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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Meninas de Guarus: Família de Nahim apresenta “depoimento de vítima"

(Foto: Reprodução)
A família do ex-vereador Nelson Nahim, que está preso desde 9 de junho depois de condenação no caso “Meninas de Guarus”, convocou a imprensa para uma coletiva na manhã desta sexta-feira (15) no Hotel Ramada, em Campos. O advogado Hélio Montezano, filho de Nahim, apresentou documentos com depoimentos de uma testemunha e de uma possível vítima.

Hélio ressaltou que Nelson Nahim está sendo acusado por uma eventual coação a testemunha. “Tanto a prisão de junho como a de 2014 foram por uma possível coação de testemunha. Ele não está preso por nenhuma condenação e, sim, por uma possível coação a testemunha. E essa testemunha disse em juízo que possivelmente estaria sendo ameaçada por alguns réus, não precisando exatamente os nomes deles. E a juíza entendeu assim decretar a prisão preventiva de todos os réus”, afirmou.







Fonte: Terceira Via

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Meninas de Guarus: negado o mérito dos pedidos de habeas corpus para mais 3 condenados


Após negar liminar para colocar em liberdade condenados no Caso Meninas de Guarus, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ) manteve a decisão no julgamento do mérito dos pedidos de habeas corpus, realizado nesta terça-feira(05). Os pedidos foram feitos pelos advogados dos empresários Jayme César Siqueira, do ramo de farmácia, e Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro, o Gustavo Pessanha, do ramo de construção civil, e de Cleber Rocha da Silva. Os argumentos das defesas não foram divulgados. Cabe recurso no Superior Tribunal de Justiça(STJ).


Outros pedidos de habeas corpus negados foram das defesas dos seguintes condenados: o dono de uma rede de motéis Renato Pinheiro Duarte, condenado a 14 anos de prisão; do ex-vereador Nelson Nanhin; de Thiago Calil; e do ex-vereador Marcus Alexandre.

Os acusados foram condenados pelos crimes de quadrilha armada, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes entre outros. A maior pena aplicada foi de 31 anos para o condenado Leilson Rocha e Ronaldo Santos, seguido por Nelson Nahim, com 12 anos.

















Fonte: Campos24horas

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Meninas de Guarus: Duarte tem habeas corpus negado

(Foto: Campos24horas)
A Justiça negou, nesta terça-feira(28), o pedido de habeas corpus para colocar em liberdade um dos condenados do Caso Meninas de Guarus: o empresário Renato Duarte. A decisão pelo indeferimento foi da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ).

Outros pedidos de habeas corpus negados foram das defesas dos seguintes condenados: o empresário do ramo de construção civil Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro, conhecido como Gustavo Pessanha; o dono de uma rede de motéis Renato Pinheiro Duarte, condenado a 14 anos de prisão; do empresário do ramo de farmácia, Jaime César Siqueira, condenado a seis anos de reclusão; do ex-vereador Nelson Nanhin; de Thiago Calil e do ex-vereador Marcus Alexandre.

Os acusados foram condenados pelos crimes de quadrilha armada, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes entre outros. A maior pena aplicada foi de 31 anos para os condenados Leilson Rocha e Ronaldo Santos, sendo aplicada pena de 12 anos ao condenado Nelson Nahim.









Fonte: Campos24horas

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Meninas de Guarus: Marcus Alexandre tem habeas corpus negado


A Justiça negou, nesta quarta-feira(22), o pedido de habeas corpus para colocar em liberdade um dos condenados do Caso Meninas de Guarus: o ex-vereador Marcus Alexandre. A decisão pelo indeferimento foi do desembargador Antônio José Carvalho, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ)

Outros pedidos de habeas corpus negados foram das defesas dos seguintes condenados: o empresário do ramo de construção civil Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro, conhecido como Gustavo Pessanha; o dono de uma rede de motéis Renato Pinheiro Duarte, condenado a 14 anos de prisão; do empresário do ramo de farmácia, Jaime César Siqueira, condenado a seis anos de reclusão; do ex-vereador Nelson Nanhin; e de Thiago Calil.

Os acusados foram condenados pelos crimes de quadrilha armada, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes entre outros. A maior pena aplicada foi de 31 anos para os condenados Leilson Rocha e Ronaldo Santos, sendo aplicada pena de 12 anos ao condenado Nelson Nahim.

Condenados:

Leilson Rocha da Silva – 31 anos e 1 mês de prisão
Ronaldo de Souza Santos (policial militar)- 31 anos e 1 mês
Thiago Machado Calil – 25 anos e 8 meses
Fabricio Trindade Calil – 25 anos e 8 meses
Renato Pinheiro Duarte (dono do Ibiza Motel) – 14 anos
Nelson Nahim Matheus de Oliveira (Ex-presidente da Câmara de Vereadores) – 12 anos
Fabio Lopes da Cruz (tenente da PM)- 8 anos
Dovany Salvador Lopes da Silva (professor de música) – 8 anos
Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro – 8 anos
Robson Silva de Barros Costa – 8 anos
Marcos Alexandre dos Santos Ferreira (Ex-vereador) – 7 anos
Cleber Rocha da Silva – 6 anos e 6 meses
Jayme Cesar de Siqueira (um dos donos das drogarias Isalvo Lima)- 6 anos
Sergio Crespo Gimenes Junior – 1 ano e 6 meses











Fonte: Campos24horas

terça-feira, 21 de junho de 2016

Caso Meninas de Guarus: Procurador dá parecer favorável à libertação de filho de empresário


O pedido de liberdade, feito através de habeas corpus, para Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro, conhecido como Gustavo Pessanha(na foto), condenado no caso que ficou conhecido como Meninas de Guarus, obteve parecer favorável do Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ), através do Procurador de Justiça Astério Pereira dos Santos. A decisão de manter ou não a prisão caberá, agora, ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), que julgará o mérito do habeas corpus.

