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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

MPX VAI MUDAR DE NOME PARA SE DESVINCULAR DA 'MARCA' DE EIKE BATISTA



A empresa de energia MPX anunciou nesta quinta-feira, 29, aos acionistas que o novo nome da companhia será votado em assembleia geral ordinária no dia 11. A ideia é desvincular a companhia do empresário Eike Batista, que detém, atualmente, 29% das ações. O novo nome não trará a letra "X", marca dos negócios de Eike. Ele justificava a escolha pela simbologia do efeito multiplicador.

Também em pauta estará a indicação de Joel Rennó Júnior como novo membro do Conselho de Administração. De acordo com o comunicado, a assembleia também proporá "reformar e consolidar o estatuto social da MPX". Aalteração era prevista desde junho, quando a MPX finalizou acordo de acionistas para ampliação da participação da empresa alemã E.ON.

Na capitalização finalizada em 21 de agosto, a E.ON aportou mais de R$ 366,7 milhões na companhia, executando o direito de preferência na compra das ações. Entre terça-feira, 3, dia 5, está prevista uma nova rodada de compra de papeis entre os acionistas com direito de preferência. Rennó Júnior será conselheiro da companhia com mandato de dois anos. Ele é, atualmente, diretor financeiro da EBX, holding do grupo de Eike. O pai de Rennó Júnior foi presidente da Vale e da Petrobrás.


Fonte: Estadão

domingo, 18 de agosto de 2013

REVISTA FORBES CHAMA EIKE BATISTA DE " O MAIOR FRACASSADO DO BRASIL"


(Foto: Fábio Motta/ ESTADÃO)

O empresário Eike Batista, que já foi chamado pela revista Forbes de “Brazil’s Biggest Loser”, ou o maior fracassado do Brasil, não está mais na tradicional lista dos mais ricos da publicação.

A revista divulgou uma prévia com quinze nomes da lista dos brasileiros mais ricos. E deu destaque para a derrocada de Eike Batista, que já esteve no topo do ranking no ano passado com US$ 30,26 bilhões. Depois de aparecer como o quinto mais rico do Brasil e o centésimo mais rico do mundo no ano passado, o empresário ficou fora da lista este ano.

Citando as empresas do Grupo EBX como as que mais perderam dinheiro na bolsa de valores brasileira, a revista excluiu da lista de milionários o homem que ela chamou de ‘o maior perdedor brasileiro’.

A revista diz que as empresas de Eike Batista perderam 60% do seu valor.


Fonte: Estadão

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

DÍVIDAS DE EMPRESAS DE EIKE BATISTA ATINGE R$ 25 BILHÕES


(Foto: Marcos Issa)

As dívidas das empresas de capital aberto do grupo EBX, do empresário Eike Batista, chegaram a R$ 25,1 bilhões no fim de junho, cerca de R$ 600 milhões superior aos R$ 24,5 bilhões registrados em março, de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo publicadas nesta sexta-feira. .

Segundo a publicação, os dados incluem dívidas de curto e longo prazo. Para estancar a crise de suas empresas, o empresário, que já foi o sétimo homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 30 bilhões (cerca de R$ 69 bilhões), já vendeu o controle da MPX, de energia, da LLX, logística, e busca compradores para a mineradora MMX e para a petroleira OGX.


Fonte: Terra (Economia)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

LLX TEVE PREJUÍZO DE R$ 58 MILHÕES NO SEGUNDO SEMESTRE

(Foto: Fábio Braga)

A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, de Eike Batista, registrou prejuízo líquido de R$ 58,128 milhões no segundo trimestre, ante prejuízo líquido de R$ 3,803 milhões obtidos no mesmo período do ano passado, uma expansão de 1.428%. Na quarta-feira (14), a LLX anunciou que fechou acordo para a venda do porto do Açu, em São João da Barra, no litoral norte do Rio de Janeiro, para o grupo americano EIG.

O prejuízo líquido considerado é o atribuível aos sócios da empresa controladora.



De acordo com a demonstração, disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a receita líquida foi de R$ 14,275 milhões no segundo trimestre, ante R$ 17,843 milhões no mesmo período de 2012, em baixa de 19,9%.

O lucro bruto no segundo trimestre atingiu R$ 14,275 milhões, comparado a R$ 17,843 milhões no mesmo período do ano passado, um recuo de 19,9%.

As despesas operacionais foram de R$ 76,280 milhões no segundo trimestre, ante despesas de R$ 29,769 milhões no mesmo período de 2012, em alta de 156,2%.

A LLX registrou prejuízo operacional de R$ 62,005 milhões no segundo trimestre, ante prejuízo operacional de R$ 11,926 milhões no mesmo período de 2012, em alta de 420%.

O resultado financeiro da companhia passou de receita financeira líquida de R$ 7,906 milhões no segundo trimestre de 2012 para despesa financeira líquida de R$ 10,172 milhões no segundo trimestre de 2013.


Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

EIKE BATISTA VENDE O PORTO DO AÇU E LLX



A venda da LLX para o EIG Global Energy Partners foi fechada. O EIG pagará 1,3 bilhão de reais para ter o controle da LLX, dona do Porto do Açu, o projeto mais ambicioso de Eike Batista.

De acordo com informações da própria LLX , desde o início do desenvolvimento do projeto, em 2007, até dezembro de 2012, já foram investidos na 1,86 bilhão de reais na empresa.

Eike passa a ser apenas um minoritário relevante da empresa e deixa a presidência do conselho de administração.

A mudança no controle ocorrerá após o aumento de capital da companhia. A injeção de recursos será feita nesse processo, com emissão de ações ao preço fixado de R$ 1,20.

Os papéis da companhia tiveram alta de 19,38% hoje, cotados a R$ 1,54 no fechamento. Os acionistas minoritário terão direito de preferência na participação.

Pelo acordo, o grupo EIG se comprometeu a subscrever a totalidade de ações que seriam de direito de Eike. A transferência do direito foi feita sem pagamento.

(Foto: Rafael Andrade/Folhapress)

PORTO DE AÇU

De acordo com a companhia, o valor levantado no aumento de capital, somado às linhas de crédito existente, devem somar recursos suficientes para a construção do porto do Açu, em São João da Barra, no Rio, além de reforçar sua estrutura de capital.

Segundo a LLX, a EIG se especializou em investimentos privados nos setores de energia e recursos relacionados a infraestrutura. Em comunicado informa que a EIG já investiu mais de US$ 15 bilhões nos setores por meio de mais de 280 projetos ou companhias em mais de 33 países em seis continentes.

A empresa tem escritório no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro.



Fonte: VEJA/ Folha de São Paulo