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sexta-feira, 31 de julho de 2015

ENERGIA ELÉTRICA MAIS CARA EM AGOSTO

(Foto: Ralph Braz)
A bandeira tarifária será vermelha em agosto para todos os subsistemas do país. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (31) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Este mês, a bandeira tarifária também foi vermelha para todas as regiões. Com isto, a conta de luz vai ficar R$ 5,50 mais cara para cada 100 quilowatt/hora (kW/h) consumido. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, já havia previsto que a bandeira continuaria vermelha, por causa do preço da energia.

O sistema de bandeiras começou a valer em janeiro deste ano. Com este sistema, as contas de luz podem ter aumentos mensais se a bandeira for vermelha ou amarela. Ele funciona como um sinal de trânsito: quando a bandeira é vermelha, o consumidor paga R$ 5,50 a mais por cada 100 kW/h; se for amarela paga R$ 2,50 por 100 kWh; e caso a bandeira seja verde, a fatura não sofre nenhum custo adicional.





Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 8 de abril de 2015

APÓS CAMPOS, SJB SEM ENERGIA

(Foto: Ralph Braz)
Nesta terça-feira (7), dia em que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) alterou os reajustes aprovados para sete distribuidoras de energia elétrica do país, incluindo a Ampla, a concessionária, que já havia deixado o Centro de Campos às escuras por três segundas-feiras seguidas, é alvo de novas reclamações. Desta vez, as denúncias partiram de moradores de São João da Barra e foram divulgadas pelo Blog do Arnaldo Neto, hospedado na Folha Online.

— Em Atafona, a falta de energia aconteceu entre 18h e 23h. No entanto, o serviço não foi totalmente restabelecido, a energia estava fraca e os piques eram constantes. E não ficou por aí. Pouco depois da meia-noite a energia elétrica sumiu novamente e só retornou, mais uma vez fraca e com constantes piques, na manhã desta terça-feira (7), por volta das 8h30 — escreveu Neto, ressaltando que os problemas começaram “enquanto a Câmara recebia o Parlamento Regional nesta segunda-feira (6) e questionava o péssimo serviço prestado pela concessionária Ampla”.

Na ocasião, o representante institucional da concessionária, Rodrigo Rangel, ressaltou que, em SJB foram feitos vários investimentos. “Aqui na sede, por exemplo, trocamos um transformador de 5 mil KVA para um de 7.500 KVA”.

Questionada sobre o que ocasionou a instabilidade no fornecimento de energia elétrica, a Ampla informou, através de sua assessoria de imprensa, que “o acúmulo de salinidade na rede elétrica que atende o bairro Chatuba causou a interrupção do serviço para o bairro e parte do Centro de SJB na noite de ontem (segunda-feira)”.

De acordo com a concessionária, equipes técnicas foram encaminhadas ao local “e restabeleceram totalmente o fornecimento às 21h18 de terça. A Ampla ressalta que, para minimizar os efeitos da maresia, realiza regularmente a lavagem da rede elétrica nas áreas próximas ao mar”.

Reincidente — O Centro de Campos ficou sem luz pela terceira segunda-feira consecutiva durante o início da manhã do dia 6, causando transtornos à população, comércio e escritórios, além de atrapalhar o trânsito.

Reajuste da conta de luz revisto pela Aneel

A decisão da Aneel de alterar os reajustes das distribuidoras de energia elétrica aconteceu após a aprovação, no final de março, do valor definitivo do encargo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) — valor que concessionárias terão que pagar pelos empréstimos feitos para socorrer as distribuidoras e evitar a alta nas contas de luz no ano passado.

Para as 2,5 milhões de unidades consumidoras da Ampla, instaladas em 66 municípios do Estado do Rio de Janeiro, incluindo Campos, São João da Barra e Macaé, o novo percentual aprovado é, em média, de 37,34% — o reajuste anterior era de 42,19%.

Para os consumidores residenciais, o índice de reajuste caiu de 34,95% para 30,25%.