O advogado Jonas Lopes de Carvalho, que defende o empresário do ramo de construção civil Gustavo, entrou com habeas corpus na semana passada, mas teve liminar negada.

No parecer emitido nesta segunda-feira(20), o Procurador se coloca favorável à revogação da prisão do condenado com base no depoimento de uma das vítimas, que teria apontado um homem identificado como Matheus Calil como autor das ameaças durante a apuração do caso. Matheus seria primo de Thiago e Fabrício Calil, também condenados.

Gustavo foi condenado a oito anos de prisão por estupro de vulnerável. Ele se entregou no último dia 14 e está em uma penitenciária.

Os advogados de defesa dos demais acusados ainda disseram se os seus clientes poderão ser beneficiados, caso o TJ julgue favoravelmente ao habeas corpus de Gustavo.

CONDENADOS – 14 homens, entre eles políticos, dono de motel, empresários e policiais, foram condenados pelos crimes de quadrilha armada, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes entre outros. A maior pena aplicada foi de 31 anos para os condenados Leilson Rocha e Ronaldo Santos, sendo aplicada pena de 12 anos ao condenado Nelson Nahim.











Fonte: Campos24horas

quarta-feira, 15 de junho de 2016

"Meninas de Guarus": Filho de empresário se apresentou em Delegacia do Rio


(Foto: Divulgação)
Condenado no caso conhecido como “Meninas de Guarus”, Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro, mais conhecido como Gustavo Pessanha, filho do empresário Ari Pessanha, se entregou nesta terça-feira (14) na 5ª Delegacia de Polícia, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pelo advogado de Gustavo, Jonas Lopes de Carvalho Neto, e pela assessoria da Polícia Civil. Gustavo foi condenado a oito anos de prisão pela prática de estupro de vulnerável. Além dele, outras 13 pessoas foram condenadas em sentença proferida pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, no dia 9 de junho.

Na tarde desta segunda, mais três pedidos de habeas corpus foram empetrados no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

Segundo o advogado Jonas Lopes, a defesa de Gustavo está confiante. “E falando especificamente da defesa do Gustavo, a gente está muito confiante no julgamento do mérito. Até causou estranheza a sentença para nós. Porque a única vítima que cita a suposta participação dele fala que o Gustavo teria uma tatuagem no braço. No dia da audiência ele tirou a camisa na sala de audiência a pedido da juíza, ela olhou e Gustavo não tem nenhuma tatuagem no corpo por mínima que seja. Então, obviamente, ele foi confundido com alguém”, disse.

Os outros condenados no caso são: o ex-presidente da Câmara de Campos Nelson Nahim; os primos Thiago Machado Calil e Fabrício Trindade Calil; o ex-vereador Marcos Alexandre dos Santos Ferreira; Cléber Rocha da Silva; Sérgio Crespo Gimenez Junior; os policiais militares Ronaldo de Souza Santos, Fábio Lopes da Cruz e Robson Silva de Barros; os empresários Renato Duarte e Jayme Siqueira; o professor Dovany Salvador Lopes da Silva Batista; e Leilson Rocha da Silva, vulgo “Alex”.









Fonte: Folha da Manhã

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Negado habeas corpus para condenados no “Meninas de Guarus"


A Justiça negou, nesta sexta-feira (10/06), pedidos de habeas corpus em favor do empresário Renato Pinheiro Duarte, de Jayme César de Siqueira e de Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro. Renato e Jayme foram presos com outras 11 pessoas durante operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), nesta quinta-feira (09/06).

Ao todo, foram 14 condenados pelo crime de estupro de vulnerável após envolvimento no caso de exploração sexual de crianças e adolescentes no processo conhecido como “Meninas de Guarus”. Gustavo Monteiro é o único que continua foragido.

Condenado a seis anos de reclusão em regime inicialmente semiaberto, Jayme César teve deferido apenas pedido de imediata transferência para unidade prisional compatível com o regime fixado na sentença, sob pena de constrangimento ilegal. Todos os presos deverão ser levados para Bangu 10.

Os 14 condenados na operação são Leilson Rocha da Silva, conhecido como Alex; os ex-vereadores Thiago Machado Calil, Fabrício Trindade Calil, Marcos Alexandre dos Santos Ferreira e Nelson Nahim Matheus de Oliveira; o empresário Renato Pinheiro Duarte; os PMs Ronaldo de Souza Santos, Robson Silva Barbosa Costa e Fábio Lopes da Cruz , que perderam seus cargos. Ainda foram condenados Jayme Cesar de Siqueira, Sérgio Crespo Gimenes Junior, Cleber Rocha da Silva, Dovany Salvador Lopes da Silva e Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro.




