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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

VEREADOR FRED MACHADO VISITA PU DE GUARUS APÓS DENÚNCIA

(Foto: Ralph Braz | Blog Pense Diferente)
O vereador Fred Machado(SD), postou em seu perfil no facebook na tarde deste domingo(23/08), que foi averiguar uma denuncia que recebeu a respeito de médicos no Posto de Urgência(PU), de Guarus.

Leia a postagem:

"Estive agora no PU de Guarus,à chamado de um eleitor, e pude verificar a ausência de médicos, com exceção da pediatria. Ontem tinha clínico e não tinha pediatria, hoje tem pediatra e não tem clínico. Pessoas humildes, chegando de táxi e quem sabe voltando até a pé. Reclamação de todos! Esta é a saúde que queremos?"






Fonte: Blog Pense Diferente

terça-feira, 18 de agosto de 2015

CÂMARA APROVA COM 15 VOTOS FAVORÁVEIS "VENDA DO FUTURO"

(Foto: Filipe Lemos | Campos24horas)
Após quase oito horas de debate, com direito a troca de acusações, denúncias, mudanças de postura e ironias, a Câmara de Campos liberou, em primeiro turno, a antecipação de receitas, apontada como a “venda do futuro”.

Quem votou a favor: Mauro Silva (PT do B), Auxiliadora Freitas (PHS), Fábio Ribeiro (PR), Paulo Hirano (PR), Miguelito (PP), Albertinho (Pros), Jorge Magal (PR), Álvaro César (PMN), Ozéias (PTC), Thiago Virgílio (PTC), Abdu Neme (PR), Altamir Bárbara (PSB), Cecília Ribeiro Gomes (PT do B), Dona Penha (DEM) e Neném (PTB).

(Fotos: Ralph Braz)
Quem votou contra: Rafael Diniz (PPS), Fred Machado (SD), Marcão (PT), Nildo Cardoso (PMDB), José Carlos (PSDC), Gil Vianna (PR), Genásio (PSC), Dayvison Miranda (PRB) e Alexandre Tadeu (PRB).

Após a aprovação, os membros da oposição afirmam que o caso vai parar na Justiça. “Mais uma vez o governo mostrou a sua forma de agir. Não informou nada, não debateu de forma transparente e já articula com bancos para vender o nosso futuro. Não vamos permitir. A população, responsável por pagar essa conta, não pode ser atropelada desta forma. Vamos novamente à Justiça. Argumentos não faltam”, diz o vereador Rafael Diniz.


Já o vereador Mauro Silva (PT do B), líder do governo, diz que a oposição conta “historinhas”. “Chega de historinha. Trata-se de uma resolução aprovada pelo Senado, com tudo dentro da legalidade. Chega de historinha”, disse Mauro.












Fonte: Blog do Bastos

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

FRED MACHADO: "SOMOS CONTRA ESSA VENDA DO FUTURO"

(Foto: Ralph Braz)
Na tribuna, o vereador Fred Machado (SD), da bancada de oposição, defendeu a aprovação de uma emenda aditiva. A ideia é realizar uma audiência pública e debater com a sociedade civil organizada sobre o valor que será antecipado, “juros”, prazos e quais serão as prioridades caso o empréstimo seja liberado. “Somos contra essa venda do futuro. Mas, caso os governistas decidam aprovar, não podemos deixar de cobrar mais transparência. Este mesmo governo já antecipou R$ 250 milhões no final do ano passado e até hoje não explicou nada”, disse Rafael Diniz (PPS).






Fonte: Folha da Manhã

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

OPOSIÇÃO BARRA “VENDA” DO FUTURO DE CAMPOS NA JUSTIÇA

(Foto: Ralph Braz)
Após ação movida pela bancada de oposição (Nildo, Rafael, Fred, Marcão e José Carlos) a juíza Flávia Justus, da 3ª Vara Cível de Campos, concedeu liminar e barrou a “venda” do futuro. A magistrada entendeu os argumentos da oposição, que questionou a presença do vereador Kellinho (PR) durante a votação do requerimento que mudou a licença do vereador Paulo Hirano (PR). De acordo com a decisão, “ocorreu uma série de ILEGALIDADES, no dia 10 de junho de 2015, para que o Suplente Kellinho pudesse voltar a exercer a vereança”.