Já os consumidores de alta tensão (indústrias) terão o índice reduzido de 56,15% para 51,09%.





Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 25 de março de 2015

CONTA DE LUZ VAI SUBIR MAIS 6% ALÉM DOS 23,4% FIXADOS EM FEVEREIRO

(Foto: Ralph Braz)
O empréstimo bancário de R$ 3,4 bilhões para as distribuidoras de energia, previsto para a próxima segunda-feira (30), deve gerar um novo aumento de 6% na conta de luz em 2015. Esse aumento no preço da energia elétrica deve se somar aos 23,4% já reajustados no fim de fevereiro deste ano. A previsão é que as tarifas de energia só vão cair depois de cinco anos.

A informação foi dada pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. “A tarifa é majorada nesse patamar e permanece durante 54 meses”, disse. Ele participou de audiência pública, nesta terça-feira (24), da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio para falar sobre o aumento da tarifa de energia.

Para manter o preço da energia elétrica estável, após o crescimento do uso de termelétricas desde o final de 2013, o governo fez empréstimos às distribuidoras, junto com bancos privados, de cerca de R$ 17,8 bilhões. As distribuidoras teriam que pagar os empréstimos em 24 meses. O governo, porém, vai aumentar o prazo para 54 meses.

Para este ano, Rufino disse que o próximo reajuste das contas de luz deve ser “pouco impactante”, porque a maior parte dos custos, como o aumento das bandeiras tarifárias, já foi incorporada nas contas de luz.

Bandeiras

Desde o fim de fevereiro, houve uma revisão extraordinária das tarifas de energia aprovada pela Aneel que fez as contas subirem, em média, 23,4%. No total, 58 das 63 distribuidoras de energia do País reajustaram suas tarifas.

O aumento foi feito no sistema de bandeiras tarifárias, adotado pela agência desde janeiro de 2015 nas contas de luz. O sistema indica o custo de produção de energia no País aos consumidores.

Na bandeira verde há condições favoráveis de geração de energia e a tarifa não sobe; já com bandeira amarela, a situação é um pouco pior; na vermelha, como agora, as termelétricas estão ligadas em força máxima, e há o maior aumento de tarifas.

Estimativa

Estimativas do Banco Central apontam que o preço da energia elétrica deve subir 38,3% neste ano. Essa previsão consta da ata da última reunião do Comitê de Política Econômica (Copom) em 12 de março.

De acordo com o Banco Central, a previsão de alta é reflexo da decisão do governo de não fazer mais repasse à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que subsidia, entre outras coisas, a geração das termelétricas a diesel.

Há previsão orçamentária para o Tesouro Nacional repassar mais R$ 9 bilhões para as distribuidoras de energia, mas a equipe econômica do Executivo já descartou essa possibilidade.

Eleições

O presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, deputado Júlio Cesar (PSD-PI), criticou o subsídio dado pelo Tesouro Nacional para as distribuidoras de energia elétrica ter acontecido, principalmente, em 2014, ano com disputa eleitoral.

“Isso aconteceu no Brasil em ano eleitoral. Eu sou da base do governo, e agora querem corrigir de uma vez só. Foi feito para se ganhar a eleição, e agora querem se corrigir com custo para o povo brasileiro”, afirmou Cesar.

A afirmação foi feita depois de o diretor-geral da Aneel afirmar que o Tesouro Nacional repassou a maior parte dos R$ 17,8 bilhões para as distribuidoras. Outros R$ 3,4 bilhões serão emprestados por um conjunto de bancos, segundo Rufino.

De acordo com o deputado Mauro Pereira (PMDB-RS), autor do requerimento, a Aneel esclareceu os motivos dos reajustes, mas ele reclamou que os sucessivos aumentos são um “desestímulo” ao empreendedor. “Nós não podemos nos conformar com essa diferença discrepante [de reajuste de tarifas] nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, disse.