Fonte:  Ascom

Presos do “Meninas de Guarus” vão para penitenciária

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
Sem tempo hábil para os advogados conseguirem recursos que possam devolvê-los a liberdade, os presos condenados pela juíza Daniela Assumpção, no caso das “Meninas de Guarus” foram transferidos para a Penitenciária Carlos Tinoco da Fonseca.

Nove pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (09/06), numa operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

Leilson Rocha da Silva, vulgo Alex, já estava preso antes da conclusão do processo. O policial Fábio Lopes da Cruz, foi preso no Rio de Janeiro, também nesta quinta. Dois condenados não foram encontrados nos endereços onde moram e foram considerados foragidos, o professor Dovany Salvador Lopes da Silva e o empresário Gustavo Ribeiro Poubax Monteiro, ambos condenados por estupro de vulnerável.

No início da noite, os presos, com exceção do policial militar, que deve cumprir pena em dependências próprias da Polícia, todos os condenados presos em Campos foram levados para a Penitenciária Carlos Tinoco da Fonseca. Os condenados que cursaram terceiro grau tem direito a cumprir pena em Bangu 8, no Rio de Janeiro, mas segundo o advogado de um deles, todos preferiram cumprir o tempo de reclusão em Campos, onde ficarão mais próximos dos familiares.

Quando o carro da SEAP (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária) estava se preparando para deixar a 134ª Delegacia, com os presos, duas oficiais de Justiça chegaram, pedindo para que o veículo não partisse, já que elas teriam que dar ciência aos presos sobre uma sentença. Imediatamente familiares dos presos começaram a comemorar, acreditando que pudesse se tratar de um Habeas Corpus, mas só após os presos serem levados para a penitenciária o equívoco se esclareceu. O advogado João Paulo Granja explicou que quando há uma sentença condenatória o juiz precisa dar ciência ao condenado, até para que ele possa recorrer, o que ainda não havia ocorrido, por isso a pressa das oficiais de Justiça.

Granja é advogado do empresário Renato Duarte, condenado a 14 anos de prisão e do réu absolvido, Luís Augusto Nunes Maciel. Ele tem expectativa que na próxima segunda-feira possa conseguir a liberdade do seu cliente condenado.

CONDENADOS
01) Leilson Rocha da Silva - 31 anos e um mês de prisão - Condenado por Cárcere privado, quadrilha armada, rufianismo, estupro de vulnerável e exploração sexual

02) Ronaldo de Souza Santos - 31 anos e um mês - Condenado por Cárcere privado, quadrilha armada, rufianismo, estupro de vulnerável e exploração sexual e tráfico de drogas

03) Thiago Machado Calil - 25 anos e oito meses - Condenado por Condenado por Cárcere privado (de 14 vítimas), quadrilha armada, rufianismo, estupro de vulnerável e exploração sexual

04) Fabrício Trindade Calil - 25 anos e oito meses - Condenado por Condenado por Cárcere privado (de 14 vítimas), quadrilha armada, rufianismo, estupro de vulnerável e exploração sexual

05) Renato Pinheiro Duarte - 14 anos - Condenado por rufianismo, exploração sexual e estupro de vulnerável

06) Nelson Nahim Matheus de Oliveira (ex-presidente da Câmara de Vereadores) - 12 anos - Condenado por estupro de vulnerável, coação no curso do processo e exploração sexual de adolescente

07) Fabio Lopes da Cruz - Oito anos - Condenado por estupro de vulnerável

08) Dovany Salvador Lopes da Silva - Oito anos – Condenado por estupro de vulnerável

09) Gustavo Ribeiro Poubaix Monteiro - Oito anos - Condenado por estupro de vulnerável

10) Robson Silva de Barros Costa - Oito anos - Condenado por estupro de vulnerável

11) Marcos Alexandre dos Santos Ferreira (ex-vereador) - Sete anos - Condenado por estupro de vulnerável

12) Cleber Rocha da Silva - Seis anos e seis meses

13) Jayme Cesar de Siqueira - Seis anos - Condenado por estupro de vulnerável

14) Sergio Crespo Gimenes Junior - Um ano e seis meses - Condenado por coação no curso do processo 









Fonte Ururau

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Garotinho divulga nota de esclarecimento sobre prisão de seu irmão Nelson Nahim

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
O secretário de Governo de Campos, Anthony Garotinho, divulgou uma nota de esclarecimento em seu blog sobre as citações de seu nome, feitas pela Globo News, após a operação nesta manhã para cumprimento de mandados de prisão do caso que ficou conhecido como ‘Meninas de Guarus’. Ele ainda lamentou o envolvimento do seu irmão, o ex-vereador e ex-deputado federal Nelson Nahim no caso.

