tratamento de radioterapia com um equipamento de mais alta sofisticação tecnológica, com o acelerador linear de fótons e elétrons, que tornará o tratamento mais eficaz já que ele possui condições técnicas de alto padrão, como a Radioterapia com modulação de feixe e rapidArc, que é uma técnica em que a máquina gira em torno do paciente permitindo um acesso direcionado ao órgão a ser tratado e poupando tecidos sadios.





Fonte: Secom

quarta-feira, 1 de julho de 2015

RISCO DE SUSPENDER ATENDIMENTO CONTINUA

(Foto: Ralph Braz)
Enquanto aguardam o julgamento do recurso expedido pela 1ª Promotoria de tutela e Cautela Coletiva, a pedido do promotor Leandro Manhães, encaminhado ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), na última quinta-feira (25), representantes dos hospitais da rede conveniada seguem cogitando a possibilidade de paralisar alguns serviços oferecidos à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por falta de verbas. A petição visa defender que o valor referente a 50% da dívida do município, se mantenha em posse das seis entidades hospitalares envolvidas no processo, como decretado em decisão anterior, suspensa pelo TJ.

De acordo com o assessor jurídico da Liga Espírita de Campos, entidade mantenedora do Hospital Abrigo Dr. João Viana, José Rolando Muniz da Rocha, os serviços ambulatoriais e de internações ainda não tinham sido comprometidos, porém, segundo ele, se o recurso não for deferido, e o dinheiro não for devolvido, novas paralisações de médicos e psicólogos poderão se repetir a partir de amanhã. “O recurso está defendendo os pacientes, se a rede pública não atende à demanda, é necessário o investimento na rede de apoio. O valor creditado em nossa conta na segunda-feira (22) foi de R$ 150 mil, desta quantia gastamos R$ 16.500, para cumprir o pagamento de nossos médicos e psicólogos, que estavam com a remuneração atrasada desde março. O nosso ambulatório estava parado há quase 60 dias, por este motivo. Eu paguei o mês e eles retornaram a trabalhar, porém quando ia acertar o segundo pagamento em atraso, o valor já havia sido bloqueado”, relatou o assessor.

Em nota, o promotor Leandro Manhães afirmou que até o final da tarde de ontem o recurso ainda não havia sido julgado, e que já estaria sendo analisado pelo presidente do TJ-RJ para a decisão.

Hospitais têm que devolver o que gastou

Sem ter como restituir aos cofres públicos o que foi gasto no período entre a liberação e a cassação que exigiu o estorno total do valor creditado em benefício das unidades hospitalares, representantes se perguntam como não como proceder, caso o recurso seja indeferido pelo TJ-RJ.

O assessor jurídico, José Rolando Muniz afirmou que todo o dinheiro utilizado teria sido direcionado aos salários atrasados. “Nós não temos como devolver o que foi gasto. O dinheiro foi para os médicos e psicólogos. Nós não ficamos com nenhuma parte do dinheiro. O recurso é para derrubar a medida que o Tribunal suspendeu, se houver nova cassação eles terão de devolver os 50% inteiros à rede conveniada, evitando o pagamento do que foi gasto e a perda deste repasse”, declarou.

Ainda de acordo com José Rolando, o sentimento de preocupação estaria sendo compartilhado entre todos os comandantes das unidades hospitalares envolvidas, que segundo ele, pretendem se reunir nos próximos dias para discutirem sobre o futuro da saúde pública do município.





Fonte: Folha da Manhã

sexta-feira, 26 de junho de 2015

HOSPITAL ÁLVARO ALVIM DESCARTA SUSPEITA DE SUPER BACTÉRIA

(Foto: Ralph Braz)
Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA) descartou, nesta quinta-feira (25), a suspeita de superbactéria KPC em um paciente de 90 anos internado na unidade. Segundo nota, o paciente “foi transferido, após seis dias, do Hospital Geral de Guarus (HGG) para o Hospital Álvaro Alvim para tratamento clínico com diagnóstico de quadro neurológico a esclarecer, pneumopatia e úlcera sacral. No setor de Clínica Médica foi constatado pneumonia e infecção do trato urinário, provenientes do hospital de origem, com isolamento de germes multiresistentes e não KPC”.

Ainda de acordo com a nota, o paciente continuava internado no HEAA. “Instituído o protocolo de precauções para germes multiresistentes, no leito, recebeu tratamento geral e antibióticoterapia, orientados pelo resultado das culturas”.

