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segunda-feira, 21 de julho de 2014

NILO PEÇANHA TERÁ ESTÁTUA INAUGURADA NA CÂMARA DE VEREADORES


A Câmara de Vereadores de Campos realiza no dia 5 de agosto, na reabertura dos trabalhos legislativos, solenidade de inauguração da estátua em homenagem ao ex-presidente da República, o campista Nilo Peçanha, a partir das 15h.

O monumento em bronze, de um escultor de Niterói, tem tamanho natural e ficará próximo às escadarias do prédio, que tem o nome de Nilo.

(Foto: Ralph Braz)
No mesmo dia haverá sessão solene para entrega da “Medalha Cidade de Campos”.A honraria será concedida ao padre José Gualandi, ao Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam) e a livraria e papelaria Ao Livro Verde, que completou 170 anos no dia 13 de junho, sendo a mais antiga do Brasil.

Segundo o diretor de Multimídia e Cultura da Câmara, Wilson Heidenfelder, várias autoridades foram convidadas para a inauguração da estátua, entre elas, as lojas maçônicas, já que Nilo Peçanha foi maçon.

“Teremos também um vernissage sobre Nilo Peçanha no hall da Câmara, com fotografias e objetos que pertenceram a ele. Essas peças serão cedidas à Câmara por meio de uma parceria com o Museu da República, no Rio”.

Wilson lembra que o resgate histórico e a promoção da cultura, aliados à transparência, integram a filosofia de trabalho do presidente da Câmara, Edson Batista. “Dr. Edson e os demais vereadores estão homenageando um dos maiores estadistas do país”, disse ele, destacando que Nilo foi também deputado da Assembleia Nacional Constituinte em 1890 e deputado federal pelo PRF entre 1891 a 1903, elegendo-se senador nesse último ano.



Fonte: Ascom Câmara

sábado, 14 de junho de 2014

AO LIVRO VERDE: LIVRARIA MAIS ANTIGA DO PAÍS CHEGA AOS 170 ANOS

(Fotos: Divulgação)
Tudo começou em 13 de junho de 1844, uma quinta-feira, dia em que a Ao Livro Verde abriu suas portas, na Rua da Quitanda, 22, inaugurada pelo português José Vaz Correia Coimbra. Passados 170 anos, a livraria mais antiga do país segue no mesmo ponto, mas a rua mudou de nome, agora é a Governador Theotônio Ferreira de Araújo, 66. Além de livros, o consumidor também encontra na loja, produtos de papelaria, por exemplo.


Desde a inauguração até os dias atuais, a Ao Livro Verde tem história para contar. Já vendia seus livros na época em que a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, e quando o marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República, em 15 de novembro de 1889. A livraria resistiu firme, as duas guerras mundiais: a primeira, de 1914 a 1918; e a segunda, de 1939 a 1945.

- Nossa história de resistência é muito bonita e sempre fiel ao nosso ramo de atuação - destacou o proprietário da livraria, Ronaldo Sobral. Por enquanto, a empresa vende somente na loja física, mas já trabalha na elaboração da virtual, que vai incluir um museu. “Temos um acervo muito grande”, conta o empresário. A modernidade é percebida ainda no cyber café.


Fonte: Secom