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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Homem é assassinado a tiros dentro do Hospital São José em Campos

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
Um homem identificado como Leandro Carlos Ribeiro Pereira, 34 anos, foi morto a tiros, na madrugada desta quinta-feira (03), dentro do Hospital São José, em Goitacazes, na Baixada Campista. Ele havia sido socorrido após ser atingido por tiros na localidade.

A polícia foi acionada para verificar uma situação de um rapaz que havia sido baleado. Chegando ao local, foi feito contato com um amigo da vítima, que também pediu para que fosse socorrido, pois havia sido espancado, não sabendo informar quem foram os autores. Carlos Leandro e o colega foram levados para o Hospital São José por policiais militares que, em seguida, deixaram a unidade para elaboração da ocorrência do caso.

Posteriormente, policiais entraram em contato com funcionários da unidade de saúde para saber sobre o estado da vítima, quando foram informados que um homem invadiu a enfermaria e cometeu o crime.

Segundo ainda a polícia, duas enfermeiras atendiam Carlos Leandro, quando o assassino invadiu o hospital, mandou que elas se afastassem e atirou a queima-roupa na cabela dele. Um comparsa do autor do crime teria ameaçado funcionários da unidade de saúde.

Ainda de acordo com a polícia, os funcionários do hospital foram questionados sobre os autores, mas informaram não saber as características físicas dos mesmos.

Com a vítima, foram encontrados: a quantia de R$ 29,90, um documento de carro Vectra, chaves e um frasco de colírio. Todo o material foi entregue à sogra da vítima.

A vítima morava no conjunto de casas populares de Saturnino Braga. Até a publicação desta reportagem, nenhum suspeito havia sido localizado.

O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e o crime registrado na 134ª DP/Centro.

NOTA DA POLÍCIA MILITAR

O Comandante do 8º BPM – Campos dos Goytacazes – informa que a vítima internada em no Hospital São José localizado em Goytacazes, não estava sob custódia da Polícia Militar.

De acordo com informações preliminares, após desentendimento e ter entrado em vias de fato com elemento não identificado em um bar em Goytacazes a vítima foi socorrida com ferimentos superficiais para o Hospital São José e meio ao atendimento um elemento não identificado adentrou o local e efetuou vários disparos vindos a óbito no local.

Segundo informações colhidas com populares no local, a vítima é conhecida por possuir envolvimento com o tráfico. O hospital não possuía sistema de monitoramento de segurança, não sendo possível colher imagens. Os funcionários do hospital não souberam narrar características físicas ou vestimentas do acusado. O fato foi registrado na DP.

As equipes da Polícia Civil já estão à frente das investigações para identificar os suspeitos. Guarnições da Polícia Militar estão nas ruas em diversos bairros realizando rondas preventivas para garantir a segurança na localidade. A equipe do serviço reservado da Polícia Militar também acompanha as investigações.

Caso a população tenha alguma informação ligue para o Dique Denúncia (22) 2723-1177 ou 190.





Fonte: Campos24horas

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Longa espera no Hospital São José para marcar consulta

(Foto: Reprodução)
É muito ruim esperar de 7h até 13h para marcar uma consulta. Um absurdo a saúde de Campos”. O desabafo é da dona de casa Rosinei Viana Zacarias, 43 anos. Ela é uma das dezenas de pessoas que passaram a manhã desta quinta-feira (22) na fila para marcação de consultas para dermatologista no Hospital São José (HSJ), em Goitacazes, na Baixada Campista. Na fila, os relatos eram de que pelo menos 100 pessoas estiveram no hospital pela manhã. No momento em que a equipe da Folha esteve no local, por volta das 12h, havia cerca de 50 pessoas na fila. Enquanto isso, o HSJ segue em obras, que se arrastam desde de 2012.

— Estou passando a manhã toda aqui. Agora está começando o início da tarde e permaneço na fila. A única coisa que falaram é que a lentidão seria porque o sistema está lento. Cheguei 7h e até agora (12h12) nada. Vim com minha filha, de 8 anos, que pelo visto não vai nem conseguir ir para a escola. Também tinha mulher com criança de colo aqui, esperando por mais de cinco horas. Isso porque ainda corro o risco de chegar minha vez e falarem que terminou. As pessoas têm que tirar a diferença na hora de votar — disse Rosinei.

