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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Justiça dá 48h para que elevador do HFM seja consertado

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
O juiz Cláudio Cardoso França determinou que a Fundação Municipal de Saúde providencie, no prazo de 48 horas, o reparo no elevador do Hospital Ferreira Machado.

A decisão foi no processo movido por uma paciente idosa, que está de alta, mas com o pé quebrado e não pode ir para casa porque o elevador não está funcionando. O advogado dela é Alex Ribeiro Cabral.

Mais cedo, postei que a prefeitura reconheceu dívida de R$ 2,6 mil com a empresa que faz a manutenção do elevador. O secretário de Saúde, Geraldo Venâncio, disse que a prefeitura não tinha conhecimento da dívida.

Atualização:

A família do ciclista Paolo Barreto, atropelado por um ônibus da Campustur na curva de Grussaí na última terça-feira, está desesperada. Em estado muito grave, Paolo precisa fazer uma tomografia, em outro andar do hospital, mas… de novo o elevador.

Atualização para inclusão de nota da Prefeitura:
"O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Geraldo Venâncio, esclarece que, sendo esgotadas as possibilidades de resolver o problema do elevador do Hospital Ferreira Machado diretamente com a empresa prestadora de serviços de manutenção, tomou a iniciativa de procurar o Poder Judiciário, via Ministério Público Estadual (MPE), na última terça-feira, dia 11 de outubro. O MPE imediatamente acolheu o pedido da FMS e agendou uma reunião, por videoconferência, com representantes da empresa para a tarde desta quinta-feira (13). A Promotoria de Justiça entrou em contato com um representante da empresa via e-mail e telefone nesta tarde, que prometeu enviar as peças e realizar o reparo do elevador nesta sexta-feira, dia 14 de outubro. O representante da empresa informou que já há uma equipe técnica em Campos, aguardando a chegada das peças para realização do reparo."





Fonte: Blog Na Curva do Rio 

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Caos na Saúde: Corredores lotados mais uma vez no HGG

(Foto: Pense Diferente)
Os corredores lotados no Hospital Geral de Guarus (HGG) ainda são alvos de denúncias. Na madrugada desta terça (31), usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) enviaram várias fotos com pacientes internados em maca nos corredores. Não é a primeira vez que a Folha publica matérias sobre a situação.

As fotos enviadas mostram mais de três macas nos corredores. A denúncia não fez queixa em relação ao atendimento realizado na unidade, porém é referente à falta de conforto e espaço adequado para pacientes.

Em nota, a assessoria da Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que o Hospital Geral de Guarus tem 25 leitos em enfermarias de Clinica Médica e Cirúrgica, 21 leitos em enfermaria de Pediatria, 14 leitos de Unidade de Terapia Intensiva, 40 leitos de Emergência Clínica e Pediátrica. “Eventualmente, a demanda de atendimento supera a capacidade instalada, na medida em que, o HGG atende não somente o município de Campos, mas também demais municípios da região”, dizia a nota.

Na semana passada, a Folha publicou matéria sobre um idoso de 68 anos que passou as primeiras 24 horas no HGG sobre uma cadeira em um dos corredores, devido à falta de macas. A maca, que foi instalada também no corredor, somente foi cedida, após insistência de familiares.














Fonte: Folha da Manhã

terça-feira, 24 de maio de 2016

Durante 24 horas, idoso com AVC espera sentado no HGG

(Foto: Reprodução | Arquivo)
Episódios de descaso na Saúde Pública em Campos voltam a ser apontados por usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), e cenário funcional do Hospital Geral de Guarus (HGG) é comparado a uma “casa onde se pratica atos de irresponsabilidade extrema e covardia contra os pacientes”. Dentre as falhas denunciadas através do Whatsapp da Folha Online (22 99208-7368), estão a falta de organização no cronograma de alimentação dos pacientes, falta de vagas em enfermarias, ausência de macas, superlotação nos corredores, atrasos nas transferências para unidades hospitalares, além da falta de itens básicos como papéis toalha e higiênico. Enquanto isso, outros casos ainda aguardam desfechos.

De acordo com o sobrinho de um paciente de 68 anos internado no HGG desde o último domingo (22), diagnosticado com Acidente Vascular Cerebral (AVC), o tio passou as primeiras 24 horas no hospital sobre uma cadeira em um dos corredores, devido à falta de macas. Segundo ele, a maca, que foi instalada também no corredor, somente foi cedida, após insistência de familiares. O sobrinho ainda contou que durante toda segunda (23), os pacientes internados nos corredores teriam ficado sem as primeiras refeições do dia. “Eles só receberam comida às 16h. E não foi por falta de alimento, foi por falta de organização, pois segundo os funcionários as quentinhas estavam prontas, mas não foram entregues porque não houve liberação do cronograma que deveria passar pelo crivo do médico responsável e pelo diretor do setor”, disse.

