Mostrando postagens com marcador greve dos Vigilantes Bancários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador greve dos Vigilantes Bancários. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de junho de 2014

VIGILANTES BANCÁRIOS ENCERRAM GREVE

(Foto: Ralph Braz)
Em assembleia realizada no início da manhã desta terça-feira (10), os vigilantes decidiram encerrar a greve que completa 48 dias. De acordo com o sindicato, eles aceitaram o reajuste de 8% no salário retroativo a março e garantia de que não terão os dias parados descontados.

Segundo o sindicato, os cerca de 50 mil vigilantes e de outros nove municípios do estado voltam ao trabalho a partir do primeiro minuto de quarta-feira (11).

Além do reajuste salarial, os vigilantes também aceitaram um aumento de R$ 13 no tíquete-refeição, que passa a ser de R$ 23. Segundo o sindicato, apesar do acordo, a categoria ainda pretende continuar buscando o retorno do pagamento do adicional de 30% do salário base por risco de morte.

Restrições a atendimento
Durante a paralisação, o atendimento para transações com dinheiro em espécie de agências Rio ficou comprometido. Bancos alegaram que uma lei federal determina quantidade mínima de seguranças por agência para que o atendimento seja feito normalmente.


Fonte: O Globo

sábado, 7 de junho de 2014

VIGILANTES DECIDEM MANTER GREVE INICIADA DIA 24 DE ABRIL

(Foto: Ralph Braz)
Os vigilantes do Rio decidiram manter a greve iniciada no dia 24 de abril, após uma assembleia realizada na tarde desta sexta-feira (6), na Candelária, Centro do Rio. Os grevistas reivindicam melhores condições de salário e trabalho.

“Até o momento o sindicato das empresas não apresentou uma contraproposta que fosse além dos 8% oferecidos e R$ 13 no tíquete refeição”, disse o vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos Oliveira.

Os vigilantes querem 10% de reajuste e R$ 20 no tíquete refeição. Também querem o pagamento do adicional de risco de vida junto com o de periculosidade, pago desde janeiro último. Os trabalhadores também reivindicam plano de saúde pago pelas empresas e diária para os vigilantes que vão trabalhar nos grandes eventos, como a Copa do Mundo, de R$ 180.

Impasse na contratação dos stewards
Nesta quinta-feira (5), na Superintendência Regional do Trabalho, não houve acordo entre o Sindicato dos Vigilantes, a empresa Sunset e o sindicato patronal para definir um contrato específico de trabalho com a Fifa empregando 1,2 mil vigilantes – os stewards – que atuariam no Maracanã durante os jogos da Copa do Mundo. Esse contingente também faria a segurança dos hotéis, onde as delegações dos países estão hospedadas.

De acordo com o vice-presidente do SindVigRio, Antônio Carlos de Oliveira, a Sunset, que venceu a licitação para oferecer vigilância na Copa, não avançou na proposta. O sindicato pede o pagamento da hora trabalhada de R$ 15, mas a empresa ofereceu apenas R$ 0,50.

O Ministério Público do Trabalho recomendou às empresas de segurança que durante a greve dos vigilantes não poderia haver dispensas e nem dias descontados em respeito à lei de greve. O dissídio coletivo da categoria, que tem data base em março, será julgado pelo Tribunal Regional do Trabalho em data ainda a ser definida. O processo segue sob responsabilidade do desembargador relator, Rogério Lucas Martins, que irá dar seu parecer e levar para votação colegiada as demandas dos vigilantes do Rio.



Fonte: G1

segunda-feira, 2 de junho de 2014

SEM ACORDO, GREVE DOS VIGILANTES PERMANECE

(Foto: Ralph Braz)
A mais de um mês de greve dos vigilantes bancários, parece que a novela de conciliação entre o Sindicato Patronal e o Sindicato dos Vigilantes está longe de ter um fim.

Assembleias e audiências já foram realizadas, mas os patrões parecem estar irredutíveis, quando o assunto é um acordo com os trabalhadores.

Após boatos de que a greve terminaria na próxima quarta-feira (04/06), o presidente do Sindicato dos Vigilantes, Luiz Carlos Rocha, esclareceu que a greve ainda não tem previsão de término.

“Ainda não recebemos nenhuma proposta do Sindicato Patronal e também não tem prevista nenhuma assembleia ou audiência de reconciliação. A única coisa que foi feita desde a última semana, quando houve a audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) foi a entrega dos documentos ao jurídico da Federação dos Vigilantes, para que fosse protocolado o pedido de dissídio”, disse Luiz.

Este dissídio deve ser protocolado já que não houve acordo entre o Sindicato dos Vigilantes e o Sindicato Patronal. Com a instauração do dissídio de greve é preciso aguardar até que seja distribuído ao relator do Tribunal e julgado pelo colegiado composto por 12 desembargadores.

