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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

LLX E EIG ACORDO DE R$ 1,3 BI E TROCA DE CONTROLE



A LLX e a gestora de ativos EIG formalizaram, neste domingo, o acordo que garantirá a troca de controle da empresa de logística fundada por Eike Batista. O negócio envolverá a injeção de 1,3 bilhão de reais na LLX, o que vai diluir a participação de Eike e torná-lo minoritário.


A assinatura do acordo ocorreu 30 dias após a divulgação de um termo de compromisso entre as empresas. Segundo a nota da LLX à imprensa, nesta segunda-feira, o que decorreu desde então foi uma “detalhada due diligence” – o jargão de mercado para a auditoria que fez um pente-fino nas contas da companhia.

O principal atrativo da LLX é o superporto do Açu, que está em construção em São João da Barra (RJ). Com um píer de 17 quilômetros de comprimento, será capaz de receber até 47 embarcações por vez.

O porto também contará com um pólo industrial com empresas de petróleo, tecnologia e armazenagem, entre outros.

O presidente da EIG, Blair Thomas, declarou na nota conjunta com a LLX, que o porto de Açu “terá um papel fundamento no desenvolvimento da infraestrutura para prestação de serviços na área de energia, e estamos ansiosos para concluir esse importante projeto”.

O acordo prevê, ainda, que a participação indireta que Eike possui na LLX Açu, de 30%, seja vendida para a LLX. Assim, a LLX Açu será uma subsidiária integral da empresa de logística.

Ao final da injeção de capital da LLX, Eike passará a deter cerca de 20% de participação na empresa e terá direito a indicar um membro do conselho de administração.


Fonte: Ascom LLX

EIKE BATISTA CULPA MAPA ASTRAL POR CRISE

(Foto: Jonathan Alcorn/ Bloomberg)


Pela primeira vez, desde que os problemas nas empresas X começaram a aparecer mais de um ano atrás, Eike Batista concedeu sua primeira entrevista. O empresário falou ao jornal americano Wall Street Journal, no último domingo, e desabafou: "tentei criar riqueza para todo o país e, sem dúvida, eu sou o maior perdedor nessa história".

Eike criticou o time de executivos que contratou para ajudá-lo na empreitada, que ele costumava chamar de "dream team". "Eu sou dono de um grande grupo e sozinho, eu não faço nada".

O empresário culpou seus ex-executivos pelo fracasso da OGX, alegando que ele era um empresário do setor de mineração e não tinha conhecimento profundo sobre a indústria de petróleo. "Eles me apresentavam relatórios brilhantes e me convenciam a fazer grandes investimentos", disse ao WSJ.

Sobre o investimento de 1 bilhão de dólares que ele precisa fazer na OGX, Eike afirmou que conseguiria fazer o aporte vendendo suas plataformas de petróleo. Segundo o empresário, ele provavelmente vai continuar com o controle da petroleira. Se não houver acordo, no entanto, o caso pode acabar na Justiça.

Além dos executivos que o ludibriaram, Eike também justificou o momento atual à má sorte. "Se você olhar para o meu mapa astrológico, esse período não foi favorável para mim. O bom momento? Ele já começou, literalmente, este mês", afirmou o empresário.

Otimista, o empresário também afirmou que muito de seus negócios estão mais saudáveis do que os investidores acredita. “Lembra que eu costumava dizer os ativos eram à prova idiota? De alguma forma são, pois posso vendê-los, mesmo em um mercado maluco".

Eike terminou a entrevista citando uma frase do magnata africano Elon Musk, que costuma dizer que começar um negócio é como comer vidro. "Eu estou comendo de vidro", disse.


Fonte: Exame

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

SAÍDA DE PROJETO SIDERÚRGICO DO AÇU NÃO IMPACTA EM EMPREENDIMENTO, AFIRMA LLX



O presidente do LLX, Marcus Berto, disse hoje que a decisão da Ternium em não instalar uma planta pelotizadora ou siderúrgica no Superporto do Açu não impacta o plano de negócios atual. “Com a retração do mercado siderúrgico nos últimos anos, o modelo de negócios da LLX está sendo revisto. Logo, a decisão da Ternium em não instalar uma usina siderúrgica no Superporto do Açu não altera o desenvolvimento do empreendimento”, afirmou Berto. A previsão é que o Superporto do Açu comece a operar neste ano.