No último dia 20, o blog do jornalista Alexandre Bastos, hospedado na Folha Online, abordou o drama de um senhor de 78 anos que, desde 1º de maio, aguarda por um cateterismo na Unidade de Pacientes Graves do HGG. Segundo familiares, em virtude da demora na transferência do paciente para um hospital com especialistas no procedimento, o idoso desenvolveu pneumonia e insuficiência renal.

Uma familiar afirmou ainda que o prazo de transferência de pacientes cardiopatas para unidades especializadas deveria variar entre 6 e 7 dias. No entanto, o idoso completou ontem 23 dias sem que nenhuma medida fosse tomada. Para tentar solucionar o caso, a filha do acamado procurou o Ministério Público Estadual.

Em nota, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que a transferência de pacientes para leitos de hospitais contratualizados acontece de acordo com laudo médico e regulação pela Central de Regulação da secretaria de Saúde. E que, eventualmente, a demanda de atendimento na Emergência supera a capacidade da unidade, mas há o compromisso de atendimento.

Em relação à alimentação, a FMS afirmou que ela é oferecida de acordo com prescrição médica. E reiterou que não há falta de itens alimentares e, também, não há restrição na oferta de alimentação.














Fonte: Folha da Manhã

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

APÓS DENÚNCIAS E RECOLOCAÇÃO, MÉDICO É AFASTADO DAS ATIVIDADES DO HGG

(Foto: Ralph Braz)
O médico cardiologista Cláudio Leonardo de Morais foi afastado das suas atividades no Hospital Geral de Guarus (HGG) depois de denunciar as péssimas condições de trabalho na unidade ao site de notícias G1. De acordo com o profissional, logo após a divulgação do vídeo – no dia 23 de julho – ele teria sido realocado para um posto de saúde da Baixada Campista. Nesta quarta-feira (12), o secretário de Gestão e Contratos, Carlos Frederico da Silva Paes, determinou à direção do HGG, o afastamento remunerado do servidor público municipal por 60 dias.

Segundo o profissional, as condições de trabalho são péssimas no HGG. “Falta material para o exercício básico dos profissionais, como uma maca, por exemplo. Sem falar na inexistência de vagas para internação em todos os setores de atendimento e funcionários da limpeza”, afirmou o médico.

O cardiologista afirma ainda que não ficou surpreso com a decisão de afastamento, uma vez que, estava sendo vítima de perseguição. “Assim que fui informado da decisão, pedi à direção do hospital – por meio de requerimento - uma cópia integral do processo. Assim que tiver acesso, tomarei as medidas legais e cabíveis judicialmente”, ressaltou o médico. Ele garante também que não responde a qualquer processo administrativo que possa justificar a relotação e o afastamento. “Não há qualquer situação referente à ação de omissão, imprudência ou imperícia na minha atuação dentro de qualquer unidade hospitalar”, concluiu o profissional.

A denúncia de perseguição foi publicada aqui no Blog. “A retaliação e os prejuízos laborais relatados pelo médico precisam ser apurados, inclusive pelo Ministério Público. Afinal, se as denúncias apresentadas no vídeo são verdadeiras, quais motivos levaram a direção do HGG a punir, de forma severa, o denunciante?”, questiona Andrade em sua publicação.

Em abril desse ano, o Ministério Público Federal (MPF), durante fiscalização, confirmou todas as denúncias recebidas no órgão. Na ocasião, o procurador da República, Eduardo Santos Oliveira, declarou em entrevista coletiva que “o HGG é uma bagunça e incompatível com a saúde pública". Segundo ele, constava nos relatórios que foram identificadas irregularidades como “área de expurgo contaminada e toalhas sujas”. O procurador disse, ainda, que as imagens registradas pela equipe do MPF eram “realmente chocantes”.

Mesmo após a inspeção, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) não solucionou os problemas enumerados pelo procurador. No entanto, de acordo com denúncias de funcionários da unidade hospitalar, a situação atualmente parece estar ainda mais caótica.

Na época, o MPF expediu uma recomendação com as considerações relacionadas à situação encontrada na unidade, entregue pessoalmente à prefeita Rosinha. O procurador informou ainda que, caso as recomendações não fossem acatadas, o Ministério Público iria “entrar com uma ação judicial”, o que Eduardo chamou de “medidas mais drásticas”.

O jornal Terceira Via também tentou entrar em contato por telefone com o procurador da República, Eduardo Santos Oliveira, mas as ligações caíram na Caixa Postal e não foram retornadas.

Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via não obteve respostas da Prefeitura de Campos. Ainda assim, aguarda e publicará as versões para as questões acima.




Fonte: Terceira Via

terça-feira, 14 de abril de 2015

FALTAM MÉDICOS E REMÉDIOS NA REDE MUNICIPAL DE CAMPOS

(Foto: Valmir Oliveira| Folha da Manhã)
A saúde pública de Campos precisa de ajustes. Pessoas passam horas em filas durante a madrugada para marcar consultas, chegando a ficar 12 horas ao relento e na hora do atendimento recebem como resposta que não há vaga. A falta de médicos nos Postos de Urgência 24 horas, ambulatórios e hospitais que atendem emergências é uma constante, mostrada pela Folha diversas vezes. Após a mesma denúncia na semana passada, e outras no mês passado, a reportagem constatou através de reclamações dos usuários que não havia clínico geral no PU de Guarus no último domingo (12) e nem segunda-feira (13), fato confirmado por funcionários da recepção. No Hospital São José, em Goitacazes, uma idosa de 70 anos aguarda remoção para a UTI há mais de 24 horas.

No Posto 24h de Tocos também não houve atendimento para esta especialidade no domingo, e segunda, com problemas na troca de plantonistas.

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informa mais uma vez que, devido ao grande número de pedidos de demissão de médicos plantonistas no PU de Guarus, o plantão de segunda estava sem clínicos e os pacientes estariam sendo direcionados para outras unidades.

A FMS informa ainda que a situação do PU de Guarus deverá se normalizar em poucos dias, com outros profissionais que foram chamados, e vão assumir as vagas dos demissionários.

No último sábado (11) a Folha publicou uma matéria em que a FMS garantia as escalas de médicos para o final de semana evitando os transtornos para os usuários, como ocorreu nos plantões dos últimos finais de semana no PU de Guarus. Mas o problema se repetiu.

Moradores da Baixada Campista quase sempre que procuram o atendimento no Posto 24 horas de Tocos não conseguem. De acordo com eles, faltam ambulância, remédios e médicos. “Moro em Tocos há 27 anos e o atendimento aqui no posto está ruim há tempo. Consulta aqui é muito difícil. Minha vizinha precisou de ambulância em casa na semana passada e esperou por mais de três horas. Nunca tem remédios quando precisamos”, disse a dona de casa de 62 anos que preferiu não se identificar.

Mais problemas — O Hospital São José (HSJ), em Goitacazes também acumula reclamações. Pacientes estariam sendo dispensados por falta de atendimento — a marcação de consultas tem previsão para maio — há falta de vários medicamentos no hospital, inclusive antiinflamatórios mais comuns.

A dona de casa Janaina dos Santos, 32 anos está com a mãe na enfermaria desde domingo aguardando uma vaga em uma UTI do SUS e não consegue. “Ontem (domingo) colocaram minha mãe de 70 anos na ambulância e iríamos para o Ferreira Machado, mas, voltaram atrás e retornamos para a enfermaria. Me deram prazo de 24 horas às 20h (segunda) para a remoção”, disse.

O jornal tentou contato por e-mail com a FMS, mas esta informou que a responsabilidade é da secretaria de Saúde, que não retornou.




Fonte: Folha da Manhã

sábado, 21 de março de 2015

MÉDICOS PEDEM DEMISSÃO DEPOIS DE CORTE E ATRASO SALARIAL

(Foto: Ralph Braz)
A sanção da lei que institui a gratificação especial para os profissionais médicos emergencistas da rede pública municipal, com o corte de 20%, não tem garantido o atendimento adequando na rede de Saúde, já que algumas unidades estão ficando sem plantonistas, principalmente nos finais de semana. 

A própria Superintendência de Atenção Regional da Fundação Municipal de Saúde (FMS) relaciona os problemas enfrentados na rede com a falta de médicos que estão pedindo demissão.

Para o presidente do sindicato dos Médicos de Campos (Simec), José Roberto Crespo, os pedidos de demissão estão ocorrendo porque, supostamente, os prestadores de serviços estariam com salários atrasados e sem perspectivas de futuro. Entre o final de janeiro e início de março deste ano, os médicos do Hospital Ferreira Machado (HFM), Hospital Geral de Guarus (HGG) e secretaria de Saúde entraram em estado de greve em repúdio ao corte nos salários, proposto pelo governo municipal. A Prefeitura não comentou o assunto. Nos últimos dias, leitores da Folha voltaram a reclamar da falta de médicos no Posto de Urgência (PU) de Guarus e também na unidade psiquiátrica da Saldanha Marinho.

