A reinauguração da Catedral de São Pedro de Alcântara, em Petrópolis em julho de 2022, trouxe como novidade uma loja de souvenirs própria, localizada ao lado da igreja. O espaço oferece itens exclusivos, incluindo bustos de figuras históricas (D. Pedro II, Princesa Isabel Santos Dumont), imagens de São Pedro de Alcântara esculpidas em pedra, ímãs e tiaras de flores, chaveiros, livros, camisetas, ecobag, cartões postais, funcionando de terça a domingo, das 9h às 17h.
Destaques da nova experiência na Catedral: Loja Catedral: Vende itens personalizados, sendo um ponto para adquirir lembranças da visita.
Acesso à Torre: A loja também gerencia a venda de ingressos para a visita à torre da Catedral.
Galeria e História: Próximo à loja, os visitantes podem explorar a Galeria Auto Expositiva Princesa Isabel, com tours pela estrutura e maquinário do relógio.
Atrações Próximas: A Catedral abriga o Mausoléu Imperial, onde estão os restos mortais de D. Pedro II, Teresa Cristina e da Princesa Isabel.
A loja funciona como parte da experiência turística e religiosa do local.
Um dos mais importantes símbolos do município de Petrópolis, na região serrana do estado do Rio de Janeiro, a Catedral de São Pedro de Alcântara reabriu no dia 01 de julho de 2022, após restauração, oferecendo aos visitantes um novo atrativo turístico.



Além da reforma e restauração da igreja, a Catedral São Pedro de Alcântara aprovou um segundo projeto para a construção de uma loja de artigos religiosos com um Café. Os dois projetos distintos já foram autorizados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Marco do reerguimento de Petrópolis após as enchentes do verão, a restauração da igreja abre caminho, a partir de agora, para um programa de visitação a partes da construção que nunca antes haviam sido abertas ao público, restituindo a petropolitanos e turistas a contemplação dos atributos culturais e históricos da igreja, que é um dos cartões-postais da cidade.
A restauração da catedral recebeu investimentos no valor de R$ 13,4 milhões, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com base na lei federal de incentivo à cultura, e durou um ano e meio. As obras abrangeram o restauro de todo o patrimônio arquitetônico e artístico e o reforço da estrutura, porque uma movimentação de solo, nas chuvas de 1988, havia causado rachaduras nas paredes.
As obras de restauração da Catedral foram acompanhadas pelo Iphan, vinculado à Secretaria Especial da Cultura, do Ministério do Turismo. O projeto de restauração foi proposto pela Mitra Diocesana de Petrópolis e contemplou outros serviços, como limpeza, recuperação das fachadas, cobertura e revestimentos interiores.



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