Ainda segundo ela, o problema é recorrente. “Isso sempre acontece. Dia 14, por exemplo, vim marcar para ortopedista. Cheguei 7h e saí só 12h20. Quando chega por volta de 12h, alguns funcionários param para almoçar. Então eles vão se alimentar, não tem substituição e fica mais lento ainda, sendo que a gente continua na fila e com fome”, comentou.

Uma aposentada de 65 anos, que preferiu ter a identidade preservada, também falou sobre as dificuldades para marcação de consulta. “Tinha gente desde 5h30 naquele lugar e que só saiu 11h30. São seis horas numa fila. É muito tempo. Eu cheguei 8h e estou saindo pouco depois de 12h. Um horror essa fila. Tinha gente com criança no colo, gente passando mal. Precisam rever isso”, relatou.

Um autônomo, que também preferiu não se identificar, desistiu de esperar e preferiu ir para casa. “Fiquei 45 minutos aqui. Como vi que tem gente por mais de cinco horas esperando, tô desistindo. Não posso perder meu dia de trabalho pra marcar consulta. Infelizmente”, relatou.

Em resposta enviada através da superintendência de Comunicação da Prefeitura de Campos, a administração da UPH São José informou que "entrou em contato com a empresa responsável pelo sistema de marcação de consultas, e que a mesma realizou, nesta quinta-feira (22), a substituição de um equipamento para melhoria do sinal e da conectividade do sistema de marcação na unidade". A Prefeitura também foi questionada sobre o andamento das obras na unidade hospitalar, mas não se pronunciou sobre o assunto.

Obras — Com valor de R$ 6.457.995,89, a reforma e ampliação do hospital ainda não foram entregues. Segundo matéria publicada no site oficial da Prefeitura em julho de 2014, as intervenções teriam “previsão de entrega para o segundo semestre de 2014”. No começo de 2015, a Prefeitura informou que 70% das intervenções já estavam concluídas. A obra está orçada em R$ 6.457.995,89, mas a placa, em 24 de outubro de 2013, quando a Folha também esteve no local, mostrava 6.327.363,49.







Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

OBRA DO HOSPITAL SÃO JOSÉ DE MAIS R$ 6 MILHÕES ESTÁ PARADA EM CAMPOS

(Foto: Ururau | ANI)
A promessa era de um hospital de referência na Baixada Campista, mas o que se vê é um canteiro de obras inacabadas. O mato já tomou conta de boa parte do entorno do novo Hospital São José, que está com as obras paralisadas.

No portão há um cadeado e dentro do canteiro, nenhum funcionário trabalhando. Nem sinal de conclusão da obra tão esperada pela população. O projeto de R$ 6.457.995,89, prevê a construção de um novo prédio com dois pavimentos e a recuperação da estrutura atual. 

A previsão da Prefeitura era que para que a unidade fosse entregue no segundo semestre de 2014.

Em janeiro de 2015 a Prefeitura divulgou uma matéria no site, informando que 70% das obras estavam concluídas e que havia 20 operários trabalhando na pintura e no acabamento do segundo pavimento, mas parece que nem tão cedo os moradores da Baixada vão poder contar com a unidade hospitalar, já que o que se vê no local é uma obra abandonada.

Enquanto a nova unidade não fica pronta, os atendimentos são feitos no antigo Hospital. A equipe do site Ururau entrou em contato com a Superintendência de Comunicação, mas até a publicação desta matéria nenhuma resposta foi enviada.











Fonte: Ururau

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

MÃE DESABAFA APÓS MORTE DO FILHO NO HOSPITAL SÃO JOSÉ

(Foto: João Pimentel)

Em maio deste ano o vice-presidente da Câmara de Campos, Jorge Magal (PR), fez um desabafo na tribuna da Câmara apontou ausência de médicos e sérios problemas administrativos no Hospital São José. Logo após o discurso de Magal, a Prefeitura de Campos tomou providências, abriu uma sindicância, fez alterações a prometeu melhorias.

Agora, quatro meses depois, uma mãe (Leila Cristina Maciel Leal Heitor) desabafou após perder um filho. O relato da mãe, publicado no blog do jornalista Fernando Leite, deixa claro que o governo bilionário precisa tomar providências e acompanhar de perto o trabalho de certos profissionais.