A ideia do grupo governista é obter um empréstimo de até R$ 1 bilhão. O pagamento seria feito em 25 anos. Com a decisão, o grupo rosáceo vai se movimentar com rapidez para tentar derrubar a liminar ou elaborar uma nova manobra.

Confira um trecho da decisão:

“Posto isso, presentes os requisitos ensejadores da tutela liminar, já que verossimilhantes as alegações autorais, como acima exposto, e presente o risco de dano diante da possibilidade de ser contratado empréstimo cuja garantia seriam ganhos futuros do município. Logo, CONCEDO A TUTELA ANTECIPADA para sustar os efeitos do requerimento nº 1.079/2015 e por consequência, da Lei Municipal nº 8.654/2015, vedando operações de crédito com base nesta, até o fim da demanda. Dê-se ciência ao MP. Notifique-se a autoridade coatora, nos termos do art. 7º, I da Lei 12.016/09. Notifique-se o Município de Campos dos Goytacazes, nos termos do art. 7º, II da Lei 12.016/09. Cite-se e intime-se”.




Fonte: Blog do Bastos

segunda-feira, 6 de julho de 2015

FRED MACHADO DE SAÍDA DO SOLIDARIEDADE

(Foto: Ralph Braz)
Em contato com o blog, o vereador Fred Machado informou que está de saída do Solidariedade. Isso porque, em Campos, o partido ficará com o grupo que ele faz oposição: “Já conversei com deputado Áureo, ele entendeu e afirmou que não irá criar nenhum tipo de dificuldade. Estou vendo uma outra legenda”.




Fonte: Blog Na Curva do Rio

terça-feira, 16 de junho de 2015

VEREADORES NA JUSTIÇA PARA ANULAR SESSÃO

(Foto: Ralph Braz)
A conturbada sessão da Câmara dos Vereadores que aprovou, quarta-feira passada (10/06), a “venda” dos royalties de Campos será contestada na Justiça. Entre os pontos considerados questionáveis, está o fato de o vereador Paulo Hirano (PR) apresentar um requerimento pedindo licença para tratar de assuntos pessoais, sendo que já estava licenciado para tratamento médico até julho. Na segunda-feira (15), a prefeita Rosinha Garotinho (PR) publicou em Diário Oficial a Lei 8654/2015, que autoriza empréstimos dando como garantia a projeção dos royalties para 2015 e 2016.

Líder da oposição, vereador Nildo Cardoso (PMDB) disse requerimento verbal será apresentado na sessão desta terça.

— Vamos questionar para anular a sessão, que foi coberta de equivoco. No meu entendimento, havia 26 vereadores na Câmara quarta-feira — 25 presentes e um ausente (José Carlos, do PSDC, que faltou no dia). Outra coisa, só pode apresentar requerimento, vereador que está presente. Paulo Hirano estava lá? Nos meus três mandatos, quando o vereador não está presente, o requerimento é retirado de pauta. Se Fábio Ribeiro retornou, Kellinho não podia estar. Por isso queremos o DVD da sessão porque é um documento da Câmara e oficial. E com certeza não foi editado porque Garotinho (secretário municipal de Governo) estava assistindo e conduzindo tudo — alfinetou.

Já o vereador Marcão (PT) informou que já foi protocolado no Legislativo requerimento para que sejam entregues pela Mesa Diretora, cópia do DVD da sessão, lista de presença e outros documentos: “Vamos entrar com ação mostrando as irregularidades daquela sessão. Em primeiro lugar, o regimento interno diz que um vereador licenciado não pode pegar outra licença. Não tem sentido jurídico. Essa foi uma manobra do governo porque não tinha a maioria para a aprovação. Para solicitação de empréstimos tem que ser maioria absoluta – 50% mais um. Como são 25 vereadores, o governo precisava de 13 e não tinha”, explicou.

Com o “motim” de vereadores até então governistas, o governo ficou, pela primeira vez, sem maioria. Para a aprovação da lei sobre os royalties, o secretário de Gestão, Fábio Ribeiro, foi exonerado e no mesmo dia assumiu vaga na Câmara. Para isso, foi apresentado um requerimento do vereador já licenciado Paulo Hirano, que está em tratamento de doença.

Hirano não compareceu a nenhuma sessão deste ano e, em abril, foi aprovada licença de 90 dias para ele.





