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Foto: Lillian Suwanrunpha/AFP |
O número de vítimas fatais do terremoto que atingiu Mianmar continua a subir. De acordo com o governo militar do país, o total de mortos chegou a 1,7 mil neste domingo (30), enquanto mais de 3,4 mil pessoas ficaram feridas e cerca de 300 seguem desaparecidas. A tragédia gerou um cenário de caos e sobrecarga nos hospitais, que lutam para atender a grande demanda de pacientes.
O abalo sísmico, de magnitude 7,7, é considerado um dos mais intensos do século e causou destruição em diversas regiões. Em meio à crise humanitária, equipes internacionais começaram a chegar ao país para prestar socorro, mas comunidades locais ainda enfrentam dificuldades para conduzir operações de resgate com recursos limitados.
Impacto na Tailândia
Além dos estragos em Mianmar, a Tailândia também sofreu consequências graves. Em Bangkok, um arranha-céu em construção desabou devido aos tremores, resultando na morte de pelo menos 18 pessoas. Equipes de resgate trabalham incansavelmente pelo terceiro dia consecutivo para tentar localizar sobreviventes entre os escombros. Estima-se que 76 pessoas ainda estejam soterradas, enquanto drones e cães farejadores auxiliam nas buscas.
Aumento no número de vítimas
O comandante da junta militar de Mianmar, general sênior Min Aung Hlaing, alertou que o número de vítimas pode aumentar à medida que novas áreas afetadas são avaliadas. Ele também reconheceu a gravidade da situação e fez um apelo incomum por ajuda internacional, solicitando apoio de outras nações para enfrentar a tragédia.
Diante da crise, países vizinhos como Índia, China e Tailândia já enviaram suprimentos e equipes de resgate para auxiliar nos esforços humanitários. Enquanto isso, a população afetada segue enfrentando desafios, esperando que a assistência chegue a todas as regiões atingidas o mais rápido possível.