— Os profissionais terceirizados estariam de 2 a 3 meses sem receber os seus vencimentos, e também, com o “boato” de que pode haver demissões em massa, os profissionais estariam abandonando os locais de trabalho — relatou José Crespo, destacando também que a Prefeitura precisa reestruturar a rede para que a população não seja prejudicada. “Há muitos postos de saúde que são implantados sem necessidade. Há 1.500 mil médicos em Campos e não vejo motivos para o município ficar carente do profissional. É preciso organização”, disse.

Falta – No último fim de semana, pacientes que procuraram os Postos de Urgência de Guarus e da Saldanha Marinho encontraram dificuldades, já que faltavam médicos, inclusive para o atendimento emergencial psiquiátrico. A FMS respondeu na ocasião que “em virtude do grande número de pedidos de demissão de médicos plantonistas da Unidade Pré-Hospitalar de Guarus, alguns dias estão sem clínicos e os pacientes estão sendo direcionados para outras unidades de saúde. As escalas estão sendo reorganizadas, mas ainda não há número suficiente de médicos para promover as substituições integrais. Profissionais estão sendo chamados para cobrir as lacunas deixadas pelos plantonistas de domingo, segunda-feira e terça-feira, que pediram demissão”. 

Gratificação – No último dia 13, o Diário Oficial do município publicou a Lei de número 8.629/2015, que institui a gratificação especial para os profissionais médicos emergencistas da rede pública municipal. O benefício contempla os profissionais quando nos plantões 24 horas com gratificações no valor de R$ 1.000 (por plantão em dias úteis) e de R$ 1.200 nos finais de semana (sábado e domingo). A lei foi sancionada após reivindicação da categoria, e depois que a Câmara de Vereadores aprovou decreto da Prefeitura de Campos que suspendeu a gratificação aos médicos. “Como o combinado, o benefício retornou, mas com o corte de 20%. Outra questão que vai ser discutida com a Prefeitura é um dos requisitos da lei que não oferece a gratificação aos médicos que estiverem de férias ou com atestado médico. Isso precisa ser revisto”, finalizou José Crespo. A Folha tentou contato com a secretaria de Comunicação da Prefeitura, mas não teve êxito.

Antes - Após a Câmara de Campos ter aprovado um pacote com “medidas econômicas” enviado pela prefeita Rosinha, que incluiu o corte total da gratificação de médicos plantonistas do HFM e do HGG, os profissionais entraram em estado de greve, em repúdio. Durante quase dois meses o impasse seguiu entre a categoria até que um encontro entre representantes do sindicato e da Prefeitura definiu pela volta do benefício, mas com a redução. 





Fonte: Folha da Manhã

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

VÁLVULA DE CILINDRO ESTOURA EM CIRURGIA NO HFM


Uma equipe médica do Hospital Ferreira Machado (HFM), em Campos, levou um susto durante uma cirurgia, feita no último sábado (21), após uma válvula do cilindro de nitrogênio estourar. Segundo o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), José Manoel Moreira, apesar do incidente, ninguém ficou ferido. Vale lembrar que os médicos plantonistas tanto do HFM, quanto do Hospital Geral de Guarus (HGG), têm feito frequentes reclamações em relação a estrutura de trabalho.

No domingo (22), a Folha da Manhã recebeu denúncia através do whatsapp de que um anestesista, um enfermeiro e um paciente teriam se ferido após a explosão de um balão de oxigênio durante a cirurgia.

No entanto, o presidente da FMS relatou que o ocorrido, de fato, foi um dano causado na válvula do cilindro de nitrogênio, que é utilizado em neurocirurgias.

— O que aconteceu foi um estouro na válvula de nitrogênio que é utilizado no craniótomo, um equipamento usado para abrir a caixa craniana. Mas logo, a válvula foi reparada e a cirurgia prosseguiu normalmente. Nenhuma cirurgia foi prejudicada, nem ontem (sábado) nem hoje (domingo) —, explicou José Manoel, acrescentando que foi apenas um susto.

O médico comentou também que a manutenção do equipamento é feita periodicamente. “Uma empresa é responsável pela manutenção e ela é feita periodicamente seguindo um calendário”, ressaltou.

A reportagem tentou ainda na tarde de domingo (22) entrar em contato com o diretor do HFM, Ricardo Madeira, mas ele não atendeu os telefonemas feitos em vários horários.





Fonte: Folha da Manhã

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

MÉDICOS PLANTONISTAS DO HGG E HFM ESTÃO EM ESTADO DE GREVE

(HGG | Foto: Ralph Braz)
Em repúdio ao corte nos salários, efetuado pela Prefeitura de Campos, neste mês, sem qualquer aviso prévio ou justificativa convincente, médicos plantonistas do Hospital Ferreira Machado (HFM) e do Hospital de Guarus (HGG) estão em estado de greve. A única explicação dada pelo governo municipal para justificar os cortes foi que os profissionais estariam recebendo além do teto estabelecido para o salário da prefeita.

