quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Polícia Civil prende seis por crimes de violência contra a mulher em Campos

(Foto: Polícia Civil | Divulgação)

A Polícia Civil cumpriu seis mandados de prisão nesta quinta-feira (13) em Campos por crimes de violência contra a mulher. A operação Athena foi coordenada pelo Departamento Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), da Polícia Civil do Rio, em homenagem aos 14 anos da Lei Maria da Penha. Outros quatro suspeitos ainda não foram localizados no município. A ação aconteceu simultaneamente em vários estados fluminenses. Em todo o RJ havia mais de 100 mandados de prisão de foragidos da Justiça por crimes de violência contra a mulher a serem cumpridos. Destes, 32 suspeitos foram presos.

De acordo com informações da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Campos (Deam), as prisões no município ocorreram nos seguintes bairros: uma no Parque Aurora, duas no km 11, uma Parque Lebret, uma no Parque Alvorada e outra no Jockey Club. As diligências aconteceram desde as primeiras horas do dia.

Os mandados de prisão foram expedidos pela Justiça a partir de inquéritos policiais concluídos por delegacias do estado, mas não incluiu foragidos que estejam dentro de comunidades controladas por grupos criminosos armados, devido à restrição de operações em favelas durante a pandemia de Covid-19, imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a diretora do DGPAM, delegada Sandra Ornellas, somente em 2019 as delegacias de atendimento à mulher no Rio indiciaram 16.703 suspeitos de violência doméstica e familiar e solicitaram 20.930 medidas protetivas de urgência.

Quem emprestou o nome à operação deflagrada pela Polícia Civil nesta quinta foi Athena, que na mitologia grega representa a deusa da sabedoria, da guerra e das artes.






Fonte: Terceira Via

Internato em SJB para estudantes de medicina


Representantes da Secretaria Municipal de Saúde e da Faculdade de Medicina de Campos debateram nesta quarta-feira, 12, uma parceria para a implantação de Internato na Santa Casa de Misericórdia e, também, nas unidades de saúde do município localizadas nos distritos. A parceria foi analisada, bem avaliada por ambas as partes e deve ser concretizada nos próximos dias. 

A princípio, a condução do Internato na Atenção Básica seria de Secretaria Municipal de Saúde. Já a da emergência ficaria sob responsabilidade da Santa Casa de Misericórdia. Segundo a secretária municipal de Saúde, Arleny Valdès, a parceria será bem-vinda para a rede municipal de saúde, que conta com 100% de cobertura na Atenção Básica. 

“Nós temos unidades de Saúde em todos os distritos e uma parceria de internato com a Faculdade de Medicina é muito positiva. É de extrema importância para o município trazer a instituição de ensino para o nosso dia a dia. Não tenho dúvidas que isso irá fortalecer cada vez mais o nosso sistema de saúde”, ressaltou Arleny. 

O Internato é o último ciclo do curso de graduação em Medicina, durante o qual o estudante deve desenvolver treinamentos práticos contínuos e sob supervisão docente em instituição de saúde vinculada à escola médica.

Para o diretor geral da Faculdade de Medicina de Campos, Edilbert Pellegrini, a atenção básica de São João da Barra é muito interessante para aprendizado dos estudantes. 

“São João da Barra hoje oferece uma atenção primária que para os nossos estudantes de medicina é muito interessante. Precisamos que eles atuem mais em todo processo ‘saúde-doença’ em seus diferentes níveis de atenção, com ações de prevenção, recuperação e reabilitação à saúde, e, por isso, a Atenção Primária tem sido incluída, cada vez mais como cenário de aprendizagem no Internato”, ressaltou. 

Após a reunião, foi realizada uma visita técnica na Santa Casa de Misericórdia. A estrutura e os serviços oferecidos no local foram elogiados pelos representantes da Faculdade de Medicina de Campos. 

Também participaram do encontro o coordenador municipal de Vigilância em Saúde, Sávio Sabóia, a responsável pelo setor de Planejamento da Saúde, Geiza Retameiro, o diretor clínico da Santa Casa de Misericórdia, Jamil Queiroz e o subcoordenador da área de Internato da Faculdade de Medicina de Campos, Marcos Quintanilha.





Fonte: Secom

MPRJ pede regularização do atendimento médico nas Unidades Pré Hospitalares de Campos

(Foto: Elizeu Pires)
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e Juventude de Campos dos Goytacazes, instaurou inquérito civil para apurar falhas no atendimento pediátrico e de clínica médica nas Unidades Pré Hospitalares (UPH) do município. O MPRJ requisitou uma série de providências visando a regularização do atendimento.

O inquérito foi instaurado a partir de notícias relatando falta de clínicos gerais e pediatras, especialmente aos finais de semana, que decorriam da irregularidade de pagamentos e consequente desligamento de vários médicos. Também foi narrada falta de medicamentos e insumos básicos, que comprometeriam a qualidade do serviço prestado às crianças e adolescentes. Diante dos fatos relatados, o MPRJ requisitou diligências ao Conselho Tutelar para verificação in loco especialmente no último domingo (09), dia apontado como crítico para a falta de pediatras e clínicos gerais.

