quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e sessão acaba em briga e agressão


A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social aprovou, nesta quinta-feira, uma série de requerimentos de forma conjunta, entre eles a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de pedidos envolvendo pessoas próximas ao chefe do Executivo.

A votação ocorreu sob forte divergência sobre o método de análise das solicitações. Parlamentares da oposição defenderam que cada requerimento fosse votado individualmente, mas a proposta não prosperou. Com isso, os pedidos passaram a ser apreciados em bloco e acabaram aprovados pela maioria dos integrantes da comissão.



Base governista reage à condução da sessão

Integrantes da base do governo criticaram o formato adotado e acusaram seletividade na definição da pauta. As reclamações foram dirigidas ao presidente do colegiado, senador Carlos Viana, apontado por governistas como responsável por excluir determinados requerimentos que, segundo eles, envolveriam pessoas ligadas ao bolsonarismo

A insatisfação aumentou após a confirmação da votação conjunta. Parlamentares aliados ao governo afirmaram que a estratégia prejudicaria o debate aprofundado de cada pedido e poderia comprometer a imparcialidade da investigação.

Tumulto interrompe trabalhos

Logo após a aprovação dos requerimentos, o clima no plenário se acirrou. Discussões entre parlamentares levaram a uma confusão generalizada no auditório, interrompendo momentaneamente a sessão da CPMI do INSS