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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Sensação térmica é de 0ºC em Friburgo e Petrópolis

(Foto:Nova Friburgo em Foca/Patrícia Pimental)
Friburgo e Petrópolis, na Região Serrana do Rio, têm sensação térmica de 0ºC e 1ºC, respectivamente, na manhã desta segunda-feira (13). A informação consta no site de previsões meteorológicas Clima Tempo. Em Teresópolis o frio também é intenso e a sensação é de 3ºC. Além da informação oficial do órgão meteorológico, o termômetro do Paissandu, no Centro de Friburgo, marcou 0º nesta manhã.

Segundo o Clima Tempo, em Nova Friburgo, a temperatura é de 3ºC e a máxima não deverá passar de 13ºC ao longo do dia. Já em Petrópolis a previsão indica 4ºC, com máxima de 14ºC. Em Teresópolis a temperatura é de 5ºC e máxima não passa dos 15ºC.

Em toda a Região Serrana, a previsão é de sol com muitas nuvens durante o dia e períodos de céu nublado. A noite também será encoberta.









Fonte: G1

terça-feira, 14 de outubro de 2014

BOMBEIROS SEGUEM COMBATENDO INCÊNDIO NA REGIÃO SERRANA

(Foto: Divulgação)
Cento e vinte bombeiros seguiam trabalhando na manhã desta terça-feira (14) no combate ao incêndio que atinge as regiões de Araras e Bonfim, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, como informou o Bom Dia Rio. Três helicópteros eram aguardados para ajudar no combate às chamas. 

O fogo que já afetou as regiões de Araras e Bonfim, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, causa prejuízos também a áreas como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso) e a Área de Proteção Ambiental (APA) Petrópolis, ligada ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal. O combate já dura seis dias e está sendo feito pelo Corpo de Bombeiros, com o reforço de brigadistas da Reserva Biológica de Araras (RBA), ICMBio e Parnaso. Ao todo, 22 km², que correspondem a 2.200 campos de futebol, foram afetados pelas chamas. Além da perda de área de Mata Atlântica, espécies da fauna também são afetadas. Neste domingo (13), o laboratório do Parnaso em Teresópolis recebeu um ouriço e uma paca, que morreu no caminho, vítimas das queimadas.

A fuligem e o cheiro de queimado denunciam a situação que afeta diversos pontos da cidade, como Araras, Secretário, Brejal, Manga Larga, Santa Mônica, Correas, BR-040 e Nogueira. Na manhã desta segunda-feira (13), 18 focos eram combatidos pelas equipes. A preocupação maior era evitar que o fogo chegasse às regiões de grande importância ambiental, o que não foi possível.

“Tivemos a informação de que o incêncio entrou na área do Parnaso já na noite de domingo. Como se trata de um local de difícil acesso, ainda não sabemos a proporção e a área atingida”, explicou Leandro Goulart, chefe do Parnaso, que recebeu dois animais resgatados das chamas. “O ouriço está bastante intoxicado e com dificuldade para se alimentar. Os veterinários não tiveram tempo de socorrer a paca, que morreu no caminho”, lamentou Leandro. Segundo ele, muitas espécies são afetadas. “Cobras e ninhos de pássaro, por exemplo, são atingidos com frequência”, revelou.

Nesta segunda-feira, três helicópteros trabalhavam no combate às chamas. Dois eram das polícias civil e militar, e já retornaram para a capital. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros na Região Serrana, tenente-coronel Roberto Robadey, uma aeronave foi solicitada à Marinha e deve começar a atuar na manhã desta terça-feira (14).

Os incêndios são, em sua maioria, provocados pela população, o que configura crime ambiental. A lei federal 9.605, de 1998, prevê prisão de dois a quatro anos e multa. Segundo Sérgio Bertoche, analista ambiental e chefe da APA Petrópolis, o incêndio florestal que atinge a região do Bonfin e Araras pode ter sido proposital. “Uma pessoa ficou de nos enviar fotos que flagram o momento em que um homem ateia fogo no local. Com as imagens vamos abrir um procedimento administrativo e responsabilizar o culpado. Esperamos que sirva de exemplo”, afirmou Sérgio, que acrescenta: “Desde 2009 não vejo um caso como este de tantos focos. Pela cor do céu é possível ter uma ideia da gravidade da situação”, pontua.