Caso — Na edição desta quinta-feira da Folha da Manhã, Cristóvão Batista havia contado que há 14 dias o seu pai teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC), ficando cinco dias em uma maca no corredor do HGG, mas ninguém teria falado nada sobre a possibilidade de contágio da superbactéria. No terceiro dia, foi encontrada uma ferida nas costas, e nessa quarta-feira (24) teria sido confirmada a infecção, agora descartada pelo HEAA.

Também na quarta-feira, o Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar do Hospital Ferreira Machado informou que nenhum caso estava sendo tratado na unidade. “Os dois hospitais municipais contam com leitos de isolamento, equipes qualificadas, equipamentos de suporte à vida e medicamentos para tratar eventuais caos de pacientes vítimas da bactéria KPC. O tratamento contra a superbactéria deve ser feito no hospital com antibióticos associados para combater a bactérias e evitar o surgimento de outras infecções. Além disso, durante o internamento, o paciente normalmente fica em leito isolado”.

Nesta quinta-feira, a Folha entrou em contato com a assessoria do HGG por e-mail, para saber sobre a afirmação do Álvaro Alvim de que o paciente já teria vindo da unidade municipal com problemas constatados, “pneumonia e infecção do trato urinário”, mas não se pronunciou sobre o assunto.





Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 24 de junho de 2015

MPF REALIZA INSPEÇÃO NO HOSPITAL ESCOLA ÁLVARO ALVIM

(Foto: Ralph Braz)
Em sequência as inspeções em unidades de saúde, que recebem repasse de verbas do Sistema Único de Sáude (SUS), na cidade de Campos, o Ministério Público Federal (MPF) vistoriou na tarde desta terça-feira (23), o Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA). Três agentes percorreram várias instalações do hospital. Apenas na farmácia e no ambulatório foram encontradas irregularidades, já no setor administrativo os agentes foram informados que apenas dois médicos são contratados pelo hospital e não possuem registro de ponto e que os demais trabalham através de empresas. No mesmo setor, os agentes foram informados de que dois médicos faltaram, mas a justificativa dada pelo hospital é de que uma estaria em licença maternidade e outro teria uma cirurgia de emergência.

No ambulatório, a escala de médicos, com suas respectivas especialidades, exigida por lei, não foi encontrada, mas, segundo o administrador do HEAA, Flávio Hoelzle, a escala será providenciada. Já na farmácia, o quantitativo do remédio Anlodipino no sistema constava 110, mas, segundo os agentes, foi encontrado apenas 88. Segundo o médico Carlos Eduardo Ferreira, responsável pelo setor, a diferença ocorreu, pois “os medicamentos saíram para um andar e a baixa no sistema é feita no final do dia”. Ainda segundo ele, “os agentes do MPF ficaram satisfeitos, pois todos os outros produtos bateram”.

Os agentes passaram também por setores com a clínica cirúrgica e médica, enfermaria, central de esterilização e descarte, mas nenhuma irregularidade foi encontrada.

De acordo com a moradora do Parque Santo Amaro, Maria José Carvalho, 56 anos, há seis meses ela tenta realizar exames de mamografia, mas não consegue e o único jeito seria pagar o exame, dormir na fila ou comprar uma ficha por cerca de R$ 40. “Mesmo pagando meus impostos, não consigo ter acesso aos meus direitos”, disse.

O administrador do hospital informou que há um limite no número de realização de exames e que a verba federal, que deveria ser repassada pela Prefeitura, está atrasada desde março, além das verbas destinadas a cirurgias de altas complexidades estarem atrasadas desde fevereiro. Segundo ele, “falta diálogo entre hospitais e a Prefeitura, sendo o atraso prejudicial”.

A Folha entrou em contato com a Prefeitura, através da assessoria de comunicação, para saber os motivos do atraso e se há uma previsão para a regularização, mas até o fechamento desta edição, não houve resposta.





Fonte: Folha da Manhã

quinta-feira, 4 de junho de 2015

CIRURGIAS ELETIVAS PELO SUS ESTÃO SUSPENSAS

(Foto: Ralph Braz)
Este "aviso importante" está afixado no Hospital Escola Alvaro Alvim e ele "normatiza" o calendário de cirurgias eletivas e "suspende", unilateralmente, a realização de cirurgias eletivas do S.U.S, "que pressuponham a necessidade de ocupação de leito de U.T.I".

Ora, doutor, há dois equívocos brutais em comunicado tão burocrata e frio.

O primeiro, que ele desconsidera o que afirma a Constituição do País, segundo a qual, a Saúde Pública "é um direito do cidadão e DEVER do Poder Público".