A denúncia foi levada pelos plantonistas dos respectivos hospitais ao Sindicato dos Médicos de Campos (Simec). Ao analisar a situação, chegou-se à conclusão de que todos os profissionais que tiveram parte do pagamento cortado são detentores de duas matrículas e que, portanto, recebem dois salários distintos, que somados ultrapassaram o valor líquido pago mensalmente à prefeita.

"É direito dos médicos ter duas matrículas. Isso tem que ser levado em consideração. Estão usando subterfúgio para dizer que os profissionais estão ganhando mais que a prefeita. Outra coisa que deve ser destacada é que mesmo somando os dois salários de cada um deles, só ganharam mais do que a prefeita porque fizeram substituições e plantões extras, se dispondo a trabalhar mais porque têm necessidades. E além disso, recebem uma gratificação oferecida desde o ano passado pela própria prefeitura", defendeu o presidente do Simec, José Roberto Crespo.

Os cortes só foram descobertos quando os médicos receberam os contracheques deste mês, nesta semana. Num dos casos, o funcionário recebeu R$ 3.379,75 a menos. Houve o corte de R$ 1.023,75 no salário de uma matrícula e outro corte de R$ 2.356 no segundo vínculo.

"Trata-se de cortes indevidos, que geram revolta. Isso pode até gerar uma crise no setor. Municípios como São João da Barra estão com concurso público em andamento oferecendo salários base de até R$ 6.657,87 aos médicos. Enquanto em Campos, o salário base é de R$ 3.640,12. Não é difícil imaginar o que irá acontecer. Perderemos os melhores médicos para outras cidades, correndo o risco até de que determinadas especialidades fiquem descobertas", atentou o vice-presidente do Simec, Ézil Reis, destacando que governo municipal deveria incorporar aos salários os valores pagos hoje como gratificação.

Reunião — O Simec está convocando os médicos que foram alvos dos cortes salariais a participar de uma reunião, na próxima segunda-feira (2), às 19h, no auditório do Sindicato Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC), nos altos da Faculdade de Medicina de Campos (FMC), para ouvi-los e debater o assunto, em busca de solução para o problema. A diretoria do Sindicato frisou que representantes da Fundação Municipal de Saúde ou da própria administração municipal podem se sentir à vontade para participar do encontro.





Fonte:  Terceira Via

sábado, 24 de janeiro de 2015

DEFEITO DO TOMÓGRAFO DO HFM VIRA CASO DE POLÍCIA

(Foto: Phillipe Moacyr  | O Diário)
O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), José Manuel Moreira, disse nesta sexta-feira que existe suspeita do tomógrafo do Hospital Ferreira Machado (HFM), que apresentou defeito no final de 2014, ter sido sabotado. Segundo ele, a empresa que faz manutenção no aparelho identificou grande quantidade de contraste em um suporte chamado gantry, que provocou a queima de seis placas e prejuízo de R$ 75 mil. "A própria empresa foi à delegacia fazer o registro de ocorrência. Até já prestei depoimento. Também determinei a abertura de uma sindicância para apurar o caso", disse o médico, que ontem iria encaminhar ao Ministério Público Estadual (MPE) relatório técnico sobre o ocorrido. 

A partir deste sábado, segundo José Manuel, o tomógrafo móvel da Secretaria de Estado de Saúde estará em Campos para atendimento aos pacientes do HFM. "Assim que o aparelho apresentou defeito entrei em contato com o secretário de Saúde para pedir que solicitasse o tomógrafo ao estado".

José Manuel disse que o aparelho danificado está em manutenção. "Ainda não há um prazo para o término do serviço porque as placas têm que ser importadas", explicou o médico, destacando que a prefeitura já adquiriu novo tomógrafo para o hospital. "A prefeitura comprou dois tomógrafos, um para o Ferreira e outro para o Hospital Geral de Guarus, que já está funcionando. O do Ferreira entrará em operação dentro de 40 dias e passará a ter dois aparelhos".

Chicão de Oliveira, secretário de Saúde, confirmou que o estado cedeu o tomógrafo móvel por 15 dias. "Fui ao Rio participar de uma reunião na secretaria de Saúde e solicitei o aparelho. O secretário foi solícito e reconheceu que o Ferreira é de extrema importância para a região".





