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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

PRINCÍPIO DE INCÊNDIO EM HELICÓPTERO NO FAROL, AINDA SEM EXPLICAÇÕES PELA PETROBRAS

(Foto: Divulgação)
O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro/NF) está buscando junto à Petrobras mais informações sobre o princípio de incêndio em uma aeronave no Heliporto do Farol de São Tomé, em Campos. Segundo o sindicato, o incidente ocorreu na manhã da última terça-feira. O helicóptero prefixo BGA, modelo EC-225 da BHS, seria procedente da Garoupa e fazia troca de turma. Havia 17 passageiros a bordo, mas não houve feridos.

De acordo com a assessoria do Sindipetro/NF, diretores sindicais que estavam no heliporto presenciaram o incidente e comunicaram ao sindicato. "As informações contidas no blog do sindicato foram passadas por pessoas que estavam na aeronave", disse a assessoria, destacando que a aeronave apresentou perda de pressão em uma turbina quando taxeava. "Teve alarme de incêndio, mas ninguém ficou ferido".
Ainda segundo a assessoria, o Sindipetro/NF entrou em contato com a Gerência de Apoio Aéreo da Petrobras para obter informações mas até a manhã desta quarta-feira não havia obtido resposta.

A aeronave seria do mesmo modelo de uma envolvida no acidente em 17 de dezembro, que caiu sobre o helideck da P-35. Também é a mesma que a frota foi mantida no chão em 2012, por conta de uma falha na redundância no arrefecimento do sistema de transmissão.







Fonte: O Diário | Sindipetro NF

MORTE EM PLATAFORMA MOTIVA "TRANCAÇO" NO HELIPORTO DO FAROL, EM CAMPOS

(Foto: Ralph Braz)
Trabalhadores ligados ao Sindipetro-NF, realizam um “trancaço”, no Heliporto de Farol de São Tomé, em Campos, impedindo decolagens como protesto a morte de um trabalhador no último dia 20 e pedindo mais rigor no atendimento de saúde de funcinários embarcados. Segundo o sindicato, foram 10 casos de trabalhadores que ficaram doentes a bordo ou faleceram por mau atendimento médico nos últimos anos.

De acordo com a assessoria do sindicato, a morte de um trabalhador no último dia 20 teria sido a motivação da manifestação desta quinta. Ricardo Fernando Alarcom Garcia, que era funcionário da Weatherford e estava embarcado na SS-51, teria passado mal a noite, com uma variação de pressão e foi atendido na própria plataforma. Ricardo teria recebido medicação e ficado em repouso no camarote, onde mais tarde, às 21h, foi encontrado morto.

“Ele deveria ter sido desembarcado e recebido um atendimento de emergência em um hospital”, disse Marcos Breda, assessor do Sindipetro-NF que revelou ainda que durante que outros cinco episódios semelhantes ocorreram em maio, julho, setembro, novembro e dezembro de 2014. No caso de setembro, o trabalhador, que era diabético, também acabou falecendo sem o devido atendimento.






Fonte: Ururau