Itaipu

Rufino disse que o aumento de 46,14%, em dólar, nas tarifas da energia gerada pela hidrelétrica binacional de Itaipu (PR) foi o principal fator de impacto nas contas de luz do fim de 2014 para consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

“Em função do regime hidrológico desfavorável, há três anos que vem assim. Como, em 2014, Itaipu não conseguiu gerar o que tinha prometido, ela ficou exposta ao PLD [Preço de Liquidação de Diferenças]”, disse Rufino. O PLD é usado para valorar o preço da energia comercializada no mercado de curto prazo.

Como a energia gerada por Itaipu abastece apenas as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o impacto nesses estados foi maior (28,7%) que a média brasileira (23,4%) e quase seis vezes o valor do aumento para Norte e Nordeste (5,5%).

Histórico

Em janeiro de 2013, a presidente Dilma Rousseff aprovou uma lei para reduzir em até 20% as contas de luz. Para isso, o governo diminuiu ou acabou com alguns custos incidentes sobre a tarifa como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e renovou alguns contratos de concessão de geração e transmissão de energia elétrica a preços menores.





Fonte: O Tempo

quarta-feira, 11 de março de 2015

ANEEL APROVA REAJUSTE DE ATÉ 42% PARA TARIFAS DA AMPLA

(Foto: Ralph Braz)
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 10, um reajuste médio de 42,19% nas tarifas da Ampla. Para consumidores residenciais, o aumento será de 36,41%, e para grandes consumidores, como indústrias, de 56,15%. As novas tarifas valem a partir de domingo, dia 15. A Ampla atende 2,5 milhões de unidades consumidoras em 66 municípios do Rio de Janeiro, entre os quais Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Magé.



A Ampla não participou do processo de revisão tarifária extraordinária de 27 de fevereiro, quando a Aneel aprovou um reajuste médio de 23,4% para as distribuidoras de todo o País. Devido à proximidade da data do reajuste anual da Ampla, que ocorre em 15 de março, a Aneel optou por fazer um único aumento, de uma só vez. Essa é a razão do elevado índice de reajuste aprovado pela agência para a Ampla hoje.



Portanto, diferentemente do que foi feito com as demais distribuidoras, o reajuste da Ampla aprovado hoje vai repassar todos os custos que oneraram as empresas nos últimos meses, como o aumento das tarifas de Itaipu, o fim dos subsídios do Tesouro ao setor elétrico, o empréstimo que socorreu o setor no ano passado e o aumento do custo da energia, que subiu devido à seca e ao maior uso das usinas térmicas.



"A Ampla é um caso único, particular", disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. "A Ampla terá o impacto somado (dos custos da revisão extraordinária e do reajuste ordinário anual)", explicou. Do total do reajuste tarifário da Ampla, de 42,19% em média, 15,07 pontos porcentuais se devem ao fim dos aportes do Tesouro para bancar programas sociais, como o Luz para Todos e a Tarifa Social da baixa renda.




Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 6 de março de 2015

CONTA DE LUZ PODE AUMENTAR ATÉ 56,05% EM CAMPOS

(Foto: Ralph Braz)
Além do aumento da conta de luz referente às bandeiras tarifárias, as distribuidoras de energia também passarão pelo reajuste anual; aumento esse que deve pesar bastante no bolso do consumidor. A concessionária Ampla, que atende 66 municípios do Estado do Rio de Janeiro — inclusive Campos dos Goytacazes —, teria pedido à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um reajuste de 56,05% que deve começar a valer a partir do dia 15 de março. A assessoria de imprensa da Ampla não confirmou a porcentagem, mas disse que o reajuste “refletirá, principalmente, o aumento dos custos com a compra de energia dos geradores, em função da situação hidrológica desfavorável do país”. O reajuste deve ser discutido e acertado pela Aneel na próxima terça-feira (10).

