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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

GRUSSAÍ, ATAFONA E AÇU COMEÇAM O ANO COM FALTA DE ÁGUA, ENERGIA ELÉTRICA E SINAL DE TELEFONIA

(Fotos: Ralph  Braz | Blog Pense Diferente)
Os veranistas e moradores das praias de Grussaí, Atafona, Açu e a sede do município começaram o ano e mais um verão com problemas antigos, devido a falta de planejamento do prefeito José Amaro Martins, Neco.

Quem foi passar a tradicional virada de ano nas praias do município presenciaram um verdadeiro caos, desde falta de energia elétrica, falta de água, sinal de telefonia móvel e sem poder deixar de falar da falta de segurança, já que foram registrados vários assaltos a mão armada, arrombamentos e furtos a residências e comércios.

São inúmeras as reclamações e essa noite, após mais uma falta de energia, para complicar ainda mais a situação, a concessionária de energia elétrica AMPLA, não atende as ligações e quando atende demora em enviar uma equipe para solucionar o problema, muitos que tentaram ligar para a Ampla afirmam que não conseguiram. 


Relatos de moradores e turistas sob o caos em que se encontra o serviço prestado pela AMPLA: 

"Dormir fica difícil!! Luz apaga toda hora!! Risco de queimar aparelhos a todo instante!! Preocupação pq a luz qdo volta ainda volta meia bomba com risco de perder geladeira, ar condicionado e etc. Até qdo vamos vamos ser reféns da irresponsabilidade dessa incompetente ampla?"

"Como se não bastasse levar uma noite de cão acordada, com mosquito,um calor de pingar graças a praga da Ampla,quando amanhece não tem água pra nada por causa da praga da Cedae,o certo é a população não pagar as contas,pra ver se eles cortam água e luz da cidade toda.

Quando alguém vai resolver essa p...?"

Ainda não se tem uma previsão de quando o fornecimento de água pela Cedae será normalizado em São João da Barra. Em apenas quatro dias do ano, dois já foram contabilizados pela falta d’água em todo município.

Segundo o superintendente da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae), Ranieri Nogueira, o problema é com a energia.

– A Cedae está sem energia e não temos condições de trabalhar. Já estamos juntamente com os funcionários da AMPLA para salvar pelo menos o sistema de captação. A voltagem está chegando muito baixa onde o normal é 220. Transformadores já foram trocados, mas só conseguiram chegar a 200 volts e com isso estamos trabalhando para normalizar – disse Raniere.

O Procon de São João da Barra que no primeiro ano de funcionamento, já notificou, já autuou a empresa e atualmente tem em curso ação judicial, e representação/ inquérito civil junto ao Ministério Público, informa que estará adotando as medidas cabíveis face a falha na prestação de serviços causada pela Ampla.

De acordo com a Ampla, uma falha num transformador da Subestação Usina de Campos, pertencente a Furnas, provocou a interrupção no fornecimento de energia elétrica no município de São João da Barra.

O Procon informa ainda que a má prestação de serviços destas empresas se entendem aos municípios vizinhos e a todo estado no Rio de Janeiro não sendo um problema isolado em São João da Barra.

Ranieri Nogueira, superintendente da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae), entrou em contato com o site informando que o fornecimento de água já foi iniciado há 40 minutos tendo em vista que o transformador que atende a Estação de Tratamento de Água (ETA) foi substituído pela AMPLA.


Atafona – O poço localizado na entrada de Atafona está parado sem previsão de funcionamento.

Grussaí – Poço central danificado com queima de painel já substituído pela Cedae e já funcionando normalmente. Poço do outro lado da lagoa – já em funcionamento.

Açu– Dois poços e apenas um funcionando ao lado Posto de Saúde do Açu.

Degredo – Queima de painel com substituição de peças e já em funcionamento.

Barcelos – Queima total dos painéis e cabos. Já em funcionamento.

Pipeiras e Palacete – Perda total dos aparelhos. Aguardando troca que será feita na parte da manhã de segunda-feira, 05.

– 324 mil litros por hora d’água foram deixados de serem abastecidos para os moradores. Ficamos 38 horas sem fornecimento de energia. Pedimos compreensão da população, – afirma Raniere.