Se os vigilantes estão com problemas, a população também não tem passado por bons momentos, principalmente quando são voltados para as questões de soluções de contas bancárias ou até mesmo pagar uma simples conta mensal.

A ida a casa loteria já virou rotina para o frentista, Denis Belo dos Santos. “Saquei o dinheiro para pagar o IPVA da moto e vou à lotérica pagar. Seria bom se pudéssemos resolver isso no banco, mas não tem vigilante suficiente. O pior é o pagamento do boleto. O pessoal que fez a inscrição do Enem tirou o boleto pra pagar no Banco do Brasil, que só lá poderia pagar, mas não puderam. A maioria pagou pela internet e os outros nem sei como resolveram”, lembrou Denis.

Além de gerar filas enormes nos locais de pagamentos, a paralisação também prejudica o movimento no comércio, como ressalta o vendedor, André Renê Lopes. “Trabalho em uma loja de autopeças e o movimento vem caindo. A desculpa dos clientes é a greve dos vigilantes. A greve também atrasa um pouco o serviço porque às vezes saiu para pagar as contas da loja e tenho que esperar um bom tempo na fila”, revelou o vendedor.




Fonte: Ururau

quinta-feira, 29 de maio de 2014

SEM ACORDO, VIGILANTES MANTÊM GREVE

(Foto: Ralph Braz)
A audiência de conciliação entre o sindicato dos vigilantes e o sindicato das empresas de segurança, realizada nesta quarta-feira (28) no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), visando acabar com a greve que se estende por 31 dias, terminou sem entendimento. Os empresários continuam irredutíveis com suas propostas, que não atendem à pauta de reivindicações dos vigilantes. Enquanto isso, os bancos permanecem fechados.

A vice-presidente do TRT, desembargadora Maria das Graças Paranhos, orientou o sindicato patronal a não descontar e não punir os vigilantes que estão em greve. Como não houve conciliação, a desembargadora abriu prazo de 48 horas para os sindicatos réus apresentarem defesa no dissídio coletivo de greve. Em seguida, o sindicato patronal terá 24 horas para se manifestar em relação à contestação e, após isso, o Ministério Público do Trabalho (MPT) terá outras 24 horas para emitir parecer. Depois, será sorteado um desembargador relator para o processo, cujo voto será apreciado durante julgamento em data a ser definida.

De acordo com o sindicato dos trabalhadores, enquanto a questão não é julgada, a categoria permanece em greve, mas respeitando a liminar da desembargadora Ângela Florêncio, que determina a manutenção de, no mínimo, um vigilante por agência bancária e 40% da categoria trabalhando. A categoria reivindica reajuste de 10%, além de tíquete-refeição de R$ 20 e mais adicionais de risco de vida e de periculosidade.

Bancos fechados — Nesta quarta foi mais um dia de transtornos para quem procurou atendimento nas agências bancárias. O atendimento está sendo feito próximo aos caixas eletrônicos para as pessoas que querem desbloquear cartão, saque nos caixas, mas a movimentação de numerários está suspensa.

Muitas foram as reclamações. “Estou cansada de vir ao banco e volto sem conseguir resolver os meus problemas. Preciso de atendimento no setor de penhor. Até quando vamos ficar nessa situação?”, questionou a cliente Maria do Rosário.



Fonte: Folha da Manhã

terça-feira, 27 de maio de 2014

GREVE:VIGILANTES BANCÁRIOS E SINDICATO TENTAM ACORDO

(Foto: Ralph Braz)
Em greve há quase um mês, os vigilantes de bancos reabriram negociação. A categoria tem uma reunião marcada para a manhã desta quarta-feira (28) com empresários do setor. O encontro será mediado pela Justiça, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), no Centro do Rio. O presidente do Sindicato dos Vigilantes em Campos, Luiz Carlos Rangel Rocha, informou agora a tarde que, em caso de resultado satisfatório para os trabalhadores no TRT, os bancos poderão reabrir na quinta-feira, dia 29.

“Tentamos uma negociação, inicialmente, no Ministério Público do Trabalho(MPT), mas os patrões não compareceram. Esperamos que nesta quarta-feira possamos chegar a um ponto comum. Caso contrário, os bancos permanecerão fechados, pois não há empresas de vigilância em Campos e região que têm mão de obra especializada para garantir segurança nas agências”, disse Luiz Carlos.

A categoria não aceitou uma proposta feita pelo Sindicato Patronal de 7% de reajuste no salário e com o ticket alimentação passando de R$ 10 para R$ 13. Os vigilantes querem um reajuste salarial de 10%, além de tíquete refeição de R$ 20 e mais adicionais de risco de vida e de periculosidade.