Confira nota:

Lamento o comportamento da Globo News nesta manhã ao noticiar o caso “Meninas de Guarús”, que resultou na prisão de onze pessoas acusadas, entre outros crimes, de pedofilia. Entre os condenados estão policiais militares, empresários e o meu irmão mais velho, Nelson Nahim, que é advogado e político em Campos. A repórter da Globo News, num flash de 3 minutos em rede nacional, fez questão de afirmar cinco vezes que um dos presos condenado a 12 anos é irmão do ex-governador Anthony Garotinho. Isso é anti jornalismo porque ninguém pode ser responsabilizado por esse tipo de comportamento que é atribuído a um membro de sua família. Além disso, lamentavelmente, a política me afastou do meu irmão há mais de 6 anos, nunca mais nos falamos, inclusive na última eleição ao governo do Estado, ele foi candidato a deputado federal na coligação liderada pelo PMDB, e foi um dos coordenadores da campanha de Pezão no município de Campos contra mim. Amar um irmão não significa concordar com suas atitudes nem pessoais nem políticas. Sinceramente a Globo mais uma vez passa dos limites, e mostra sua falta de escrúpulos num momento de dor familiar tentando me associar ao fato, como se eu tivesse alguma responsabilidade pelos atos de meu irmão mais velho. Meu conforto às famílias que foram envolvidas como vítimas nesse episódio, afinal são meninas, e também aos familiares de todos os que foram presos nessa manhã, que obviamente também não têm culpa de nada.







Fonte: Blog do Garotinho

‘Meninas de Guarus’: juíza condena político, professores, empresários e policiais

(Foto: Campos24horas)
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e a Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) realizam operação, na manhã desta quinta-feira (09/06), para cumprir mandados de prisão contra 14 pessoas condenadas pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza no caso de exploração sexual de crianças e adolescentes no processo conhecido como “Meninas de Guarus”. Até agora 12 prisões foram efetuadas. O empresário Gustavo Peçanha e Dovany Salvador estão foragidos.


Entre os condenados está o ex-vereador e ex-deputado Nelson Nahim Matheus de Oliveira ; o também ex-vereador Marcus Alexandre dos Santos Ferreira; Leilson Rocha da Silva, mais conhecido como “Alex”; o policial militar Ronaldo de Souza Santos; e o empresário Renato Pinheiro Duarte, entre outros.

De acordo com a denúncia, os réus mantinham e exploravam crianças e adolescentes, entre 8 e 17 anos de idade, em uma casa situada em Guarus, distrito de Campos, para fins de prostituição e exploração sexual. O lugar era mantido com as portas e janelas trancadas, com correntes e cadeados, sempre sob vigília armada. As vítimas eram obrigadas a consumir drogas, como cocaína, haxixe, crack, ecstasy e maconha, sem que pudessem oferecer resistência.

Os acusados foram condenados pelos crimes de quadrilha armada, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes entre outros. A maior pena aplicada foi de 31 anos para os condenados Leilson Rocha e Ronaldo Santos, sendo aplicada pena de 12 ao condenado Nelson Nahim.

Na operação o GAECO contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MPRJ que inaugurou sua Sala de Situação destinada ao monitoramento dos cumprimentos de mandados de prisão e de busca e apreensão, com acompanhamento on line das diligências, permitindo à Coordenação controlar o trabalho de todas os agentes em campo, determinar deslocamento de equipe de apoio, tomar e transmitir decisões em tempo real, acompanhando o resultado e desdobramentos das

/Matéria na Globo News




Fonte: Campos24horas

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

"MENINAS DE GUARUS": DOCEIRA SE ENROLA E É ACONSELHADA A NÃO RESPONDER PERGUNTAS


Diferente do clima tenso esperado em julgamentos, os depoimentos de parte dos acusados no caso ‘Meninas de Guarus’, na tarde desta terça-feira (18), arrancaram gargalhadas do público que assistia e até dos advogados. Em uma das vezes, a juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, precisou conter o público. O motivo eram as ‘derrapadas’ dos acusados, que mesmo orientados a não responder as perguntas, acabavam se ‘enrolando’ e contrariando os advogados. Um deles afirmou que começou a usar drogas na prisão e foi informado que será aberto um novo processo para investigar este caso. Uma mulher acusada de vender drogas, mas que alegou ser doceira, não soube responder qual doce preferia.

Acusado de exploração sexual de crianças e adolescentes, Leilson Rocha da Silva, o “Alex”, confessou algumas das acusações e disse que preferia não responder outras perguntas, conforme foi orientado. Ele disse que não sabia que algumas vítimas eram menores e que elas apresentaram documentos de identificação falsos. Perguntado se consumia drogas, o acusado disse em tom espontâneo que “aprendeu a usar drogas nas cadeias” e que isso é “comum”.

A juíza o interrompeu e perguntou quem fornecia as drogas. Alex afirmou que eram os próprios presos e que era comum o uso de drogas e celulares nas prisões. Questionado se já esteve em muitas prisões, Alex respondeu que esteve preso em Campos e no Rio. Em seguida a juíza informou a Alex que usar drogas na cadeia é crime e que ele seria ouvido e será aberto um novo processo por isso.