Fonte: Blog Pense Diferente | Parahybano

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

DESPERDÍCIO DE ÁGUA: OBRA CONTINUA A DESPEJAR LITROS DE ÁGUAS NA SARJETA

(Fotos: Ralph Braz)
Construção de prédio na Rua Pereira Nunes, no centro de Campos está acarretando grande transtorno para os vizinhos, da obra.
 "Devido ao rebaixamento do lençol freático, onde são desperdiçados milhares de litros de água, que além de ser uma atividade extremante agressiva ao meio ambiente, principalmente neste período de falta d'água. Hoje a água jogada na sarjeta é de com barrenta, mas de acordo com moradores, no início  a água era cristalina.Esse problema começou no mês de janeiro, onde durante o Carnaval teve uma interrupção, retornando com toda força, depois do feriado."

Estive na manhã desta terça-feira, na Rua Doutor Pereira Nunes, na Pelinca, em Campos, onde há cerca de um mês uma obra em fase de fundação do Condomínio Maxime Residence, de responsabilidade da empresa RMZ Engenharia Ldta., está provocando um vazamento ininterrupto de água. Para a instalação dos pilares e colunas que vão sustentar, são feitas perfurações até encontrar solo firme. Uma vez alcançado o lençol freático, toda a água é eliminada.

Em nossa primeira visita ao local, um encarregado da obra, que não quis ser identificado, revelou que o desperdício chega a 20 mil litros de água por hora. Segundo cálculos do economista Alexandre Delvaux, “são 480.000 litros por dia que se perdem no vazamento”.


De acordo com a concessionária Águas do Paraíba, o consumo mínimo de água em Campos chega a 120 litros por dia, neste caso, o vazamento corresponde ao consumo de água de 4 mil pessoas em um dia. “Se o vazamento persistir por 30 dias, serão 14.400.000 litros de água perdidos, o que equivale ao consumo deste mesmo número de pessoas durante um mês”, estimou Delvaux.

Guilherme Castro, responsável na obra da empresa InterRio Incorporadora, parte no consórcio que executa os trabalhos, disse que o procedimento é normal e segundo ele, o vazamento ainda deve demorar para ser sanado.


“Esse vazamento está previsto para terminar em 10 dias. Essa água está voltando ao subsolo. Isso é normal em toda obra. Fizemos um teste com um caminhão pipa, mas eles acharam inviável para abastecerem. Se eu pegar essa água e colocar em outro lugar eu tenho que pedir autorização do Inea”, contou acrescentando ainda que tentou fazer parceira com caminhão pipa e com a Prefeitura, mas não foi possível, porque consideram demorado o procedimento para abastecimento do caminhão.


Procurado pela equipe do Site Ururau, o superintendente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), René Justen, disse que a situação é normal e que a água, caindo no valão Campos/Macaé, ainda está cumprindo um ciclo.

“A água está mudando de posição, mas permanece na bacia hídrica. Aquela água está sendo jogada no valão e sendo tratada junto com o esgoto na rede de tratamento na Chatuba”, expôs René explicando o percurso que a água, teoricamente limpa, já que não passou por análise, faz até encontrar o canal Campos/Macaé, por onde segue até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), localizada na comunidade da Chatuba, no Parque Aurora, onde passa por processo de tratamento.

Convidado pelo Site Ururau para visitar o local, o historiador em meio ambiente, Aristides Soffiati opinou contra o superintendente do Inea e classificou como desperdício o que presenciou.

“É um ressecamento do subsolo, um desperdício. Porque é uma água que cai na rede de águas pluviais, que está bastante interligada ao esgoto. Essa água está sendo jogada fora, seja do rio ou do subsolo, porque ela vai para um ralo, cai nas redes pluviais e vai embora”, explicou Soffiati que acrescentou:

“O sol consegue absorver, mas acontece que essa chuva não cai aqui. A chuva formada na Amazônia em grande parte cai na Amazônia e aqui, como não temos nenhum mecanismo para atrair a chuva [grandes áreas com concentração de árvores], temos grandes chances dela cair em outro lugar e com isso perdemos água. Uma área muito grande está sendo ressecada e todos vão sofrer fortes consequências por causa desse desperdício”, alertou.

O ambientalista explicou ainda que a água que jorra há cerca de um mês na obra é proveniente do lençol freático e está sendo retirada por bombeamento. Segundo ele, a perfuração de um poço não causaria um vazamento com pressão.