As falhas foram confirmadas em relatório elaborado pelo Conselho Tutelar e debatidas na terça-feira (11) em reunião realizada pela Promotoria, com a presença da secretária Municipal de Saúde, do presidente da Fundação Municipal de Saúde e de representantes do sindicato dos médicos e do Conselho Tutelar.

Ficou acordado que o município deverá apresentar, em reunião agendada para o dia 27 de agosto, planilha contendo a relação dos médicos que passarão a atuar nas UPHs durante os plantões de final de semana para suprir a falta de médicos, levando em conta, no tocante à pediatria, como critério preponderantemente, as unidades consideradas em melhores condições estruturais e, por sua localização, melhor capacitadas a concentrar o atendimento pediátrico em cada região.

O MPRJ também requisitou a apresentação de relatórios individualizados com indicação das providências para superar problemas de falta de medicamentos e insumos, e mapeamento das UPHs que possuem laboratório em funcionamento para coletas e exames de urgência, com indicação das unidades próximas que disponibilizem o serviço.

Em nota, a Prefeitura de Campos informou que a secretaria municipal de Saúde (SMS) está a disposição do Ministério Público e vem trabalhando intensamente na reestruturação de serviços essenciais, atendimentos e adaptações de programas para a população. "Importante esclarecer que toda demanda prioritária vem sendo mantida, ainda que com restrições ou adaptações, para atendimento adequado à população. Bom lembrar que durante a pandemia do covid-19 há uma necessidade de realocação de profissionais de saúde no município. Além disso, na Prefeitura de Campos, todo profissional do grupo de risco segue afastado de sua função. A SMS segue atuando com planejamento estratégico para viabilizar a redução de custos e o redimensionamento do atendimento à população antes mesmo do início do enfrentamento a Covid-19 - em virtude da nova realidade imposta de sucessivas quedas de receita, além da redução de valores nos repasses dos royalties. A proposta é adaptar todo serviço necessário a população, com destaque para a atenção básica, com redução de custos sem prejuízo da qualidade".






Fonte: Folha da Manhã

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

O que é bipolaridade? Psicólogo explica principais sintomas do transtorno


A bipolaridade, ou transtorno bipolar, é uma doença que afeta cerca de 45 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O transtorno pode ter diferentes causas, como as sociais, biológicas ou até mesmo as neuroquímicas, e o principal sintoma é a alteração constante de humor, com momentos de depressão e outros de extrema euforia.

O Transtorno Afetivo Bipolar, como também pode ser conhecido, não tem cura e aparece com mais frequência na faixa dos 20 aos 40 anos, tanto em homens quanto em mulheres, de acordo com o Ministério da Saúde.

Dos portadores da doença, 50% tentam ao menos uma vez se suicidar, e 15% deles realmente perdem a vida – estimativa feita pela Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA).

Para explicar um pouco mais sobre o que é a bipolaridade e quais são os sintomas e causas, conversamos com o Psicólogo Clínico Luiz Alves, que faz parte do ambulatório PROEPSI na UFMG e integra o Laboratório de Avaliação e Intervenção em Saúde, também da UFMG.
O que é bipolaridade?

A bipolaridade é uma doença, que tem como principal característica o aumento de atividade e energia. “A pessoa com o transtorno começa a se sentir excessivamente disposta para realizar tarefas do dia-a-dia ou os planos que começa a elaborar”, explica Alves.

“Importante ressaltar que esse aumento de energia, apesar de parecer positivo para a atualidade, pode causar impactos e prejudicar o funcionamento social, interpessoal, laboral e psicológico do indivíduo”.
Existe mais de um tipo de bipolaridade?

Bipolaridade não corresponde a apenas uma doença – por isso, o termo utilizado é “Transtorno Bipolar e outros transtornos associados”. Dois tipos comuns de bipolaridade são Transtorno Bipolar tipo I e Transtorno Bipolar tipo II, sendo que os dois não correspondem a formas mais ou menos graves da doença.

Em vez disso, são dois tipos diferentes. Os dois levam à ocorrência de episódio de mania, que são justamente os períodos em que há o aumento de energia e de atividade.


“Nesses episódios, as pessoas se sentem, quase todos os dias, muito motivadas para alcançar uma meta, elaboram planos grandiosos e apresentam uma autoestima mais elevada que o comum. Contudo, no tipo I, a duração desses episódios é maior que no tipo II. Ainda, no tipo I, não é necessário haver um episódio depressivo após esses episódios de mania, isto é, um período com redução da motivação, do interesse e sentir-se triste e/ou vazio quase todos os dias. Enquanto, no tipo II, a ocorrência desses episódios depressivos é obrigatória para o diagnóstico.”

Além desses dois tipos de bipolaridade, há ainda outros que se relacionam à mudança mais rápida entre episódios de mania e episódios depressivos, ao surgimento de sintomas após o uso de medicamentos/outras substâncias ou a outras condições médicas.