“Doceira” não soube informar se preferia confeitar bolos ou fazer doces

A primeira acusada a ser ouvida durante a tarde foi Sandra Lúcia Nascimento, de 37 anos, que seria cozinheira e é acusada de fornecer drogas para o Leilson Rocha da Silva, o “Alex” - acusado de exploração sexual de crianças e adolescentes. Logo no início, ela foi orientada pelo advogado a permanecer em silêncio em todas as perguntas. Mas, mesmo assim, ao ser quesonada pela juíza, Sandra se enrolou.

Perguntada se o apelido do irmão – que também é réu no processo – era “barriga”, ela disse que não sabia e gagueijou. Em seguida foi interrompida pelo advogado que a orientou a dizer que não queria responder. Questionada se fornecia drogas para as vítimas e para Alex, Sandra negou e disse que trabalha como doceira – mais uma vez não seguindo as orientações do advogado. As próximas perguntas da juíza foram qual o doce ela mais gostava e se preferia confeitar bolos ou fazer doces. Sandra se atrapalhou, gaguejou e após ser orientada a permanecer em silêncio, disse que “preferia não comentar”.

Cara de Pau

Nelson Nahim - Até o ex-prefeito interino de Campos e ex-presidente da Câmara de Vereadores, Nelson Nahim, reafirmou que acredita ter um ‘clone’ na cidade e também disse que pode ser vítima de uma ‘jogada política’.

Réus

Os vinte réus do caso Meninas de Guarus são: Leilson Rocha da Silva; José Siqueira de Azevedo; Fabrício Trindade Calil; Dovany Salvador Lopes; Márcio Alexandre Santos Gueirreiro; Robson Cardoso Marins; Everaldo Santana; Fábio Lopes; Thiago Calil; Sério Crespo Gimenes Júnior; Cleber Rocha; Jayme César de Siqueira; Gustavo Ribeiro Pourbaix Monteiro; Nelson Nahim; Ronaldo de Souza Santos; Rodrigo Faria do Nascimento; Sandra Lúcia Faria do Nascimento; Robson Silva Barros; Luiz Augusto Nunes Maciel e Renato Siqueira Duarte.

Entenda

Em junho de 2009, Leilson Rocha da Silva, o “Alex”, foi preso em flagrante em um imóvel no Parque Prazeres, por suspeita de exploração sexual de crianças e adolescentes. A prisão aconteceu depois que uma menina de quatorze anos fugiu de um cativeiro onde vivia em condições subumanas. Uma série de depoimentos na delegacia de Guarus teria apontado Leilson como agenciador de menores para “programas” em que os clientes eram personalidades influentes da sociedade campista.

Trancadas em uma casa em Guarus, as vítimas eram obrigadas a manter relações sexuais várias vezes na mesma noite. Em alguns dos programas, elas eram coagidas a se drogar. Duas adolescentes teriam sido assassinadas de forma cruel por overdose induzida de cocaína. Os depoimentos também apontaram que os corpos foram ocultados.

Parado por anos no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP), o caso voltou a ser investigado pela promotora Renata Felisberto Nogueira Chaves, em junho de 2013. Entre os presos durante cumprimento de mandado de prisão estavam Nelson Nahim; Sérgio Crespo Gimenes Júnior; Fabrício Trindade Calil; Leilson Rocha da Silva; o policial reformado da Polícia Militar Ronaldo de Souza Santos. Também citado, Thiago Machado Calil não foi localizado na ocasião.

Nahim e Sérgio foram presos porque estariam constrangendo as vítimas e testemunhas do caso durante a investigação policial. Na decisão judicial consta que "faz-se necessário o encarceramento cautelar dos mesmos para fins de resguardar a instrução criminal". Passados alguns dias, todos foram soltos por meio de Habeas Corpus.





Fonte: Terceira Via

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

COMEÇA AUDIÊNCIA DO CASO "MENINAS DE GUARUS"

(Foto: Ralph Braz)
Começou por volta das 11h desta segunda-feira (17), no Fórum Maria Tereza Gusmão, a audiência de instrução do caso que ficou conhecido como “Meninas de Guarus”. O caso teve início há seis anos após investigação de exploração sexual de crianças e adolescentes que seriam mantidas em cárcere privado em Campos.

Até o momento, 80 pessoas foram convocadas como testemunhas de defesa. Cerca de 70 pessoas aguardam no corredor do Fórum.

Em outubro do ano passado, cinco pessoas foram presas por suposto envolvimento, mas as prisões foram revogadas. Outras 14 pessoas também foram denunciadas pelo Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MP-RJ) no caso. Desde o início do processo, 17 magistrados se declararam suspeitos para julgar a ação que agora tem continuidade com a juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza.

O caso — Em junho de 2009, a Polícia Civil descobriu um ponto de exploração sexual e prendeu em flagrante o proprietário do imóvel, além de ter libertado cinco mulheres, sendo três maiores e duas adolescentes de 16 e 17 anos. A Folha da Manhã publicou com exclusividade a história de prisão e cárcere privado de menores em um hotel e pousada, no Parque Santa Rosa. De acordo com o apurado no dia, as menores eram obrigadas a realizar programas por R$ 20 todas as noites.

Ao todo, 20 homens foram denunciados por acusação de exploração sexual infantil e outros crimes, como ocultação de cadáver, em Campos.

