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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

ONG Pequenos Corações: Conheça a sua história e seu trabalho

(Foto: Divulgação |  Ascom)
A Pequenos Corações surgiu em 2010 em São Paulo com a Marcia Adriana Rebordões. Uma mulher guerreira que lutou com todas as suas forças para que a AACC - Pequenos Corações tornar-se uma realidade em todo país. 

A Pequenos Corações lançou em setembro de 2011 uma campanha nacional pela realização do Teste do Coraçãozinho também chamado de oximetria de pulso em todos os recém-nascidos, antes da alta da maternidade. 

O núcleo Campos surgiu em 2012 com Débora Malagris, mãe de uma criança com cardiopatia congênita, que se uniu a outras mães como a Cristiane Brito, Valéria Velasco, Carolina Muniz e Lara Riscado e também as médicas Cardiopediatras apaixonadas por nossa causa: Erika Porto e Francine Peixoto, formando o núcleo em Campos dos Goytacazes. 

Alguns eventos aconteceram no dia da conscientização da cardiopatia congênita (12 de junho) e também festinhas de natal. Em 2015 nosso time cresceu com a entrada da Nathalia que hoje Coordena o núcleo junto com a Débora. 

São feitas reuniões mensais com o objetivo de traçar novos conceitos na ajuda das crianças cardiopatas.

Hoje damos assistência a cerca de 200 crianças cardiopatas que fazem atendimento ambulatorial no Hgg e também a todas as famílias que nos procuram precisando de qualquer apoio relacionado aos pequenos corações .

Nosso trabalho é muito importante e fundamental para essas famílias e crianças. 

Temos toda uma equipe multidisciplinar, todas voluntárias que doam o seu tempo e conhecimento para ajudar ao máximo possível a todas essas crianças. 

Hoje lutamos muito para implementação do teste do coraçãozinho no município de Campos dos Goytacazes, entramos com um projeto de lei na câmara dos vereadores que foi aprovado com unanimidade pelo legislativo, aguardando aprovação do executivo.

A beneficência portuguesa, saiu na frente implementação na última sexta feira dia 09 de setembro as 14h da tarde. 

Aguardando ainda retorno do hospital escola Plantadores de cana, para que possamos implementar o quanto antes. 

Principalmente por ser um hospital escola e de referência em nossa cidade. 

Nossa associação se mantém através de doações feitas pelas próprias mães que compõem o núcleo e ainda não temos nenhum patrocínio. 

Por esse motivo estamos em campanha para o nosso próximo evento que acontecerá no dia 15 de Outubro de às 10h da manhã na cidade da criança.

0 motivo dessa campanha é arrecadar Brinquedos para meninas e meninos. Fraldas, e doações em espécie também para custear as despesas do evento. Que são realizadas apenas com doações.

Para conhecer melhor o nosso trabalho acesse: www.pequenoscoracoes.com 





Fonte: Blog Pense Diferente

sábado, 10 de setembro de 2016

Teste do Coraçãozinho lançado em Campos

(Foto: Marcos Gonçalves)
Com o objetivo de reduzir a mortalidade infantil por meio do diagnóstico precoce das cardiopatias congênitas graves antes da alta do recém nascido da maternidade, foi implantado, no início da tarde dessa sexta-feira (9), o Teste do Coraçãozinho, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), no Hospital Beneficência Portuguesa, em Campos. O procedimento (oximetria de pulso) é uma determinação da Lei Federal 14.046/12, que está em vigor há dois anos. O teste começará a ser disponibilizado a todos os bebês nascidos na unidade hospitalar a partir da próxima quarta-feira (14).

A reunião de implementação contou com a participação da coordenadora do Programa de Assistência Integrada à Saúde da Criança e do Adolescente (Paisca), Nazareth Machado; da chefe do setor de pediatria da Beneficência, Dulcilene Pessanha Gomes; das representantes da Associação de Assistência à Criança Cardiopata Pequenos Corações, Nathália Rosa e Lara Riscado; e também com a presença das enfermeiras chefes que serão as responsáveis pela execução dos testes nos recém-nascidos.