O Transtorno Afetivo Bipolar, como também pode ser conhecido, não tem cura e aparece com mais frequência na faixa dos 20 aos 40 anos, tanto em homens quanto em mulheres, de acordo com o Ministério da Saúde.

Dos portadores da doença, 50% tentam ao menos uma vez se suicidar, e 15% deles realmente perdem a vida – estimativa feita pela Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA).

Para explicar um pouco mais sobre o que é a bipolaridade e quais são os sintomas e causas, conversamos com o Psicólogo Clínico Luiz Alves, que faz parte do ambulatório PROEPSI na UFMG e integra o Laboratório de Avaliação e Intervenção em Saúde, também da UFMG.
O que é bipolaridade?

A bipolaridade é uma doença, que tem como principal característica o aumento de atividade e energia.

 “A pessoa com o transtorno começa a se sentir excessivamente disposta para realizar tarefas do dia-a-dia ou os planos que começa a elaborar”, explica Alves.


“Importante ressaltar que esse aumento de energia, apesar de parecer positivo para a atualidade, pode causar impactos e prejudicar o funcionamento social, interpessoal, laboral e psicológico do indivíduo”.
Existe mais de um tipo de bipolaridade?

Bipolaridade não corresponde a apenas uma doença – por isso, o termo utilizado é “Transtorno Bipolar e outros transtornos associados”. Dois tipos comuns de bipolaridade são Transtorno Bipolar tipo I e Transtorno Bipolar tipo II, sendo que os dois não correspondem a formas mais ou menos graves da doença.

Em vez disso, são dois tipos diferentes. Os dois levam à ocorrência de episódio de mania, que são justamente os períodos em que há o aumento de energia e de atividade.


“Nesses episódios, as pessoas se sentem, quase todos os dias, muito motivadas para alcançar uma meta, elaboram planos grandiosos e apresentam uma autoestima mais elevada que o comum. Contudo, no tipo I, a duração desses episódios é maior que no tipo II. Ainda, no tipo I, não é necessário haver um episódio depressivo após esses episódios de mania, isto é, um período com redução da motivação, do interesse e sentir-se triste e/ou vazio quase todos os dias. Enquanto, no tipo II, a ocorrência desses episódios depressivos é obrigatória para o diagnóstico.”

Além desses dois tipos de bipolaridade, há ainda outros que se relacionam à mudança mais rápida entre episódios de mania e episódios depressivos, ao surgimento de sintomas após o uso de medicamentos/outras substâncias ou a outras condições médicas.


Quais são as causas do transtorno bipolar?

As causas dos transtornos bipolares, assim como nos outros transtornos mentais, não estão totalmente definidas. Hoje, sabe-se que há influências genéticas e ambientais. Pessoas que têm familiares com o transtorno podem ser mais vulneráveis e serem mais impactadas com acontecimentos estressantes da vida.


“Tanto essa hereditariedade quanto os acontecimentos da vida de uma pessoa podem contribuir para o surgimento da bipolaridade. Isso não quer dizer que é certo o desenvolvimento do transtorno em pessoas com familiares que tenham bipolaridade, mas que há maiores chances. Focar em fatores protetores pode ser uma forma de prevenir o surgimento da doença.”
Quais são os sintomas da bipolaridade?

  • Além dos sintomas citados, é muito comum, quando está ocorrendo um episódio de mania:
  • Redução da necessidade de dormir e fácil sentimento de descanso com poucas horas de sono;
  • Aumento da vontade de falar (e, talvez, de forma mais acelerada);
  • Aumento repentino de motivação para objetivo específico;
  • Impulso ou tendência a praticar atividades de risco, ou com consequências negativas, como compras excessivas, práticas sexuais fora do que é comum para a pessoa, investimentos financeiros mais incertos e jogos de azar.

Já nos episódios depressivos, as pessoas podem falar que estão se sentindo mais tristes, para baixo, sem vontade de fazer as coisas que antes gostavam, sem sensação de prazer ou satisfação para o que antes gostava de fazer.

Luiz Alves ressalta a importância de que as pessoas próximas e os profissionais estejam atentos a comportamentos auto-lesivos, pois o risco de suicídio em pacientes com transtornos bipolares é alto.
“Como pode haver essa passagem de período com mais energia para outros com menos, dependendo do tipo de bipolaridade, as pessoas podem se sentir culpadas. Por isso, é importante tanto o paciente quanto os familiares recebem um suporte profissional que ofereçam orientações sobre o transtorno”, explica o psicólogo.

É comum que o surgimento dos sintomas aconteça no fim da adolescência e início da vida adulta, por volta dos 20 e poucos anos. Casos com surgimento mais tardios, como após os 50 anos, devem ser investigados com mais cautela por poderem se relacionar a outros quadros médicos, psiquiátricos ou neurológicos. A presença de outros transtornos, como transtornos de ansiedade e abuso de álcool e/ou outras drogas, é muito comum.

Qual o tratamento? Existe cura para a bipolaridade?

O transtorno bipolar é, geralmente, crônico. Isto é, pode ocorrer durante muito tempo ao longo da vida. Mas existem tratamentos que facilitem o dia-a-dia de quem sofre com o transtorno.

