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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Caos: Posto de Urgência de Guarus sem água e sem atendimento

(Foto: Reprodução)
Pacientes que buscaram socorro médico na Unidade Pré-Hospitalar (UPH) de Guarus, a antiga PU de Guarus, na manhã dessa quinta tiveram de voltar para casa sem receber atendimento. Os serviços hospitalares e odontológicos teriam sido interrompidos em virtude da falta de água no local. Pacientes procuraram a reportagem da Folha da Manhã para denunciar que o problema teria sido causado por um encanamento quebrado.

— Cheguei à unidade às 9h e, depois de esperar por cerca de uma hora, fui informada de que não haveria expediente no posto devido a falta de água. Eu precisava de uma consulta com um clínico geral, mas, como não consegui, voltei pra casa sem atendimento — contou uma paciente que optou por não ser identificada.

A paciente revelou ainda ter visto homens da concessionária Águas do Paraíba circulando pela unidade. “Acho que eles vieram fazer algum reparo. Mas, durante o período em que eu estive lá, nada aconteceu. A água não voltou e o serviço não foi restabelecido”, disse ela.

Esta não foi a primeira denúncia por parte dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) sobre a falta de água na UPH Guarus. No final de 2015, pacientes também reclamaram que a unidade estava sem água para beber, além da falta de itens básicos como papel higiênico nos banheiros e ambulância. Na ocasião a Fundação Municipal de Saúde (FMS) alegou que o consumo de água foi maior do que o normal naquele período.

Em nota, a Águas do Paraíba informou que o problema foi solucionado. A concessionária informou ainda que integrantes da empresa foram ao local, de manhã, constatando que o sistema automático de acionamento da bomba interna que abastece o reservatório estava queimado, provavelmente em função de variação de tensão na rede de energia elétrica. “Substituída a peça danificada, pela equipe da Prefeitura, o abastecimento de água à unidade foi imediatamente normalizado”, finalizou o comunicado.

A equipe de reportagem procurou a secretaria municipal de Saúde, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.






Fonte: Folha da Manhã

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

VEREADOR FRED MACHADO VISITA PU DE GUARUS APÓS DENÚNCIA

(Foto: Ralph Braz | Blog Pense Diferente)
O vereador Fred Machado(SD), postou em seu perfil no facebook na tarde deste domingo(23/08), que foi averiguar uma denuncia que recebeu a respeito de médicos no Posto de Urgência(PU), de Guarus.

Leia a postagem:

"Estive agora no PU de Guarus,à chamado de um eleitor, e pude verificar a ausência de médicos, com exceção da pediatria. Ontem tinha clínico e não tinha pediatria, hoje tem pediatra e não tem clínico. Pessoas humildes, chegando de táxi e quem sabe voltando até a pé. Reclamação de todos! Esta é a saúde que queremos?"






Fonte: Blog Pense Diferente

quarta-feira, 1 de julho de 2015

PU DE GUARUS SEM MÉDICO DE NOVO


(Foto: Rodrigo Silveira | Folha da Manhã)
Em mais um caso de reclamação quanto à falta de qualidade nos serviços oferecidos à população pela Unidade Pré-Hospitalar (UPH) de Guarus — conhecida como PU de Guarus —, localizada no bairro Jardim Carioca, pacientes afirmaram que tiveram atendimento negado por funcionários de plantão por conta da falta de médicos na unidade. A informação é de que o problema estaria se arrastando desde o último sábado. Na manhã dessa terça-feira (30), um leitor entrou em contato com Folha da Manhã para relatar a falta de clínicos gerais disponíveis na UPH de Guarus, e que teria sido preciso buscar outra unidade para conseguir uma consulta. Vale lembrar que, em meio a tantos problemas, unidades hospitalares conveniadas à Prefeitura ainda podem suspender atendimento.

Após a denúncia, a equipe de reportagem procurou a administração da unidade para obter esclarecimentos. Porém, no local, funcionários de plantão informaram que os mesmos haviam sido proibidos de comentar o caso com a imprensa. Ainda assim pode ser registrado, em local de destaque na recepção, um bilhete escrito à mão que confirmava a reclamação. O manuscrito dizia: “Não haverá expediente de clínico geral em 30/06”. Constantemente, a Folha tem feito matérias de reclamações sobre a falta de médicos nesta unidade de saúde.