Sérgio acrescenta que os proprietários de terrenos particulares terão a área embargada até que seja feita a restauração. “Muitas são áreas de mata atlântica em estágio inicial, ou seja, com vegetação de até 5 metros de altura. As pessoas colocam fogo para descaracterizar e fugir das obrigações impostas em uma área de preservação”, disse o analista ambiental, ressaltando que a prioridade no momento é extinguir o fogo.



Fonte: G1

sábado, 5 de abril de 2014

ÔNIBUS RODA NA SUBIDA DA SERRA DE PETRÓPOLIS E DEIXA OITO PESSOAS FERIDAS


Um ônibus que subia a Serra de Petrópolis, Região Serrana do Rio, rodou na pista e bateu em um barranco na altura do Km 102 da BR-040 por volta das 14h desta sexta-feira (4). Segundo informações da Concer, concessionária que administra a rodovia, oito pessoas ficaram feridas, nenhuma com gravidade.

Dois homens e duas mulheres foram transferidas para o Hospital Santa Teresa, em Petrópolis. Outras três vítimas foram levadas para o hospital em Saracuruna e uma outra pessoa foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros.

Segundo o Hospital Santa Teresa, as vítimas passam bem. Estão todos lúcidos, orientados, com escoriações leves e realizando exames, sob avaliação médica.

As duas faixas da rodovia estavam interditadas e os motoristas estão trafegando pelo acostamento. A retenção chegou a quatro quilômetro e, por volta das 16h30, o ônibus já tinha sido retirado da pista e o engarrafamento é de dois quilômetros.



Fonte: G1

sexta-feira, 4 de abril de 2014

HOMEM ROUBA MALOTE COM R$ 23 MIL EM FRENTE AGÊNCIA BANCÁRIA EM PETRÓPOLIS

 
(Foto: Ralph Braz)
Um funcionário de uma empresa de cigarro teve o malote de R$ 23.330 roubado na porta de uma agência bancária em Petrópolis, Região Serrana do Rio. O assalto aconteceu nesta quinta-feira (3) na Rua Paulo Hervê, no bairro Bingen. A vítima de 49 anos, que não teve o nome revelado, foi surpreendida por um homem armado. Depois da rápida ação, o suspeito entrou em um carro e fugiu.

De acordo com a Polícia Militar (PM), um cerco com diversas viaturas foi montado na tentativa de localizar o suspeito, que estava em um veículo com placa de Barra do Piraí, RJ. Até a manhã desta sexta-feira (4), o homem ainda não foi localizado. O caso foi registrado na 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro.
 
 
 
Fonte: G1

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

REGIÃO SERRANA DO RIO TERÁ MAIS UM VERÃO DE INSEGURANÇA E IMPROVISO

(Foto: Gabriel de Paiva)

Os moradores da Região Serrana do Rio que enfrentaram a maior tragédia natural da história do país, em janeiro de 2011, vão enfrentar o terceiro verão seguido em situação precária. A região onde morreram mais de 900 pessoas em deslizamentos e inundações, para a qual foram prometidas 8.000 casas populares para moradores de áreas de risco, até hoje só recebeu 500 delas. As medidas destinadas a dar precisão à previsão meteorológica vão pelo mesmo caminho – nada aconteceu. Um cronograma do governo do Estado solicitado pelo site de VEJA informa que grande parte das entregas de casas populares vai se concentrar no período de campanha eleitoral, com o vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB), à frente das inaugurações. Pezão corre o risco de, a caminho dos eventos festivos, ser cobrado por novas tragédias na região de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo.

(Foto: Isabela Marinho)

O balanço dos três anos desde a calamidade que se abateu sobre a cadeia de montanhas que conecta as três cidades é de que, diante do sofrimento da população, as promessas foram despejadas como um forte analgésico para as famílias à míngua. Em 27 de janeiro de 2011, a presidente Dilma Rousseff anunciou, durante evento no Palácio Guanabara, sede do governo do estado do Rio de Janeiro, a construção de 6.000 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, destinadas aos moradores que viviam em áreas de risco naquela região. No encontro, foi anunciado que caberia ao governo do estado e aos municípios a cessão de áreas para a construção das residências. Outras 2.000 seriam construídas através de parceria com empreiteiros. No início deste ano, no entanto, a Secretaria Estadual de Obras anunciou uma redução drástica: em vez de mais de 8.000, o órgão entregaria 4.702 imóveis até o segundo semestre de 2013. O prazo já se esgotou há meses e, até agora, foram entregues apenas 506 imóveis – ou seja, só 6% dos que receberiam imóveis em áreas seguras foram contemplados.