E segundo, que faltou ao doutor, combinar com a dor e o sofrimento de quem já aguarda na fila há muito tempo.

Peço que perdoe minha ignorância, mas não seria o caso de decretação de "estado de emergência", na área da Saúde, o que flexibilizaria a contratação imediata e desburocratizada de leitos de U.T.I em hospitais particulares?






Fonte: Blog do Fernando Leite

segunda-feira, 7 de julho de 2014

FAMÍLIA DA MENINA DE CINCO ANOS QUE MORREU NO HFM, QUER SABER O MOTIVO DO ÓBITO

(Fotos: ANI/ Terceira Via)
A família da pequena Solange Pereira Costa está revoltada com a falta de esclarecimento sobre a causa da morte da criança, que tinha apenas cinco anos. Solange morreu no Hospital Ferreira Machado (HFM) na terça-feira (1º de julho). A unidade emitiu o atestado como morte por causa indeterminada e, por meio de nota, a Assessoria da Secretaria de Saúde de Campos informou que a família não autorizou o envio do corpo ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), que funciona no Hospital Escola Álvaro Alvim, e que tem por finalidade investigar as causas de óbito por morte natural. 

De acordo com a mãe da criança, Alessandra Batista Pereira, ninguém a questionou nem informou sobre o SVO. “Se alguém disser que esteve comigo e perguntou se a gente queria fazer o exame, é mentira. Ninguém falou nada com a gente. Se teve isso que estão dizendo, quero que eles provem com algum documento que tenha nossa assinatura”, frisou.


Indignado, o pai de Solange, Selmir da Costa, clama por uma resposta da prefeitura. “Quero saber de que a minha filha morreu. Não existe uma criança morrer e ter na certidão de óbito uma morte indeterminada”, disse.

Daniele Costa, irmã da menina, contou que dez minutos após Solange vir a óbito, o corpo já foi liberado. “Ninguém orientou a gente que teria esse procedimento. A saúde de Campos está um absurdo. Eu tenho filhos e fico preocupada com o que pode vir acontecer”.

Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via entrou em contato por e-mail com a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde de Campos, sem obter resposta. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará versão dela para este fato.

O Caso - Solange se sentiu mal depois de chegar do colégio onde estuda, na localidade de Brejo Grande, e foi levada com febre para o Sandu de Guarus. Como o estado se agravou, ela foi transferida para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde morreu poucas horas depois de dar entrada.


Fonte: Terceira Via

quarta-feira, 25 de junho de 2014

SAÚDE INVESTIGA MORTE DE CRIANÇA DE QUATRO ANOS NO HFM

(Foto: Isaías Fernandes/ O Diário)
A Secretaria Municipal de Saúde está investigando a causa da morte de uma menina de 4 anos, que faleceu na manhã de terça-feira (24) no Hospital Ferreira Machado (HFM). Segundo a secretaria de Saúde, Manuelly de Souza Casimiro deu entrada no HFM às 6h10m, em estado gravíssimo, e foi a óbito cerca de 1h depois.

Como a causa da morte não foi determinada, o corpo foi encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO), que funciona no Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA). A família suspeita de meningite. 

Manuelly, que era moradora do Jóquei Clube, será sepultada no início da tarde desta quarta-feira (25) no cemitério do Caju. O velório está sendo na Segunda Igreja Batista do Jóquei, com o caixão lacrado. Ela estudava na Escola Municipal Sebastião Ribeiro de Deus, no Novo Jóquei. 

Investigação

O diretor de Vigilância em Saúde, Charbell Kury, disse que exames iniciais não confirmam meningite. "Ainda assim, a secretaria vai enviar as amostras de sangue para o Lacen e tecidos do corpo para a Fiocruz, ainda esta semana, para análise. Estamos investigando todas as possibilidades para o caso e seguindo o que preconiza o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde", disse.

Por precaução, segundo Charbell, a secretaria se antecipou e vai realizar a profilaxia, bloqueio epidemiológico por meio de antibióticos, na escola onde Manuelly estudava. O procedimento será feito amanhã (27), após reunião com os funcionários e pais de alunos, que acontecerá a partir das 10h. Ontem, a Direção de Vigilância em Saúde orientou familiares da menor, que também receberão o antibiótico.

A Secretaria de Saúde solicitou à unidade escolar lista com nomes das crianças e dos funcionários, com idade de cada um, para proceder a profilaxia. As aulas continuam normalmente e não há necessidade de interrupção, de acordo com Charbell.



Fonte: O Diário