Em nota, a assessoria de comunicação da Fundação Municipal de Saúde (FMS) afirmou que a falta de clínico geral no plantão da manhã dessa terça-feira na Unidade Pré-Hospitalar de Guarus estaria sendo apurada. Ainda segundo informações da FMS, o atendimento clínico de urgência estaria sendo feito normalmente na unidade.

Pouco mais tarde, a Superintendência de Atenção Regional da Fundação Municipal de Saúde informou que, “devido ao grande número de pedidos de demissão de médicos plantonistas da Unidade Pré-Hospitalar de Guarus, alguns plantões não contariam com as equipes completas e os pacientes estariam sendo direcionados para outras unidades de saúde, como o Hospital Geral de Guarus e a UPH da Saldanha Marinho”. A superintendência ainda afirmou que profissionais estão sendo chamados para recompor as equipes e que a situação deve ser regularizada nos próximos dias.

Reclamações e críticas não são novidades

Os problemas envolvendo o atendimento médico na Unidade Pré-Hospitalar de Guarus não são novos. Em fevereiro deste ano, pacientes já haviam questionado o quadro de profissionais da saúde em plantões, a falta de remédios na farmácia da unidade e o horário de encerramento do expediente, além do aparelho de raio-X que estaria quebrado. De acordo com eles, na ocasião, o número de médicos não seria suficiente para atender toda a demanda e o expediente estaria sendo encerrado às 17h30.

No início deste ano, pacientes afirmaram que, em virtude de um remanejamento no atendimento, houve confusão entre funcionários e população. Os pacientes afirmaram que para conseguir consultas e outros serviços hospitalares teriam sido obrigados a se deslocar para outras unidades de saúde. No final de 2014, médicos da UPH Guarus paralisaram as atividades alegando falta de pagamento.




Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

FALTA DE PAGAMENTO: POSTO DE URGÊNCIA EM CAMPOS SEM MÉDICOS

(Foto: Fábio Junior Silva)
Nesta quarta-feira(19) de cinzas começou com o Posto de Urgência de Guarus, em Campos sem médicos para atender a população que busca de atendimento médico no Posto.

O relato foi feito através da rede social, onde várias pessoas relatam o problema em que se encontra a saúde em Campos.

Os seguranças do Posto estão informando aos pacientes que o Posto encontra-se sem médicos devido a falta de pagamento dos mesmos.

ATUALIZADO (19/02)

A Quarta-feira foi cinza para quem procurou atendimento médico no Posto de Urgência (PU) de Guarus. Isso porque os médicos lotados na unidade de saúde faltaram e os pacientes tiveram que se deslocar para outros locais, a fim de conseguir consultas e outros serviços. Através de nota, a prefeitura confirmou o fato informando que, dois pediatras concursados e dois clínicos faltaram aos seus plantões na quarta, o que provocou descontinuidade no atendimento médico da Unidade Pré-Hospitalar de Guarus. No final do ano passado, médicos da unidade paralisaram as atividades alegando falta de pagamento.

— Isso é um absurdo! Essa cidade não tem lei? O PU ficou o dia inteiro sem atendimento médico. Será que não poderiam deslocar nenhum outro profissional para a unidade. Sou idoso e não tenho condições de ficar procurando serviço médico em vários locais. A Saúde de Campos vai mal e nada é feito para mudar — destacou o aposentado Gilson Ferreira, 62 anos.

A equipe de reportagem esteve no local e o segurança informou que ninguém poderia dar entrevista. Vários pacientes estavam revoltados com a situação e entraram em contato com a Folha desde o início da manhã, afirmando que o PU de Guarus estava parado.

Em nota a Prefeitura disse que dois pediatras concursados e dois clínicos faltaram aos seus plantões ontem, o que provocou descontinuidade no atendimento médico da Unidade Pré-Hospitalar de Guarus. A administração da unidade estava entrando em contato com médicos da rede para tentar suprir as faltas. As emergências estão sendo atendidas pela clínica de plantão e os demais casos, inclusive os pediátricos, estão sendo encaminhados para o Hospital Geral de Guarus (HGG) e outras unidades, de acordo com avaliação.

Transtorno – Em dezembro do ano passado, num período de menos de sete dias, médicos do PU de Guarus paralisaram duas vezes as atividades alegando falta de pagamento dos salários. Na época, médicos clínicos contratados alegaram que os salários estariam atrasados desde outubro.