Fonte: Campos24horas

quarta-feira, 21 de maio de 2014

AGÊNCIAS BANCÁRIAS VOLTAM A FECHAR EM CAMPOS

(Foto: Ralph Braz)
Em obediência a uma determinação da Polícia Federal(PF), quatro agências bancárias do Centro de Campos voltaram a ser fechadas nesta quarta-feira (21). As agências do Itaú, HSBC, Bradesco e Brasil atenderam ao público ontem por determinação da Justiça, sob a pena de multa diária de R$ 100 mil. Vigilantes que estão em greve há 23 dias aceitaram trabalhar ontem. No entanto, nesta quarta-feira voltaram atrás e as agências não tiveram o mínimo necessário de vigilantes para segurança dos bancários e do público.

O sindicato dos Vigilantes informou que a greve segue por tempo indeterminado e não há previsão de uma rodada de negociação.



Fonte: Campos24horas

terça-feira, 20 de maio de 2014

AGÊNCIAS BANCÁRIAS VOLTAM A FUNCIONAR NO CENTRO DE CAMPOS

(Foto: Ralph Braz)
Mesmo com a greve dos vigilantes, algumas agências bancárias de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, reabriram nesta terça-feira (20) para o atendimento ao público. A abertura foi através de uma liminar expedida na última sexta-feira (16), mas os bancos só foram notificados na última segunda (19).

Como os vigilantes estão em greve há 22 dias e as agências estavam sem esses profissionais para fazer a segurança dos funcionários e clientes, a determinação é que cada agência seja responsável pela própria segurança.

O Sindicato dos Vigilantes entrou em um acordo com os bancos e disponibilizou vigilantes para as agências. Com a liminar, as agências centrais de Campos que voltaram a funcionar são: Itaú, Bradesco, Santander, HSBC e Banco do Brasil. A Caixa Econômica não voltou a funcionar, porque a determinação é estadual e a caixa é uma instituição federal. As agências deverão prestar todos os serviços bancários, inclusive os presenciais, sob pena de multa diária de R$ 100 mil, em caso de descumprimento. As outras agências de Campos continuam fechadas.



Fonte: Portal G1

domingo, 18 de maio de 2014

DEFENSORIA PÚBLICA GANHA LIMINAR OBRIGANDO REABERTURA DE AGÊNCIAS BANCÁRIAS

(Foto: Ralph Braz)
O Núcleo de Tutela Coletiva da Defensoria Pública Estadual ganhou uma liminar que obriga os bancos a abrirem com pleno funcionamento a sua agência central em Campos, no prazo máximo de 24 horas. A Defensoria havia entrado com uma Ação Civil Pública contra os bancos Santander, Bradesco, Itaú, HSBC e Banco do Brasil.

A Caixa Econômica Federal ficou de fora da ação por ser de foro federal, fora do escopo de atuação da Defensoria Pública Estadual. Também é réu na ação o Sindicato dos Vigilantes e Empregados de Empresas de Segurança de Campos, de forma a não obstruir o seu cumprimento em caso de vitória.

A decisão foi da 2ª Vara Cível de Campos, proferida pelo juiz Felipe Pinelli, e visa resguardar o direito dos consumidores, seriamente prejudicados por esta greve dos vigilantes, que já entrou no calendário, assim como a dos bancários no 2º semestre, fazendo com que os bancos funcionem 10 meses no ano.

A liminar obriga os bancos a abrirem a sua agência central na cidade, para garantir a mínima prestação de serviços, não sendo extensiva às demais agências. Quem assina a Ação Civil Pública é o defensor Tiago Abud da Fonseca. Contra a decisão, que estabelece multa diária de R$ 100.000,00 em caso de descumprimento, cabe recurso. Desde já solicito o crédito aos sites que beberem nesta fonte.



Fonte: Blog Ponto de Vista

terça-feira, 13 de maio de 2014

BANCOS PERMANECEM FECHADOS DEVIDO A GREVE DOS VIGILANTES

(Foto: Ralph Braz)
A greve dos vigilantes do Estado do Rio de Janeiro completa quinze dias nesta terça-feira (13 de maio). Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes em Campos, Luiz Carlos Rangel da Rocha, a situação da categoria é a mesma: até o momento, o Sindicato Patronal não se manifestou sobre as reivindicações.

“Estou em contato com o Sindicato dos Vigilantes do Rio de Janeiro e de Macaé e, para eles, a greve também continua. Estamos aguardando um parecer do Sindicato Patronal. Enquanto não há manifestações por parte deles, permanecemos parados”, disse o presidente.

A categoria reivindica reajuste salarial de 16%, redução da carga horária semanal de 48h para 44h, desconto do ticket de 20% para 5%; plano de saúde para os seguranças e seus dependentes e aumento do ticket alimentação de R$ 10 para R$ 20. Os vigilantes também se recusam a assinar o contrato de vigilante horista, proposto pelo Sidicato Patronal, e cobram a inclusão do adicional de risco de vida e também o de periculosidade.



Fonte: Terceira Via