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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Transição: Obama e Trump se reúnem na Casa Branca

(Foto: AP Photo/Pablo Martinez Monsivais)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recebeu seu sucessor, Donald Trump, na Casa Branca, nesta quinta-feira (10), para começar as discussões sobre transição de poder. A reunião foi no Salão Oval.

O empresário chegou às 11h do horário local (14h de Brasília) à sua futura residência oficial, situada na Pennsylvania Avenue, na capital do país.

Após o encontro, os dois fizeram um breve pronunciamento, enquanto posavam para fotos, mas não responderam a perguntas da imprensa.

Obama afirmou que conversou sobre diversos assuntos com Trump, incluindo política externa e doméstica, segundo a Reuters. Ele disse que a conversa foi "excelente" e que fará de tudo para que Trump se sinta bem recebido e tenha êxito em seu trabalho. Disse ainda que vai trabalhar para facilitar a transição nos dois meses que ainda tem no comando dos EUA.

Já Trump disse que foi uma honra se reunir com o atual presidente. Ele afirmou que tem muito respeito por Obama e que espera trabalhar mais com ele o futuro e pedir conselhos a ele enquanto estiver na presidência. Segundo o magnata, a reunião durou cerca de uma hora e meia, mais tempo do que o esperado, e ele e Obama discutiram várias situações, incluindo algumas dificuldades.

Em seguida, o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, respondeu a perguntas de jornalistas. Ele disse que Trump e Obama não concordaram em todas as questões e que "eles obviamente têm grandes diferenças", mas ambos concordaram com uma transição tranquila.

Segundo Earnest, Obama e Trump estavam sozinhos durante o encontro, apenas os dois no Salão Oval, e o fato de a reunião ter durado bem mais do que o previsto mostra que ela foi "robusta" e de bastante valor.

Earnest também afirmou que Obama fez campanha por Hillary até antes do dia da eleição, mas prometeu trabalhar com quem fosse eleito pelo povo americano.

De acordo com o porta-voz, Obama está aberto para novos encontros com Trump e dará o mesmo tipo de apoio e consultoria ao presidente eleito que ele próprio teve de ex-presidentes.





Fonte: G1

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

CHEGA A 13, O NÚMERO DE MORTOS EM ATAQUE A BASE NAVAL DA MARINHA NOS EUA



A polícia dos EUA confirmou nesta segunda-feira a 13ª morte em um tiroteio em uma base da marinha americana em Washington, a uma distância de 5 km da Casa Branca, nesta segunda-feira (16). Ainda não se sabe os motivos do tiroteio nem o número exato de feridos.

Entre os 13 mortos está um suspeito,identificado pelo FBI como Aaron Alexis, de 34 anos, natural do Texas e que serviu em tempo integral na reserva da marinha de maio de 2007 a janeiro de 2011. Segundo o jornal 'Boston Globe' e a agência Associated Press, ele teria entrado no prédio da marinha usando a identidade de outra pessoa.

A polícia havia informado que estava buscando mais dois suspeitos, mas há poucas horas revelou que um desses homens foi detido e liberado.

O Senado americano e escritórios próximos foram fechados depois do tiroteio. Funcionários que trabalham nos prédios não podem deixar os locais e ninguém tem autorização para entrar, segundo um comunicado.


Em entrevista para a imprensa, o prefeito do Distrito de Columbia, Vincent Gray, disse que ao menos quatro pessoas ficaram feridas e que o tiroteio foi um "incidente isolado". Equipes de emergência permanecem no local.

As três vítimas que chegaram ao Washington Hospital Center estão conscientes, embora em situação crítica, disse a médica chefe do hospital. Segundo ela, uma das vítimas é um policial que está há varias horas em cirurgia, mas que deve se recuperar bem. A outra vítima é uma mulher com uma lesão no ombro, que está bem e calma, e a terceira vítima é uma jovem que tem uma lesão na cabeça e outra na mão, mas não precisará de cirurgia.

Todd Brundidge, um assistente executivo do sistema de comando da marinha, disse que ele e outros colegas de trabalho encontraram o atirador na entrada do terceiro andar. "Ele se virou e começou a atirar", disse a testemunha, segundo a agência de notícias Associated Press.

O presidente americano, Barack Obama, disse que foi informado sobre o ataque: "Esses homens e mulheres estavam trabalhando, fazendo seu trabalho, nos protegendo". Obama disse ainda que quer que autoridades federais e locais trabalhem juntas na investigação e que fará tudo para que os autores sejam responsabilizados.

O tiroteio levou à suspensão de voos do aeroporto Ronald Reagan, de Washington. Chris Paolino, porta-voz do aeroporto, disse que as aeronaves que chegam podem seguir pousando e que o edifício permanece aberto aos passageiros, embora todas as partidas tenham sido suspensas temporariamente.

O tiroteio ocorreu às 8h20 locais (9h20 de Brasília) em um edifício que pertence a um complexo da marinha americana onde trabalham 3 mil pessoas. A base naval data do século 18 e é mais antiga instalação da Marinha dos EUA. O local abriga um museu e a residência do chefe de operações navais, além de ser responsável pelo desenvolvimento de armas, entre outras funções.


Fonte: G1