ABAIXO O RELATO DA MÃE



"Hoje perdi meu filho e a dor é tão grande que parece rasgar meu peito, mas sabe o que é pior? E ter confiado no diagnóstico de 03 médicos do Hospital São José que por descaso não identificou um foco de pneumonia em um em uma chapa de tórax, será que para esse hospital só mandam os piores profissionais, será que o paciente não tem direito a vida.

Cheguei ao hospital às 6h e todos dormiam, do atendente ao vigia. A médica desceu com os cabelos esgarçados e em se quer olhar a fisionomia do paciente para fazer uma analise mandou aplicar voltarem afinal dores nas costas com certeza é coluna, apesar de meu filho ter completava 18 anos. Mas tarde voltei ao mesmo hospital já que meu filho apresentava com unhas rochas e muitas dores nas costas, além de falta de ar, tendo o mesmo diagnóstico.

Fui a um ortopedista que nem ao menos quis olhar o raio x, afinal raio x de tórax não é sua função passou medicamento para coluna e pediu um raio x de coluna preocupada levei ao Hospital Geral de Guarus(HGG) no a HGG os exames diagnosticaram uma pneumonia que já estava com foco séptico afetando os rins. 

Meu filho faleceu no dia 20/9 ás 23 horas e seu 1º atendimento foi no dia 16/9 por incompetência de profissionais que brincam de médico, que não sabe ler um raio x, uma triagem que é uma piada, um raio x que não tem cama pois está quebrada, um laboratório de sangue que só funciona até as 17 horas. Cheguei a conclusão que nossa prefeita não está colocando pessoas certas nos lugares certos, e com isso pessoas sofrem a pior dor que é ela pode sentir o de perder as pessoas que amam, não adianta ter um hospital onde parece que estamos mendigando para ser atendidos, com funcionários mau humorados,que ficam em seus repousos, que não cumprem seus horários, que faz de sua profissão uma brincadeira que destrói famílias e interrompem sonhos de muitos jovens que como o meu tinha passado no vestibular de medicina.

Meus pêsames prefeita por não poder resolver os problemas de um hospital que hoje na baixada é chamado de cento de concentração de tantas pessoas mortes por um diagnóstico errado ou pelo descaso.parece que temos aqui apenas um cabide de emprego público onde todos brincam de trabalhar."


Fonte: Blog do Fernando Leite/ Blog do Bastos

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

COLISÃO ENTRE CAMINHÃO E CARRO NA BR-356 DEIXA UM MORTO E QUATRO FERIDOS

(Foto: Adilson Ribeiro)

Um homem morreu e quatro pessoas entre elas uma criança ficaram feridos em uma colisão entre um caminhão e um carro, na manhã desta quinta-feira (15/08), próximo ao Trevo de Boa Ventura, no município de Itaperuna, Noroeste Fluminense.

O condutor do caminhão baú que seguia para Campos, teria perdido o controle do veículo, invadido a pista contrária e batido de frente com um Siena prata. O motorista do carro, Álvaro Henrique Costa Carneiro, 38 anos, morreu na hora. 

Outro homem que estava no carona, nome não revelado, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado em estado grave para o Hospital São José do Avaí. O motorista do caminhão, a esposa do Álvaro F.O.S., 32 anos e a criança de aproximadamente dois anos também foram encaminhadas à unidade de saúde.

De acordo com populares a pista estava repleta de óleo diesel. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) controlou o trânsito que ficou em meia pista durante todo o resgate.

ATUALIZADO

Um homem que foi socorrido para o Hospital São José do Havaí, em Itaperuna, não resistiu aos ferimentos e morreu.


Fonte: Blog do Adilson Ribeiro/ Ururau

quarta-feira, 15 de maio de 2013

DEPOIS DE DENÚNCIAS DIRETOR DO HOSPITAL SÃO JOSÉ PEDE AFASTAMENTO

(foto: João Pimentel)

Após as denúncias feitas pelo vereador Jorge Magal (PR) sobre deficiência no atendimento do Hospital São José, em Goitacazes, membros da Comissão de Saúde da Câmara Municipal e o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Sebastião Campista, além dos vereadores Kellinho, Abdu Neme, Gil Viana e o próprio Magal, estiveram na manhã desta quarta-feira (15/05), reunidos na unidade hospitalar, única que atende a toda a Baixada Campista. Também participou da reunião o Superintendente de Atendimento Regional, Emanuel Oliveira.