De acordo com a coordenadora do Paisca, Nazareth Machado, as cardiopatias congênitas representam cerca de 10% dos óbitos infantis e entre 20% e 40% dos óbitos decorrentes de má formações. Nazareth informou ainda que um a dois de cada mil recém-nascidos vivos apresentam cardiopatia congênita crítica. “Em torno de 30% destes recém-nascidos recebem alta hospitalar sem o diagnóstico e evoluem para choque, hipóxia ou óbito precoce, antes de receber tratamento adequado”, ressaltou.

Sob o auxílio das representantes da Associação Pequenos Corações – responsáveis pelo treinamento da equipe de enfermagem da Beneficência – foi realizado o primeiro teste do coraçãozinho gratuito na unidade hospitalar, em uma recém-nascida que veio ao mundo pesando 2,5 kg e medindo 45 cm. De acordo com a presidente da organização, Nathália Rosa, a medição da saturação do oxigênio no sangue deve ser feita na primeira 24ª hora de vida do bebê, e repetida 24h depois. Ainda segundo ela, o oxímetro utiliza dados colhidos no pulso e tornozelos direitos para a emissão do laudo. Nathália ressaltou que o teste é rápido e indolor.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a incidência de cardiopatias congênitas varia entre 0,8% nos países mais desenvolvidos e 1,2% nos países mais pobres. O valor médio de 1% é habitualmente aceito para o Brasil e demais países da América Latina.








Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

ONG Pequenos Corações apresenta projeto de lei que pode trazer benefícios para Campos

(Foto: Reprodução)
A ONG Pequenos Corações está com um projeto de lei na Câmara dos Vereadores de Campos. Se aprovada, será obrigatório o teste da oximetria de pulso, mais conhecido como o teste do coraçãozinho para todos os recém-nascidos.

O teste de coraçãozinho é um exame que não causa dor. Ele é utilizado para medir os níveis de oxigênio do sangue. É importante que esse teste seja feito nos recém-nascidos após 24 horas de vida e antes da alta hospitalar, para excluir a presença de cardiopatias congênitas graves.

O teste da oximetria de pulso é obrigatória em vários países do mundo inteiro. O exame oferece benefícios aos pacientes pois proporciona o diagnóstico que indica o tratamento precoce das cardiopatias.

No dia 10 deste mês, às 10h, na Cidade da Criança, em Campos, membros da ONG Pequenos Corações irão marcar presença no local para passar alguns ensinamentos às crianças em relação à saúde bucal. Vários profissionais de saúde formados vão estar no local orientado o público. Os participantes irão receber um kit de higiene bucal infantil.

A entidade não tem fins lucrativos. Ela presta assistência às crianças acometidas por cardiopatia congênita e aos familiares. Quem tiver mais interesse no teste de coraçãozinho pode entrar em contato com alguns dos colaboradores do órgão: Nathália – (22) 997503343, ou Carolina – (22) 999668796, ou Débora – (22) 999671323.






Fonte: Notícia Urbana

quarta-feira, 15 de junho de 2016

15 de junho: Dia da Cardiopatia Congênita,será comemorado na Cidade da Criança as 15h

(Fotos: Ralph Braz | Pense Diferente)
15 de junho, Dia da Conscientização da Cardiopatia Congênita será comemorado em vários estados brasileiros, e em Campos dos Goytacazes a comemoração será na Cidade da Criança, no parque Alzira Vargas, às 15h.


O convite da Pequenos Corações é para que a comunidade vista uma peça na cor vermelha, “do amor”, e participe dos eventos, contribuindo para divulgar a importância do diagnóstico precoce, que pode salvar muitos bebês: 1 a cada 100 nascidos vivos é cardiopata. “Quando a descoberta é feita ainda durante a gestação, as chances de sucesso no tratamento aumentam e alguns procedimentos são feitos com o bebê ainda no útero materno. Mas sem o diagnóstico precoce e correto, muitos desses bebês correm risco de morte. A informação precisa sobre a cardiopatia congênita e a parceria com os profissionais de saúde têm sido essenciais para fazer diferença a esses pequenos corações”, defende Larissa Mendes, diretora da associação.

Alerta para a sociedade e para as autoridades, a importância do eco cardiograma e o teste do pezinho. O núcleo da ONG em Campos já existe a quatro anos.


A Dra. Francine Peixoto, Cardiopediatra, falou da importância da conscientização e o esclarecimento a respeito da cardiopatia congênita, uma coisa muito pouco conhecida, principalmente crianças com problema de coração. O problema da Cardiopatia congênita do coração acontece até as oito semanas de gestação, é bem no início da formação do coração, podendo ter uma anormalidade na estrutura, ou na função do coração, e isso vai ficar para sempre na formação do coração da criança.