As soluções provisórias – e caras – se perpetuaram. Enquanto não são contemplados com os imóveis prometidos, 6.589 famílias de oito municípios da Região Serrana (Nova Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, Bom Jardim, Areal, Sapucaia, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto) recebem o aluguel social. O valor gasto desde janeiro de 2011 é superior a 109 milhões de reais, segundo a Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.

A falta de fiscalização da aplicação do aluguel social e a resistência de alguns moradores em deixar as casas indicam que o pagamento do valor referente ao aluguel é solução precária, que nem sempre cumpre o papel de garantir a segurança das famílias, o que seria garantido pela entrega da casa própria. Relatório da Comissão de Acompanhamento da Recuperação da Região Serrana do Rio, elaborado pela Assembleia Legislativa do Rio e publicado em dezembro de 2012, aponta que moradores que deveriam ter deixado residências em áreas de risco estão utilizando o aluguel social para fazer obras e reformas nas residências das quais deveriam ter saído.

Procurada pelo site de VEJA, a Secretaria Estadual de Obras atribuiu o atraso a dificuldades de encontrar terrenos disponíveis para a construção dos imóveis. E informou que entregará pelo menos 2.520 unidades habitacionais até outubro de 2014, a tempo da eleição. De acordo com a secretaria, outros 1.388 imóveis serão disponibilizados entre janeiro e dezembro de 2014 – com grande parte inaugurada no período da campanha de Pezão para o Palácio Guanabara. Pezão, que foi o primeiro a chegar de helicóptero às áreas atingidas, comandou a Secretaria de Obras e hoje acumula o cargo de coordenador de Infraestrutura do Estado. De acordo com pesquisas do próprio PMDB, Pezão estaria em quarto lugar, atrás do ministro da pesca, Marcelo Crivella, do deputado Anthony Garotinho e do senador Lindbergh Farias, nesta ordem.

“O sentimento dos moradores da Região Serrana em relação ao governo é de desalento devido à demora na entrega das casas e na conclusão das obras de reconstrução das regiões afetadas pelas chuvas de 2011. Se esse atraso tem fins eleitorais, não sei se terá algum efeito”, disse o deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha (PSDB), que presidiu a CPI que investigou as causas da tragédia de 2011.

Outras obras, como a construção de pontes destruídas em 2011, também não foram concluídas. Das 85 pontes que estavam previstas, 27 ainda não foram feitas. A Secretaria de Obras afirma que entregou 18 e que outras duas estão sendo construídas. Vinte e cinco estão sendo licitadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Outras 40 teriam sido construídas pela Secretaria de Agricultura.


Fonte: Veja

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

PETRÓPOLIS EM ESTADO DE ATENÇÃO DEVIDO AS CHUVAS QUE ATINGEM A CIDADE

(Rio Quitandinha- Arquivo/ Foto: Alan Pacheco)

O município de Petrópolis, na região serrana do Rio, permanece em estado de atenção hoje (25) devido às chuvas que atingiram o município ontem. O Rio Quitandinha, que corta a cidade, desencadeou o alerta, por causa do risco de cheia, mas nenhuma ocorrência foi registrada. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é que a chuva continue com menor intensidade.

No próximo fim de semana, a Prefeitura de Petrópolis vai capacitar 30 agentes comunitários para atuar em um Núcleo Comunitário de Defesa Civil. Os participantes aprenderão a agir na prevenção de desastres causados pelas chuvas. O governo municipal criará novos núcleos neste ano e capacitar 1,5 mil pessoas. A medida é para preparar a cidade para as chuvas de verão. O município de Teresópolis, também na região serrana, participa do projeto e conta, atualmente, com 22 núcleos.


Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

PISTA MOLHADA PROVOCA CAPOTAGENS NA DESCIDA DA SERRA NA BR-040 EM PETRÓPOLIS



A manhã chuvosa desta quarta-feira (4) já começou com acidentes na descida da Serra de Petrópolis, Região Serrana do Rio. Duas capotagens com carros de passeio foram registradas na BR-040, sentido Rio de Janeiro. A primeira aconteceu por volta das 8h no km 77 e não teve vítimas. O segundo acidente foi no km 92, por volta de 8h30, e segundo informações da Concer - concessionária que administra a rodovia no trecho Rio de Janeiro-Petrópolis-Juiz de Fora - uma pessoa ficou ferida e está sendo atendida no local.

Ainda de acordo com a concessionária, o trânsito nos dois pontos fluem sem retenções. Ainda segundo a Concer, é preciso que o usuário tenha mais atenção à sinalização e dirija com menos velocidade, por conta da chuva e pista molhada.


Fonte: G1

terça-feira, 3 de setembro de 2013

INCÊNDIO FLORESTAL EM PETRÓPOLIS JÁ DURA MAIS DE 15 HORAS

(Foto: Lúcio Flávio)
Cerca de 15 hectares de mata fechada foram atingidos pelo incêndio florestal que começou na tarde desta segunda-feira (2) e já dura 15 horas no bairro de Araras em Petrópolis, Região Serrana do Rio. O fogo atinge uma área que fica na localidade conhecida como Ponte Funda. Equipes da Brigada da Reserva Biológica de Araras (Rebio), ligada ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), retornaram ao local na manhã desta terça-feira (3), por volta das 5h, para continuar os trabalhos de contenção do fogo.

A operação conta com 15 guardas-parque e seis viaturas, além de ter nesta terça o reforço de oito homens do Corpo de Bombeiros. De acordo com Ricardo Ganem, chefe da entidade ambiental, desde o início as equipes trabalham para evitar que o fogo atinja a área da reserva ambiental. Por enquanto, a área queimada está na zona de amortecimento da Área de Proteção Ambiental (APA) de Petrópolis. “Essa área serve justamente como escudo da reserva. Estamos fazendo de tudo para que não chegue à reserva”, observou Ricardo.

O fogo, segundo Ganen, começou com três focos, sendo que dois já foram extintos. Durante a noite desta segunda e madrugada de terça, às 23h e 1h, os guardas parque retornaram ao local para conter o fogo que ameaçava se aproximar de algumas residências. Ainda de acordo com Ricardo, não há a necessidade do uso de helicópteros para a operação, que deve dar fim ao incêndio ainda nesta terça.

Fogo pode ter sido criminoso

De acordo com Ricardo Ganen, segundo relatos de pessoas que passavam pelo local, um homem teria ateado fogo propositalmente na mata às margens da RJ-117, que é a estrada que liga Petrópolis ao Vale das Videiras, em Araras. Ainda segundo o chefe da entidade ambiental, o suspeito não foi localizado.


Fonte: G1

domingo, 18 de agosto de 2013

PETRÓPOLIS TERÁ TÁXIS ADAPTADOS PARA DEFICIENTES FÍSICOS



Petrópolis, na Região Serrana do Rio, vai ter táxis adaptados para pessoas com deficiência. Serão seis carros do tipo minivan, com 5 portas. Eles terão plataforma elevatória e fixador de cadeira de rodas. A tarifa será a mesma cobrada pelos táxis comuns. A cidade tem 62 mil pessoas com algum tipo de deficiência.

A CPTrans vai convocar os 535 taxistas do município. Eles têm preferência no preenchimento das seis vagas. O problema é o investimento: para comprar o carro de 5 portas e fazer adaptação o custo pode chegar a R$ 90 mil. Se os taxistas não preencherem as vagas a CPTrans vai abrir concorrência pública.


O projeto não é novidade. No ano passado, um processo licitatório chegou a ser aberto para que empresas oferecerem os veículos adequados às necessidades dos passageiros, mas logo depois foi interrompido porque, segundo o governo atual, havia irregularidades no contrato. Nesta semana, foi publicado um decreto municipal para fazer com que a ideia saia do papel.

A assessoria de comunicação da prefeitura de Petrópolis informou que a convocação dos taxistas credenciados na cidade vai ser na semana que vem. Os interessados terão 30 dias para procurar a CPTrans. Informou também que os veículos adaptados devem estar em circulação em até três meses.


Fonte: G1/ Inter TV