Fonte: Folha da Manhã (Suzy Monteiro) | Blog Na Curva do Rio

quinta-feira, 11 de junho de 2015

OPOSIÇÃO TENTA IMPEDIR "CHEQUE EM BRANCO" MAS NÃO CONSEGUE

(Foto: Ralph Braz)
Mais que um “cheque especial”, o Governo Rosinha tem um “cheque em branco” nas mãos. Depois de ser “decepcionado” no dia anterior, finalmente o secretário Anthony Garotinho, conseguiu, ontem, ao seu velho modo de fazer política, orquestrar um golpe ao futuro de Campos dentro da Câmara. Para isso ele contou com o apoio de 13 vereadores, na verdade 15, apesar de só 13 terem votado a favor do projeto que libera a antecipação de receitas para a Prefeitura de Campos, comprometendo recursos dos royalties e participação especial provenientes da produção de petróleo até dos próximos anos.

Descartáveis 
Mas não pense que foi fácil. Pela primeira vez parte da chamada bancada “independente”, que no dia anterior já tinha se rebelado, fez valer sua opinião e manteve o voto contrário. Afinal, atualmente Gil Vianna (PR), Magal (PR), Genásio (PSC), Albertinho (Pros), Dayvison Miranda (PRB) e Alexandre Tadeu (PRB), antes governistas declarados, estão mais próximos dos castigos dados aos opositores do que das benesses concedidas aos vereadores rosáceos. Mesmo apelando nos bastidores e na cara de todos na Casa de Leis, Garotinho e aliados mostraram que estes “independentes” são descartáveis.

Vale tudo
Os exemplos de que “vale tudo” para sair vencedor foram dados desde a licença de um vereador já com licença médica aprovada na Câmara até a volta do secretário Fábio Ribeiro (PR) ao Legislativo, até então vereador licenciado, mas que foi exonerado da secretaria de Gestão de Pessoas e Contratos, na tarde dessa quarta-feira, em Diário Oficial extra, que só foi visto online. Kellinho que estava na vaga de Fábio foi para o lugar de Paulo Hirano (PR). Mas Fábio, funcionário licenciado da Fenorte e cedido à Prefeitura podia fazer isso?

Respeito?
Disposto a defender o governo com unhas e dentes, o vereador Fábio Ribeiro usou a tribuna para atacar o PT. “Tem gente que fala em responsabilidade fiscal e defende o governo do PT, que não tem responsabilidade alguma”, disse. Neste momento, ele foi aplaudido, de forma irônica, pelo vereador Marcão. Foi o bastante para gerar um bate boca. “Não tenho medo, sou tão vereador quanto vossa excelência. Não vai me intimidar. Quero respeito”, disse Fábio, visivelmente irritado. Por sua vez, Marcão rebatia: “Respeito? Quer respeito? Então se dê ao respeito”.

Quem são...
Sendo assim além de Fábio Ribeiro (PR) e Kellinho (PR), também foram apontados como “pau-mandado”: Abdu Neme (PR), Mauro Silva (PT do B), Miguelito (PP), Dona Penha (DEM), Álvaro César (PMN), Neném (PTB), Ozéias (PTC), Thiago Virgílio (PTC), Altamir Bárbara (PSB), Cecília Ribeiro Gomes (PT do B) e Auxiliadora Freitas (PHS). Mas não dá para deixar de ressaltar a importante contribuição de Edson Batista (PTB), que por ser presidente do Legislativo não pode votar, e Paulo Hirano (PR), que antes era poupado pelo seu grupo por estar com problemas de saúde, mas que por um interesse maior foi substituído.

“Ditador”
Edson Batista, que na sessão de terça foi pressionado pelo seu líder maior, ontem teve que engolir a seco as críticas e títulos de “ditador” e até de “Fidel Castro”. Independentes e opositores se mostram dispostos a fazer valer na Justiça o regimento interno daquela Casa, já que o presidente faz rezar outra cartilha.

E José Carlos?
Mesmo acompanhados dos “independentes”, os vereadores de oposição Rafael Diniz (PPS), Marcão (PT), Fred Machado (SD) e Nildo Cardoso (PMDB) não puderam fazer muito, mas mostraram suas indignações. Afinal, “quem tem maioria vota”, sentenciou o líder do governo Mauro Silva (PT do B). Eles não puderam contar nem com o apoio de José Carlos (PSDC), que é conhecido por ficar em cima do muro, e sequer apareceu por lá.