Entre os denunciados, seis tiveram prisão preventiva decretada, dos quais cinco foram presos no dia 17 de outubro. Seis motéis também foram interditados.

A denúncia, assinada por seis promotores de Justiça, foi recebida pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Campos. O processo tramita em segredo de Justiça.




Fonte: Folha da Manhã | Campos24horas

sábado, 15 de agosto de 2015

"MENINAS DE GUARUS" AUDIÊNCIA NESTA SEGUNDA -FEIRA


Na segunda-feira(17), às 11h, será realizada a primeira das duas audiências programadas (a segunda será na terça-feira) com os réus do escabroso caso de pedofilia, prostituição, drogas, extorsão e homicídios conhecido como “Meninas de Guarus”. Como todos os juízes de Campos se deram por impedidos, os atos serão presididos pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias. São tantos os indiciados, que as audiências serão realizadas no salão do Tribunal do Júri.





Fonte: Blog do Esdras

quarta-feira, 15 de julho de 2015

MENINAS DE GUARUS: AUDIÊNCIA ACONTECERÁ EM DUAS SESSÕES EM AGOSTO


Prevista para acontecer na próxima quinta-feira (16), a audiência de instrução e julgamento do caso intitulado "Meninas de Guarus", foi remarcada para os dias 17 e 18 de agosto, às 11 horas, na Terceira Vara Criminal da Comarca de Campos. As investigações apontaram a suspeita de existência de uma rede de pedofilia que envolve empresários, políticos e figuras influentes do município. Em 2014, durante uma operação o Ministério Público, citados no processo chegaram a ser presos, mas foram liberados posteriormente. 

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), um funcionário do gabinete da juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, informou que não houve tempo hábil de organizar a audiência para julho, já que o processo envolve um grande número de pessoas.

O caso ganhou repercussão a partir de junho de 2009 quando Leilson Rocha da Silva, o “Alex” - um dos investigados no processo – foi preso em flagrante em um hotel no Parque Prazeres, por suspeita de exploração sexual de crianças e adolescentes. A prisão aconteceu depois que uma adolescente de quatorze anos fugiu de um cativeiro onde vivia em condições subumanas. Uma série de depoimentos na delegacia de Guarus teria apontado Leilson como agenciador de menores para “programas” em que os clientes eram pessoas influentes.

Leilson foi inocentado pelo crime que motivou a prisão. Suspeito de agenciamento e possível chefia da quadrilha de pedófilos, ele continua impune. A quadrilha é investigada por explorar crianças e adolescentes de ambos os sexos, de idades entre 8 e 14 anos.

Trancadas em uma casa em Guarus, as vítimas eram obrigadas a manter relações sexuais com diversas pessoas por várias vezes na mesma noite. Em alguns dos programas, elas eram obrigadas a se drogar. Duas adolescentes teriam sido assassinadas de forma cruel por overdose induzida de cocaína. Os depoimentos também apontaram que os corpos foram ocultados.

Parado por anos no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP), o caso voltou a ser investigado pela promotora Renata Felisberto Nogueira Chaves, em junho de 2013. Entre os presos durante cumprimento de mandado de prisão estavam o ex-presidente da Câmara Municipal de Campos, o vereador Nelson Nahim; Sérgio Crespo Gimenes Júnior; Fabrício Trindade Calil; Leílson Rocha da Silva; o policial reformado da Polícia Militar Ronaldo de Souza Santos. Também citado, Thiago Machado Calil não foi localizado na ocasião.

Nahim e Sérgio foram presos porque estariam constrangendo as vítimas e testemunhas do caso durante a investigação policial. Na decisão judicial consta que "faz-se necessário o encarceramento cautelar dos mesmos para fins de resguardar a instrução criminal". Passados alguns dias, todos foram soltos por meio de Habeas Corpus.






Fonte: Terceira Via | Cláudia dos Santos

sexta-feira, 26 de junho de 2015

MENINAS DE GUARUS: AUDIÊNCIA É CONFIRMADA PARA JULHO


Seis anos depois de denunciado, o crime que deu origem ao caso de pedofilia conhecido como “Meninas de Guarus”, pode estar perto do fim. É que o Juízo da Terceira Vara Criminal da Comarca de Campos dos Goytacazes confirmou a audiência de instrução e julgamento deste caso de abuso sexual e assassinato de menores para o dia 16 de julho, às 11 horas. No momento, estão sendo expedidos os mandados de intimação das testemunhas para a audiência. “Temo que se os culpados não forem condenados, a impunidade motive o crescimento deste tipo de crime em Campos”, disse ex-deputado estadual Roberto Henriques. Em 2012, o então deputado cobrou de vários órgãos a continuidade das investigações que culminaram na prisão de cinco suspeitos no dia 17 de outubro de 2014. 

O caso ganhou repercussão a partir de junho de 2009 quando Leilson Rocha da Silva, o “Alex” - um dos investigados no processo – foi preso em flagrante em um hotel no Parque Prazeres, por suspeita de exploração sexual de crianças e adolescentes. A prisão aconteceu depois que uma adolescente de quatorze anos fugiu de um cativeiro onde vivia em condições subumanas. Uma série de depoimentos na delegacia de Guarus teria apontado Leilson como agenciador de menores para “programas” nos quais que os clientes eram pessoas influentes - como políticos de Campos e ocupantes de cargos de confiança na Prefeitura de Campos.

