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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Remoção de areia em pontos da orla de SJB

(Foto: Divulgação)
A secretaria municipal de Meio Ambiente de São João da Barra está retirando a areia que ocupa três pontos da orla marítima, e dificulta a circulação de pessoas e veículos. Os sedimentos, que estão sendo devolvidos ao mar, de acordo com a legislação dos órgãos ambientais, invadiram o asfalto e acessos de diversas ruas, com os ventos fortes comuns nesta época do ano e a falta de chuvas. O trabalho está sendo executado com ajuda em média, de 25 caminhões (cada um tem capacidade para 12 toneladas), na área do antigo prédio do Julinho (rua Nossa Senhora da Penha) e nas proximidades da rua Júlio Valle de Macedo (altura da antiga caixa D’Água), em Atafona, e na orla de Grussaí, nas proximidades da lagoa.

De acordo com o subsecretário da pasta, Jorge Assumpção, a remoção dos sedimentos ocorre durante todo o ano, para desobstruir os acessos. “A região litorânea é por natureza muito dinâmica. As mudanças, que em outros locais são imperceptíveis aos olhos humanos ao longo de uma vida, no litoral ocorrem de maneira muito rápida. O Pontal de Atafona é um exemplo disso. Não é difícil observarmos uma feição num ano e no ano seguinte o local encontrar-se totalmente diferente. Quando essas mudanças afetam o bem estar da população, demandam uma ação do Poder Público que nem sempre tem a capacidade operacional para reagir em tempo. O vento forte e o transporte de areia no litoral ocorre de forma muito intensa principalmente entre os meses de agosto e outubro”, explicou.

Erosão - Estudos científicos apontam que o litoral do Rio de Janeiro se divide em três grandes compartimentos. No segmento oriental, que se estende do limite com o Espírito Santo ao Cabo Frio é amplamente dominado pela orla da planície geral, de fragilidade da linha de costa. Na margem direita da desembocadura do rio Paraíba do Sul apresenta em pequeno trecho o mais intenso fenômeno erosivo de todo o litoral do Estado, seguido, logo ao Sul, por um trecho com tendência de progradação. Ao Norte da desembocadura, até o rio Itabapoana, um embaiamento parcialmente protegido pelo litoral protuberante do Espírito Santo apresenta fenômenos erosivos localizados especialmente em pequeno trecho de falésias sedimentares ativas.






Fonte: Ascom

sábado, 24 de janeiro de 2015

CAPIVARA APARECE EM PRAIA DE GRUSSAÍ, E DÁ "BAILE" EM BOMBEIROS QUE NÃO A CAPTURAM

(Fotos:  Blog Pense Diferente)
Uma capivara deu trabalho na manhã deste sábado(24), ao corpo de bombeiros de São João da Barra.

Banhistas viram o roedor perdido na Orla de Grussaí, e comunicaram ao Bombeiros do Grupamento Marítimo de Atafona, que o animal silvestre estava solto e poderia acabar ser atropelado por carros. 

Ao chegar ao local os Bombeiros tentaram capturar a capivara, mas não tendo êxito, deixaram o animal solto, a merce da própria sorte.

Provavelmente o movimento de pessoas na Lagoa Grussaí, fez o animal tentar fugir em direção à praia.
As capivaras geralmente são encontradas próximo da água, em florestas ao longo de rios e em lagoas.


Quando estão em perigo, elas mergulham dentro d'água e nadam sob a superfície até escapar. As capivaras podem permanecer submergidas por vários minutos.

A responsabilidade agora é também da Secretaria de Meio Ambiente do município, chamar seus veterinários para tentarem capturar o animal, e devolve-lá ao seu habitat.





Fonte: Blog Pense Diferente

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

PÓLO GASTRONÔMICO DE GRUSSAÍ: DERRAME DE GORDURA NA SARJETA

(Foto: Ralph Braz)
Problemas de infraestrutura no Polo Gastronômico de Grussaí, distrito de São João da Barra. Moradora da Rua Humberlina Manhães de Siqueira reclama do derrame de gordura dos quiosques na sarjeta, o que gera desconforto e mau cheiro. O problema já é do conhecimento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente do município.



Fonte: Blog do Fernando Leite

quarta-feira, 16 de julho de 2014

PROCESSO DE EROSÃO: VISITA TÉCNICA AO DIQUE SÃO JOÃO/ VIANA

(Foto: Fabrício Berto/ Secom)
O dique São João/Viana, às margens do rio Paraíba do Sul, em São João da Barra, deverá passar por obras visando conter o processo erosivo. A necessidade de intervenção no local foi confirmada durante uma visita técnica realizada na manhã desta quarta-feira, 16, pelo coordenador municipal de Defesa Civil Adriano Assis, e pelos secretários de Meio Ambiente e Serviços Públicos, Marcos Sá, e Obras, Nelson Patrício.

Segundo Adriano, a erosão gradativa que vem sendo monitorada desde o início do ano está localizada ao lado do trecho onde o dique rompeu em 2010. “Esse trecho que está erodindo encontra-se vulnerável a mais um rompimento com uma grande cheia”, alertou, acrescentando que no local tem que ser feito o mesmo trabalho de 2010.

“O primeiro passo será a realização do serviço de batimetria para medição da profundidade do rio e consequentemente a quantidade de material (pedra e saibro) necessária para a execução da obra”, comentou o secretário de Meio Ambiente, Marcos Sá, informando que o segundo passo será a elaboração de um projeto de contenção e reforço visando a viabilização de recursos federais para a execução da obra.

A iniciativa preventiva deverá evitar o rompimento do dique proporcionando tranquilidade aos agricultores e moradores de Degredo, Cajueiro, Grussaí, Perigoso, Centro, e das margens da BR–356 e da SB–02 (estrada que liga Cajueiro ao Bairro de Fátima) que tiveram suas casas alagadas em 2010 quando o dique rompeu.

O rio Paraíba do Sul, devido o grande assoreamento que vem ocorrendo em toda sua extensão, perdeu a sua calha principal e não suporta mais um grande volume d’água principalmente no período de cheia, geralmente em final e início de ano, transbordando para áreas mais baixas.

Em 2013 a prefeitura, com recursos próprios, realizou obra de nivelamento no trecho do dique às margens do rio Paraíba do sul na localidade do Viana, com o intuito de minimizar os desgastes do dique em função das enchentes.

Esse trabalho antecipado visa a solução de possíveis problemas de alagamentos que podem acontecer nos períodos de cheias, protegendo a cidade e, desta forma, contribuindo para manter o dique funcional sem que sua estrutura seja comprometida.



Fonte: Secom