“Rivotril”
Para Rafael — que chegou a repreender um aliado do governo que da plateia gritou “chupa oposição” e foi retirado —, a manobra mostra a cara do governo. “Fazem de tudo para conseguir alcançar os objetivos. Esse líder está completamente desesperado. Haja rivotril. Um grupo que está aqui aplaudindo, vai ver o que foi reservado para o futuro. Desperdiçaram milhões e agora vão vender o futuro dos nossos filhos e netos”, disse Rafael. Da sessão de ontem ficou a certeza que os garotistas defendem o presente para que no futuro eles possam seguir mandando. Se não for assim, que os outros paguem a conta.




Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 10 de junho de 2015

EMENDA DE MARCÃO QUER QUE EMPRÉSTIMO SEJA PAGO NO MANDATO DE ROSINHA

(Foto: Folha da Manhã)
O vereador Marcão Gomes (PT) apresentou emenda modificativa ao projeto 0096/2015 para que o empréstimo a ser tomado pelo governo Rosinha seja totalmente pago até o último dia do mandato da atual prefeita. O vereador alega que tal emenda atende à Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Pelo projeto do gabinete da Prefeita, a dívida resultante do empréstimo só pode ser paga utilizando até 10% da receita anual de royalties e Participação Especial até que toda a dívida seja paga.
A emenda deve ser rejeitada porque o governo tem maioria.

Atualização: A emenda foi rejeitada pela maioria dos vereadores. Votaram a favor dez vereadores: Marcão, Rafael Diniz, Nildo Cardoso, Fred Machado, Jorge Magal, Alexandre Tadeu,Gil Vianna, Genásio e Albertinho. O vereador José Carlos está ausente.



Fonte: Blog Eu Penso que...

quarta-feira, 3 de junho de 2015

CÂMARA APROVA GRATIFICAÇÃO APÓS MANIFESTAÇÃO

(Foto: Ralph Braz)
A Câmara de Campos aprovou durante a sessão de terça-feira (2), por unanimidade, o projeto de Lei que dispõe sobre a alteração de dispositivos da Lei 8471, que trata do reajuste de 100% da gratificação por regência de classe e o projeto de Lei que institui o novo Plano Municipal de Educação. A aprovação ocorre 15 dias após a categoria entrar em estado de greve e protestar contra o governo. Porém, a pauta de reivindicações dos professores ainda conta com diversos pontos pendentes.

Pelo projeto, os professores que estão em sala de aula passarão a ganhar R$ 300,00 de gratificação. “Ainda existem questionamentos, mas entendo que se trata de um avanço. Vivemos hoje uma crise gerada pelo governo federal e, mesmo assim, a prefeita Rosinha tem feito o possível para atender a categoria. Quem me conhece sabe da minha luta pela valorização dos professores”, disse Auxiliadora Freitas (PHS).

A bancada de oposição votou a favor do projeto, mas não deixou de fazer críticas. “Quando a matéria é importante, a bancada de oposição não vota contra. Mas não podemos deixar de fazer algumas ponderações. Esta é uma vitória parcial dos educadores que lutaram por seus direitos. O governo só enviou este projeto após os protestos. Se deixasse por conta da prefeita, não haveria avanço algum”, disse Rafael Diniz (PPS), que foi além. “Esse governo está superfaturando a crise. Se não podem atender todas as reivindicações dos professores, a culpa é da crise. Mas este mesmo governo não deixa de repassar quantias bem altas para algumas empresas”, completou Rafael.

Já o vereador Marcão lembrou que a pauta de reivindicações vai muito além da gratificação. “Os professores cobram uma melhor estrutura nas escolas, uma merenda de melhor qualidade, porteiros, vigias, merendeiras, plano de saúde, uniformes e a reposição salarial anual”, disparou Marcão.

Líder do governo na Câmara, o vereador Mauro Silva (PT do B) disse que em momento algum a prefeita “potencializa a crise”. “As perdas em 2015 já estão na casa dos R$ 520 milhões”, disse.

Tensão – Durante o debate, os vereadores Fred Machado (SD) e Abdu Neme (PR) trocaram farpas no plenário. Após Fred usar a palavra na tribuna, Abdu se sentiu atingido e voltou a pedir a palavra ao presidente da Casa. Porém, na visão de Fred, o presidente não poderia dar voz novamente ao governista. O clima ficou tenso e o vereador Rafael Diniz (PPS) rebateu Abdu Neme.




Fonte: Folha da  Manhã