A LLX divulgou hoje (6) ao mercado que recebeu comunicação oficial da Ternium informando que não prosseguirá com a implantação de planta pelotizadora ou siderúrgica no Superporto do Açu. A companhia também informou que será transferida a totalidade das ações da Siderúrgica Norte Fluminense S.A. (SNF) para a LLX – operação sujeita a aprovação de órgãos reguladores, bem como da celebração de documentos pertinentes pelas partes.

Berto também informou que a empresa já está buscando novas oportunidades de negócios para a utilização da área, com cerca de 13 km², já beneficiada por infraestrutura e com localização privilegiada perto do canal do TX2, que conta com 6,5 km de extensão, 300 metros de largura e profundidade atual de 10 metros.

(Foto: Fábio Braga)


Negociação

Em 14 de agosto, a LLX divulgou a assinatura de Termo de Compromisso com o Grupo EIG para investimento de R$ 1,3 bilhão, por meio de operação privada de aumento de capital. Ainda sujeita a assinatura de documentos finais e ao cumprimento das condições precedentes, Fundos de investimentos administrados pelo EIG se tornarão em conjunto o novo acionista controlador da empresa. A LLX estima que a Companhia e os Fundos assinarão o contrato de investimento antes do final do mês.

Nesta semana, o presidente do Grupo EIG, Blair Thomas, esteve no Superporto do Açu com Marcus Berto e com o presidente do Conselho de Administração da empresa, Roberto Senna. Thomas está no Brasil para concluir as negociações para aquisição da LLX.
 
 
Fonte: Ascom LLX 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

MPF PEDE PARALISAÇÃO DE OBRAS NO PORTO DO AÇU



O Ministério Público Federal de Minas Gerais está pedindo a paralisação das obras do mineroduto construído pela empresa multinacional Anglo American, responsável por parte do projeto de instalação do Complexo Portuário do Açu, idealizado pelo empresário Eike Batista. A ação civil pública, que foi ajuizada em 2009, está pronta para ser julgada desde maio deste ano. O conteúdo do processo questiona a fragmentação do procedimento de licenciamento do empreendimento, tornando difícil um estudo globalizado dos impactos socioambientais provocados pelas obras nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde o porto está em construção.


O mineroduto começa no município mineiro de Conceição do Mato Dentro, que fica a 167 quilômetros de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e deságua no 5º Distrito de Barra do Açu, em São João da Barra, no Rio de Janeiro, atravessando 32 municípios entre os dois estados. Pelos dutos, vem o minério de ferro que é utilizado na construção do porto. No fim de semana, o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e o Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais da Universidade Federal de Minas Gerais (Gesta/UFMG), promoveram um encontro em Barra do Açu entre moradores cariocas e mineiros, afetados pelas obras da Anglo e das empresa do grupo EBX, do empresário Eike Batista, para discutir os impactos socioambientais provenientes das instalações do Complexo Portuário do Açu. O objetivo do evento foi a troca de experiências entre as populações prejudicadas.


Fonte: Jornal do Brasil

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

EIG PODE FAZER OFERTAS POR MAIS ATIVOS DO GRUPO EBX


(Foto: Ricardo Moraes/ Reuters)

A EIG Global Energy Partners LLC está interessada em comprar mais ativos do empresário Eike Batista, disse uma pessoa familiarizada com os planos da empresa de investimentos dos Estados Unidos, dias após a EIG ter fechado um negócio que deu a ela o controle de um grande porto.

A EIG, porém, não está negociando ativamente com o grupo EBX do empresário, disse a fonte, que não quis especificar quais ativos que a empresa de gestão de investimento de 12,8 bilhões de dólares está de olho.

Forçado a desmantelar, por problemas de dívida, um império de energia, porto e mineração que valia 35 bilhões de dólares no ano passado, Eike Batista busca parceiros ou compradores para a empresa de petróleo OGX Petróleo e Gás Participações, para a mineradora MMX, para a empresa de construção naval OSX Brasil e para a companhia de carvão CCX.