O primeiro tratamento a ser recebido após o diagnóstico é o farmacológico, com o uso de medicações. Algumas medicações como estabilizadores de humor, antipsicóticos, antidepressivos e lítio são comumente associados.

“O tratamento com medicamentos e psicoterapia pode ajudar a pessoa a conhecer os fatores de risco, que ajudam os sintomas a aparecerem, e os fatores de proteção, que auxiliam na redução dos sintomas e evitam o surgimento de novos. Desse modo, os acompanhamentos psiquiátricos e psicológicos podem dar mais qualidade de vida para o paciente.”
O que fazer em caso de crise?

De acordo com o psicólogo Luiz Alves, os casos de crise devem ser encaminhados para hospitais ou para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), pois eles podem oferecer um atendimento de emergência de forma a diminuir os sintomas mais agudos do transtorno.

Os CAPS, inclusive, contam com equipes multiprofissionais que podem dar esse suporte mais apropriado.
Como ajudar as pessoas com bipolaridade?

Além dos sintomas da doença, as pessoas com bipolaridade podem sofrer pela falta de compreensão de familiares e amigos. “Uma forma de ajudar as pessoas com bipolaridade é oferecer orientações sobre como o transtorno acontece, quais são os sintomas principais, o que fazer quando há crises, como se utilizar dos fatores de proteção para evitar novos surgimentos dos sintomas”, afirma Alves.

A estigmatização também deve ser combatida, já que contribui para o sentimento de exclusão ou discriminação.


“O que deve ficar claro e ser guardo, em síntese, é a necessidade de se buscar um diagnóstico correto e que o tratamento seja adequado a cada paciente. Equipes de saúde mental, principalmente psiquiatras e psicólogos, devem sempre considerar as diferenças individuais para que haja mais adesão ao tratamento.”

Atenção:
Para ter o diagnóstico correto dos seus sintomas e fazer um tratamento eficaz e seguro, procure orientações de um psicólogo ou médico.







Fonte:Seleções

Caixa credita auxílio emergencial para nascidos em julho nesta quarta-feira


A Caixa credita nesta quarta-feira (12) auxílio emergencial para quase 4 milhões de beneficiários nascidos em julho. São 3,9 milhões de pessoas nascidas em julho que já tinham a programação de receber nesta data. Os demais, 98 mil, são os beneficiários nascidos em julho que tiveram o pedido liberado no início deste mês. Eles tiveram o cadastro reavaliado pela Dataprev após o pedido ter sido negado inicialmente ou o pagamento ter sido suspenso.

Os novos beneficiários recebem os créditos conforme o calendário do Ciclo 1 de acordo com o mês de nascimento.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19.

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo aplicativo é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

Ciclo 1

O crédito para os beneficiários nascidos em maio faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 13 de agosto.

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro.









Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 reais pode se tornar lei e seguir até 31 de Dezembro


A prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 reais do governo enquanto durar o estado de calamidade pública em razão da pandemia de covid-19 pode se tornar lei. Uma ideia legislativa apresentada no Portal e-Cidadania com esse objetivo alcançou em menos de 15 dias 68,8 mil apoios, mais que o triplo da quantidade necessária para ser analisada como sugestão pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) — número contabilizado na tarde desta segunda-feira (10). Se obtiver parecer favorável da comissão, a ideia será discutida como projeto de lei pelo Senado.

A ideia legislativa, publicada no dia 29 de julho, foi apresentada pela conta de um canal do YouTube que trata de benefícios governamentais. Em apenas dois dias, já havia atingido os apoios necessários para ser analisada como sugestão legislativa. O prazo de quatro meses para a obtenção dos apoios só se esgotaria em novembro.

O pagamento de R$ 600 reais mensais de auxílio emergencial foi aprovado em março pelo Senado. O auxílio é destinado para desempregados, Microempreendedores Individuais (MEI), contribuintes individuais da Previdência Social e trabalhadores informais de baixa renda. Inicialmente, a previsão era de pagar três parcelas do auxílio, mas o pagamento do benefício foi prorrogado por mais dois meses.

De acordo com o autor da ideia legislativa, a situação que gerou o estado de calamidade persiste e está mais grave que antes em alguns estados. Por essa razão, ele defende o pagamento até 31 de dezembro de 2020 ou até a chegada de uma vacina contra o novo coronavírus.
IDEIA

Em julho, outra ideia legislativa relacionada ao pagamento de benefícios em razão da pandemia se tornou projeto de lei. O presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), adotou uma ideia legislativa publicada no portal e-Cidadania para garantir a aposentados pelo INSS o pagamento de 14º salário emergencial em razão da pandemia da covid-19. O senador apresentou o PL 3.657/2020 com o mesmo teor da ideia, que estava sendo analisada como sugestão legislativa pelo Senado, para agilizar a tramitação.