“Se as autoridades responsáveis pela liberação da obra estiveram aqui e não falaram nada, estão erradas do mesmo jeito, porque estamos vendo aqui um desperdício. Em um momento como esse, é um desperdício”, disparou.

Para Soffiati, o correto seria que, em tempos de crise hídrica, essa água fosse aproveitada para atender casos de falta e necessidade do recurso natural não renovável que ainda assim é desperdiçado.

“A empresa tinha que colocar essa água em um caminhão pipa para ser utilizada em outro lugar ou até mesmo ser colocada no subsolo em outro lugar. Ela podia estar ajudando a agricultura que está sofrendo com a seca. Essa água até volta para o subsolo, mas não do mesmo jeito que saiu”, revelou lembrando a mortandade de gado e perdas na lavoura, por falta d’água que vem atingindo a região.

Fiscais do Inea e da Prefeitura estiveram no local do vazamento na manhã desta quinta-feira. Com relação ao problema, a Secretaria de Obras informou através de nota, que a empresa responsável pela obra já foi notificada e que a mesma entrou em contato com a Prefeitura para as devidas providências.

Aos moradores antigos do entorno, como Silvia Abud, de 59 anos, resta a revolta e a indignação com o que para ela soa como falta de consciência.

“Moro aqui há 40 anos e nunca vi esse absurdo. Já foram construídos prédios que jamais jorravam água desse jeito. Está certo que a empresa está dentro da legalidade, porque as autoridades liberaram, mas é um absurdo ver essa água sendo jogada fora desse jeito, diante dessa crise. É um absurdo”, lamentou.

Ao humilde lavador de carros, Claudio Rangel Barros, de 50 anos, cabe a pequena atitude, que se reproduzida em escala poderia ao menos amenizar a situação.

“É uma covardia! Pra não sofrer tanto com esse descaso, no lugar de pegar a água da torneira para lavar os carros, eu uso a água daqui”, disse ele, sem se preocupar com autorização.






Fonte: Ururau | Blog Pense diferente

SEM ÁGUA POTÁVEL A UMA SEMANA, MORADORES DO CARVÃO PROTESTAM

(Foto: Ralph Braz)
Sem abastecimento de água potável há uma semana, moradores do Carvão, em Campos, realizaram uma manifestação no final da tarde desta segunda-feira (23/02), bloqueando a Rua Principal do bairro.

Para o protesto, foi ateado fogo em entulhos e galhos impedindo o tráfego de veículos pelo local. Segundo os moradores o abastecimento é feito por um caminhão pipa da concessionária Águas do Paraíba, já que a água dos poços é imprópria para o consumo.

“Nossa água aqui é de coloração amarela e não serve para o consumo, mas infelizmente é essa que estamos usando para cozinhar e tomar banho desde que o serviço parou”, desabafou a dona de casa Rosilene Vicente Cabral, de 52 anos.

A manifestação, que teve início por volta das 16h30, se estendeu até as 18h. O Corpo de Bombeiros Militar chegou a ser acionado, mas o fogo foi cessado pelos próprios moradores após entendimento com a Polícia Militar.

A equipe do Site Ururau entrou em contato com assessoria da Águas do Paraíba que informou que a área é considerada rural e por isso, não está incluída no contrato de serviços da concessionária Águas do Paraíba. Mediante informação, a equipe de reportagem se reportou à Secretaria de Comunicação da Prefeitura e aguarda um posicionamento. 

Através de nota, a presidente da Empresa Municipal de Habitação (Emhab), Simone Muniz, informou que: "Barro Branco e Cantagalo são extensão da localidade do Carvão e vão ser contemplados com o Programa Águas na Comunidade, onde mais de 400 pessoas serão beneficiadas com água potável".

Ainda de acordo com a nota, "no local já foi instalada a rede de distribuição e um terceiro poço está sendo perfurado. A situação de falta de água ocorreu porque no dia em que o caminhão faz o abastecimento, o veículo teve um problema mecânico. A situação já foi resolvida e ainda hoje as casas vão ser abastecidas".