Após a reunião nesta quarta, o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Sebastião Campista, informou que vai instalar um gabinete na unidade, onde ele ficará, acompanhado de outros três médicos para avaliar a situação do hospital, a princípio, esta comissão deve permanecer lá por duas semanas.


“É importante deixar bem claro que o gabinete da Fundação Municipal de Saúde veio pra unidade fazer uma intervenção, verificar quais medidas podem ser adotadas a curto prazo, porque os problemas que darão resultado a médio e longo prazo já foram adotadas, que são as obras do hospital, uma obra com investimento de quase sete milhões de reais que a gente pretende solucionar boa parte do atendimento na Baixada. Nós estamos substituindo o diretor da unidade, o gabinete da Fundação vai vir pra cá durante um período e nós estaremos com uma equipe de três médicos, avaliando todas as queixas da população, principalmente no que se refere ao atendimento médico, pra que a gente encontre a curto prazo, independente e paralelamente à obra, uma solução pra essas queixas", revelou Sebastião que acrescentou ainda que quanto à política salarial, foi concedido um reajuste de 10% a todos os médicos em primeiro de maio.

Fonte: Ururau

CONSTATADAS IRREGULARIDADES NO HOSPITAL SÃO JOSÉ EM CAMPOS

(Foto: Folha da Manhã)

Em virtude da constatação feita pelo vereador Jorge Magal(PR) de que usuários do Hospital São José, em Goitacazes, na Baixada Campista, enfrentavam problemas, foi anunciada a mudança nos cargos de direção da unidade. A decisão foi anunciada na manhã desta quarta-feira(15/05), durante uma reunião que ocorreu no hospital, da qual participaram o presidente da Fundação Municipal de Saúde(FMS), Sebastião Campista, e vereadores membros da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, Paulo Hirano, Gil Vianna, Abdu Neme e Dona Penha.

Sebastião Campista informou que medidas em caráter de urgência estão sendo adotadas e confirmou a substituição da direção administrativa e clínica da unidade.

(Foto: Everaldo Cabral)

“O gabinete da Fundação Municipal de Saúde ficará, por enquanto, responsável pelo comando do hospital. Há um planejamento que a médio prazo terá o efeito desejado e vai solucionar os problemas, além da construção do novo hospital, que é um desejo da prefeita Rosinha Garotinho”, disse Campista. Ele ainda adiantou que será montada uma “ouvidoria”. “Três médicos vão avaliar as queixas dos usuários, a fim de que possamos adotar medidas a curto prazo”, enfatizou.

Foi preciso haver uma fatalidade com o sobrinho do vereador Magal para que os inúmeros problemas do Hospital São José, em Goitacazes, viessem à tona. Vereadores da base do governo realizaram uma reunião, na manhã desta quarta-feira (15 de maio), no local. Além deles, o presidente da Fundação Municipal de Saúde, Sebastião Campista, também esteve presente e constatou a completa falta de infraestrutura da unidade. Entre as principais irregularidades estão a falta de médicos e medicamentos, lixo hospital mal acondicionado, esgoto a céu aberto e até médicos que recebiam sem trabalhar (funcionários fantasmas).


O Vereador Magal ressaltou que uma comissão já foi montada para que todos os problemas sejam solucionados e que, a partir de hoje, o presidente da Fundação Municipal de Saúde atue pessoalmente na unidade. “A partir de agora, adotaremos medidas para combater todas as irregularidades que havia aqui dentro do hospital. Começamos substituindo a direção clínica, além de parte do setor administrativo, que também já foi afastada. Queremos o bem da população da baixada campista. É inadmissível que isso estivesse acontecendo”, desabafou.

(foto: Campos24horas)

O Presidente da Fundação de Saúde, Salvador Campista, disse que as obras já resistem por cerca de dez meses, mas que houve um atraso por conta da duplicação da RJ-216. “Foi preciso mudar o projeto por conta da estrada, o que acabou adiando a conclusão das obras” disse.

Ele ressaltou ainda que, se essa medida não fosse adotada, provavelmente apenas dois dos seis médicos estariam na unidade nesta quarta-feira. “Estamos providenciando a contratação de novos médicos. É preciso agir com prudência, mas não com omissão. Vamos ser duros para mudar essa realidade”, afirma.