Leilson foi inocentado pelo crime que motivou a prisão. Suspeito de agenciamento e possível chefia da quadrilha de pedófilos, ele continua impune. A quadrilha é investigada por explorar crianças e adolescentes de ambos os sexos, de idades entre 8 e 14 anos. Trancadas em uma casa em Guarus, as vítimas eram obrigadas a manter relações sexuais com diversas pessoas por várias vezes na mesma noite. Em alguns dos programas, elas eram obrigadas a se drogar. Duas adolescentes teriam sido assassinadas de forma cruel por overdose induzida de cocaína. Os depoimentos também apontaram que os corpos foram ocultados.

Parado por anos no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP), o caso voltou a ser investigado pela promotora Renata Felisberto Nogueira Chaves, em junho de 2013. Entre os presos durante cumprimento de mandado de prisão estavam o ex-presidente da Câmara Municipal de Campos, o vereador Nelson Nahim; Sérgio Crespo Gimenes Júnior; Fabrício Trindade Calil; Leílson Rocha da Silva; o policial reformado da Polícia Militar Ronaldo de Souza Santos. Também citado, Thiago Machado Calil não foi localizado na ocasião. 

Nahim e Sérgio foram presos porque estariam constrangendo as vítimas e testemunhas do caso durante a investigação policial. Na decisão judicial consta que "faz-se necessário o encarceramento cautelar dos mesmos para fins de resguardar a instrução criminal". Passados alguns dias, todos foram soltos por meio de Habeas Corpus.

Uma boate e quatro motéis de Guarus, e dois hotéis no Centro foram interditados na ocasião. Somente os hotéis localizados na Rua Barão do Amazonas permanecem lacrados. Segundo vizinhos dos estabelecimentos, os proprietários - que até pouco tempo mantinham uma lanchonete na rua - não são mais encontrados no local.

Os denunciados pelo MP são investigados por crimes de sequestro e cárcere privado, quadrilha ou bando, rufianismo, tráfico de drogas e condutas afins, submeter criança/adolescente à prostituição/exploração sexual, oferecimento de drogas para consumo conjunto e estupro e coação no curso do processo.

Ao falar sobre o caso, Henriques faz questionamentos. “O que me causa estranhamento é que a gente não vê a prefeita de Campos, que é mãe e avó, cobrar uma solução para o caso. Não vemos a Câmara Municipal e muito menos o Conselho Tutelar se mobilizarem por uma resposta da Justiça. Depois que eu cobrei, ocorreram algumas prisões".

Dezessete juízes se deram por impedidos de julgar o processo. "A pergunta que não quer calar é essa, o que de verdade existe? Se não há respostas, o caso não implicaria em uma lenda urbana? O fato de ficar tanto tempo para apurar, denunciar e julgar essas pessoas, não é um incentivo para que outras redes de pedofilia imperem na cidade onde não há punição? ”, questiona Roberto Henriques.





Fonte: Terceira Via

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

TRIBUNAL DE JUSTIÇA LIBERA MOTÉIS


Após decisão da desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ) Rosa Helena, foi suspensa a decisão da 3ª Vara Criminal de Campos,que havia interditado quatro motéis da cidade, que supostamente teriam ligação com o caso “Meninas de Guarus”.

A desembargadora acolheu o mandado de segurança dos advogados Leonardo Villarinho e João Paulo Granja. Os motéis estavam fechados desde o último dia 17 de outubro, após decisão do juiz Leonardo Cajueiro.

Ibiza (Hotelaria Ibiza Ltda), Capri (Casalar Motel Ltda) e King’s (Verdes Mares Turismo Ltda), estão liberados para o funcionamento normal. Já o motel Stop ( Stop Motel Ltda), foi liberado, mas há uma outra ação que impede o seu funcionamento.




Fonte: Campos24horas

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

MENINAS DE GUARUS: JUIZ ESCLARECE TE NÃO ESTÁ DEIXANDO O CASO


(Foto: Ralph Braz)
“Não estou deixando o caso”, esclareceu o juiz da 1ª Vara Criminal de São João da Barra, Leonardo Cajueiro, ao falar sobre a suspeição de julgar dois dos 20 denunciados pelo crime de pedofilia, conhecido como “Meninas de Guarus”, que envolve empresários, políticos e figuras influentes do município. Ele acrescentou que o processo está chegando às mãos da Justiça agora. Até então o caso estava em poder da polícia e do Ministério Público.

A suspeição se deu em relação ao julgamento do 13º e 19º colocados da lista de vinte denunciados, nos termos da resolução 82/2009 do Conselho Nacional de Justiça. Cajueiro se justificou nos autos do processo.

"No presente processo, em que há inúmeros denunciados, muito embora nenhum deles seja pessoa de nosso relacionamento pessoal, dois dos denunciados são pessoas próximas o bastante para gerar desconforto suficiente para repercutir em nossa imparcialidade", escreveu em seu despacho.