Fonte: O Diário

terça-feira, 23 de setembro de 2014

AMBULÂNCIA DA PREFEITURA DEIXA PACIENTE ESPERAR HORAS POR SOCORRO EM CTA

(Foto: Reprodução | Tita Nascimento)

CAOS  NA SAÚDE

Bom dia família do face! Venho através desse veículo de comunicação deixar meu desabafo. Todos acompanharam meu caso. Ontem dia 22/9/2014,por volta das 8 da manhã, solicitei a emergência em casa 192.Para me conduzir a uma consulta. Ao término da consulta às 9h foi solicitado novamente o chamado para que eu retornasse a casa. Gerando assim um nº de protocolo 489029. Não sabia que a partir daí eu iria perder minha dignidade.

A emergência não veio me buscar, a vários chamadas a resposta era única: "senhora aguarde a ambulância está em trânsito".

Às 16h eu me encontrava deitada em duas cadeiras, pois não tinha maca para pacientes. Foram sete horas de desamparo. Tive um quadro clínico de hipoglicemia, tentando mais uma vez à solicitação da emergência. Ouvindo então a mesma resposta citada a cima. A solicitação para ambulância foi para o CTA (centro de tratamento de Aids) 

Me encontrava nessa unidade pois fui transfundida várias vezes. Como alguns sabem a transfusão de sangue tem 1% de você contrair: (HIV,sífilis, hepatite B ,C).O resultado foi satisfatório. A pergunta é? POR QUÊ o não comprometimento com o paciente? Por eu estar nessa unidade? Ou falta de competência dos plantonistas da emergência em casa? Nunca quis divulgar imagens do meu quadro clínico, me vejo na obrigação de mostrar para que vocês entendam minha indignação com a área da Saúde. Atenção,hoje sou eu.Amanhã pode ser você.!



Fonte: Blog Pense diferente

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

BEBÊ DE CINCO MESES MORRE POR FALTA DE PEDIATRIA EM HOSPITAL DE CAMPOS

(Foto: Reprodução\ Terceira Via)
A pequena Emily Vitória dos Santos Freire, de apenas cinco meses, morreu na madrugada desta quarta-feira (27 de agosto), no bairro da Tapera, em Campos. A família da criança acusa a falta de pediatras no Hospital de Ururaí como o principal motivo da morte.

De acordo com a mãe da menina, a dona de casa Tatiana da Conceição Freire, no último sábado (23), não havia médico pediatra na unidade de saúde, o que segundo ela, teria contribuído para a morte da filha.

Tatiana conta que Emily começou a ter febre na sexta-feira (22). Ela deu um antitérmico para a filha e, no sábado pela manhã, foi até Ururai, mas voltou para casa sem atendimento médico porque não havia um pediatra de plantão.

Questionada sobre o porquê de ela não ter levado a filha outras vezes ao Hospital de Ururaí ou em outros hospitais da cidade, Tatiana foi enfática. “Porque aqui não temos ambulância. Se quisermos ir para qualquer lugar, seja por qualquer problema de saúde, temos que pagar um carro particular que cobra, em média, R$ 30,00”, acrescentou.

A Polícia Civil abrirá inquérito para investigar se houve negligência ou maus tratos na morte de Emily. Na manhã desta quarta, peritos estiveram na casa da criança.

Em nota, a assessoria de comunicação da prefeitura confirmou que não havia pediatras no Hospistal de Ururaí. Segundo o texto, o plantão de pediatria, aos finais de semana, está concentrado no Hospital Geral de Guarus. Todos os casos de urgência pediátrica estão sendo encaminhados para lá. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) vem chamando médicos aprovados em concursos, na tentativa de suprir outras unidades com pediatras, aos finais de semana. Durante a semana as Unidades Pré-Hospitalares da FMS contam com plantões de pediatria e com atendimento ambulatorial na área.

Já em relação a falta de ambulância dita pela mãe da criança na reportagem, a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde informou que a informação não procede. A Unidade Pré-Hospitalar de Ururaí dispõe de duas ambulâncias e a UBS Tapera também dispõe de uma ambulância.

Ambas estão atendendo a população normalmente todos os dias da semana. O transporte poderia ter sido acionado tanto no sábado, quanto no domingo, na segunda e na terça, o que não aconteceu. Todas as UBS dispõem de pediatra, com atendimento ambulatorial de segunda a sexta, conforme determina o Ministério da Saúde.



Fonte: Terceira Via 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

HOSPITAL DE GUARUS GANHA NOVOS EQUIPAMENTOS

(Foto: Ralph Braz)
De acordo com o chefe do Departamento de Patrimônio da FMS, Eduardo Gonçalves Costa, o investimento em novos equipamentos está acontecendo em todas as unidades. “A presidência determinou a aquisição de mobiliário médico e equipamentos para todas as unidades que integram a Fundação Municipal de Saúde. À medida que os fornecedores vão entregando, estamos direcionando o material para atender a demanda das nossas unidades, desta vez o HGG”, destacou.