Qualquer cidadão pode apresentar uma ideia legislativa no portal e-Cidadania. Basta se cadastrar, acessar a página das Ideias Legislativas e enviar a proposta. As ideias ficam abertas por quatro meses para receber apoios. Se nesse prazo conseguir 20 mil apoios, a ideia é encaminhada para a CDH e se transforma em sugestão legislativa. Se a comissão aprovar, a sugestão passa a ser um projeto de lei e é analisada da mesma maneira que os projetos apresentados pelos senadores.
OUTROS PROJETOS

A prorrogação do auxílio emergencial a trabalhadores informais de baixa renda sugerida na ideia legislativa também está presente em projetos de lei apresentados pelos senadores. Um deles é o PL 2.627/2020, do senador Jean Paul Prates (PT-RN) que propõe o pagamento do auxílio enquanto durar o estado de calamidade pública.

O PL 3.426/2020, do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), também estende o pagamento do benefício até o final do ano. Para ele, não prorrogar o auxílio, significa empurrar milhões de brasileiros para as ruas e para a doença.

Já o PL 3.511/2020, do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), prorroga o auxílio emergencial por seis meses e define critérios para avaliação de recursos apresentados pelos requerentes em caso de indeferimento.

Outro projeto que trata do tema é o PL 2.928/2020, da senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Além de estender o prazo, o texto amplia o benefício para outras categorias de trabalhadores. De acordo com a senadora, as pessoas vulneráveis não vão fazer isolamento social se não houver uma proteção por parte do Estado.

O PL 3.712/2020, do senador Paulo Rocha (PT-PA), também estende o pagamento dos R$ 600 até dezembro e aponta uma fonte de recursos para o pagamento: o lucro do Banco Central (BC) com operações cambiais. Segundo o senador, no primeiro semestre de 2020, o lucro do banco com operações cambiais ficou em torno de R$ 500 bilhões.






Fonte: Agência Senado

Campos não recebe participação especial pela primeira vez na história


Pela primeira vez, desde que começou a ser paga aos municípios produtores de petróleo, no ano 2000, Campos não receberá participação especial (PE) neste mês de agosto, representando mais um golpe na economia do município, que já vem registrando sucessivas quedas de receita, em um quadro agravado com a pandemia. Outras cidades da região também não terão o repasse trimestral, que está previsto para esta quarta-feira (12).

No mês de maio, Campos, que já chegou a receber R$ 230 milhões em um único depósito de PE, registrou o menor repasse da história até então, de R$ 1,1 milhão, pela produção de petróleo e gás no primeiro trimestre de 2020. A queda de arrecadação, que começou a se desenhar em 2015 e se acentuou no ano seguinte, atingiu em cheio o governo municipal em 2020, quando os dois repasses de PE somados, em fevereiro e maio, não ultrapassaram R$ 7 milhões, valor considerado muito baixo até mesmo para os depósitos mensais.

O município de São João da Barra, que em fevereiro deste ano também não teve participação especial, vê a situação se repetir agora em agosto, após receber apenas R$ 5,9 mil em maio. Em situação ainda mais delicada, Carapebus acumula três trimestres sem repasse de participação especial. Macaé e Casimiro de Abreu também não recebem, nesta quarta, a PE referente à produção do segundo trimestre de 2020.
Na região, Quissamã é o único município a receber a participação especial neste mês, no valor de R$ 1.025.791,55, uma queda de 52,5% em relação ao trimestre anterior.






Fonte: Blog da Jô | Folha da Manhã

Apelo internacional: parem o 5G na Terra e no espaço


Este texto aborda partes de um documento que faz um apelo à ONU, OMS, União Européia e aos governos de todas as nações do mundo para pararem com a implementação do 5G. Até o mês de agosto de 2020, o documento já conta com 297.113 assinaturas de pessoas, entre elas, médicos, professores cientistas e organizações ambientais de 219 nações e territórios.

Apesar de existirem inúmeros artigos científicos que comprovam que a radiofrquência é prejudicial à vida, eles continuarão à implementar esta tecnologia em todo o mundo. Do meu ponto de vista, para cada artigo que compriva que as radiofrequencias fazem mal à saúde, as grandes corporações compram dois artigos que dizem o contrário.


É irônico a elite do Fórum Econômico Mundial defender um reset para criar uma economia verde e sustentável que que não seja agressiva ao meio ambiente e, ao mesmo tempo prejudicar toda a vida na Terra com a impantação desta tecnologia. A alegação é uma só: frequências não termais não são prejudiciais, ou seja, se não esquenta o seu corpo, não prejudica sua saúde.

