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sábado, 25 de abril de 2015

EXTRA FRALDA EMBALAGEM E VALIDADES DE MAIS DE 100 QUILOS DE PRODUTOS


Policiais do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) apreenderam, hoje, quarta-feira, dia 08, 100 kg de alimentos vencidos na unidade Aeroporto (zona sul de São Paulo) da rede de supermercado Extra. Alimentos como carne seca, provolone, leite, doce de leite e farinha de mandioca estavam entre os alimentos fora das especificações de armazenamento e fora do prazo de validade. As irregularidades foram constatadas após denúncia de um consumidor, que adquiriu produtos fora do prazo de validade.

Como funcionava a fraude

De acordo com o delegado titular da 1ª delegacia de Saúde Pública do DPPC, Fernando Bardi, a carne seca, o leite e o queijo provolone, originalmente comprados em grandes quantidades e posteriormente fracionados para venda ao consumidor final, tinham as etiquetas com o prazo de validade adulterados antes de serem colocados nas gondolas.

Segundo Bardi os produtos eram reembalados e seus prazos de validade eram trocados repetidamente: “Eles eram embalados à vácuo e o prazo de validade era até cinco dias após a abertura. Como eram fracionados, eram colocados em outras embalagens com outro prazo de validade. Se não vendiam, mudavam de novo o prazo”, explicou o delegado. As informações são do site Ig.

Posição Extra

“O Extra informa que pauta suas ações no respeito ao cliente e possui rigorosos procedimentos para garantir a qualidade e validade dos produtos comercializados em suas lojas. A rede informa que os produtos apontados pelo órgão estavam fora da área de venda e já foram imediatamente descartados. A rede reorientou seus colaboradores com relação à excelência na operação exigida pela companhia e tomou medidas para os pontos não voltem a ocorrer.”

No Reclame AQUI

Nos últimos seis meses, o Extra (lojas físicas) recebeu 2.558 queixas de seus consumidores, atendeu a 95,6% delas com um índice de solução de 67,7%. Pouco mais da metade, 55,9% dos seus clientes voltaria a fazer negócio com a companhia. Como nota do consumidor, o Extra alcançou 4,84, nota baixa, já que pode alcançar 10.




Fonte: André Mansur Advogados e Associados

sábado, 21 de setembro de 2013

SUPOSTA CONTAMINAÇÃO DA COCA-COLA VIRA PIADA NA INTERNET



A Coca-Cola está sendo alvo de diversas piadas na internet devido ao caso do consumidor que, em 2000, encontrou um rato em uma embalagem lacrada do produto. Uma imagem mostra o logo da empresa com um rato e outra sugere um “kit coca-cola”, que mostra uma garrafa com um gato.













O consumidor Wilson Batista Rezende alega ter bebido o refrigerante contaminado e ter ficado com sequelas motoras e de fala. Ele entrou com um processo na Justiça para cobrar uma ação da Coca-Cola. Desde então, tenta provar que a bebida foi a responsável pelos problemas de saúde. Wilson alega, por meio de atestados de laboratório e médicos, que havia restos de ratos nas garrafas.


Leia abaixo o comunicado na íntegra, postado na página do Facebook da marca, e que já acumula 10 mil compartilhamentos:

Sobre o caso de um consumidor registrado no ano de 2000 e recentemente veiculado na imprensa, a Coca-Cola Brasil esclarece que:

Todos os nossos produtos são seguros e os ingredientes utilizados são aprovados pelos órgãos regulatórios, em um histórico de 127 anos de compromisso e respeito com os consumidores.

Os nossos processos de fabricação e rígidos protocolos de controle de qualidade e higiene tornam impossível que um roedor entre em uma garrafa em nossas instalações fabris.

Lamentamos o estado de saúde do consumidor, mas reiteramos que o fato alegado não tem fundamento e é totalmente equivocada a associação entre o consumo do produto e o seu estado de saúde.

Para saber mais sobre a qualidade dos nossos produtos, utilize nossos canais oficiais de comunicação com o consumidor: 0800 0212121


Fonte: Extra

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

ALERJ: GOVERNISTAS BARRAM CPI DE EIKE BATISTA



Os aliados de Sérgio Cabral (PMDB) na Assembleia conseguiram impedir que o deputado estadual Paulo Ramos (sem partido) apresentasse um pedido de CPI para investigar as relações do governo com a EBX, de Eike Batista.

O parlamentar havia reunido 26 assinaturas - duas a mais que o necessário -, mas três deputados voltaram atrás e retiraram seus nomes: Inês Pandeló (PT), Pedro Fernandes (PMDB) e Enfermeira Rejane (PCdoB).


Fonte: Jornal Extra