O juiz explicou que sua preocupação é colocar o processo para andar. “O processo chegou a mim depois que 17 juízes da comarca de Campos, se consideraram impedidos de julgar. Mas, caso surja um novo juiz em Campos, que não esteja impedido de julgar, o processo volta para lá, seguindo a ordem de tabelamento”. Se isso não acontecer, os dezoito denunciados serão julgados em São João da Barra.

O julgamento dos dois denunciados segue a mesma ordem. Ou seja, com a suspeição pelo juiz da 1ª Vara Criminal, o julgamento deve ser feito pelo juiz da 2ª Vara Criminal. "Porém, como esta vara está sem juiz, na ordem de tabelamento, os denunciados devem ser julgados pelo juiz de São Fidélis", afirmou.

Cajueiro observou que decidiu manter o caso em segredo de justiça porque algumas informações acabaram "vazando". Ele esclareceu que vai julgar pelas provas que foram produzidas. “Para a Justiça todos são presumidamente inocentes. Justiça consiste em julgar uma pessoa, dando a ela a possibilidade de se defender”.

Quanto à interdição dos motéis, o magistrado explicou que se trata de uma providência cautelar para preservar o resultado do processo.




Fonte: Terceira Via

MENINAS DE GUARUS: HABEAS CORPUS NEGADO


O Ministério Público (MPRJ) informou nesta quarta-feira(22) que o Tribunal de Justiça negou habeas corpus a um dos seis acusados do caso “Meninas de Guarus”.

Ao todo, foram 20 homens denunciados por acusação de exploração sexual infantil e outros crimes, como ocultação de cadáver.

Entre os denunciados, seis tiveram prisão preventiva decretada e cinco foram presos na última sexta-feira. Seis motéis também foram interditados.

A denúncia, assinada por seis promotores de Justiça, foi recebida pela 3º Vara Criminal de Campos. O processo tramita em segredo de Justiça.



Fonte: Campos24horas

domingo, 19 de outubro de 2014

MENINAS DE GUARUS: MAIS 15 INVESTIGADOS, SENDO DOIS MÉDICOS, EMPRESÁRIOS E DOIS EX-VEREADORES


O processo que investiga o crime de pedofilia, que ficou conhecido como o caso “Meninas de Guarus”, tem pelo menos mais quinze denunciados pelo Ministério Público. Entre eles estão o dono de uma rede de farmácias, o filho de um grande empreiteiro da construção civil da região, dois médicos e dois ex-vereadores – um deles empresário. Eles como os demais, também pessoas influentes em Campos, devem ser intimadas a prestar depoimento sobre o caso ou até presas nos próximos dias.

Dos seis mandados expedidos, cinco foram cumpridos. Apenas Thiago Machado Calil, morador em Vila Nova, distrito de Campos, permanece foragido. Thiago chegou a ser preso pela Polícia Federal, em abril de 2009, quando era sub-secretário adjunto da Prefeitura de Campos.

Thiago foi denunciado por suspeita de integrar um esquema de compra de votos nas eleições de 2008 em Vila Nova. Ele foi nomeado pela prefeita Rosinha logo no primeiro dia do mandato dela.




Fonte: Terceira Via

sábado, 18 de outubro de 2014

MENINAS DE GUARUS : NELSON NAHIM É TRANSFERIDO PARA BANGU 1

(Foto: Folha da Manhã |  ANI)
Nelson Nahim, ex-vereador de Campos e irmão do candidato derrotado ao governo do estado, Anthony Garotinho, foi transferido na madruga desta sábado (18 de outubro) para a Cadeia Pública Bandeira Stampa, Complexo Gericinó (Bangu 1), no Rio de Janeiro. Nahim foi preso na manhã desta sexta-feira (17), pelo Grupo de Apoio à Promotoria (GAP), mediante cumprimento de mandado de prisão, referente à investigação de crime de pedofilia, que ficou conhecido como caso “Meninas de Guarus”, que envolve empresários, políticos e figuras influentes do município.


A transferência aconteceu por volta de 0h30, cerca de seis horas depois de ele e três outros investigados no processo, serem transferidos da 134ª Delegacia do Centro para a Cadeia Pública Dalton Crespo de Castro. Antes da transferência, o médico e vereador Abdu Neme esteve na delegacia para examinar Nahim. Ele emitiu um laudo para exame cardiológico, que foi indeferido pela Justiça.


Além de Nahim, outros cinco receberam mandados de prisão. São eles: Sérgio Crespo Gimenes Júnior; Fabrício Trindade Calil; Leílson Rocha da Silva; o policial reformado da Polícia Militar Ronaldo de Souza Santos; e Thiago Machado Calil. O último é o único que ainda não foi encontrado. O policial foi conduzido para o Batalhão Especial Prisional (BEP) da Polícia Militar, no Rio de Janeiro.


Nahim e Sérgio foram presos porque estariam constrangendo as vítimas e testemunhas do caso durante a investigação policial. Na decisão judicial consta que "faz-se necessário o encarceramento cautelar dos mesmos para fins de resguardar a instrução criminal".



Fonte: Terceira Via