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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Reconstituição do crime da analista judiciária quarta-feira

(Foto: Reprodução FAcebook)
Na tarde e na noite da próxima quarta-feira (15/06), a Polícia Civil da 146ª Delegacia Legal de Guarus realizará a reconstituição do crime da analista judiciária Patrícia Manhães Gonçalves Mattos, de 41 anos, morta a tiros dentro do Grupamento Ambiental da Guarda Civil Municipal, no subdistrito de Guarus, em Campos.

Na próxima segunda-feira (13/05) fará três meses da morte da analista. Patrícia foi morta quando aguardava o marido dentro do carro, um Chevrolet Spin preto, no estacionamento da base da GCM, onde funcionou a antiga Central de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa), quando teria sido abordada pelo suspeito. Ela chegou a ser levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM), mas não resistiu e morreu minutos após dar entrada na unidade médica.

Na manhã do dia 25 de maio, o marido de Patrícia, o GCM Uenderson Mattos, foi preso em casa, onde também foram apreendidos documentos. O jovem apontado como executor também foi detido e anteriormente foi preso outro guarda municipal, que já tem oito passagens por homicídio.

Já no último dia 03, a Polícia Civil deteve durante a operação Animus Lex, J.B.L., de 33 anos, que teria sido contratado para matar a vítima a mando do marido.







Fonte: Ururau

sábado, 4 de junho de 2016

Executor de analista judiciária Patrícia, sob custódia no HFM

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
Apontado como o executor da analista judiciária Patrícia Manhães, no dia 13 de abril, Jonathan Bernardo Lima, de 34 anos, foi preso nesta sexta-feira (03), no Hospital Ferreira Machado, onde está internado desde a última terça-feira (31), quando foi baleado no Parque Guarus. A informação foi passada pelo delegado titular da 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, Luis Maurício Armond, em entrevista ao lado do procurador do Ministério Público Estadual (MPE), Fabiano Rangel, e de representantes da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF), que participaram da operação Animus Lex, na região do Parque São Matheus, para colher mais informações sobre Jonathan. Ele é apontado pelas investigações como um dos gerentes do tráfico de drogas no bairro.

O crime aconteceu no estacionamento do Grupamento Ambiental da Guarda Civil Municipal de Campos. O marido da analista judiciária, o guarda municipal Uenderson Mattos, foi preso no último dia 25 de maio apontado como mandante do assassinato. Outro guarda, Genessi José Maria Filho, suspeito de ser o intermediário entre Uenderson e o executor, também teve um mandado de prisão decretado na ocasião, mas ele já estava preso por outros crimes. O advogado de Uenderson, Fernando César Gomes, também foi indiciado por coação e continua detido. O delegado ainda disse que foi descoberta uma relação de amizade entre Genessi e Jonathan.

Durante a madrugada e a manhã desta sexta, foi deflagrada a operação Animus Lex, em uma ação conjunta da PM, Polícia Civil, PRF e do Grupo de Apoio à Promotoria do MPE. De acordo com Fabiano Rangel, o objetivo da ação foi colher novas informações sobre o executor de Patrícia e levar policiamento para uma das regiões mais violentas do município. A força-tarefa também contou com policiais militares do 32º Batalhão (Macaé) e do 29º Batalhão (Itaperuna).

Luís Maurício Armond voltou a ressaltar que os indícios apontam que o crime teve motivações passionais e econômicas. Durante as investigações, os policiais civis descobriram que Uenderson Mattos tinha uma amante.

Baleado — Jonathan foi alvo de uma tentativa de homicídio na tarde da última terça. O suspeito foi baleado no Parque Guarus, encaminhado ao HFM. Armond ainda informou que o caso teria relação com a disputa do tráfico de drogas da região e não com a morte de Patrícia Manhães. O promotor finalizou dizendo que, paralelo as investigações do caso Patrícia, o MPE vai fazer a checagem dos antecedentes criminais de todos os guardas municipais de Campos.














Fonte: Folha da Manhã

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Caso Patrícia Manhães: Operação cumpre 25 mandados em Campos

(Foto: Reprodução Facebook)
Uma operação denominada Animus Lex foi deflagrada Agentes da Polícia Rodoviária Federal, militar e civil na manhã desta sexta-feria (03) em vários pontos de Guarus, em Campos. A ação está sendo acompanhada pelo promotor do caso, Fabiano Rangel e tem o objetivo de cumprir 25 mandados buscas apreensão.

A ação é um desdobramento do caso da analista Patrícia Manhães Gonçalves Mattos, de 42 anos, que foi morta a tiros dentro de seu carro, no estacionamento da base da Guarda Ambiental (GAM), situada no antigo galpão do Ceasa no dia 13 de abril.

A operação ocorre na Comunidade Cantinho do Céu, Parque São Matheus e Parque Boa Vista I e II. Até o momento, foram apreendidos dois carros e uma espingarda, e um homem detido. Os agentes distribuem panfletos que divulgam a recompensa de R$ 3 mil para quem tiver informações sobre o autor do crime.

O delegado Luiz Maurício Armond, da 146ª DP/Guarus, responsável pelo caso, também esteve no Presídio Carlos Tinoco da Fonseca.

Todos os detalhes da operação serão divulgados nesta tarde durante uma coletiva de imprensa prevista para às 17h.









Fonte: Campos24horas

terça-feira, 31 de maio de 2016

Suspeito da morte de analista judiciária é baleado em Campos

(Foto: Ralph Braz | Pense Diferente)
Um homem de iniciais, J.B.L. de 33 anos, que, segundo a polícia, é suspeito de ser o executor da analista judiciária Patrícia Manhães Gonçalves Mattos, de 41 anos, foi baleado na tarde desta terça-feira (31), em Guarus, Campos.

Por telefone, o delegado Luiz Maurício Armond, responsável pela investigação do caso, falou no início da noite com a redação do Campos 24 Horas. Ele disse que esteve no Ferreira Machado para ouvir o homem que foi baleado e confirmou que se trata de um dos suspeito da morte de Patrícia. Na semana passada.

Além do homem baleado, uma mulher que passava pelo local foi atingida pelos tiros(veja abaixo)

J. foi conduzido coercitivamente da sua casa, no Parque São Matheus, até a 146ª DP/Guarus, para ser interrogado, durante uma ação da Polícia Civil e do Ministério Público, que culminou na prisão do guarda municipal Uenderson Mattos, de 38 anos, marido de Patrícia e o advogado dele.










Fonte: Campos24horas