O parágrafo a seguir está no site do Apelo internacional para parar com o 5G:


Nós, abaixo assinados, cientistas, médicos, organizações ambientais e cidadãos de (__) países, pedimos urgentemente a suspensão da implantação da rede sem fio 5G (quinta geração), incluindo 5G de satélites espaciais. O 5G aumentará enormemente a exposição à radiação de radiofrequência (RF) além das redes 2G, 3G e 4G para telecomunicações já existentes. A radiação RF foi comprovada como prejudicial para os humanos e o meio ambiente. A implantação do 5G constitui um experimento sobre a humanidade e o meio ambiente que é definido como crime pelo direito internacional.
A seguir os trechos mais importantes do documento


As empresas de telecomunicações de todo o mundo, com o apoio dos governos, estão preparadas nos próximos dois anos para implantar a rede sem fio de quinta geração (5G). Prevê-se, tal como é reconhecido, que venha a dar lugar a uma mudança social sem precedentes à escala global. Teremos casas “inteligentes”, empresas “inteligentes”, rodovias “inteligentes”, cidades “inteligentes” e carros autônomos. Praticamente tudo o que possuímos e compramos, geladeiras, máquinas de lavar, embalagens de leite, escovas de cabelo e fraldas infantis conterão antenas e microchips que estarão conectados à Internet sem fio. Cada pessoa na Terra terá acesso instantâneo a comunicações sem fio de muito alta velocidade e baixa latência, a partir de qualquer ponto do planeta, mesmo em florestas tropicais, no meio do oceano e na Antártida.

O que não é amplamente reconhecido é o fato de que isso também resultará em mudanças ambientais sem precedentes em escala global. A densidade planejada de transmissores de radiofrequência é impossível de visualizar. Além de milhões de novas estações-base 5G na Terra e 20 mil novos satélites no Espaço, 200 bilhões de objetos transmissores, segundo estimativas, farão parte da Internet das Coisas até 2021, e um trilião de objectos alguns anos depois. O 5G comercial em frequências mais baixas e velocidades mais lentas foi implantado no Qatar, na Finlândia e na Estônia em meados de 2018. O lançamento do 5G em frequências extremamente altas (ondas milimétricas) está previsto para começar no final de 2018.

Nota-se que, pelas datas do documento não é novo. Acredito que o 5G esteja ainda em fase de testes no mundo, incluindo no Brasil.


Apesar da negação generalizada, a evidência de que a radiação de radiofrequência (RF) é prejudicial à vida já é esmagadora. A evidência clínica acumulada de seres humanos doentes, diminuídos e em sofrimento, evidências experimentais danosas sobre o DNA, células e sistemas de órgãos numa ampla variedade de plantas e animais, e evidências epidemiológicas de que as principais doenças da civilização moderna - cancro, doenças cardíacas e diabetes - são em grande parte causadas pela poluição eletromagnética, constitui uma base de literatura de mais de 10 mil estudos “revistos por pares”.


Se os planos do setor de telecomunicações para o 5G se concretizarem, nenhuma pessoa, nenhum animal, nenhum pássaro, nenhum inseto e nenhuma planta na Terra será capaz de evitar a exposição, 24 horas por dia, 365 dias por ano, a níveis de radiação de RF que são dezenas a centenas de vezes maiores do que o que existe hoje, sem nenhuma possibilidade de escapar, esteja onde estiver no planeta. Esses planos 5G ameaçam provocar efeitos sérios e irreversíveis nos seres humanos e danos permanentes a todos os ecossistemas da Terra.
O 5G instalado no solo

No sentido de transmitir as enormes quantidades de dados exigidos pela Internet das Coisas (IoT), a tecnologia 5G, quando inteiramente desenvolvida, irá usar ondas milimétricas que têm dificuldade em passar através de materiais sólidos. Tal tecnologia requer a instalação de estações transmissoras a cada 100 metros em todas as áreas urbanas do mundo. Ao contrário de outros dispositivos sem fios, em que uma única antena transmite para uma área alargada, as estações 5G e os aparelhos 5G possuem múltiplas antenas agrupadas em feixes, trabalhando em conjunto para emitir feixes dirigíveis que se detectam mutuamente.

Cada telefone 5G conterá dúzias de antenas, todas trabalhando juntas para detectar os feixes das torres mais próximas. A Comissão Federal de Comunicações norte-americana (FCC) já adotou normas permitindo que a intensidade desses feixes atinja os 20 Watts, ou seja, 10 vezes mais poderosos do que os atuais níveis permitidos para os telefones.


Cada estação 5G vai conter centenas de milhares de antenas para receber e enviar enormes quantidades de feixes simultaneamente para todos os telefones e aparelhos na zona. É uma tecnologia denominada “entradas e saídas múltiplas” (MIMO). De fato, as normas da FCC permitem que a potência efetiva dos feixes de estações 5G atinja valores na ordem dos 30 mil wattspor cada 100 MHz do espectro, ou o equivalente a 300 mil watts por GHz do espectro, ou seja,dezenas a centenas de vezes mais potente do que os níveis permitidos para as estações atuais.


O 5G instalado no espaço

Pelo menos cinco empresas propõem-se a disponibilizar 5G a partir do Espaço, através da combinação de 20 mil satélites em órbita baixa e média, de modo a cobrir a Terra com um manto de feixes poderosos, focáveis e orientáveis. Cada satélite emite ondas milimétricas com uma potência radiante de até 5 milhões de watts a partir de milhares de antenas organizadas em feixes. Embora a energia que atinge o solo seja menor do que a das estações terrestres, irão irradiar áreas não alcançadas por outros transmissores, adicionando-se às transmissões 5G terrestres de biliões de objetos (IoT). Ainda mais importante, os satélites situar-se-ão na zona da magnetosfera que exerce uma significativa influência sobre as propriedades elétricas da atmosfera. A alteração do meio ambiente eletromagnético da Terra pode constituir uma ameaça ainda maior para a vida do que a radiação das antenas colocadas no solo.