Enquanto o hospital não tinha a menor condição de realizar atendimento, a população, mais uma vez, sofreu com o descaso das autoridades. Dona Vera Cristina de Souza, de 52 anos, é um exemplo disso. Ela contou que, por várias vezes, deixou ser atendida e teve que procurar outra unidade hospitalar para receber atendimento “Fui ao hospital hoje e não encontrei nenhum médico. Nas vezes que encontro, eu tenho que esperar quase duas horas para ser atendida. É um absurdo a maneira como somos tratados”, reclamou.


O Hospital São José continua com os atendimentos normalizados, mas, de acordo com as autoridades que estiveram no local, a situação do péssimo atendimento começará a mudar a partir desta quarta-feira.


Fonte: Terceira Via/ Campos24horas

quinta-feira, 9 de maio de 2013

INAUGURADA EM CAMPOS A NOVA UTI DO HOSPITAL FERREIRA MACHADO




A Prefeita Rosinha entregou na manhã desta quinta-feira (09), a nova Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Ferreira Machado, que leva o nome do médico e ex-deputado federal Sadi Coube Bogado. A nova UTI conta com 32 leitos, sendo 24 divididos no sistema de box e 8 leitos de Unidade Intermediária (UI). 

A nova unidade, construída de acordo com as normas da Anvisa, conta, ainda, com um moderno sistema de climatização central com filtros de proteção bacteriológica, com sistema de câmeras em todos os seus acessos e corredores, proporcionando maior segurança para pacientes e acompanhantes, e com duas Centrais de Monitorização de Sinais Vitais dos pacientes, ligadas a todos os leitos. 

Participaram da solenidade de inauguração, o vice-Prefeito r Chicão, o secretário municipal de Saúde, Geraldo Venâncio, o Promotor de Justiça, Marcelo Lessa, o Bispo Dom Fernando Riffan, vereadores, demais autoridades e servidores da Fundação Municipal de Saúde (FMS). 

O superintendente do Hospital Ferreira Machado, Ricardo Madeira, agradeceu à Prefeita pela realização. “Gostaria de agradecer à prefeita pela sua preocupação com a saúde e com os pacientes que merecem cuidados especiais”. O secretário de saúde, Geraldo Venâncio, disse estar entusiasmado: ”A inauguração desta UTI é um marco na área da saúde”, afirmou. 

O presidente da Fundação Municipal de Saúde, Sebastião Campista, disse que a nova UTI do HFM representa uma mudança conceitual. “Fizemos tudo de acordo com as normas da Anvisa. Realizamos um processo seletivo interno buscando os servidores mais capacitados em terapia intensiva para atuação na nova UTI. Entendemos que o serviço público tem que ter qualidade e humanismo”, afirmou Sebastião. 

O vice-Prefeito, Dr Chicão, disse estar feliz com os avanços na área da saúde no município. “Este governo tem procurado, de todas as formas, avançar na área da saúde. Vocês verão uma UTI dentro dos padrões, com leitos de isolamento e boxes individuais, diminuindo os riscos de infecção. Gostaria, também de agradecer a todos os profissionais que atuam na saúde. Trabalhar na área da saúde é uma doação”, disse o vice-prefeito. 

A Prefeita destacou que Campos é o município do Estado do Rio de Janeiro que possui o maior número de leitos de terapia intensiva por habitantes. “Com estes 32 novos leitos, vamos estar mais a frente. Esta é uma unidade de primeiro mundo. O Hospital Ferreira Machado vai virar uma referência em trauma e ortopedia. Todas as cirurgias nestas áreas serão realizadas aqui”, informou a prefeita. 

Rosinha falou sobre os avanços e novas realizações na área da saúde. “A saúde de Campos melhorou. Descentralizamos a marcação de consultas e exames, temos o maior catálogo de remédios do Estado, com mais de 300 itens. Já orçamos e vamos licitar a obra para a construção de uma nova emergência para o HGG, estamos construindo o novo Hospital São José, em Goytacazes, e já licitamos e vamos dar a ordem de serviço para a reforma e ampliação do Hospital de Travessão”, garantiu a prefeita.


Fonte: Secom PMCG