Em nota, a Ampla informou ainda que “as tarifas de energia também serão impactadas pelo aumento das despesas com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que passaram a ser cobradas integralmente na tarifa de todos os consumidores”. De acordo com a concessionária, esse será o único reajuste deste ano.

Na última segunda-feira (2), os consumidores de 58 concessionárias já puderam sentir a diferença na conta de luz. A Aneel aprovou a revisão tarifária extraordinária das distribuidoras de outros estados e da capital do Rio de Janeiro no dia 27 de fevereiro, mas a Ampla ficou de fora porque o processo tarifário da concessionária acontece somente no dia 15 de março, data de aniversário da concessão.

A revisão extraordinária permite que a Aneel faça o reajuste nas tarifas para “manter o equilíbrio econômico e financeiro do contrato quando forem registradas alterações significativas nos custos da distribuidora”, segundo a Agência.

Bandeiras Tarifárias
Mesmo que o reajuste anual ainda não tenha chegado às contas de luz dos campistas, muitos já perceberam um aumento na cobrança. Isso aconteceu devido aos novos valores das bandeiras tarifárias que passaram a contar uma quantia extra na conta de acordo com o custo da geração de energia.

As bandeiras estão em vigor desde janeiro deste ano e especificadas com cores, que foram utilizadas “para facilitar o entendimento do consumidor” e “indicar se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de energia”.

A bandeira Verde indica que as condições de geração de energia estão favoráveis e, portanto, a tarifa não sofrerá acréscimo. Já a bandeira amarela significa que as condições de geração de energia estão menos favoráveis e a tarifa receberá uma cobrança adicional de R$ 2,50 (sem impostos) para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. Por fim, a bandeira vermelha sugere que a geração de energia está mais custosa e a tarifa terá um aumento de R$ 5,50 (sem impostos) para cada 100 kWh consumidos.

Esses valores foram reajustados em fevereiro. Antes, a bandeira amarela significava R$ 1,50 a mais na conta a cada 100 kWh, e a bandeira vermelha mais R$ 3 para cada 100 kWh.

Para a Aneel, “as bandeiras tarifárias são uma forma diferente de apresentar um custo que já está na conta, mas geralmente passa despercebido. Elas informam o custo mensal de geração da energia elétrica, dando ao consumidor a oportunidade de ajustar seu consumo ao seu preço real da energia”. As distribuidoras de energia divulgam a cor da bandeira que está valendo na conta mensal de energia. A bandeira do mês de março é vermelha.

A agência explicou ainda que “a energia elétrica no Brasil é gerada predominantemente por usinas hidrelétricas que, para funcionar, dependem das chuvas e do nível de água nos reservatórios”. Segundo a Aneel, “quando há pouca água armazenada, usinas termelétricas podem ser ligadas com a finalidade de poupar água nos reservatórios das usinas hidrelétricas, mas essas usinas termelétricas são movidas a combustíveis como gás natural, carvão, óleo combustível e diesel” que custam mais caro.






Fonte: Terceira Via 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

PARA COBRIR CUSTO MAIOR DA ENERGIA, CONTA DE LUZ TERÁ AUMENTO EXTRA DE 20%


(Foto: Ralph Braz)
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira a proposta do orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que é pago por todos os consumidores de energia, para audiência pública, durante 10 dias. Segundo a proposta de orçamento da CDE, apresentada pelo diretor da Aneel, Tiago Correia, precisarão ser rateados por todos os consumidores R$ 23,21 bilhões.

A CDE é a conta que subsidia, por exemplo, a tarifa de baixa renda e o Luz para Todos. Para cobrir o valor deste ano, que será muito alto, será necessário fazer uma revisão extraordinária da tarifa. Para as regiões Sul, Sudeste/Centro-Oeste, a revisão extraordinária deverá ficar em 19,97%, podendo ainda ser maior se forem incluídos outros itens no cálculo, como o aumento da energia da hidrelétrica de Itaipu.

O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, admitiu que o "descasamento" do valor da cota da CDE com as atuais tarifas de energia é "insustentável" e que será necessário uma revisão tarifária.