Fonte:Ururau

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

CAMINHÃO PIPA REGA GRAMA EM ATAFONA, ENQUANTO MUNICÍPIO ESTÁ SEM ÁGUA

(Foto: Ralph Braz)
Moradores de Atafona enfrentam falta de água desde sábado, 3. A situação está tão crítica que Ana Cláudia Costa, 52, afirma não conseguir fazer comida e não há água para tomar banho. O que a população de Atafona questiona é um caminhão pipa regando a grama da Praça do Meireles, enquanto a população amarga com a falta do abastecimento.

A precariedade no abastecimento da cidade se dá por conta do problema na energia elétrica. O gerador não tem força para fazer a água chegar até Atafona. Por isso a comunidade está há três dias sem água. “Queremos que o caminhão pipa coloque água nas nossas caixas, não podemos continuar nesta situação”, afirma Ana Cláudia, que já tem cinco protocolos de reclamações para Ampla.




Fonte: SJB online

sábado, 3 de janeiro de 2015

FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA E ÁGUA EM SJB, REVOLTA MORADORES E VERANISTAS

(Fotos: Ralph Braz)
Moradores e veranistas de São João da Barra e as praias do município, Atafona e Grussaí estão enfrentando um verão difícil, com a já tradicional falta de água e a constante, falta de energia elétrica. 

São inúmeras as reclamações e essa noite, após mais uma falta de energia, para complicar ainda mais a situação, a concessionária de energia elétrica AMPLA, não atende as ligações e quando atende demora em enviar uma equipe para solucionar o problema, muitos que tentaram ligar para a Ampla afirmam que não conseguiram. 

Relatos de moradores e turistas sob o caos em que se encontra o serviço prestado pela AMPLA: 
"Dormir fica difícil!! Luz apaga toda hora!! Risco de queimar aparelhos a todo instante!! Preocupação pq a luz qdo volta ainda volta meia bomba com risco de perder geladeira, ar condicionado e etc. Até qdo vamos vamos ser reféns da irresponsabilidade dessa incompetente ampla?"
"Como se não bastasse levar uma noite de cão acordada, com mosquito,um calor de pingar graças a praga da Ampla,quando amanhece não tem água pra nada por causa da praga da Cedae,o certo é a população não pagar as contas,pra ver se eles cortam água e luz da cidade toda.
Quando alguém vai resolver essa p...?" 

As constantes falhas no fornecimento de energia elétrica nas localidades de Degredo, Cajueiro e Rua Nova (Amparo), em São João da Barra, levaram a Câmara de Vereadores a ingressar uma representação contra a concessionária Ampla no Ministério Público do município, o que foi feito em fevereiro de 2013, pessoalmente pelos parlamentares.

 ABASTECIMENTO DE ÁGUA


O problema está acontecendo porque a água do mar está passando para o Rio Paraíba do Sul, como a maré está alta e a cota do Rio Paraíba está muito baixa, a água acabou chegando desproporcional no Rio e a água ficou muito salobra(Salgada). e para complicar ainda mais a situação a população de SJB, que é de aproximadamente é de 35 mil, com o verão chega a quase 140 mil pessoas.




Fonte: Blog Pense Diferente

terça-feira, 9 de setembro de 2014

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SERÁ INTERROMPIDO EM CAMPOS

(Foto: Ralph Braz)
Com o objetivo concluir as intervenções de manutenção preventiva da Estação de Tratamento de Água da Coroa, o abastecimento na cidade volta a ser interrompido mais duas vezes, esta semana, por seis horas, na próxima quarta-feira (10) e sábado (13), sempre das 22h às 04 horas.

O Gerente de Operações da concessionária Águas do Paraíba, engenheiro Silas Almeida reafirma que as paralisações não são decorrentes da baixa do nível do rio Paraíba do Sul. As interrupções são necessárias para completar as obras de impermeabilização de canais internos da ETA-Coroa que, preventiva e periodicamente precisam ser revisados.

Os efeitos das duas paralisações, entretanto, serão menos percebidas do que no ultimo fim de semana, quando a ETA foi desligada às 14 horas de sábado (06) até às cinco horas da madrugada de domingo (07).

O engenheiro Silas Almeida explica que nas paralisações da próxima quarta-feira e sábado serão por apenas seis horas, ao contrário do ultimo fim de semana.