Os efeitos perigosos da radiação de radiofrequências já são conhecidos

Ainda antes do 5G ter sido proposto, dúzias de petições e apelos feitos por cientistas internacionais, incluindo o Apelo de Freiburger assinado por mais de 3 mil médicos, exigem o fim da expansão da tecnologia sem fios e uma moratória na construção de estações no solo.

Em 2015, 215 cientistas de 41 países comunicaram o seu alarme às Nações Unidas (ONU) e à Organização Mundial de Saúde (OMS). Declararam que “numerosas publicações científicas têm mostrado que as EMF [campos electromagnéticos] afetam os organismos vivos a níveis bem abaixo da vasta maioria dos limites estabelecidos pelas normas nacionais e internacionais”. Mais do que 10 mil estudos científicos “revistos por pares” demonstram a nocividade para a saúde humana da radiação de RF. Os efeitos incluem:

Alteração do ritmo cardíaco
Expressão alterada dos genes
Alterações metabólicas
Alterações no desenvolvimento das células-tronco
Cancros
Doenças cardiovasculares
Deterioração cognitiva
Danos no DNA
Impactos no bem-estar geral
Aumento dos radicais livres
Défices de aprendizagem e memória
Deterioração da função e qualidade do esperma
Abortos involuntários
Danos neurológicos
Obesidade e diabetes
Stress oxidativo

Efeitos em crianças incluem autismo, transtorno por défice de atenção e hiperatividade (TDAH) e asma.

Os danos vão bem para lá dos seres humanos, há abundante comprovação da nocividade sobre as plantas e a vida selvagem e animais de laboratório, incluindo:
Formigas
Aves
Florestas
Sapos e rãs
Moscas-da-fruta
Abelhas do mel
Insetos
Mamíferos
Camundongos
Plantas
Ratos
Árvores

A Agência Internacional de Investigação sobre o Cancro (IARC) da OMS concluiu em 2011 que a radiação de RF entre 30 kHz -300 GHz são possivelmente cancerígenas para seres humanos (Grupo 2B).

Porém, comprovações recentes, incluindo os últimos estudos sobre o uso de telefones móveis e os riscos de cancro cerebral, indicam que a radiação de RF é comprovadamente cancerígena para humanos e deveria agora ser classificada como “cancerígena do Grupo 1” tal como o fumo e o amianto.


A implantação de satélites 5G deve ser proibida

A Terra, a ionosfera e a baixa atmosfera formam o circuito elétrico global em que vivemos. Está bem estabelecido que os ritmos biológicos - de humanos, aves, porquinhos-da-índia e aranhas - são controlados pelo meio ambiente eletromagnético natural da Terra e o bem-estar de todos os organismos depende da estabilidade desse meio ambiente, incluindo as propriedades elétricas da atmosfera. Cherry, em um estudo inovador explicou a importância da ressonância de Schumann e porque perturbações na ionosfera podem alterar a pressão sanguínea e a melatonina causando “cancro, doenças reprodutivas, cardíacas, neurológicas, e a morte”.

Estes elementos do nosso meio ambiente eletromagnético já estão sendo alterados pela radiação das linhas de alta tensão. A radiação harmónica das linhas de alta tensão alcança a ionosfera e a magnetosfera da Terra, onde é amplificada pelas interações onda-partícula. Em 1985, o Dr. Robert O. Becker avisou que a radiação harmónica das linhas de alta tensão já tinha alterado a estrutura da magnetosfera, e que a continuada expansão deste efeito “ameaça a viabilidade de toda a Vida na Terra”. A colocação de dezenas de milhares de satélites, diretamente, tanto na ionosfera como na magnetosfera, emitindo sinais modulados a milhões de watts e em milhões de frequências, é plausível de vir a alterar o nosso meio ambiente eletromagnético para lá da nossa capacidade de adaptação.


Reguladores excluíram deliberadamente as provas científicas de dano

Até ao momento, as partes interessadas no desenvolvimento do 5G têm sido a indústria e os governos, enquanto renomados cientistas internacionais, especialistas em EMF, têm documentado efeitos biológicos em humanos, animais, insetos e plantas, e efeitos alarmantes na saúde e no meio ambiente, em milhares de estudos “revistos por pares” que têm sido excluídos.

A razão para os actuais padrões inadequados de segurança está no conflito de interesses em organismos que definem normas e critérios “devido às suas relações com empresas de telecomunicações e/ou de eletricidade, minam a imparcialidade que deveria determinar a regulação de Padrões de Exposição Pública para radiação não-ionizante”.

O Professor Emeritus Martin L. Pall expõe detalhadamente os conflitos de interesse e as listas de estudos importantes que foram excluídos, na sua revisão da literatura.