— São equipamentos de última geração, que vão gerar melhores condições de trabalho para nossos profissionais e, certamente, um melhor atendimento aos nossos pacientes — afirmou o diretor geral do HGG, Wilson Cabral.

O presidente da FMS, José Manuel Moreira, ressaltou que há necessidade de continuar investindo em saúde, para gerar ainda mais qualidade no atendimento daqueles que precisam. “De 2013 até agora, investimos cerca de R$ 2 milhões só no HGG, em equipamentos e mobiliário médico. Mas estamos também construindo um novo Pronto Socorro, novas enfermarias Pediátrica e Cirúrgica, além do novo telhado para todo o hospital”, afirmou.



Fonte: Secom

terça-feira, 1 de julho de 2014

CRIANÇA DE 5 ANOS MORRE COM SUSPEITA DE MENINGITE EM CAMPOS


O desespero tomou conta dos familiares da pequena Solange Pereira Costa, de apenas cinco anos, na manhã desta terça-feira (1º de julho), na frente do Hospital Ferreira Machado (HFM). A morte da criança comoveu funcionários da unidade e até mesmo pessoas que passavam pelo local.

De acordo com a família, os médicos disseram que a causa pode ter sido meningite que, se for confirmada, será o terceiro caso só este ano em Campos. Apesar das suspeitas, o hospital emitiu o atestado como morte por causa indefinida e só após o corpo passar por exames no Serviço de Verificação de Óbito (SVO) o resultado poderá ser confirmado.

Ainda segundo a família, Solange se sentiu mal depois de chagar do colégio onde estuda, na localidade de Brejo Grande, e foi levada com febre para o Sandu de Guarus. Como o estado se agravou, ela foi transferida para o HFM, onde morreu poucas horas depois de dar entrada.

A família, agora, aguarda o resultado da causa da morte da criança.

Sempre respeitando o principio do contraditório e buscando as diferentes versões para o mesmo fato, o jornal Terceira Via tentou contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde, sem obter resposta. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará versão dela para este fato.



Fonte: Terceira Via


sexta-feira, 27 de junho de 2014

HFM E HGG VÃO GANHAR NOVOS TOMÓGRAFOS


A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está adquirindo mais dois tomógrafos e um arco cirúrgico. O processo de compra se deu através de licitação no último dia 18, que foi homologada, esta semana. Os aparelhos de tomografia agora serão importados pela GE, vencedora da licitação, que tem um prazo de 60 dias para a entrega da primeira unidade, que será instalada no Hospital Geral de Guarus (HGG). 

- O Hospital Ferreira Machado, em virtude do volume diário de atendimentos de trauma, ficará com dois tomógrafos: o atual e o novo. O HGG ficará com o novo, em função do volume de exames. O que está em uso na unidade hospitalar, após a substituição, será enviado para a Unidade Pré-Hospitalar São José. Com isso, mais uma unidade ganhará maior poder de resolutividade, gerando maior satisfação para a comunidade assistida – afirmou o presidente da FMS, José Manuel Moreira. 

Os aparelhos realizam tomografias computadorizadas por meio da tecnologia multislice mais avançada existente no mercado. O método permite importante redução do tempo do exame, além de uma definição precisa de imagens. “Além disso, teremos um atendimento mais eficiente para pacientes de maior peso, pois a mesa comporta até 227 kg. Nosso objetivo é tornar ainda mais precisos os diagnósticos por imagem, realizados diariamente nos dois grandes hospitais municipais, gerando maior conforto aos pacientes e funcionários”, disse Moreira. 

Além dos tomógrafos, também foi adquirido um arco cirúrgico que irá auxiliar as cirurgias gerais, ortopédicas, vasculares e neurocirurgias realizadas no HFM. O intensificador de imagem, como também é chamado, é um equipamento que permite monitorar em tempo real, o osso afetado, permitindo visualizar a posição da fratura. Isso pode significar menos tempo de cirurgia e menor incisão cirúrgica. O paciente tende a ter uma recuperação mais rápida, reduzindo a taxa de infecção e o custo de internação. A ideia é fazer com que o paciente retorne o quanto antes, ao convívio social e suas atividades habituais.



Fonte: Secom

quinta-feira, 12 de junho de 2014

JOVEM MORRE COM SUSPEITA DE DENGUE EM CAMPOS

(Foto: Divulgação)
Mais uma pessoa pode ter sido vítima da dengue em Campos. Desta vez, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) vai investigar a morte de um jovem, de 17 anos, que deu entrada no Posto de Urgência (P.U) de Guarus com dores no pescoço e febre, na tarde da última terça-feira (10 de junho).