A anormalidade a gente consegue detectar a partir de vinte e cinco semanas de gestação através de um exame, de chama ecocardiograma fetal, esse exame deveria ser realizado em todas as gestantes para se ter o diagnóstico precoce dessa doença. Dessa forma você consegue planejar o parto da criança, onde vai ser realizado, a criança é encaminhada para a UTI, dando o tratamento ideal para a Cardiopatia Congênita grave.

A Cardiopatia Congênita grave, a incidência é bem alta, em cada cem crianças que nascem uma tem a cardiopatia congênita grave, dessas 30% precisam de internação precoce, precisando de cirurgia precoce nos dois, três meses de vida, ou mesmo nas 48h de vida.

O grande problema do exame ecocardiograma fetal que deveria ser gratuito para todas as gestantes, mais infelizmente o SUS, não cobre esse exame, tem que ser pago, é que não é um exame barato, que varia de R$ 150,00 a R$ 200,00.
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Débora Malagraris, é enfermeira mas atualmente não está atuando, tem um filho que é Cardiopata, onde descobri através do cardiograma fetal com seis meses de idade , quando fiz os exames o médico disse que ele tinha cardiopatia grave ele não pode nascer e logo que ele nascer tem que ser operado. Com dois meses de vida ele fez a primeira cirurgia e com sete meses fez a segunda, e com cinco anos ele fez a última cirurgia.

O caso dele não tem cura, mas a cirurgia e para melhorar a qualidade de vida dele. Durante a segunda cirurgia eu conheci a ONG Pequenos Corações .Que pela necessidade de saber sobre o assunto, apesar de conhecer pouco, mas tive que procurar saber mais e dividir o que a gente sabe. Nós mãe queremos ver nossos filhos crescerem, se tornarem adolescentes(emocionada).

Procurando na internet achei, a Pequenos Corações, aí conheci a Márcia, de São Paulo que é a fundadora da ONG. Uma pessoa maravilhosa, e falei para ela que queria trazer a Pequenos Corações para Campos, como poderia fazer isso, se ela poderia me dar alguma dica, aí ela me sugeriu que eu fizesse um núcleo em minha cidade, e que não iria precisar mudar o nome , só apenas acrescentar, núcleo Campos.









Fonte:  Pense Diferente

sábado, 13 de junho de 2015

CARDIOPATIA CONGÊNITA GRAVE: ENTENDA O QUE É, E A IMPORTÂNCIA DO EXAME ECOCARDIOGRAMA FETAL

(Débora Malagraris e Dra. Francine Peixoto | Foto: Ralph Braz)
Débora Malagraris, é enfermeira mas atualmente não está atuando,  tem um filho que é Cardiopata, onde descobri através do cardiograma fetal com seis meses de idade , quando fiz os exames o médico disse que ele tinha cardiopatia grave  ele não pode nascer e logo que ele nascer tem que ser operado. Com dois meses de vida ele fez a primeira cirurgia e com sete meses fez a segunda, e com cinco anos ele fez a última cirurgia.

O caso dele não tem cura, mas a cirurgia e para melhorar a qualidade de vida dele. Durante a segunda cirurgia eu conheci a ONG Pequenos Corações .Que pela necessidade de saber sobre o assunto, apesar de conhecer pouco, mas tive que procurar saber mais e dividir o que a gente sabe. Nós mãe queremos ver nossos filhos crescerem, se tornarem adolescentes(emocionada).

Procurando na internet achei, a Pequenos Corações, aí conheci a Márcia, de São Paulo que é a fundadora da ONG. Uma pessoa maravilhosa, e falei para ela que queria trazer a Pequenos Corações para Campos, como poderia fazer isso, se ela poderia me dar alguma dica, aí ela me sugeriu que eu fizesse um núcleo em minha cidade, e que não iria precisar mudar o nome , só apenas acrescentar, núcleo Campos.