Acordos internacionais estão sendo violados

A Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas: os Estados devem “comprometer-se a garantir à criança a proteção e os cuidados necessários para o seu bem-estar” (art. 3), “garantir... a sobrevivência e o desenvolvimento da criança” (art. 6) e “tomar medidas apropriadas para combater a doença... levando em consideração os perigos e os riscos da poluição do meio ambiente” (art. 24(c)).

O Código de Nuremberg (1947) aplica-se a todos os experimentos sobre seres humanos, por isso incluindo a implantação do 5G com a exposição a radiação de RF nova e mais elevada, cuja segurança não foi testada, antes de chegar ao mercado. “O consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial” (art. 1). A exposição ao 5G será involuntária. “Nenhum experimento deve ser conduzido, onde há uma razão prévia para acreditar que a morte ou a lesão incapacitante ocorrerá” (art. 5). Os achados de mais de 10 mil estudos científicos e das vozes de centenas de organizações internacionais representando milhares de membros que já sofrem de lesões incapacitantes e/ou já foram deslocados de suas casas pelas instalações de telecomunicações já existentes, são “à partida, razão para crer que a morte ou a lesão incapacitante ocorrerá”.
Meio ambiente

A Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (1972): “A descarga de substâncias tóxicas... em quantidades ou concentrações que excedam a capacidade do meio ambiente de torná-las inofensivas, deve ser interrompida a fim de assegurar que danos sérios ou irreversíveis não sejam infligidos sobre os ecossistemas” (princípio 6).

A Carta Mundial da Natureza (1982): “As atividades que possam causar danos irreversíveis à natureza devem ser evitadas... Onde os efeitos adversos não sejam totalmente compreendidos, as actividades não devem prosseguir” (art. 11).

A Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e o Desenvolvimento (1992): “Os Estados têm... a responsabilidade de garantir que as actividades dentro da sua jurisdição ou controle não causem danos ao meio ambiente de outros Estados ou de áreas além dos limites da jurisdição nacional” (princípio 2).

A Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (2002): “Há uma necessidade urgente de... criar respostas políticas nacionais e regionais mais efectivas às ameaças ambientais à saúde humana” (para. 54(k)).

A Convenção Africana sobre a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (2017): “As Partes deverão... tomar todas as medidas apropriadas para prevenir, mitigar e eliminar aomáximo os efeitos prejudiciais do meio ambiente, em particular, das substâncias radioactivas, tóxicas, e outras substâncias e resíduos perigosos” (art. 13).






Pagamento de servidores da Prefeitura de Campos começa nesta terça


A Prefeitura de Campos inicia nesta terça-feira (11) o pagamento dos servidores referente ao mês de julho. Um novo cronograma de pagamento foi estabelecido diante do cenário de queda de repasses oriundos das receitas de petróleo e da arrecadação própria neste período de pandemia.

Ao longo desta terça-feira, quinto dia útil do mês, recebem servidores da Saúde e da Educação. Os servidores das demais pastas receberão seus vencimentos sexta-feira (14). A secretaria municipal de Fazenda aguarda o repasse da Participação Especial, previsto para os próximos dias, para definir os repasses ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Campos (PreviCampos).

O ano de 2020 tem sido de recordes negativos nas receitas do município, cenário agravado pela pandemia de coronavírus. Nas receitas próprias, até julho, a queda de arrecadação própria chega até 56%. Já nas receitas do petróleo, em junho, Campos recebeu o menor repasse em royalties dos últimos 18 anos — R$ 9.837.674,93. Em maio, foi o menor repasse de PE de sua história — R$ 1,1 milhão. Em julho, o repasse de royalties foi o terceiro menor nos últimos 16 anos. Os R$ 17.841.418,65 representaram redução de 49,11% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o município recebeu R$ 34.994.719.

Em comparação a 2019, até julho deste ano, o município já acumula perdas superiores a R$ 150 milhões, somente em royalties e PEs. Ao mesmo tempo, a folha de pagamento dos servidores é de R$ 73,2 milhões — sendo R$ 15,3 milhões destinados a aposentados e pensionistas do PreviCampos.


NCZ realiza vistorias em ferros-velhos em SJB


Os ferros-velhos frequentemente são vistoriados pelo Núcleo de Controle de Zoonoses (NCZ) da Prefeitura de São João da Barra para controle de larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. Nas duas últimas semanas os agentes de endemias estiveram nos oito estabelecimentos que funcionam no município - Açu (1), Barcelos (1), Cajueiro (1), Degredo (2) e Atafona (3).

Nesses locais, devido à quantidade de material como carcaças de veículos, pneus e outros, podem surgir criadouros. “São locais que se depositam muitos materiais e pode ocorrer acúmulo de água, se tornando macrofocos. Então temos que ter essa preocupação", explica o diretor do NCZ, Marcos Machado. 

Agentes do NCZ também atuaram no tratamento de bueiros da sede do município, usando larvicida, para evitar a proliferação de mosquitos. Ocorreram ações ainda em Barcelos, Cajueiro, Açu, Carrapicho, Caetá, Chapéu de Sol e Grussaí.






Fonte: Secom