Na ocasião, o médico disse que ele estava com a garganta inflamada. Ele, então, foi liberado, mas continuou passando mal, com vômito e diarreia. Em seguida, o rapaz foi socorrido para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde ficou internado e morreu. 

A assessoria de imprensa do HMF confirmou que o jovem chegou à unidade hospitalar na última terça com vômito, diarréia, hipotensão arterial e suores. Os sintomas evoluíram rapidamente e o paciente morreu às 15h15min do mesmo dia. 

A assessoria frisou ainda que, por se tratar de morte por causa natural indeterminada, o caso foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO), para elucidação.



Fonte: Terceira Via

quinta-feira, 29 de maio de 2014

TOMÓGRAFO MÓVEL DO ESTADO QUE ENVIOU PARA CAMPOS TAMBÉM DÁ DEFEITO


O serviço de Tomógrafo Móvel que foi disponibilizado ao município de Campos pelo Governo do Estado, na última terça-feira, apresentou defeito um dia depois, e a realização dos exames deixou de acontecer novamente. 

De acordo com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde, um técnico seria enviado à unidade para avaliar o dano, na manhã desta quinta, mas até o fechamento dessa edição, a situação permanecia a mesma.

Sobre a denúncia publicada no sábado, a assessoria do HFM informou que a firma responsável pela manutenção do tomógrafo identificou o problema em duas placas do equipamento, no dia 7 de maio e encomendou as mesmas no mercado internacional, já que não estão disponíveis no Brasil. Após a instalação, novos problemas surgiram e outras peças tiveram que ser importadas.

Considerado como uma unidade de extrema importância para a região, por ser o responsável pelo primeiro atendimento de urgência e emergência de vários municípios, não só de Campos, o vice-prefeito e secretário municipal de Saúde, Doutor Chicão, anunciou que, no próximo dia 03 de junho, o município vai abrir licitação para aquisição de dois tomógrafos de última geração para o HFM.

Os dois novos equipamentos serão adquiridos pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) como parte do processo de renovação de equipamentos e mobiliários hospitalares dentro do processo de modernização e ampliação do HFM. Neste processo, estão incluídas as obras de melhorias da unidade, que deram ao hospital uma nova UTI com 32 leitos, sendo 24 deles divididos em sistema de box e oito leitos de Unidade Intermediária (UI), ocupando uma área de 1.200 m², além de uma nova UTI Pediátrica.

Ainda sem data para voltar a atender à demanda de Campos, o serviço de Tomógrafo Móvel da Secretaria de Estado de Saúde segue para o município de Barra do Piraí. Os pacientes que estavam agendados para atendimento serão contactados e terão as datas remarcadas.



Fonte: Folha da Manhã

terça-feira, 27 de maio de 2014

SEM TOMÓGRAFO A UM MÊS, HFM RECEBE EQUIPAMENTO MÓVEL DO ESTADO


O tomógrafo do Hospital Ferreira Machado (HFM) está há quase um mês com defeito. Para atender a demanda, a partir terça-feira (27 de maio), o Tomógrafo Móvel da Secretaria de Estado de Saúde começa a atender pacientes do município e da região. O equipamento do Serviço Móvel de Imagem do Governo do Estado estava previsto para ficar esta semana em Barra do Piraí, mas precisou ser deslocado emergencialmente para Campos a fim de atender solicitação da Prefeitura local.

A assessoria de imprensa da Fundação Municipal de Saúde (FMS) encaminhou uma nota à equipe de reportagem do Jornal Terceira Via quando o equipamento do HFM apresentou problemas no funcionamento de duas placas. Na ocasião, eles informaram que os pacientes internados no Ferreira Machado que necessitavam fazer o exame eram levados para o Hospital Geral de Guarus (HGG) em ambulâncias do programa Emergência em Casa.


"Este hospital é de extrema importância para a região, por ser o responsável pelo primeiro atendimento de urgência e emergência de vários municípios, não só de Campos. O Hospital Municipal Ferreira Machado está localizado à beira da BR-101, que liga o Sudeste ao Nordeste do país, com grande movimento de veículos. Por isso, o hospital não poderia ficar sem tomógrafo para atender os pacientes e o papel do Serviço Móvel de Imagem do Estado é também atender as necessidades emergenciais", destaca o coordenador do Serviço na Secretaria de Saúde, Jorge Ataualpa.

O secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Campos, Mauro Silva, publicou nas redes sociais, nesta terça-feira (27), que "a licitação para aquisição de dois tomógrafos de última geração para o Hospital Ferreira Machado acontece na próxima terça-feira (3 de junho)".



Fonte: Terceira Via