Fonte: Blog Pense Diferente | Folha da Manhã

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

MÉDICOS PARALISAM ATENDIMENTO NO PU DE GUARUS PELA SEGUNDA VEZ

(Foto: Ralph Braz)
Médicos plantonistas da Unidade Pré Hospítalar de Guarus (PU de Guarus) interromperam o atendimento na manhã desta segunda-feira (8 de dezembro. Esta é a segunda paralisação em menos de uma semana. Segundo um cartaz afixado na portaria, eles paralisaram as atividades por falta de pagamento. O aviso informa que a única excessão é para o atendimento vermelho (com ameaça de vida). Os profissionais alegam que estão sem receber da Prefeitura de Campos há mais de três meses.

O eletricista Genivaldo Armando, de 45 anos, morador no Jardim Carioca, ficou revoltado com o descaso dos profissionais. “Estava indo para o trabalho e me senti mal, procurei pelo atendimento aqui e nada. Como um médico que faz o juramento se nega atender um paciente. As coisas estão de mal a pior”, declarou.

Morador no bairro Eldorado, o professor de música Jorge Carlos da Silva, de 26 anos, levou o filho para ser consultado, mas saiu do PU sem ser atendido. Inconformado, ele informou que uma funcionária recomendou que ele levasse a criança na Unidade de Pronto Atendimento de Guarus (UPA). “A gente paga impostos e quando precisa de atendimento de urgência o médico não quer atender, isso é um absurdo. O que fazer agora?”, desesperou.

Moradora em Travessão, Graciele Ferreira dos Santos acompanhou o irmão, Magno para ser consultado na emergência da unidade. "Meu irmão é surdo e mudo e tem dificuldade de se expressar. Ele apareceu com calombos e manchas no rosto. A situação piorou no fim de semana. Viemos aqui, mas fomos informados sobre a paralisação dos médicos. Gastei dinheiro com ônibus até o Centro, onde peguei um táxi para o PU. Agora vou ter que gastar mais, pois nos mandaram para a UPA. Antes de vir para cá estivemos no Hospital Geral de Guarus. Só falta a gente voltar para casa sem ele ser consultado", declarou.




Fonte: Terceira Via 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

FAMÍLIA DA MENINA DE CINCO ANOS QUE MORREU NO HFM, QUER SABER O MOTIVO DO ÓBITO

(Fotos: ANI/ Terceira Via)
A família da pequena Solange Pereira Costa está revoltada com a falta de esclarecimento sobre a causa da morte da criança, que tinha apenas cinco anos. Solange morreu no Hospital Ferreira Machado (HFM) na terça-feira (1º de julho). A unidade emitiu o atestado como morte por causa indeterminada e, por meio de nota, a Assessoria da Secretaria de Saúde de Campos informou que a família não autorizou o envio do corpo ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), que funciona no Hospital Escola Álvaro Alvim, e que tem por finalidade investigar as causas de óbito por morte natural. 

De acordo com a mãe da criança, Alessandra Batista Pereira, ninguém a questionou nem informou sobre o SVO. “Se alguém disser que esteve comigo e perguntou se a gente queria fazer o exame, é mentira. Ninguém falou nada com a gente. Se teve isso que estão dizendo, quero que eles provem com algum documento que tenha nossa assinatura”, frisou.


Indignado, o pai de Solange, Selmir da Costa, clama por uma resposta da prefeitura. “Quero saber de que a minha filha morreu. Não existe uma criança morrer e ter na certidão de óbito uma morte indeterminada”, disse.

Daniele Costa, irmã da menina, contou que dez minutos após Solange vir a óbito, o corpo já foi liberado. “Ninguém orientou a gente que teria esse procedimento. A saúde de Campos está um absurdo. Eu tenho filhos e fico preocupada com o que pode vir acontecer”.

Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via entrou em contato por e-mail com a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde de Campos, sem obter resposta. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará versão dela para este fato.

O Caso - Solange se sentiu mal depois de chegar do colégio onde estuda, na localidade de Brejo Grande, e foi levada com febre para o Sandu de Guarus. Como o estado se agravou, ela foi transferida para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde morreu poucas horas depois de dar entrada.


Fonte: Terceira Via