Hoje a sede de Pequenos Corações é em São Paulo, e tem  núcleos em todo o Brasil. A maioria das coordenadoras são mães, que passaram por isso e acabam trocando experiências, é um  apoio emocional muito grande neste momento.
Depois disso conheci as médicas que trabalham no Hospital Geral de Guarus(HGG), que fazem o atendimento ambulatorial com acesso a cardiopatia, aí conversamos para fazer um núcleo. Começamos a fazendo festinhas para fazer um dia diferentes para elas, em dias comemorativos, como dia das crianças, dia das mães, no sábado... Depois surgiu a ideia de fazer uma vez ao mês no HGG. também temos agora reuniões de esclarecimento, tiramos dúvidas, e nas horas das palestras elas podem falar de suas experiências.

Alerta para a sociedade e para as autoridades,  a importância do eco cardiograma e o teste do pezinho. O núcleo da ONG em Campos já existe a três anos.


A Dra. Francine Peixoto, Cardiopediatra, falou da importância da conscientização e o esclarecimento  a respeito da cardiopatia congênita, uma coisa muito pouco conhecida, principalmente crianças com problema de coração. O problema da Cardiopatia congênita do coração  acontece até as  oito semanas de gestação, é bem no início da formação do coração, podendo ter uma anormalidade na estrutura, ou na função do coração, e isso vai ficar para sempre na formação do coração da criança.

(Ecocardiograma Fetal)
A anormalidade a gente consegue detectar a partir de vinte e cinco semanas de gestação através de um exame, de chama ecocardiograma fetal, esse exame deveria ser realizado em todas as gestantes para se ter o diagnóstico precoce  dessa doença. Dessa forma você consegue planejar o parto da criança, onde vai ser realizado, a criança é encaminhada para a UTI, dando o tratamento ideal para a Cardiopatia Congênita grave.

A Cardiopatia Congênita grave, a incidência é bem alta, em cada cem crianças que nascem uma tem a cardiopatia congênita grave, dessas 30% precisam de internação precoce, precisando de cirurgia precoce nos dois, três meses de vida, ou mesmo nas 48h de vida.

O grande problema do exame ecocardiograma fetal que deveria ser gratuito para todas as gestantes, mais infelizmente o SUS, não cobre esse exame, tem que ser pago, é que não é um exame barato, que varia de R$ 150,00 a R$ 200,00.


Quando não se tem o ecocardiograma fetal, o que se pode tentar fazer para se ter o diagnóstico precoce é o  teste do coraçãozinho  que já é uma coisa mais simples que você tem em qualquer maternidade, só basta ter o oximetro de pulso, é um aparelho básico, onde qualquer pronto socorro, ou auto atendimento tem, onde se vê a saturação dos membros das crianças, Isso já é uma triagem básica de cardiopatia não vai dar o diagnóstico básico não vai disser se tem ou não, da li você consegue separar se precisa fazer um eco, com um cardiologista antes de ir para casa e quais podem ser liberados com mais segurança. Finalizou Dra. Francine, alertando da importância dos exames para as gestantes.


AACC PEQUENOS CORAÇÕES

A Associação de Assistência à Criança Cardiopata Pequenos Corações é uma entidade sem fins lucrativos, com sede em São Paulo e que atua em todo o território nacional, prestando assistência às crianças acometidas por cardiopatia congênita e aos familiares.

Nosso principal objetivo é orientar e auxiliar as famílias de crianças cardiopatas em todo o Brasil, para que elas tenham acesso ao tratamento adequado e a uma vida feliz como qualquer outra criança.

Nossas atividades incluem, principalmente, esclarecer e sensibilizar a comunidade e as autoridades políticas ligadas à saúde sobre a importância da cardiopatia congênita, de seu diagnóstico precoce e do tratamento adequado, no tempo certo, para que haja a redução dos índices de mortalidade por essa causa. Pretendemos unir famílias, amigos, médicos, hospitais, poder público, iniciativa privada e a população em geral para, juntos, encontrarmos soluções e viabilizar projetos com políticas públicas voltadas para o portador de cardiopata congênita.

Missão

“Prestar atendimento às crianças portadoras de cardiopatia congênita e suas famílias, informando e proporcionando hospedagem, alimentação e encaminhamento para assistência jurídica, médica e/ou assistencial, bem como desenvolvendo ações que visam minimizar o impacto social, financeiro e psicológico que as famílias destas crianças sofrem durante o tratamento da cardiopatia."

Fonte: Blog Pense Diferente | AACC Pequenos Corações