A EIG não quis comentar. Executivos da EBX não estavam imediatamente disponíveis para comentar.


Fonte: Exame

domingo, 18 de agosto de 2013

REVISTA FORBES CHAMA EIKE BATISTA DE " O MAIOR FRACASSADO DO BRASIL"


(Foto: Fábio Motta/ ESTADÃO)

O empresário Eike Batista, que já foi chamado pela revista Forbes de “Brazil’s Biggest Loser”, ou o maior fracassado do Brasil, não está mais na tradicional lista dos mais ricos da publicação.

A revista divulgou uma prévia com quinze nomes da lista dos brasileiros mais ricos. E deu destaque para a derrocada de Eike Batista, que já esteve no topo do ranking no ano passado com US$ 30,26 bilhões. Depois de aparecer como o quinto mais rico do Brasil e o centésimo mais rico do mundo no ano passado, o empresário ficou fora da lista este ano.

Citando as empresas do Grupo EBX como as que mais perderam dinheiro na bolsa de valores brasileira, a revista excluiu da lista de milionários o homem que ela chamou de ‘o maior perdedor brasileiro’.

A revista diz que as empresas de Eike Batista perderam 60% do seu valor.


Fonte: Estadão

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

NOTA À IMPRENSA : PARA LLX TERMO DE COMPROMISSO COM O GRUPO EIG CONFIRMA VANTAGEM COMPETITIVA DO PORTO DO AÇU



Desde o início do desenvolvimento do projeto, em 2007, até junho de 2013, o empreendimento recebeu investimentos de R$ 4,1 bilhões

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2013 – O diretor presidente da LLX, Marcus Berto, afirmou durante a conference call realizada nesta quinta-feira, dia 15, com analistas de mercado, que a assinatura do Termo de Compromisso firmado com o Grupo EIG confirma a vantagem competitiva que o Super Porto do Açu oferece e a capacidade do empreendimento de atrair investidores globais interessados em projetos de infraestrutura.

De acordo com o Fato Relevante divulgado ontem, o termo de compromisso prevê o investimento de R$ 1,3 bilhão na companhia por meio de participação em operação de aumento de capital privado. A operação está ainda sujeita a condições precedentes, como a celebração dos contratos definitivos, aprovações regulatórias e societárias aplicáveis, além da finalização de due diligence pelo Grupo EIG.

“Desde que divulgamos o Fato Relevante, temos recebidos feedbacks extremamente positivos de clientes e do mercado, num sinal claro de que estamos num momento muito promissor para a LLX e para todos”, ressaltou Marcus Berto.

Quando a operação for concluída, o Grupo EIG se tornará o novo acionista controlador da LLX. O atual acionista controlador deixará de integrar a administração da companhia, mas continuará a ser um acionista relevante e preservará o direito de indicar um membro do conselho de administração da LLX.

Os recursos provenientes deste aumento de capital somados às linhas de crédito existentes deverão prover a LLX com os recursos necessários na execução do plano de investimento da Companhia na Construção do Superporto do Açu, além de reforçar sua estrutura de capital.



Resultados e Destaques do Trimestre

Também na quarta-feira, dia 14, a LLX divulgou os resultados do segundo trimestre de 2013. De abril a junho foram investidos R$ 562,7 milhões no Superporto do Açu, em construção pela LLX em São João da Barra (RJ), sendo R$ 196,7 milhões pela LLX Minas-Rio, responsável pelo projeto do terminal de minério de ferro, e R$ 366 milhões pela LLX Açu, empresa que constrói o terminal onshore(TX2). Desde o início do desenvolvimento do projeto, em 2007, até junho de 2013, o empreendimento recebeu R$ 4,1 bilhões em investimentos.

Eugênio Figueiredo, diretor financeiro da companhia, ressaltou ainda que no período também foi registrado uma redução de 27% nas despesas administrativas, passando de R$ 41,9 milhões no 2º trimestre de 2012 para R$ 30,7 milhões no 2º trimestre deste ano.