Por isso, as redes externas não serão muito afetadas. Mas, a pressão de água será menor nas pontas, ou seja, nos bairros mais afastados do centro da cidade.

“Sabemos que vai ter gente atribuindo as paralisações à situação do rio Paraíba do Sul. Mas, garantimos que as intervenções programadas, e ora anunciadas, se devem exclusivamente à necessidade de concluir a manutenção preventiva, interna, na ETA Coroa”, garantiu o Gerente de Operações de Águas do Paraíba.

Como da vez anterior, o abastecimento continuará normal fora da cidade, em todo o restante do Município ou seja, Baixada Campista, inclusive a praia do Farol de São Thomé, e todos os distritos da área Norte, porque eles dispõe de sistemas próprios e independentes de produção, tratamento e fornecimento de água.




Fonte: Campos24horas

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ABANDONO: FALTA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA CAUSA INSEGURANÇA EM ATAFONA, SJB

(Foto:  Ralph Braz)
Moradores de Atafona reclamam de falta de energia elétrica nos postes há quase três semanas na Rua João Batista de Almeida, conhecida como rua da caixa d’agua. As ruas escuras estão causando e estabelecimentos comerciais fecham as portas mais cedo. Há medo de andar na rua e sofrer assalto. De acordo com moradores, duas pessoas foram assaltadas na última semana e duas casas foram arrombadas.

A comerciante Viviane S.R Nogueira, 40, explica que houve uma explosão no transformador, mas a Ampla já foi ao local e consertou. “Os postes estão todos apagados, está muito escura a rua, uma menina foi assaltada essa semana. Nem o estabelecimento estou abrindo à noite por medo”, contou.

A funcionária do restaurante Daniele Peixoto da Silva, 32, contou que ligou para a Ampla e foi informada que o problema seria da prefeitura. “Liguei para a rádio e falaram que o problema seria na Ampla, mas eles vieram aqui verificaram o transformador e afirmaram que seria com a prefeitura. Já houve dois assaltos e duas casas foram roubadas, quando o caseiro chegou não tinha nada na casa”.

Daniele fala do medo que os moradores e comerciantes estão passando. “Ficamos com o comércio aberto até 22h e corremos o risco de assaltos, sem falar que diminuiu o movimento, pois os clientes estão com medo de saírem na rua à noite. Estamos trabalhando com medo”, lamenta.

A moradora Ângela Dutra, 75, explica que essa situação na rua está há mais de duas semanas. “Liguei para a prefeitura e falaram que iriam providenciar, mas até agora nada foi feito. Está muito perigoso e fiquei sabendo que já aconteceram assaltos aqui na rua”, disse.

Em contato com a secretaria de Obras a reportagem foi informada que a prefeitura estava aguardando a troca do transformador que estava queimado. Essa troca seria responsabilidade da Ampla e que até a última segunda-feira, 28, não tinha feito a troca. O responsável pela iluminação de rua disse que iria ao local para verificar o serviço. 

A equipe de reportagem tentou contato com a empresa Ampla pelo 0800 e telefone local, mas não conseguiu. 

O responsável pela iluminação pública, Fernando Almeida, informou na noite desta quarta-feira, 30, que o problema foi resolvido ainda na tarde da última terça-feira, 29, logo após a equipe de reportagem procurar a secretária. “A ampla deveria trocar o transformador, mas não trocou. A prefeitura contratou uma empresa e colocou um novo transformador no local. Essa situação está acontecendo por causa das oscilações de energia na cidade”, explica.



Fonte: SJB online

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

5º DISTRITO DE SJB SEM FORNECIMENTO DE ÁGUA HÁ CERCA DE 1 MÊS

(Foto: Ralph Braz)

As comunidades de Barra do Jacaré e Campo de Areia, no 5º Distrito de São João da Barra estão sem água há cerca de um mês.

De acordo com moradores das comunidades que fizeram contato com o Portalozk.com , não há fornecimento de água desde janeiro deste ano e eles estão desesperados.


“A gente precisa comer, precisa tomar banho, precisa lavar roupa, precisa beber água, principalmente nesta época do ano, verão, um calor dos infernos e a gente sem uma gota de água, já chorei tanto, não sei o que fazer, ajuda a gente pelo amor de Deus, moço”, disse um senhor que optou não se identificar.


 Fonte: Portal OZK