No total, as despesas da CDE este ano chegam a R$ 25,96 bilhões, enquanto as receitas são apenas de R$ 2,75 bilhões. Por isso, as cotas que precisarão ser arrecadadas chegarão a R$ 23,21 bilhões. Diferente dos anos anteriores, não haverá nenhum aporte do Tesouro que não quer comprometer as contas públicas.

Tiago Correia explicou que o valor das cotas da CDE será de R$ 13,05 o megawatt/hora (MWh) no Norte e Nordeste (impacto tarifário de 3,89%) e de R$ 59,09 o MWh ( 19,97%) para as outras regiões.

A primeira cota da CDE será estabelecida em caráter provisório. A proposta de Tiago Correia é que a de competência do mês de janeiro ficou estabelecida em R$ 245 milhões, sendo que o recolhimento deve ser feito em duas parcelas iguais, nos dias 10 e 24 de fevereiro. Ele também propôs que os reajustes que já estão em curso na Aneel deverão utilizar os valores da CDE do ano passado.

O presidente da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca, durante a reunião destacou a necessidade de concatenação de pagamento da CDE com as receitas da conta, porque o valor vai ter um impacto muito grande no caixa das empresas, para que ao longo do tempo se normalizasse os pagamentos.



Fonte: O Globo

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

ANEEL INFORMA QUE VAI ELEVAR OS PREÇOS DA ENERGIA ELÉTRICA EM FEVEREIRO

(Foto: Ralph Braz)
As chamadas "bandeiras tarifárias", que indicam o custo da energia elétrica no país, permaneceram vermelhas em todas as regiões do país em fevereiro, indicando elevação dos preços, informou nesta sexta-feira (30) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O sistema já havia registrado bandeiras vermelhas em janeiro. Além de indicar que o custo de geração de energia está elevado, por conta do acionamento de termelétricas para poupar água nos reservatórios, o sistema de bandeiras repasse mensalmente às tarifas parte dos custos adicionais na geração.

No caso da bandeira vermelha, como é o caso de fevereiro, a tarifa terá um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

ECONOMIA

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse nesta sexta-feira (30) que o governo federal estuda medidas para economia de energia no Brasil para serem lançadas daqui a 60 a 90 dias, quando acaba o período úmido, sem detalhar quais seriam as iniciativas.

"Nós vamos lançar um programa de eficiência energética que com certeza vai ter um impacto muito positivo (na redução da demanda). Estamos trabalhando nisso e esperamos que nos próximos 60 a 90 dias possamos ter um conjunto de ações nesse sentido", disse o ministro, a jornalistas.

"Já estão ocorrendo reuniões entre ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), EPE (Empresa de Pesquisa Energética) e Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e membros do ministério para fazermos avaliações de algumas ações que estamos muito próximos de poder anunciar e que estamos planejando e discutindo com o setor já há alguns dias", acrescentou.



Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

PRAIAS DA REGIÃO SOFREM COM INTERRUPÇÕES CONSTANTES DE ENERGIA

(Foto:Ralph Braz)
E nas praias da região a farra das interrupções de energia elétrica continua. Na noite de quarta-feira e madrugada de ontem em Atafona, São João da Barra, foram várias e várias as vezes que o fornecimento de energia foi interrompido. E olha que a energia elétrica corre o risco de vir 40% mais cara na próxima conta. Ao consumidor só resta mesmo acender velas... para algum santo.

Protesto

A situação parece mesmo ter saído do controle da Ampla, que já não consegue mais dar conta da demanda. Ontem, um grupo de moradores do Açu, também em SJB, bloqueou a estrada principal por quase duas horas contra a falta de energia elétrica. Além das constantes oscilações na área, teve rua que chegou a ficar sem luz por doze dias. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa tomar providências e, para isso, é importante que os deputados federais da região denunciem o descaso.




Fonte: Folha da Manhã