Ao longo do segundo trimestre, as obras do Superporto do Açu avançaram significativamente com a construção do quebra-mar no TX1 e TX2, dragagem do canal, linha de transmissão e subestação além da cravação de estacas para o cais dos clientes. Outros destaques do trimestre foram a renovação do prazo de financiamento de R$ 468 milhões com o Bradesco; a obtenção da Licença de Instalação para terminal portuário no TX2; a contratação de assessores financeiros para avaliar eventuais oportunidades de negócios.

“Este ano está se provando ser extremamente desafiador, mas ao mesmo tempo transformador para a história da LLX”, disse Marcus Berto durante a conference call com analistas. Segundo ele, o primeiro trimestre foi iniciado com a perspectiva da entrada em operação dos clientes prevista para o final deste ano, além da assinatura de novos contratos comerciais. “Atualmente, toda a Companhia está focada e determinada a superar todos os obstáculos para concluir a construção do Superporto do Açu e entregar para os clientes e para o Brasil, um porto-indústria eficiente que irá eliminar os gargalos da logística brasileira”, destacou.

De abril a junho de 2013, a LLX apresentou uma receita líquida de R$ 14,3 milhões, referente ao aluguel de aproximadamente 4,4 milhões de metros quadrados de área a seus clientes OSX, MPX, Technip, NOV e Intermoor. A Companhia terminou o segundo trimestre de 2013 com um saldo em caixa e equivalentes de R$ 326 milhões comparados a R$ 274 milhões no primeiro trimestre. Durante o segundo trimestre de 2013, o caixa da Companhia foi impactado pelo recebimento da segunda parcela das debêntures da LLX Açu, no montante de R$ 476,1 milhões, anteriormente classificados na conta de depósitos vinculados. Os financiamentos da LLX no segundo trimestre somaram R$ 2,2 bilhões. O prejuízo líquido do período foi de R$ 73 milhões.



Conheça a LLX

O Superporto do Açu está localizado em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro. O empreendimento terá capacidade de movimentar até 350 milhões de toneladas de carga por ano, posicionando-se entre os maiores portos do mundo. O Superporto conta com dois terminais (TX1 e TX2) que, juntos, poderão receber até 47 embarcações em seus 17 km de píer.

O TX1, terminal offshore, é formada por ponte de acesso de 3 km, canal de acesso com profundidade que poderá atingir até 26 metros, quebra-mar e até nove berços de atracação. O terminal poderá movimentar até 100 milhões de toneladas de minério de ferro por ano e até 1,2 milhão de barris de petróleo por dia (bpd), e poderá realizar transbordo, tancagem e blending, entre outros. A ponte e dois berços para movimentação de minério de ferro, com profundidade de 21 metros, já estão concluídos.

O TX2, terminal onshore, atenderá às demandas de carga e descarga das diversas indústrias do Complexo Industrial, como apoio offshore, carga de projeto, indústrias flexíveis, ferro-gusa, escória e granito. O canal já está com mais de 6,2 km de extensão, 300 metros de largura e 12,5 metros de profundidade. Para a construção do quebra-mar serão utilizados 42 blocos de concreto construídos pelo Kugira, maior dique flutuante da Europa que está pela primeira vez no Brasil.

O TX2 conta ainda com uma área de 2 milhões de m² para a instalação de indústrias de apoio offshore e está qualificado para se tornar o mais importante polo de apoio à indústria de petróleo e gás e apoio às operações offshore de E&P, sobretudo, em função da localização próxima às bacias de Campos, Santos e Espírito Santo.

Na retroárea do Superporto do Açu, estão em andamento a instalação de um Complexo Industrial com 90 km2 que irá receber indústrias offshore, unidade de armazenamento e tratamento de petróleo, usinas siderúrgicas, polo metalmecânico, estaleiro, termoelétricas, plantas de pelotização e cimenteiras, entre outros. A previsão é que o Complexo Industrial seja responsável pela atração de cerca de U$ 50 bilhões em investimentos para a região.


Fonte: Assessoria de Imprensa da LLX